Chamem o Freud e tragam o Adler

Tenho para mim que os ódios de estimação ao Sócrates seguiram de facto um trajecto muito mais simples do que geralmente se supõe, passando sobretudo pela constatação da sua capacidade de debate — bem visível na AR e nas entrevistas televisivas — e sua resiliência no poder. Daí as campanhas dos humilhados e ofendidos (pela superioridade e boas maneiras alheias) que pela sua intensidade invulgar acabaram por recrutar muitos patetas.

Uma citação realmente de gargalhada, sobretudo para quem se lembrar das passagens da ministra pelas entrevistas do Crespo, nos tempos mais intensos da caça ao homem. Mas o mais interessante de tudo são os transes de alucinação histérica que a sugestão de presença — mesmo fantasmática — do Grande Satã continua a despoletar nalguns comentadores, agora, ao que parece, como uma espécie de catarse frente ao coelhismo castigador que lhes vai ao bolso. Chamem o Freud, depressa!

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7 thoughts on “Chamem o Freud e tragam o Adler”

  1. Sócrates, mau carácter, mal educado e devastador, é digno da prisão e do látego. Não se lhe pode poupar as costas: um criminoso e um coveiro das multidões não pode escapar sem castigo. Esqueçam o Freud. Chamem é o Jung, depressa, para acalmar os incansáveis amantes e brochistas do Primadonna, como o Val-Gueixa, hermafródita para todo o serviço passento das Gueixas do marketing e da peta assessora.

  2. Este PALAVROSSAVRUS REX é decididamente um caso patológio de manifesta imbecilidade. Não passa, por isso, de um inimputável com o qual começa a tornar-se ridículo que com ele se perca tempo. Este é, pois, o meu último comentário ao pobre REX!

  3. É terrível ter sempre Sócrates no pensamento…Se for a ver qual é motivo de tanto ódio, geralmente é uma razão mesquinha… é pena.

  4. Só uma correção: os coelhistas não estão a ser castigados..estão a levar no cú.

  5. Vocelências vão desculpar-me o desbragamento do palavreado, mas se eu não disser isto rebento: Ó REX, merdoso dum raio, filho de um cabaz de cornos, como ninguém vai ler as merdas que postas, ou melhor, as merdas que bostas no teu blog, vens para aqui largar o fel que te vai na alma, se é que a tens, alma penada que o demo te leve, meu raistaparta, calhau com olhos, que hás-de ser consumido pela raiva que tens ao Sócrates, que cá para mim isso foi paixão não correspondida, que lá diz o ditado, um grande amor acaba num grande ódio, por isso põe mas é o blog à venda, tens é que pagar bem para alguém te ficar com aquela merda com a má fama que tens, e olha, vai para um convento, vai filho, que com a panca que tens nessa coisa que carregas em cima dos ombros já nem com tratamento psiquiátrico lá vais, e olha que tem te avisa nem teu amigo é, pois ninguém consegue ser amigo de um calhordas como tu, Joshuazinho pateta, rato de sacristia frustrado, e se seguires o meu conselho e fores mesmo para um convento (vai filho, vai), e Deus tenha dó dos desgraçados dos monjes se tal acontecer, eu prometo que vou a Fátima pôr uma velinha por, finalmente, nos termos visto livres de ti e do teu palavreado de gajo recalcado e atrasado mental, e já agora, não precisas de me responder mas, se por acaso te sentires ofendido, tu criatura anacriôntica que passas a porca da tua vida a ofender os outros, e tiveres a lata de responder a este meu singelo comentário, ficas já a saber que de mim só receberás isto, e nada mais que isto como resposta: Vai levar no cú!!!
    Renovando o meu pedido de desculpas a Vocelências, e em especial ao Sr. Valupi, ilustre titular deste blog, pela crueza do vernáculo empregue, apresento os meus cumprimentos e subscrevo-me,
    Anónimo Militante (um anti PalavromerdosoRex convicto)

  6. REX, muda de alvo porque estás a perder tempo e energia com esta manada de putas ressabiadas, tristes e perdidas, umas brochistas outras mais mineteiras gulosas, mas a maior parte trombeiras que só desprestigiam a guilda dos órfãos do papai sócrates.

  7. E o Exmo. Sr. Matias, Jorge de sua graça, pode ir para o convento com o PalavromerdosoRex, que fazem uma boa parelha de “putas ressabiadas, tristes e perdidas, brochistas, mineteiras e trombeiras”, para utilizar a porcaria que lhe escorreu dos cantos da cloaca que tem debaixo do nariz. Isto, claro, se o seu patrão, o bronco Relvas, lhe der autorização.

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