Uma oportunidade de ouro

Foi indisfarçável o alívio de Miguel Macedo, quase júbilo incontido, por poder dar à sola e não ter de voltar a aturar aquela trupe que nos desgoverna. Mais um bocadinho e saía da sala aos saltos e ia abraçar-se à família com o braço levantado e os dedos a fazerem o “V”.

16 thoughts on “Uma oportunidade de ouro”

  1. livrou-se de boa, o problema das polícias fica para o próximo e ainda arrecada a distinção ministro modelo.

  2. o marques mendes não tem nada a ver com isto, é preciso separar o marques do mendes e respeitar o princípio da separação dos poderes.

  3. quem se deveria demitir era o secretário de estado joão almeida do cds que nutela os vistos gold, vejamos se fica com o novo ministro ou se é desta que o governo pró galheiro.

  4. Miguel Maiscedo,

    Como te entendo, bem sei que o Lá Féria como primeiro ministro faria melhor.

    Mas ó diacho!
    Andares assim rodeado por estes coristas do Parque Mayer também não me parece bem.

    Sempre soube que serias ministro maiscedo ou mais tarde. Agora, com estas majoretes não!

    Sabes que mais, aconselho-te passares uns dias nas termas de Monchique. São óptimas! São Gold!

    Um Abraço deste teu

    Kiang Ang Gol

  5. Porque é que este tal de Ignatz limita-se a escrever umas tretas e parece não saber do que fala?
    Custa muito assumir o nome?
    As pesssoas normais falam e escrem entre si.
    Ainda que discordem. Ainda que concordem.
    Não é discussão. è conversa. Tão só.
    bac

  6. Já sei que não percebo nada desta escrita de computadores. Saem imenso erros. Mal menor…
    Devo estar velho e gasto.
    bac

  7. Pena ter deixado fechado na gaveta da secretária,
    as esperanças do pessoal das forças de segurança!
    Aproveitou as circunstâncias para uma saída airosa,
    alegando defender o governo blá-blá-blá , só está
    a sacudir a àgua do “pacote” como diz o passoa láparo!!!

  8. “Porque é que este tal de Ignatz limita-se a escrever umas tretas e parece não saber do que fala?”
    que treta é que não percebeste?

    “Custa muito assumir o nome?”
    gand’argumento. já agora, não queres factura?

    “As pesssoas normais falam e escrem entre si.
    Ainda que discordem. Ainda que concordem.
    Não é discussão. è conversa. Tão só.”
    yeah meu, tamém não percebi, mas tão só.

  9. Não era para percber. Tudo isto são imparidades com graça. Nada como fazer sentido o próprio nome… Sem ofensa. Susceptível…como os corsos…
    bac

  10. Saiu e vai ser beatificado. Aliás, já foi incensado por inimigos, que os amigos e correligionários não dizem nada porque estão com uma inveja medonha.

    A malta que ficou no governo tem que adular o chefe. Sabem que vão perder mas ficam de tocaia para atacar em próximos combates. E ai quem é escolhido é quem aguentou firme, embora sem convicção !!!!

  11. O Senhor Governador do Banco de Portugal não pode,

    Não que não queira, mas não pode. Não que não saiba, mas não pode. Não que não possa dizer, influenciar e denunciar, pedir reuniões, informar quem poderia, mas não pode. Não que não ande, não que não saiba escrever, não que não tenha gasolina, não que o motorista tenha ida aos saldos ao Marim Moniz, não que a mãe não o deixe, mas simplesmente não pode. O Senhor Governador não pode porque diz, que a lei não o deixa. Provavelmente é essa mesma lei impede de ir a São Bento, de pegar no telefone. Em última circunstancia solicitar de imediato a sua demissão. Não que não queira, mas aí também é lei que não o permite. O Governador pode e deve segundo parece dar a entender, deixar cair o BES. Mas pode e deve vestir-se de branca de neve e ir ao parlamento dizer o que quiser, sempre, sempre voando sobre o ninho de cucos. Cúcú! Cúcú!

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