João Duque (o chefão), António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco

Relvas entregou o destino da RTP a este grupo de individualidades:

João Duque (o chefão), Felisbela Lopes, António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, Francisco Sarsfield Cabral, João do Amaral, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco.

Do grupo original, saltaram fora Felisbela Lopes, Francisco Sarsfield Cabral e João do Amaral. Pelo que o seguinte grupo de individualidades vai amanhã apresentar a sua visão do que deve ser o serviço público de televisão:

João Duque (o chefão), António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco.

Ora, façamos aqui uma pausa introspectiva para nos interrogarmos: que será previsível sair de um grupo chefiado por João Duque e onde botam faladura António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco?

Eu, que falhei a admissão num curso rápido de bruxaria, apostava que estas individualidades vão dar mais uma prova de serem iguais a si próprias, apresentando propostas coerentes com o seu percurso, defendendo ideias em sintonia com os seus valores, harmonizando a responsabilidade neles delegada com as convicções mais estimadas naquelas cabeças. Assim, se se confirmar que estas individualidades querem acabar com a informação da RTP, alegando que ela é manipulada ou manipulável, e também varrer para fora do ecrã a ideologicamente perigosa RTP Memória, teremos de congratular Passos Coelho e Miguel Relvas.

De facto, se a ideia é a de transformar a imprensa portuguesa num imenso Correio da Manhã, não me ocorre nada melhor do que deixar a RTP nas mãos de João Duque (o chefão), António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco.

26 thoughts on “João Duque (o chefão), António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco”

  1. Farsantes, cabotinos, imbecis, trolarós, futeboleiros, não falta nada nesta tropa fandanga.

    Dizem esses conselheiros da merda que o serviço público de televisão é para ser melhor que o privado, não é para concorrer com ele (entenda-se, “roubar” receitas publicidade).

    Agora é que a RTP vai à vela!

    Valha-nos a televisão estrangeira.

  2. Digam lá se eu não tenho razão nos comentários que faço às soberbas saídas do “anónimo” (com “a” minúsculo)!?

  3. “De facto, se a ideia é a de transformar a imprensa portuguesa num imenso Correio da Manhã, não me ocorre nada melhor do que deixar a RTP nas mãos de João Duque (o chefão), António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco.”

    Quando se escreve o nome de outras pessoas, várias vezes, muitas vezes, num artigo de opinião, não seria de bom tom (e de homenzinho) assinarmos com o nosso nome, com o nome de ba(p)tismo (ou do cartão socrático)?
    É uma pergunta inocente, Val (Valupi)…
    [se calhar sou eu que estou mal habituado mas pessoas como o Fernando Venâncio, o Luís Raínha, o Rodrigo Moita de Deus, o José Mário Silva e outros assinavam o que escreviam, pessoas como o José do Carmo Francisco ou a Isabel Moreira, assinam o que escrevem, outros e outras escondem-se atrás de vegas, de tecedoras etc e tal mas não se coibem de “atacar” cidadãos concretos e identificáveis].
    [se calhar sou eu, o Zé Carmo e a Isabel que estamos errados e o Val o Vega não sei quantos e a dobadeira que estão certos]

  4. E que ganhamos nós aqui na caixa em saber que há um perfeito anónimo que faz questão de se chamar Pedro Oliveira? Perdão, pedro oliveira, o seu a seu dono.

  5. pedro oliveira, mas já alguma vez me perguntaste pelos meus outros nomes, posto que Valupi é um nome e é meu? Ou tens notícia de que eu não revelo esses nomes a terceiros? Ou estás na posse de informações que te garantem serem esses nomes desconhecidos dos restantes autores do blogue ou deles escondidos no caso de os quererem conhecer?

    Acima de tudo, terás noção da irrelevância que para mim representa que assines “pedro oliveira” em vez de “taradinho dos pseudónimos”, o nome que melhor te identifica nestas minhas caixas de comentários?

  6. Sim, eu assinei o nome na caixa de comentários. Eu não sou um anónimo. Aliás, na internet um gajo deixa de ser anónimo se puser lá um nome credível, tipo José Silva.

  7. O Dr. Fonseca Galhão (que não sou eu, de todo) tem toda a razão.

    De qualquer modo, Dr. Pedro Oliveira, parece-me que, ao assumir o seu estatuto como pessoas “públicas”, que vão recitar bonitas canções sobre uma coisa pública, para a qual todos contribuímos (pelo menos quando pagamos os recibos da EDP com outros nomes que não Dr. Fonseca Galhão).

    Ora parece-me que, estando os senhores investidos desta responsabilidade, o Val (BI nº 10101069 e “Valupi” de sua graça, “Val” é nome próprio e “Lupi” é nome da mãe, porque o pai, esse sacana, fugiu com um senhor muito simpático que era engenheiro e era de Fernão Ferro) porque o Val, dizia, tem todo o direito de usar o nome deles, tal como o pedro oliveira (sem maísculas? é pseudónimo?) usava fotografias do Dylan, recortadas da Bravo alemã, e coladas no seu caderno às escondidas.

  8. Caro Sr. Dr. Fonseca Galhão,

    O seu nome é credível, tão credível como os Abrantes corporativos que a todos acusam e de todos de escondem.

