Isto do BES, da colocação dos professores, do Citius, dos vistos Gold, do maior aumento de impostos em democracia a mando dos liberais à portuguesa, do falhanço de todas as metas do Memorando, da incapacidade para recuperar e fortalecer a economia sem que tal passe por baixos salários, despedimentos e emigração, de uma concepção do valor e funções do Estado que até ofenderia a inteligência de um Caenorhabditis elegans, pode apresentar alguns aspectos mais incómodos, talvez negativos. Enfim, é discutível. Mas há que recordar à populaça que temos a grande sorte de isto tudo se estar a passar sob o comando firme e ilustre da gente séria. Imaginem o que seria se lá estivessem outros sem esta competência e dedicação… sem esta seriedade e patriotismo… essa escumalha que só pensa em defender o Estado e os cidadãos… em gastar o dinheiro dos nossos impostos em pobres e serviços públicos… ui… Era o fim do que resta.
Todos os artigos de Valupi
Q.E.D.
O Fórum TSF do passado dia 13 foi o primeiro programa na comunicação social dedicado exclusivamente a Sócrates enquanto arma de arremesso político após três anos e meio de novo Governo (que me lembre ou saiba). Tal raridade contrasta de forma completa, absurda e ridícula com a sua importância política e sociológica. Não só foi o único secretário-geral socialista a conseguir uma maioria absoluta até ao presente como foi o primeiro-ministro que enfrentou o pico das crises internacionais – a Grande Recessão e a crise das dívidas soberanas europeias – e ainda o político português mais atacado por campanhas negras e assassinatos de carácter; numa escala, numa intensidade e com uma gravidade sem paralelo nem aproximação. Como explicar o simultâneo alarido e silenciamento que provoca? Explica-se facilmente: interessa a esta direita decadente continuar a usar Sócrates como bode expiatório e espantalho enquanto ainda restar algum bronco disposto a ser enganado, não lhe interessa permitir que se fale de Sócrates com racionalidade, a mínima racionalidade.
A singularidade de Sócrates manifesta-se também pela tonteira chamada Seguro. A forma como este participou no desgaste daquele até às eleições de 2011, e a seguir como assumiu e reproduziu o discurso da direita sobre o seu antecessor na liderança do PS, ficam igualmente na forma de episódios extraordinários cuja tipologia talvez não voltemos a testemunhar. Porque seria necessária uma conjugação de factores altamente improváveis ligados a um só indivíduo, onde se incluem uma vida inexistente fora do partido, uma personalidade anal e uma estupidez galopante a par de um ciclo de ódio demente na sociedade. Seguro alinhou na estratégia de usar Sócrates como “o nome que é pecado pronunciar” para que todos saibam que é essa “a fonte de todo o mal” até ao momento em que teve mesmo de falar do Diabo – e só lhe saiu merda da grossa. Nesse trajecto conseguiu perder pesos pesados dados como certos e com passado anti-socrático, casos de Alegre e Cravinho, e recolher o apoio de notáveis do período socrático, os casos de Assis e Alberto Martins. A teoria do caos de pernas para o ar.
O que se passou na TSF na última quinta-feira apresenta três aspectos a pedir registo:
– A mediocridade das participações dos convidados.
– A espontaneidade e genuinidade do apoio a Sócrates vinda dos participantes populares.
– A irrelevância relevante da sondagem sobre o tema em discussão.
Pedro, sê coerente
Uma oportunidade de ouro
Revolution through evolution
Having children does not lead to more sickness absence
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Cézanne’s Unconventional Muse
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Did Men Evolve Navigation Skill to Find Mates?
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Could Depression Actually Be a Form of Infectious Disease?
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Playing Action Video Games Can Boost Learning
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Want to Improve Your Putt? Try Listening to Jazz
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Females protect offspring from infanticide by forcing males to compete through sperm
O muro da esquerda
A indignação de São José Almeida – Existe esquizofrenia política? – é um sinal de que algo pode mudar na esquerda portuguesa. Esta incansável lutadora anti-PS deu por si a ter de reconhecer publicamente que o PCP se transformou num manicómio. A verdade é a de que já o poderia ter feito antes, bem antes, pois o actual sectarismo alucinado tem muitos anos de gasto.
