Exercise post-vaccine bumps up antibodies, new study finds
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Changing your diet could add up to a decade to life expectancy, study finds
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Calorie restriction trial reveals key factors in extending human health
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Context-dependent behavior can make cooperation flourish
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Online Parenting Communities Pulled Closer to Extreme Groups Spreading Misinformation During COVID-19 Pandemic
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Hungry for love: Gut molecule discovered that flips the feeding-to-mating switch
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Research Demonstrates Importance of Consistent Branding in Political Television Ads
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Arquivo da Categoria: Valupi
Dominguice
Bento XVI, quando era arcebispo de Munique, foi cúmplice por encobrimento de abusos sexuais de crianças ao cuidado de sacerdotes católicos, de acordo com uma investigação independente alemã. O Vaticano reagiu dizendo que não há provas, embora admita que Joseph Ratzinger mentiu a respeito da sua presença numa reunião onde se debateu um desses casos. Porém, os homens do Vaticano consideram que essa mentira foi benigna, um lapso de memória que será irrelevante pois na tal reunião não se informou o futuro papa do que estava na origem da transferência do sacerdote em causa, apenas se disse que ele precisava de “fazer terapia” e pronto, assunto arrumado.
Felizmente, o deus dos católicos é omnisciente e omnipotente. Caso contrário, iria levar muito mais tempo a expulsar os demónios de batina e crucifixo ao peito que comem crianças e trocam os olhinhos aos papas.
Vamos lá a saber
Votaste no centrão e já sabias
Será possível encontrar matéria política onde PCP, BE e IL estejam perfeitamente de acordo? Sim, no que toca ao “centrão”. O centrão é uma entidade inorgânica e fantasmática que permite acusar PS e PSD de fazerem acordos debaixo da mesa para dirigirem e dividirem entre si os recursos do Estado. Visto da esquerda, o centrão está ao serviço do “grande capital”, servindo para explorar os trabalhadores e oferecer negociatas e carreiras à rapaziada partidária. Visto da direita, o centrão está ao serviço do “socialismo”, servindo para oprimir os empresários e oferecer negociatas e carreiras à rapaziada partidária.
Nesta verrina nada se prova, nada se justifica, tudo se difama e calunia. O facto é que os resultados eleitorais têm levado PS e PSD a alternarem-se na governação do País ao longo das décadas, tendo até chegado a governar juntos. Há nisto algum problema que tenha de ser evitado? A haver, a solução passará por acabar com as eleições, posto que são os eleitores quem tem considerado socialistas e sociais-democratas como as melhores escolhas para a produção de legislação e preenchimento dos cargos ministeriáveis. Os eleitores, livre e soberanamente, não têm acreditado que valha sequer a pena experimentar ideias políticas totalmente geradas e executadas para lá deste centro.
Aos restantes partidos, que acham não poder concorrer no mesmo mercado eleitoral, resta a diabolização da realidade. Se estão no poleiro outros tipos que não eu e os meus amigos, colegas, familiares, sócios, conhecidos, vizinhos, então é porque esses tipos não prestam e nada do que fizeram ou venham a fazer presta. Eis a singela e ctónica lógica a alimentar o chorrilho de bacoradas que largam embriagados de cagança e estupidez. Eles não fazem a mínima ideia do que aconteceria se as políticas alternativas que propõem fossem concretizadas, nem precisam de fazer. Caso se apanhassem com maioria no Parlamento e S. Bento à disposição, haveria muito tempo e boa disposição para adaptar as promessas ao que fosse adequado à nova situação: terem eles a faca e o queijo na mão.
Daí ser hilariante a intenção da IL de sentar o seu grupo de deputados no centro do Parlamento, precisamente entre o PS e o PSD. O sentido é o de se anunciarem como o verdadeiro “centro”, equidistantes da direita e da esquerda e, por inerência, à esquerda do PSD. Ou melhor, acima da direita e da esquerda, num Olimpo libertário. Pouco importa que o seu radicalismo económico e social seja literalmente de extrema-direita; agora que se fantasiam a apanhar o PSD, ou mesmo a ultrapassá-lo, de imediato querem iniciar a propaganda de serem percepcionados como o “novo centrão”.
Surpresa? Nenhuma, a começar por quem votou neles.
Assim fala um comunista
«Lê-se e não se acredita. Falo do comunicado do comité central do PCP, do passado dia 1, sobre a “análise” dos resultados eleitorais do partido e dos seus aliados da CDU, nas eleições legislativas antecipadas, de 30 de Janeiro de 2022.
No emaranhado das justificações, distingue-se a acusação de que “o PS, ambicionando a maioria absoluta, em convergência com o Presidente da República, precipitou a realização de eleições”.
O que o comité central não explica são as razões de fundo que levaram o PCP a chumbar o Orçamento, que não era pior do que outros que tinha viabilizado, provocando um sobressalto na vida do país. Mesmo que houvesse, como diz, uma conspiração na cúpula do Estado, por que razão cedeu à vontade de Costa e Marcelo, dando-lhes a deixa para a dissolução da Assembleia da República, que o Presidente da República repetidamente anunciara, caso o Orçamento não passasse? Que espécie de análise fez então a direcção do PCP para um acto de vastas repercussões, como estão à vista, incluindo as que se voltaram contra o próprio partido? Foi enganada? Foi atraída pelo abismo, como diz por aí? Na situação criada, o PS explorou, é claro, defensiva e ofensivamente, o erro crasso e a grave leviandade sectária do PCP.