    Ass. – pedro oliveira, o “taradinho dos pseudónimos”

    [val, aproveito para te dar os parabéns pelo «post» “branco de merda” é, exactamente, o que penso, e não, não estou a ser irónico, não confundo clubismo com outros mais altos valores como o «fair play» e/ou a cidadania»]

  9. Aqui, na intermet, com n ou m, depende dos dias, eu não existo enquanto entidade…

    O que existe é a minha opinião (lida por quem a quiser), o meu relato, a minha investigação, a minha posta. Não existe uma identidade, mas sim uma materialização, vá, de uma opinião.

    É essa a entidade… e essa, seja pedro oliveira, val ou Fonseca Galhão (Lic. em ciências) é a que assina os comentários. Até porque se isto fosse “lá fora”, e segundo estatísticas do mesmo género das do tipo que fez os gráficos para o Paulo Portas apresentar nos debates eleitorais, tipo uns 99% dos comentários armados aos cucos – escritos por verdadeiros animais e que perfazem 99% de todos os comentários nos blogues ou jornais online – ou não existiam ou eram resolvidos a troco de chapada.

    Por fim, o que é que eu, tão anónimo aqui quanto qualquer pedro oliveira, tenho a ver com os Abrantes corporativos? Deixe lá estar o homenzinhos (?) a viver do orçamento e a mamar da central de informação do governio, ou lá o que é (mais info em abrupto.blogspot.com).

    Nunca percebi o raio da sanha contra aquelas alminhas. Quero dizer, de um lado, a rtp, a cofina, a impresa e a mediacapital. do outro, o raio de um blog que – apesar de bruto – nunca foi acusado de mentir… quanto muito de destapar umas carecas.

    Mas enfim, fique-se lá com a sua “pedro oliveira” *wink wink knowingly*

  10. Só faltam aqui a opinar o Dr. Adolfo Dias e o Prof. Abraão de Carvalho, mais conhecido por “Quase Quase”.

  11. pedro oliveira, se acaso fôssemos à bola juntos, com umas cervejolas pelo meio e sandes de courato, não dirias mais tarde que tinhas ido à bola com o Valupi?

  12. Quanto a Oliveiras, há melhor que simplesmente Pedro: temos o clássico Um Dois Três de Oliveira Quatro e, em género mais calmo, o António Manso Pacífico de Oliveira Sossegado.

  13. Mas que raios. Val[upi], que tem uma certa tendência para só dizer disparates, cegado pela admiração, escreve uma coisa mais do que acertada sobre o grupo de trabalho da televisão: que aquilo era um clubinho pret-a-portêr. pedro oliveira o mais que tem a dizer é que ele, qual sthendal da blogosfera, recorre a um pseudónimo. ainda se o acusasse de alguma falta de moral para apregoar o pluralismo acho que todos percebiam. mesmo o próprio.

  14. nm, estou curioso em relação às razões que tens para me retirar moral na defesa do pluralismo. Explica lá melhor, quero aprender contigo.

  15. Val, eu não te tiro nada. Aprende a aceitar um elogio quando o ouves – ou lês.

    Obviamente que não falo do contraditório, que esse dás.

    Falo da monomania socrática, que tudo arrasa em redor e que bem pouco merecedora é do teu verbo.

  16. Mas qual é relação da “monomania socrática” com a ausência de moral para defender o pluralismo? Porque foi esse o teu argumento, e foi isso que me despertou a curiosidade. Ou tu estás a fazer equivaler a expressão de ideias próprias no plano privado e pessoal – por exemplo, ocupar um blogue com uma monomania por mamas grandes – com a anulação do pluralismo democraticamente devido nos actos de gestão da coisa pública?

  17. Repara que usei a proposição “alguma falta de moral” e não “falta de moral”.

    Não costumo ser propriamente bem recebido por ninguém quando aqui expresso alguma opinião discordante. Claro que não ligo peva quando me mandam largar o vinho, mas enquanto argumento é fraquito.

    Certo que a coisa é pessoal, mas a bem do pluralismo sempre se podia debater com ideias e factos e não distorções. Um deles é que Sócrates cultivou tanto como outros partidos o pluralismo na gestão da coisa pública. Decretar o contrário como axioma é evacuar o pluralismo da discussão.

  18. Alguma falta de moral corresponde, e exactamente, a falta de moral numa qualquer medida. A leitura é inequívoca, daí o meu interesse.

    Quanto ao vinho, esse é um bordão que uso para com aqueles que, na sua liberdade, nos animam as caixas de comentários com aquilo que para mim são disparates sem possibilidade de resposta. Isso significa que estamos todos em plano de igualdade, todos a dizer uns aos outros o que nos dá na gana porque somos maluquinhos o suficiente para gastarmos o nosso tempo assim. Mas o “larga o vinho” não é, pois, um argumento, antes uma palmada nas costas ou um vai-te foder simpático.

    Não sei a que distorção te referes, mas gostava muito de saber. Onde foi que escrevi que Sócrates cultivou o pluralismo assim ou assado? Aliás, onde é que me encontras a defender Sócrates pela via do argumentário programático? O que chamas de “monomania socrática” tem como tema de fundo a “monomania do Estado de direito”, a qual espero nunca perder.

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