59 thoughts on “Nexus”

  1. Como? O mérito é dos professores? Não foi José Sócrates, pessoalmente, que os andou a preparar para os exames? Aldrabão! Mentiroso! Quer ficar com os louros dos outros!

    (Uma nota: se depois dos ataques à classe profissional que MLR fez os resultados foram estes, não se devia atacar mais? Parece que resulta.)

  2. Pois é, Vega, antes da MLR tinhamos educação a retalho, com ela e depois dela passamos a ter educação por atacado. (eheheheh…) Tás a ver o nexus da coisa?
    P´ro ano, com Área de Projecto e Estudo Acompanhado fora do currículo escolar obrigatório, os resultados serão maiores e ficaremos a uma vírgula do primeiro país da OCDE. Espera p’ra ver, Vega, mas espera sentado.

  3. Sócrates foi humilde e os «frenprofs» simplesmente filhos da puta. É o que dá estar no sindicato a tempo inteiro e por tempo ilimitado. Dá «filha da putice». Já nem sabem o que é trabalho. Alguma vez souberam, estes prof sindicalistas a tempo inteiro?

  4. Então, é o que a Fenprof sabe fazer melhor: acusar o Governo, seja ele qual for.
    Como desta vez os resultados do relatório lhes trocaram as voltas e não podem culpar as más políticas para a educação, como fazem há anos, acusam o Governo de fazer propaganda.

  5. Vá lá saber-se porquê, lembrei-me duma brincadeira que fiz em 2008, quando uma gripe tonta me obrigou a ficar em casa nos dias imediatamente antes do Natal e, sem saber como comecei, acabei por explicar as razões porque não havia presépio lá no meu tzero. Lembrei-me do capítulo 4 – o burro.

  6. Adelaide, é VExª PROFESSORA? Que disciplina ensina se faz favor?
    Olhe que essa coisa do Estudo acompanhado e área de projecto é uma coisa muito estranha. Concedo, porém, que o Estudo acompanhado deve ser obrigatório para os que optam pela área das licenciaturas de domingo.
    cumprimentos

  7. Já não há pachorra para aturar este filho da puta (sem ofensa para a mãe) do Mário Nojeira…
    Não há nada nem ninguém que nos livre deste gajo?

  8. “eu”, percebo-te. o plexus é mais introspectivo, mas o sexus não o é menos, aliás, a sua riqueza advém da introspecção/confissão/erotismo/pornoliterário.

  9. Há poucos gajos e gajas que aparecem (por tudo e por nada) na televisão, ou na rádio, que me causam náuseas, a ponto de mudar de canal ou apagar o dito cujo. São, sem sombra de dúvida gajos como esse sujeito da Fenprof e uma gaja (da mesma pandilha dele), uma fulana do Sindicato da Função Pública… sem que tenha nada contra, em particular, com os representados (muito mal, na minha opinião ). Há outros de que não gosto, mas respeito, por defenderem as suas causas pese embora muita demagogia, o que não é o caso desses dois, porque só destilam veneno, para além de se sentirem seres superiores e infalíveis… basta ouvir um ou dois minutos…

  10. Vega, o Estudo Acompanhado é uma área curricular não disciplinar que permite ajudar os alunos a resolver problemas nas disciplinas da Matemática, Ciências, etc., com o apoio dos respectivos professores, porque, na realidade, as aulas normais, só por si, por vezes não são suficientes para aqueles estudantes que revelam mais dificuldades na aprendizagem. É claro que se os estudantes forem ricos, estes acabam as aulas e vão para as explicações que os papás pagam, mas, se forem pobres ou remediados, estes só podem mesmo contar com os apoios da escola, da escola pública, capice?

    E, depois, Vega, essa treta de aplicarem a torto e a direito incompetência aos profs, já foi chão que deu uvas. Muda o disco e vai ler o Henry Miller…, na retrete.

