Todos os artigos de Valupi

Zona Euro

Portugal apurou-se com gana. Cristiano finalmente atinou na Selecção. O povo faz uma pausa na depressão colectiva. Mas Paulo Bento agravou a sua pulsão matarruana. O que vale é que no futebol qualquer um serve para lançar os dados no relvado.

Só nos saem duques

João Duque foi hoje sovado no Fórum da TSF e saiu de lá prostrado em maca. Nuno Santos, pela RTP, levou-o ao tapete. E depois apareceu António Pedro Vasconcelos para um exercício de pura carnificina. Mas o espantoso é que Duque merecia levar mais, muito mais. Esta figura que se notabilizou na SIC por difamar o Governo anterior, fazendo parte da legião de comentadores cuja única agenda era espalhar o pânico e promover o ódio, aceitou liderar um grupo de trabalho numa área em que não percebe patavina de nada. Está ao nível de qualquer outro cidadão que se limite a consumir televisão desde que nasceu. Todavia, foi para a cabeça deste grupo apenas munido dos seus preconceitos e raivas de estimação para despachar um documento onde a ignorância compete com o delírio.

O que tresanda no Relatório é o asco à possibilidade de existir um espaço informativo imune às escolhas dos donos dos grupos de comunicação social. Pelos exemplos dados na TVI do casal Moniz e na SIC de Balsemão, onde se fez e faz manipulação da informação ao serviço de interesses partidários, fica claríssimo o intento de entregar aos critérios privados de conjuntura a ocupação do espaço noticioso e opinativo. Isso choca tanto com a percepção da genérica isenção da informação na RTP e RDP como com os benefícios sociais e culturais que essas empresas também geram naquilo que é um verdadeiro serviço público especificamente pelos produtos jornalísticos os mais relevantes e eclécticos.

Toda a actividade deste grupo de reflexão, começando na escolha do elenco e acabando na sua desautorização ministerial ainda antes de ter terminado o trabalho, é um exemplo crasso da anedota em que consiste a elite intelectual da actual direita partidária.

Num café perto de si

Estrela Serrano fez um micro ensaio que, no fundo, radiografa a sociedade que somos: BPN e Face Oculta: veja as diferenças

Esta matéria pede uma sumária introdução: a ideia de que a corrupção é generalizada tem não apenas anos e décadas, antes séculos e milénios. Desde que há registos escritos que podemos ler escribas a queixarem-se do seu tempo presente, o qual constatam estar cheio de maleitas e sofrimentos, e a bendizer um qualquer passado mais ou menos distante onde tudo teria corrido às mil maravilhas e a malta era feliz ou, no mínimo, teria vergonha na cara. Por isso se fantasiaram idades de ouro nos antanhos, paraísos perdidos, Atlântidas afundadas, Shambhalas no cu de Judas. Enfim, as saudades da infância são uma característica antropologicamente universal em todos os tempos e lugares. Se os animais falassem língua de gente, não diriam outra coisa.

A problemática da corrupção em Portugal também não poderá ser tratada olvidando a existência dos cafés. É que basta frequentar esses antros de cafeína e duvidosa pastelaria para sermos inelutavelmente doutrinados acerca da tipologia e extensão da corrupção pátria. Até se revelam à boca cheia de migalhas as percentagens que os patos-bravos têm de pagar aos fiscais das câmaras para que os projectos avancem sem demoras (é o mesmo valor de Norte a Sul, está tabelado). Esta corrupção é entendida como uma taxa, mais uma, e ninguém denuncia ninguém sob pena de ficar com as obras futuras entaladas no marasmo burocrático que existe precisamente para justificar a tal taxa por baixo da Lei e do imposto. Do mesmo modo, as pequenas corrupções que vão das cunhas para empregos a cunhas para intervenções clínicas, passando pelas cunhas para as cunhas, são vistas como a natureza das coisas que ninguém considerado adulto é suposto contrariar se quiser tratar da sua vidinha. Há, pois, razoáveis expectativas de que aquilo que é ensinamento corrente nos tascos seja igualmente do conhecimento das polícias, dos magistrados, dos deputados, dos governantes, da maioria dos padres e até de um ou outro Presidente da República.