O PCP tem sido um aliado precioso da direita desde o 25 de Novembro. Pela simples razão de ter sido o PS quem assumiu a defesa da liberdade e da democracia ameaçadas pela ditadura vermelha logo após o 25 de Abril. Daí para cá, a esquerda portuguesa ficou dividida pelo muro do fanatismo comunista. O PS era obrigado a ter de se aliar à direita para coligações quando não obtivesse maiorias absolutas. Foi esta característica da política nacional benéfica para os interesses da comunidade? Não. E se alguma dúvida houvesse, o que aconteceu em 2011, onde o PCP preferiu colocar uma direita decadente no poder que iria afundar o País a ter de negociar com um Governo social-democrata, chega e sobra para se poderem avaliar as consequências de um radicalismo escatológico que apenas se liga aos problemas da população na retórica.
Por arrasto, São José Almeida também dirá do BE o mesmo que diz do PCP, pois o BE repete a estratégia comunista de eleger o PS como o inimigo e é na Soeiro Pereira Gomes que os bicéfalos procuram o seu futuro. Neste quadro, o caminho do LIVRE, que tem ousado pensar e agir sem medo do PCP, acaba de ficar mais iluminado. Há um combate a fazer no campo da esquerda mas não é contra um PS fiel à sua tradição democrata, republicana e social. É contra uma cultura de sectarismo alimentada por uma seita cujo único instinto é o de sobreviver recusando a alteridade.
Exactissimamente
Tempo de antena do PSD feito em fanicos
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Aqui, seguir a ligação ao texto imperdível do Carlos Fiolhais.
No labirinto da impunidade
Pode não ter havido intencionalidade política no calendário escolhido para a “Operação Labirinto”, sendo que a sua complexidade logística tende a invalidar essa hipótese. Ou pode ter havido e ser impossível de descobrir. Onde não há qualquer dúvida é nos benefícios para Paula Teixeira da Cruz da data para o caso se tornar manchete. E mesmo admitindo sem esforço que as datas policiais são benévolas e só tiveram em conta os interesses da investigação e da Justiça, a ministra tratou de explorar politicamente a ocasião:
Sucinto e sem grandes rodeios: "ninguém está acima da Lei, não há impunidades, independentemente do cargo que se ocupa e seja quem for". O Ministério da Justiça reagiu assim às buscas realizadas pela Polícia Judiciária - e consequentes 11 detenções - por suspeitas de corrupção, branqueamento de capitais, tráfico de influência e peculato, no âmbito de uma investigação sobre atribuição de vistos gold.
A palavra fetiche aqui é “impunidade”. Como é sabido, antes de Paula Teixeira da Cruz ser ministra e ter decidido queimar caluniosamente os nomes, as carreiras e as vidas de dois técnicos da Judiciária para tentar escapar às suas responsabilidades reinava a impunidade. Havia gabirus acima da Lei, geralmente em trânsito para a Venezuela carregados de computadores Magalhães. Era o grande regabofe, tudo a sacar bastando mostrar o cartão rosa.
O povo sabe bem que a impunidade acabou, tamanho o castigo que está a pagar.
Kadê Kobani?
Desapareceram as notícias sobre Kobani. De relatos diários, até horários, sobre os avanços e recuos, os voos e bombardeamentos, os feridos e mortos, passámos para o silêncio total após as notícias da chegada de guerrilheiros sírios e curdos do Iraque e também da cooperação da Turquia com os EUA, no final de Outubro.
Pede-se aos maluquinhos das teorias da conspiração para se chegarem à frente e aproveitarem a oportunidade de ocupar o vazio enquanto ele dura.
Baldaia’s effect
Finalmente, um órgão de comunicação social disponibilizou-se a discutir o tropo “Sócrates” com racionalidade. Foi a TSF, no Fórum de hoje, assim quebrando um tabu que tem servido tanto os interesses da direita decadente como os da esquerda sectária. Voltarei a esse programa na sua integralidade posteriormente. Por agora, quero só pegar na primeira intervenção opinativa que nele ocorreu.
O meu problema com o Paulo Baldaia não resulta de ele ser jornalista nem de ser director da TSF. Ainda menos de ele adorar Cavaco e de não suportar Sócrates. O problema consiste no facto de ser apresentado como director da TSF para efeitos da sua manifestação mediática do amor a Cavaco e do ódio a Sócrates. É uma promiscuidade que afecta a opinião pública porque procura esconder a sua desonestidade intelectual num canal de enorme influência.
Isso levanta questões acerca do jornalismo de opinião, o qual pode ser uma função crucial na promoção da participação cívica e do esclarecimento político ou, caso seja pervertido, acaba por estar ao serviço de agendas particulares e, dessa forma, ser uma arma de combate político ilegítima quando não assumida. Ora, e salvo melhor raciocínio que estou disposto a acolher, não é suposto que o director da TSF tenha um papel activo no revisionismo da História recente de Portugal. Já a pessoa que dá corpo ao director da TSF pode acumular esse cargo com outras tarefas sem ser necessário originar um conflito de estatutos e de interesses. Bastaria que fosse apresentado como “comentador” quando aquilo que vai fazer é dar a sua opinião em vez de estar a dirigir a TSF.