[...]
A campanha eleitoral do PCP, centrada no furioso ataque ao PS, quase esquecendo a direita e até a extrema-direita, foi a continuação e agravamento do erro. Não está em causa a crítica mais que justa às insuficiências da governação do PS, a sua excessiva moderação e cedências à pressão do patronato. O erro foi o exagero de “deitar abaixo” essa governação, em coro com a direita, ocultando os seus lados positivos, como o combate à pandemia, que o país reconhece, a tentativa de identificar o PS com a direita, em que o povo não acredita, em suma, tratar o PS como inimigo principal.»
Os portugueses saberão ler em português?
Fraude, armação e encobrimento
Em especial, Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa e os deputados, terão essa capacidade linguística? Se sim, arranja-se algum voluntário para lhes levar este texto?
João Miguel Tavares e André Ventura, unidos à nascença
João Miguel Tavares e André Ventura são dois casos miméticos de sucesso meteórico e retumbante na sociedade portuguesa.
O primeiro, até Sócrates o ter processado em 2009 por causa do artigo “José Sócrates, o Cristo da política portuguesa”, era um banal e irrelevante colunista sem conotação ideológica definida. Depois desse episódio, extremado por Sócrates que esgotou todos os meios judiciais na procura de uma reparação, este Tavares tornou-se numa super-vedeta da indústria da calúnia e do laranjal. Rapidamente, saltou do DN para o esgoto a céu aberto. Os 10 anos seguintes foram de crescente, sistemática e maníaca exploração do filão. A um ponto tal que, chegados ao início de 2019, ele já era uma anedota desvairada no seio da própria direita, a começar a perder a paciência para a sua obsessão disfuncional por ser agora fétida canalhice que se ia voltando contra os direitolas que não o coroassem como magno herói das Grandes Guerras Socráticas. Foi nessa fase de esgotamento da fórmula que lhe caiu na vaidade, ex machina, uma das mais altas honras da República: presidir à comissão das comemorações do 10 de Junho. À esquerda ouviram-se raríssimos e abafados protestos de indignação pela degradante afronta. À direita não se conseguiu esconder o espanto com o atrevimento burlesco de Marcelo e soltaram-se alarves gargalhadas com a justificação dada pela Presidência para a escolha, isso de ser uma homenagem ao “jornalismo”. O regime, portanto, validou e celebrou um caluniador profissional apenas e só por ser um caluniador profissional ao serviço do assassinato de carácter de Sócrates e do maior número de personalidades socialistas, e afins, que conseguisse apanhar na sua linha de tiro mediática.
O segundo, até Passos Coelho lhe ter oferecido o PSD como plataforma política, não passava de um comentador chunga que aparecia num canal por cabo chunga a falar de futebol com outros chungas. Qual o seu o currículo, à data, para Passos o escolher como cabeça de cartaz na importantíssima Loures? Uma simples publicação no Facebook em 2016, onde atacava os muçulmanos na Europa no contexto de um atentado em Nice, juntamente com as técnicas de emporcalhamento afinadas na CMTV, fizeram de Ventura o espécimen ideal para uma experiência inovadora em Portugal: testar junto de um eleitorado onde existissem conflitos sociais, insegurança e racismo larvar um discurso securitário e de xenofobia populista sob a chancela de um dos partidos fundadores da democracia. A obscena intenção foi tão descarada que o CDS-PP, honra lhe seja, decidiu romper a coligação com o PSD para essa autarquia. Nada que perturbasse o vale tudo de Passos e seus tenentes, bêbados de rancor por causa de 2015, que subiram para o palco com Ventura e lá ficaram a chocar o ovo. Depois Passos recolheu-se em Massamá à espera de uma manhã de nevoeiro e Ventura saiu do PSD para ir a Fátima aprender a fazer milagres. 5 anos mais tarde, o Chega é a terceira força política no Parlamento e a normalização de quem despreza os direitos humanos, de quem ameaça destruir os pilares constitucionais e de quem pretende instituir uma ditadura policial vai de vento em popa na “imprensa de referência” e no consulado de Rui Rio à frente do PSD.
João Miguel Tavares e André Ventura cultivam com fanatismo babado e asinino a imagem de Passos Coelho. Pintam-no como chefe mítico de uma direita triunfante, imperial. Uma direita capaz de correr os piegas a pontapé para além-fronteiras e de prender os adversários políticos por razões políticas. Daí a sinergia de agendas, o trabalho de influência que o Público e a TVI/SIC (até ao ano passado também a TSF) exercem ao darem ao caluniador profissional um prestígio máximo como moralista da Grei. Acham que o podem controlar, por não passar de um videirinho, e que entretanto a chicana contra o PS justifica os métodos mais sórdidos.