Continuar a lerNum café perto de si

Impressionar no desemprego, brilhar na falência, seduzir na miséria

Extreme Antisocial Personality Predicts Gang Membership, Finds Study Based On Survey of Male Prisoners
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Volunteering, Helping Others Decreases Substance Use in Rural Teens, Study Finds´
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Body Posture Can Influence Decision-Making
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Children’s Spatial Skills Improved By Learning Spatial Terms
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“If I’m Scared, So Are You.” Study Reveals How Fear Impacts Stock Market Decisions
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Physical Functioning Declines More Rapidly Among the Poor
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Breakthrough Scientific Discoveries No Longer Dominated by the Very Young
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OMEGA-3 Reduces Anxiety And Inflammation In Healthy Students
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More Facebook Friends, Fewer Real Ones, Says Cornell Study

Vamos lá a saber

O que é que, exactamente, se deve dizer a um marmanjo, este marmanjo, que diz isto:

“Os militares têm a tendência para estabelecer um determinado limite à actuação da classe política”. Esse limite, considerou, foi ultrapassado em 1974 e culminou com a “revolução dos cravos”.

Hoje, Portugal está “a atingir o limite”, disse, corroborando o que há seis meses dissera à Lusa: “Se soubesse o que sei hoje não teria possivelmente feito o 25 de Abril”.

O coronel na reserva acredita que há condições para os militares tomarem o poder e vai mais longe: “bastam 800 homens”.

Em comparação com o golpe de 1974 – do qual afirma ser um “orgulhoso protagonista” –, Otelo considera que um próximo seria até mais fácil, pois “há menos quartéis, logo menos hipóteses de existirem inimigos” da revolução.

Otelo

Chamem o Freud e tragam o Adler

Tenho para mim que os ódios de estimação ao Sócrates seguiram de facto um trajecto muito mais simples do que geralmente se supõe, passando sobretudo pela constatação da sua capacidade de debate — bem visível na AR e nas entrevistas televisivas — e sua resiliência no poder. Daí as campanhas dos humilhados e ofendidos (pela superioridade e boas maneiras alheias) que pela sua intensidade invulgar acabaram por recrutar muitos patetas.

Uma citação realmente de gargalhada, sobretudo para quem se lembrar das passagens da ministra pelas entrevistas do Crespo, nos tempos mais intensos da caça ao homem. Mas o mais interessante de tudo são os transes de alucinação histérica que a sugestão de presença — mesmo fantasmática — do Grande Satã continua a despoletar nalguns comentadores, agora, ao que parece, como uma espécie de catarse frente ao coelhismo castigador que lhes vai ao bolso. Chamem o Freud, depressa!

Oferta do nosso amigo Conde Zaroff

Gargalhada da semana

“Devo dizer a Vossa Excelência que a mentira e a ofensa não são o caminho para a resolução dos graves problemas que temos de enfrentar. A desconsideração, o ataque sustentado em factos pessoais, que aliás nem sequer são verdadeiros, não são toleráveis na luta política e institucional. Essa forma de agir é censurável e ofende os princípios éticos da nossa democracia”, prosseguiu Paula Teixeira da Cruz.

Fonte

Enigmas de arrebimbomalho

Bem sabemos que Sócrates tinha um plano a seis anos para levar Islândia, Grécia, Irlanda e Portugal à bancarrota. Pelo meio, faria do afastamento de Moura Guedes da TVI a sua missão na Terra, nem que para tal tivesse de meter cunhas ao Rei de Espanha, diria mal do Crespo em voz alta nos buffets finórios da gente séria e lançaria uma mega-operação de controlo da comunicação social através desses paus-mandados aparvalhados e corruptos que dão pelos nomes de Zeinal Bava e Henrique Granadeiro. Podia não ser o melhor plano do mundo, mas também não era mau de todo e, como os jornalistas honestos não se cansaram de repetir, foi concretizado com estrondoso sucesso na sua maior parte.

O enigma é este: como é que depois desta trabalheira insana Sócrates ainda teve pachorra para afundar a Itália?

João Duque (o chefão), António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco

Relvas entregou o destino da RTP a este grupo de individualidades:

João Duque (o chefão), Felisbela Lopes, António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, Francisco Sarsfield Cabral, João do Amaral, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco.

Do grupo original, saltaram fora Felisbela Lopes, Francisco Sarsfield Cabral e João do Amaral. Pelo que o seguinte grupo de individualidades vai amanhã apresentar a sua visão do que deve ser o serviço público de televisão:

João Duque (o chefão), António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco.