  11. adelaide, tenho dois miúdos deste lado e sei bem o que é o estudo acompanhado. A minha pergunta é: achas mesmo que estes resultados se devem de tal maneira ao estudo acompanhado que vão por agua abaixo mal este acabe? Isso não é, da tua parte, um atestado de incompetência ao trabalho dos professores na sala de aula?

    Quanto ao local para ler o Henry Miller, agradeço que queiras partilhar a tua experiência, mas não estou interessado.

  12. Vega, não há nada que deva ser mais acompanhado do que um profundo estudo da literatura norte-americana até 1970. em particular, Miller.

  13. hahahaha, boa sugestão Bill. Mas a minha preferência para o estudo do Miller é como o li originalmente: aos 15, sozinho e às escondidas. Tem outro sabor. E concordo contigo, o Sexus é melhor que o Plexus (já não me recordo se li o Nexus).

    (embora, e a minha geração sabe isto, nada tenha o mesmo impacto brutal daquela “Gina” surripiada por um colega e lida no recreio aos 12. Educação sexual indeed).

  14. Vega, o Miller quis partilhar connosco as suas experiências literárias na retrete e outras, mas isso, pelos vistos, não te diz nada. Adiante.

    Como prof., eu posso partilhar contigo a minha experiência na escola pública, e considerar até que tens alguma razão, mas digo-te que tenho receio que alguns miúdos venham a diminuir o seu aproveitamento escolar por falta de apoio. Mas logo se verá. Não há-de ser nada.

  15. Adelaide, pelo que li algures o Estudo Acompanhado deixa só de ser uma disciplina obrigatória passando cada escola a decidir se deve proporcionar essas aulas ou não. Tal como o Vega também tenho duas crianças deste lado que frequentaram durante muito tempo uma escola que estava entre a 28 primeiras que assinaram contrato de autonomia e que, como tal, tinha alguma liberdade na composição do curriculum de cada ano. Parece-me que é o que, agora, está a ser tentado implementar em todas as escolas.
    Actualmente, na escola que frequentam, existem aulas de Estudo Acompanhado, aulas de Apoio e Projecto Fenix (Línguas, Matemática, Português), este último para todos os alunos que, por qualquer razão, precisam de aulas suplementares a determinadas disciplinas. Julgo que o Estudo Acompanhado, se desaparecer do curriculum desta escola, não causará grande mossa.
    Quanto à Área de Projecto não passou, muitas vezes, disso mesmo – um lindo projecto… A disciplina de Formação Cívica pode perfeitamente englobar uma área de projecto.

    Psst, Bill, Sexus sem dúvida mas seguido logo logo dos Trópicos que com o Sol que está hoje, e o calor que convida a uma sesta na areia, está mesmo é para isso.

  16. Vega, Vega…
    A Gina não chegava aos calcanhares da Weekend Sex. Essa sim era uma excelente companhia para aqueles momentos adolescentes masculinos da mais profunda introspecção.
    (Mas eu comecei aos doze, já tinha buço e assim…)

  17. Teresa,
    na minha inocência, li primeiro os trópicos, os dois, de enfiada, e agora já nada posso fazer… mas obrigado. Gosto de si. Que mais lê?

  18. ADELAIDE, no need woman! A chuva ouve-se e sabe que mais, dear? Eu oiço e bem e hove como o caraças. Já agora! É que eu conheço o Ensino e digo-lhe já: Estudo Acompanhado e Àrea de Projecto é mais uma PORCARIA com que os alunos Portugueses perdem tempo e nada lucram. Comprovadamente nada lucram.

    A si mando-a verificara se estará na onda certa da realidade.

    Cumprimentos

  19. SHARK, seu manganão. Eu bem digo que você tem cara de quem não se perde nos meandros das «coisas». Aos doze? Ensina aí alguma coisa ao James, que o tipo deve ter sido talhado para aprendiz de frade, ehehehehhe

    JAMES, pá, então ainda achas que eu sou idota do ano? Really? Ui!