Repare-se no que voltou a despejar:
– Sócrates foi responsável pela vinda da Troika.
– Sócrates foi responsável pelo Memorando.
– Sócrates foi responsável pela austeridade imposta por este Governo.
– Uma parte significativa do eleitorado vê em Sócrates o responsável pela crise.
– Com Seguro, não havia ataques do PSD e do CDS contra Sócrates.
– Os ataques a Sócrates retiram votos ao PS.
– Foram os ataques a Sócrates que levaram à vitória do PS por pouca margem nas europeias.
– Quando os eleitores se lembram do que aconteceu há 4 anos temem que, com Costa por causa de Sócrates, venha aí mais do mesmo.
– Sócrates tem muitos anticorpos no eleitorado flutuante.
Falar de ódio a Sócrates pode parecer completamente desajustado perante o modo como Baldaia oraliza ou escreve. Contudo, a sua intenção é sempre a de contribuir para o discurso da culpa. Ele descontextualiza os acontecimentos, não é equânimo na análise e pretende espalhar e reforçar uma certa imagem negativa de Sócrates e de qualquer figura que identifique como “socrático”. Nesse sentido, Baldaia usa o seu estatuto como director da TSF para reforçar o impacto dos seus ataques. Quão mais isenta parecer a sua opinião, mais tóxica ela ficará no espaço público.
2011 ainda não passou para este grupo largo de jornalistas que foram também decisivos para o desfecho das eleições nesse ano.
O maradona conseguiu meter o Valupi e o Eco no Priberam
Os trapos e os velhos
Baptista-Bastos tem a idade dos meus pais. É uma figura que representa um jornalismo de compromisso político idealista e estilo romântico. É também um escritor com vasta obra. Faz parte do folclore das celebridades castiças, inócuas e identitárias com que muitos cresceram em corpo e alma.
Diz que foi despachado do DN como se manda fora um trapo velho, sem piedade nem paciência. A sua prosa gongórica, pelos vistos, não cabe no novo posicionamento do jornal. Muitos estranharam a decisão. Eu, pelo menos. Que pena não haver o hábito, ou a frontalidade, de ter o responsável, ou responsáveis, a dar conta das suas razões para a contratação ou exoneração de colunistas. O caso não levou ninguém a perder duas calorias públicas com ele (que eu saiba).
Como revela nesta crónica – Agora, aqui – não esteve muito tempo no desemprego como publicista, nem um dia. O Correio da Manhã tinha espaço e dinheiro para ele. E ele voou para lá sem hesitar, conformado ou feliz.
As razões que levam alguém a querer colaborar com o CM de forma a que o seu trabalho contribua para as vendas do jornal e que das vendas venha uma qualquer remuneração para si podem ser, e serão, as mais variadas. Eduardo Cabrita, Rui Pereira, Maria de Belém e António Costa já o fizeram recentemente. Não consta que estas pessoas tenham uma carreira política onde o sensacionalismo e o populismo, os assassinatos de carácter e as perseguições de ódio, tenham sido explorados por si ou a seu favor. Camaradas e (presumo) amigos seus foram e são vítimas delas nesse jornal, tal não impede, ou impediu, o seu contributo autoral para o sucesso dessa máquina de emporcalhamento da comunidade ao serviço de uma agenda política precisa e sistemática. Por que raio tinha o Baptista-Bastos de ser diferente?
Velho não é ter 80 anos. Agostinho da Silva tinha 84 anos quando gravou as Conversas Vadias. O que lá ficou registado mostra que ele foi o mais jovem de todos os participantes no programa, incluindo dois chavalos do Secundário. Adriano Moreira tem 92 anos e é a voz mais fresca e refrescante da direita e da cidadania portuguesas. Ser velho é desistir. Ser velho é já só se ter a si para dar importância a alguém.
Tu que sempre falaste do alto da montanha, reclamando essa pureza de ar e de vistas, agitando a bandeira da lucidez implacável, foste para o meio da porqueira a troco de uma manjedoura só com restos putrefactos. Estás velho, pá.