Ora, façamos aqui uma pausa introspectiva para nos interrogarmos: que será previsível sair de um grupo chefiado por João Duque e onde botam faladura António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco?

Eu, que falhei a admissão num curso rápido de bruxaria, apostava que estas individualidades vão dar mais uma prova de serem iguais a si próprias, apresentando propostas coerentes com o seu percurso, defendendo ideias em sintonia com os seus valores, harmonizando a responsabilidade neles delegada com as convicções mais estimadas naquelas cabeças. Assim, se se confirmar que estas individualidades querem acabar com a informação da RTP, alegando que ela é manipulada ou manipulável, e também varrer para fora do ecrã a ideologicamente perigosa RTP Memória, teremos de congratular Passos Coelho e Miguel Relvas.

De facto, se a ideia é a de transformar a imprensa portuguesa num imenso Correio da Manhã, não me ocorre nada melhor do que deixar a RTP nas mãos de João Duque (o chefão), António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco.

Good food for good thought

We all have personal stories about who we are and what the world is like. These stories aren’t necessarily conscious, but they are the narratives by which we live our lives. Many of us have healthy, optimistic stories that serve us well. But sometimes, people develop pessimistic stories and get caught in self-defeating thinking cycles, whereby they assume the worst and, as a result, cope poorly. The question then becomes how to help people revise their negative stories.

One approach is psychotherapy. Cognitive behavioral therapy (CBT), for example, which is designed to identify and change people’s negative thinking patterns about themselves and the social world. CBT is an effective way of helping people, especially those with serious problems such as depression or anxiety disorders.

But social psychologists have discovered another approach that is simpler and can help people with less serious problems. I call this “story editing,” because people are encouraged to edit their personal stories in beneficial ways. There are a variety of ways of doing this. In one, called “story prompting,” people are given information that suggests a new way of interpreting their situation. This is particularly effective when people haven’t settled on the narrative they will tell about what is happening to them.

For example, I did a study with first-year college students who were not doing well academically. They were at risk of adopting a negative, self-defeating thinking pattern in which they blamed themselves and concluded that they weren’t “college material.” We randomly divided the students into two groups. One group got information indicating that many people do poorly their first year but do better after they learn the ropes, and watched videotaped interviews of upperclass students who reinforced this message. The idea was to encourage students to change how they interpreted their own academic difficulties, redirecting them away from the negative, self-defeating idea that they weren’t cut out for college, to a more positive interpretation that they needed to learn how to do better. It worked: This group of students, compared to the control group (who got no information), achieved better grades the next semester and were less likely to drop out of college.

How to Improve Your Life with Story Editing

Como é que foi mesmo que chegámos aqui?

“Mais do que nunca, nós precisamos de manter um espírito de unidade e de abertura ao compromisso. É fundamental que haja um consenso na área política e um consenso na área social para que Portugal consiga vencer os problemas que tem à sua frente com custos que não sejam demasiado elevados”, defendeu o Presidente da República, que falava aos jornalistas à margem de uma deslocação ao concelho de Sintra.

“Eu espero bem que os países nossos parceiros na União Europeia, mas também o Fundo Monetário Internacional, o Banco Central Europeu, a Comissão, entendam que é da maior importância ajudar um país que está a fazer um esforço imenso para cumprir os compromissos que assumiu, honrar a sua palavra, que não quer a redução da sua dívida externa, porque isso seria de facto dramático para Portugal, e quer honrar os compromissos que assumiu no passado para com os credores”, afirmou.

3 de Novembro

«Considero da maior importância que a propósito do Orçamento do Estado ocorra na Assembleia da República um diálogo frutuoso, construtivo, que permita alcançar entendimentos de modo a melhorar a proposta apresentada pelo Governo», considerou.

Cavaco Silva adiantou ainda que esta premissa é importante para «criar um ambiente social menos negativo e para que possamos ultrapassar todos os problemas que temos, em particular o desiquilíbrio nas contas públicas, mas também o excesso de endividamento externo sem custos insuportáveis para alguma parte da nossa população».