  20. Bill, você é um Speedy Gonzalez – nunca tinham gostado de mim tão depressa… Que mais leio? Assim mais mais é mesmo português mas também leio francês, inglês, espanhol, italiano e já me ajeitei com o alemão mas passou-me depressa. Não leio palmas de mãos nem folhas de chá mas por vezes dava-me jeito fazê-lo.

  21. Teresa,
    Segundo as palavras de Sócrates, proferidas hoje na Assembleia da República, parece comprovada a continuidade de Estudo Acompanhado no ensino básico a incidir no desenvolvimento das aprendizagens nas disciplinas de Matemática, Português e Ciências, coisa que me deixa muito contente, não por mim, mas pelos miúdos que eu conheço que não têm em casa quem lhes dê apoio nos trabalhos escolares, ou dinheiro para pagar explicações.

    VEGA,
    I do not need a man, much less of an idiot like you!!!…

  22. Adelaide, what an answer dear. Look like you´re a teacher and the way you write tells me that the real idiot it´s you. What a fake you are. Big talk, hey mate?

    Para quem não sabe, aqui vai: Estudo acompanhado, Área de Projecto é mais uma das ilustrações do curriculum de MERDA que este País dá aos seus alunos, fazendo-os perder tempo, dispersando-os em horários da treta, impedindo-os de se enriquecerem culturalmente em casa e noutros espaços de aprendizagem.

    Exemplos de área de projecto: acabar de leccionar o programa de história, porque a professora não teve tempo de o terminar no ano anterior.
    Fazer um trabalho de MERDA à escolha do aluno sem acompanhamento do Professor,

    Estudo Acompanhado – que o seja para os que precisam mas sobretudo que incida sobre hábitos de estudo, ensinando a estudar, coisa que não é feita, porque muitos dos professores deste país estão viciados em métodos de ensino que caducaram pelo não acompanhamento dos tempos e das solicitações que impedem em crescendo sobre os nossos jovens.

    Teorias tem Portugal em abundância, vazias, rotas, pingonas. Prática é a que resulta da observação diária dos alunos que «felizmente» usufruem de Estudo Acompanhado e nem sequer sabem conjugar um verbo devidamente. O que não é de estranhar pois há professores que mal articulam mas curiosamente classificam.

    Alguma dúvida, sobretudo para os Professores que defendem tão enfaticamente a realidade actual?

  23. Adelaide, deves estar aí com uns problemas e parece-me que és zarolha. Já levaste a resposta à tua alturinha. Esperemos agora que o Valupi publique o que escrevi, pois estás a precisar de ser escovada. Não sabes se sou um ou uma, mas olha que não te mandei to look for a man, ok, jackass? Seems to me that you´re thinking about it, anyway just read the thing right and then answer comme il faut, right, moreon?
    Couldn´t care less about your deep shit, ok?

  24. Adelaide, não estou contra o Estudo Acompanhado mas acho que a sua obrigatoriedade deveria ficar ao critério da escola ou do professor da disciplina, exactamente para melhor poder responder a quem precisa e não ser só mais uma extensão das aulas servindo, muitas vezes, para dar matéria nova que, por alguma razão, ficou para trás.
    O mundo das explicações é uma outra história e não me parece que seja das de encantar.

  25. Teresa,
    Italiano, francês, inglês, espanhol, e já se ajeitou com o alemão. banal, comum, frívolo. já não me agrada. a não ser que me deixe ler-lhe a palma das mãos…

  26. no fundo, no fundo, não. eu tenho as minhas próprias, e com relativa frequência arranjo outro par. às vezes é preciso. há coisas melhor feitas a quatro mãos, ou a duas, ou a três, ou sem mãos; tudo depende da intermitência da sua actuação (das mãos) numa prática concreta. por isso, talvez sim, é capaz, talvez esteja a perdi-lhe as mãos. e pelo amor de “deus”, trate-me na segunda pessoa, tenho só doze anos.