Focusing illusion
Sondemos
Bruno e o Facebook
Estava encostado à bilheteira. A não-sei-quantas viria entregar-me o bilhete. Que era só um bocadinho. As luzes alaranjadas da estação, embrulhadas na humidade negra, reclamavam o protagonismo na paisagem. Ao seu lado, as rulotes descansavam. Eram cada vez menos os que corriam de um lado para o outro, sobravam os que tinham como fatalidade sofrer à porta do templo. Súbito, recordei-me daquela vez em que escolhi passar de ano sozinho. A meia-noite explodiu no perímetro da minha solidão. E desabou implacável. Gritos, urros, foguetes, tachos, músicas inclassificáveis sucederam-se durante longos minutos de morte e ressurreição. Eis o que o cliché queria dizer, estar sozinho no meio da multidão era aquilo. E aquilo era a derrelicção, seja lá o que este palavrão signifique. Também ali, enquanto a não-sei-quantas andava a fazer não sei o quê em vez de me vir entregar o bilhete, enquanto se jogava há mais de 7 minutos, enquanto o estádio resfolegava e guinchava a toque de espora e chibata, virado para um campo grande e encostado a um campo enorme, se podia sentir essa solidão acompanhada donde se contempla a verdade. A verdade era a de que me podia ter enganado na bilheteira.
“Entregue isto ao vosso presidente de merda!” – berrou o pequeno homem que entrou em cena pela direita. Fiquei a olhar para ele ao se afastar e ir ter com um grupo de 3 ou 4 que assistiam impávidos. Por pudor, evitei olhar para o postigo ao lado onde foi entregue certa coisa cujo destinatário era o meu presidente. Não vi o que era, mas não poderia ser grande. Esse era o único dado sobre o qual as dúvidas eram nenhumas perante o tamanho da abertura na vidraça. Que seria? Um bilhete para o jogo? E, nesse caso, tratar-se-ia do meu bilhete? Ou seria o cartão de sócio? Ou o cartão de cidadão? O boletim de vacinas? Uma colecção de selos? Um exemplar da Análise Social que escapou à censura do José Luís Cardoso? Irei carregar o enigma até ao fim dos tempos. Felizmente, para meu alívio mental, pouco depois apareceu uma figura que rivalizava em heterodoxia com o sujeito que envia coisas ao presidente via bilheteira. Este era um rapagão alto, nos seus vinte e muitos ou trintas, devidamente fardado para a ocasião, que conseguiu passar a barreira dos seguranças recorrendo a um ousado argumento: queria fazer-se sócio e ir ao jogo. Ou seja, a sua esperança era a de ainda conseguir entrar no estádio antes do nascer do sol. Alegava que lhe tinham dito ser possível fazer a magia na “loja Stromp”. Fiquei a pensar que tamanha manifestação de fervor leonino é que merecia um prémio Stromp. E ele devia estar a pensar exactamente como eu, porque mesmo depois de lhe explicarem que os bebés não vêm de Paris no bico de uma cegonha, menos ainda por TGV agora que o Sócrates foi corrido, ele continuava na zona da bilheteira, imóvel, olhando para um ponto no horizonte que não devia estar longe posto que na direcção do seu olhar apenas se vislumbravam prédios muito feios e camionetas horríveis. Nisto, materializou-se a não-sei-quantas. Não tinha bilhete algum para mim, nem sequer meio bilhete. Era na outra bilheteira que me conheciam e estimavam.
Ao cuidado de um bêbado conhecido
Fundador do grupo Sonae diz que proposta da Telefónica para comprar a metade que a PT detém na Vivo vai confirmar que a «acção dourada» do Estado na Pottugal Telecom, na prática, não existe.
Belmiro: «Golden share existe para não ser usada»
Maio de 2010
Revolution through evolution
This just in: Political correctness pumps up productivity on the job
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Bad Girls Gone Good: How Disney Is Reinventing the Villainess
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Why Women Buy Magazines That Promote Impossible Body Images
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‘Aging well’ must be a global priority, experts say
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Sadness lasts longer than other emotions
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A Veteran Who Survived Three Wars Wins New Battle Over Heart Disease
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Monkeys Know What They’re Doing
O banco do regime, disse ele
"Os depositantes têm razões para ter toda a confiança quanto à segurança que o Banco Espirito Santo oferece às suas poupanças", disse Pedro Passos Coelho.
"Uma coisa são os negócios que a família Espirito Santo tem e outra coisa é o banco. É muito importante que os agentes portugueses e os investidores externos consigam, não apenas perceber bem esta diferença, mas estar tranquilos relativamente à situação do banco", sublinhou.
"Não tenho nenhuma razão para pôr minimamente em dúvida a tranquilidade, que deve ser preservada ao nível do nosso sistema financeiro e bancário", acrescentou Passos Coelho.