6 de Novembro

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Cavaco está nas suas sete quintas. Domina agora a cena sem qualquer rival, até pode aparecer como o líder da oposição que junta os aflitos da direita e da esquerda, o grande pastor do Povo agitando o cajado contra os lobos. E das ovelhas que vão sendo devoradas em quantidades crescentes acena que muita culpa terão, que são ovelhas tresmalhadas. Como é que chegámos aqui? Portugal foi obrigado a pedir um empréstimo de emergência sob condições economicamente radicais e altamente penalizadoras da qualidade de vida da população porque toda a oposição e o Presidente da República consideraram que um Governo com apenas 3 meses de execução do seu Orçamento não devia continuar a executá-lo nem a adaptá-lo aos acontecimentos externos. Esse Orçamento tinha sido acordado com o PSD, que o tornou ainda mais austero, e obteve a promulgação de Belém. Estávamos nas vésperas das eleições presidenciais aquando da sua negociação e o plano era só um: garantida a reeleição de Cavaco, Sócrates seria derrubado na primeira oportunidade. Política da terra queimada, o frágil País perdido na tempestade económica e financeira internacional que se fodesse.

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Dedicado ao maradona

Texto encontrado na caixa de comentários disto:

mk741 said: Before I critique the review, good on GT for reviewing the PC version. Anyways, my thoughts on the review itself; 1. I guarantee GT won’t take such a condescending attitude towards MW3’s campaign/ story (you especially won’t hear the its a story we’ve all heard before line). They’ll probably call MW3’s campaign a fun ride, or some shit. Let’s be honest with ourselves here: While it’s clear Battlefield lacks anything of real narrative interest to their campaigns, MW3’s story will be nothing more than a mindless Michael Baysplosion fest with all powerful America taking down insert foreign nation here with a mindblowingly stupid twist at the end. There will also be vain attempts to be edgy with over the top violence in the cutscenes (insert silly torture scene here) that only impress little boys and dialogue that even Michael Bay would scoff at. It happened in MW2. It happened in World at War. It happened in Black Ops. The pattern ain’t changing for MW3. Can you enjoy COD’s storytelling? By all means. But is it realistically any better than what Battlefield churns out? Nope. 2. I hate when reviewers do this. They die while playing the game, and think it’s the game’s fault/ a design flaw. Simply sucking at a game is your own fault. To whoever reviewed BF3, you died. Sorry, but it’s simply because you did something wrong. Not the game’s faults. YOURS. Games are designed to be a trial and error process, and if you fault a game for not approaching it correctly (i.e. running into open fire and expecting to kill everyone), you should evaluate how you review games, or just stop reviewing games all together. Through the act of dieing, you learn from your mistakes and subsequently improve as a player. Common fucking sense here. Sorry I sound mad, but really can’t stand when reviewing do this (especially considering they’re grown ass men, and not a 10 year old whose never played a video game before). Also I was confused at the complaining over the more open levels. In a world where most modern FPS campaigns are designed like a straight line with no exploration, more open levels in the campaign sounds like a welcome change. 3. If GT themselves label it one of the greatest looking games of all time, I would think they’d have given it a 10 in the visual department. It deserves it anyhow when it’s handed that kind of compliment. I mean if BF3 doesn’t deserve a 10 in the visual department… then what does? We are dealing with a game that’s literally has next-gen visuals. 4. Highlighting the learning curve and teamwork elements in a negative light. Look, will some people be put off my dieing constantly when they first get online? Probably. I got annoyed when I got my ass handed to me constantly in BC2 when I first got on. And when I pick up my copy of BF3, I expect to be completely owned on my first couple MP playthroughs (actually probably more than just a couple…). But in my eyes, a game that delivers instant gratification to it’s player is infinitely worse than a game with a steep learning curve. We should appreciate the fact that succeeding at BF3 requires actual skill and dedication (not just being a lone wolf, finding a place to camp, and racking up a kill streak) and asks the player to use some basic form of strategy/ teamwork. Case in point, do you expect to get on SFIV (without ever playing it) and expect to own everyone? Nope. You’ll probably rack up 10 straight losses. But losing is a part of any real competition, and losing is a key part in becoming a winner. You have to start at the bottom, and work your way up to the top. This is a fact of life, applicable to a lot of things beyond gaming. And remember, you’re only a real loser if you quit. All that being said, a 5 hr campaign is disappointing, but it’s clear that the SP has never been the focus of big FPS’s this gen, and I’m pretty sure some will immediately jump online, and maybe not even touch the BF3’s SP. The co-op missions look alright (people will probably give em a couple playthroughs), but again seem simply overshadowed by the monstrously awesome looking multiplayer. It’s frankly all about the multiplayer and visuals, and in that regard, BF3 looks to deliver.

Impressionar no desemprego, brilhar na falência, seduzir na miséria

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