  27. Adelaide, dear, já aqui te respondi ao absurdo da tua resposta a) a necessidade das disciplinas que cantas, b) o teu entendimento do inglês. Se és professora de inglês, nãopercebes do métier, pois ninguém te disse que precisavas do que deve estar presente na tua cabeça – o que te denuncia; quanto ao Estudo acompanhado e Área de Projecto vou-te dar uns exemplos do que se fazem nas mesmas. A Área de Projecto nalgumas escolas é usada pelos professores para terminar o programa de História que não se conseguiu no ano lectivo anterior; o Estudo Acompanhado serve de recreio aos menos dedicados ao estudo, que naquela aula se divertem com «nadas». Entretanto, os que são bons alunos, dispersam-se num horário que não lhes convèm porque desejam alargar horizontes culturais que, como deves saber, não se alcançam na Escola da treta que muitos professores – os que se recusam a reciclar e inovar métodos de ensino -, adulteram pela sua ostensiva falta de SABER – SABER ESTAR, SABER FALAR, SABER DISCIPLINAR, SABER FORMAR. Porém, arvoram-se em classificadores.
    Quanto ao inglês, cara Adelaide, sê mais atenta: mas se queres chamar idiota a alguém, começa por te mirar e rever no que escreves. Chegarás certamente a conclusões. também tenho adjectivos para ti, bons, que nãos e aprendem na escola. Queres alguns? Eu digo-tos- Já agora, quem te disse que sou um, pois se posso ser uma? Mas não tires ilacções, fica é sabendo que parolas como tu já nem papo ao petit-déjeuner, sabes porquê? To fucking vulgar!

  28. Vega, pá, se vamos debater a parte técnica da coisa comecemos pelas questões relevantes:
    os James deste mundo concordarão com o advento da masturbação feminina com dildos na pornografia contemporânea ou serão mais da escola John Holmes que tanta profundidade transmitiu às películas da sua década?

  29. Dear IDIOT, mistress adelaide thanks and generous rewards as words. Apologizes for the misunderstanding of English.
    Ah, she sends you to lick soap!

  30. ADELAIDE,

    Stick to Portuguese. Your English needs help. Try Wall Street Language Institute.

    Mistress?? Is that your profession or some fantasy?

    Lick soap??? Is that your fetiche or something a guy did after going down on you?

    Don´t bother to send your picture.

    Need a translation dear?

  31. (pssst, Ideias, também te escapou um ó no too fucking vulgar… Mas claro que é vulgar a pessoa tropeçar na gramática quando fucking is the issue. Se calhar é por isso que o Miller não é recomendado na C+S, ia dar cabo das médias aos putos…)
    :)

  32. ideias e adelaide, cada tiro, cada melro.
    _____

    shark, essa é de grande relevância, realmente. O Holmes foi o ultimo de uma época em que “os homens eram homens”, acho eu (o Frota esforça-se, mas é um fenómeno regional), e não estarei muito longe da verdade se disser que os Dildos e a masturbação feminina, assim como as lésbicas, estão ligados à invasão da pornografia pelo feminismo. Daí as tendências que vês actualmente, como o sexo anal, quase inexistente nas Ginas e Weekend sex, se bem me recordo. É uma guerra, elas mostram cada vez mais que não precisam de nós, e em retaliação levam no cu.

    Enfim, consequências do desaparecimento do bigode da profissão.

    isto, claro, numa análise cuidada e aprofundada…

  33. vaga, gostarás de saber que na américa dos primeiros tempos do século passado os vibradores eram comummente usados por médicos para tratar depressão (na altura doença dos nervos) nas senhoras (a enfermeira fazia o tratamento). esse bom hábito desapareceu com a intromissão da igreja nas coisas dos hábitos e o renovado puritanismo americano em meados do século.

  34. Shark, you bet dude.

    Vega, mas o tiro fui eu que o dei, pá, a gaja até anda de lado. Fogo, num sa metam cumigu, caragu…

  35. susana, lembro-me vagamente de ter lido alguma coisa sobre isso. Mas agora deixas-me curioso: tratar a depressão feminina com recurso a vibradores era um bom hábito?

  36. Shark, meu, o Valupi anda desatento com os meus comentários. Valupi larga o binho pá, que te esqueces das minhas doutrinas, rapaz.
    Shark you´re damn rigth dude. When we fuck nothing else matters, right?!
    Ouve lá, rapaz, tu tens cara de precoce, ai tens tens. Podes crer, se eu continuasse a dar aulas, não me cingia só ao curriculum miserável deste País que é o mesmo de há cem anos atrás. Eh pá, andas sete anos a aprender «How do you do sir», «good morning, Mr.» e sais da trampa da Escola sem saber falar, a não ser que te esfalfes em casa. Apanhas com professorazecas da bodega a «bufar» cansaço, quando na verdade, elas próprias precisam de reciclagem, mas chegam cá fora e é vê-las a debitar soltura, pá.
    Comigo, meu caro, a língua é viva, ensine-se o que é preciso saber para se sobreviver na rua. Primeira regra: aprende os palavrões todos se vais para fora, assim ninguém te leva no bico, tás a ver. Claro, só me cinjo ao inglês e ao francês, pá, não tenho saco cultural para mais. Um puó de italiano, mas…catzo, desisti daquela gaita, e aprendo by myself tás a ver a coisa, pá?
    A minha área é outra: como diz o VEGA dou tiros e gosto de abater melros quando tenho razão. Tudo num enquadramento devido, onde tenho que levantar o meu real ass e apertar a mão à autoridade, tás a ver’

    Ora manda lá, pá, que tu dizes o que queres sem melindrar ninguém.

  37. Vega, não sei se ainda acompanhas as últimas tendências (a net tem acrescentado imensa variação) mas a coisa já vai na proliferação da DP (dupla penetração, para os leigos) e nem sempre em assoalhadas distintas, confirmando a tua teoria da vendetta. Os actores porno são autênticos okupas e as moças (talvez uma marca da tal influência feminista que referes) revelam, para além de uma elasticidade digna do mais fino látex, um poder (esta do poder não é um acaso) de encaixe e de resistência física que se ilustra na necessidade crescente de serem dois machos a cumprirem a função a ver se a coisa dura (estou a falar na película, claro).
    Quanto ao Frota, e apesar dos milagres da óptica (aquilo do Hubble foi uma mina para a pornografia moderna), ouvi dizer que também pega de marcha-atrás de vez em quando, algo a que o Holmes, bem o sabemos, nunca se prestaria.

  38. Olha, Ideias, sem querer de todo relegar para segundo plano o substrato do teu comentário, tenho este apelo do pragmatismo latente e digo-te que é bem verdade, nothing else matters quando os valores de primeira linha se erguem aos mais altos planos.
    Também concordo em absoluto que uma língua viva é indispensável em qualquer contexto, mais do que um crente sou fervoroso praticante (o James não vai resistir a somar a dos trombeiros à dos punheteiros, eu sei…), até porque adoro a comunicação quase tanto quanto aprecio a coerência.

  39. L’IDIOTA è convinto che ha ucciso il “melro” ed è felice, il povero ragazzo.
    Questo povero stupido come faladura messi in cambio di un’attenzione particolare da parte Valupi. Sabe dire perché …

    Olha só, IDIOTA, o que eu aprendo contigo… E o quanto me divirto!
    Olha, ontem foi Inglês (do mau!), hoje é Italiano e amanhã logo se verá. Como vês, pá, é só IDEIAS. Tuas, claro está!
    Afinal, não andas aqui apenas a coçar os cotovelos e a alisar as esquinas em Inglês (do bom!). Na verdade, you are um chuto na tola para alguns, mas para mim és um gajo do caraças, pena é que sejas paneleiro, com todo o respeito, claro!

  40. Adelaide,

    Quem se diverte, mostra-se divertida. Não é o teu caso. Olha lá, a loja dos dildos não é aqui, e parece que a paneleirazita de serviço és tu. O teu tradutor on line anda avariado, já agora.

    Valupi não mandes a gaja largar o vinho, senão nem sequer há bosta.

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