Enquanto o linchamento de Sócrates for mais importante do que o Estado de direito democrático para a comunidade que somos, o Chega continuará a crescer pois não passa da evolução lógica do que a oligarquia ordenou que o PSD fizesse a partir de 20 de Junho de 2008. Há um ecossistema político e mediático cristalizado onde se pratica o ódio político e se despreza a coragem constitucional. João Miguel Tavares e André Ventura enchem os bolsos à conta dessa decadência, dessa desonra colectiva.
Começa a semana com isto
Revolution through evolution
Wisdom engendered: Study finds men and women have different strengths
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Men with sex addiction may have elevated levels of the “love hormone”
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New research shows when and why people divulge other people’s secrets
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Brains of older people are not slower but rather wiser than young brains
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Brain function boosted by daily physical activity in middle-aged, older adults
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Healthcare Workers to Patients: Please Be Nice
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Brain shortcuts may be partially to blame for vaccine and mask non-compliance
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Dominguice
Do abraço do urso à figura de urso
Um dos clichés mais usados para atacar o inaudito acordo parlamentar que PS, PCP e BE fizeram em 2015 – pela primeira vez, desde o 25 de Abril, permitindo que um Governo socialista minoritário tivesse viabilidade à sua esquerda – é o do “abraço do urso”. A expressão sugere que bloquistas e comunistas teriam grandes prejuízos ao apoiarem um Governo socialista, enquanto o PS ficaria incólume e a desfrutar da situação. Logo no começo da XIV legislatura, o BE decidiu livrar-se desse abraço, passando para a oposição. Em 2021, o PCP igualmente se escapuliu, levando a que o urso caísse desamparado por falta de apoio.
Nesta imagem repetida à exaustão na campanha do Bloco desde 2019, o PS aparece como usurpador, causando danos a quem só lhe queria bem. No infantilismo do argumento, bloquistas e comunistas chegam a repetir que António Costa só foi primeiro-ministro em 2015 porque eles o permitiram. Donde, o PS está em dívida e devia fazer-lhes as vontades. Como se recusou, eles fartaram-se de tanto engano, tanta frustração, e castigaram-no com o chumbo do Orçamento e eleições num dos picos da pandemia. Para ele deixar de ser arrogante, manhoso. Para aprender a ceder à esquerda pura e verdadeira.
Mas poderiam comunistas e bloquistas ter recusado o convite de Costa para um acordo parlamentar em 2015? Seria tal concebível, voltarem a ser aliados de Passos Coelho depois do chumbo do PEC IV e da Troika ter aterrado na Portela, a que se seguiu uma governação de austeridade fanática? Obviamente, tal cenário talvez levasse a motins nas suas sedes partidárias, seria o fim do mundo em cuecas tamanha a revolta de militantes e simpatizantes. Pelo que a solução de acordo parlamentar encontrada não foi um favor ao PS e a António Costa como a sua patética demagogia apregoa, foi antes uma urgente adaptação de sobrevivência depois da irresponsabilidade trágica de Março de 2011.
Para lá de BE e PCP anunciarem que se estão a marimbar para o tal “povo” de que se consideram proprietários, preferindo interromper a legislatura e voltar a colocar o poder à disposição da direita, o resultado das eleições levou aqueles que fizeram hipócrita, sistemática e cínica campanha contra o abraço do urso a terem de arrastar agora a sua macambúzia figura de urso. Fica como pequeno consolo.
Exactissimamente
Completely SICk
«António Costa escreveu o manual "Como não fazer campanha eleitoral - Erros a não cometer". Conseguiu cometê-los todos. Ele pode estar a milímetros de acabar ingloriamente a sua carreira política. Não há cargos europeus para quem perde eleições neste cenário.»
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«António Costa partiu com aquela soberba que lhe é peculiar e acabou a fazer uma espécie de discurso de caixeiro-viajante à porta a vender escovas e sabões.»
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«Rui Rio foi mais claro desde o início. Disse "Eu não me importo, se perder as eleições, de viabilizar um Governo do Partido Socialista". Acho que os portugueses gostaram desta clareza.»
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«Há um cansaço imenso dos eleitores socialistas. António Costa, que tinha propósitos de maioria absoluta (que era evidentemente uma miragem), disse que "Eu vou governar à Guterres, com o PAN". O PAN! Como o Luís Pedro já disse duas ou três vezes, o campo quando ouviu esta maravilhosa ideia de ter o PAN a condicionar o Governo, o campo, quer dizer, soltou os bois, não é? Evidente.»
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«António Costa foi errático e isto dá uma aparência de desonestidade intelectual. E isso é muito grave.»
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«António Costa que era o conde de Lisboa, o homem das pontes, o homem da negociação, o homem que eu achava que podia ser enviado para o Médio Oriente... Olha, se nós enviávamos o Costa para o Médio Oriente era alcatrão e penas!»
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«Ele não é capaz de negociar consigo mesmo. Lá naquela bazófia, ele está visivelmente nervoso e sua de pânico porque sabe que pode estar a muito pouco de perder, e de perder tudo. E de rematar uma longuíssima carreira da pior maneira. Rui Rio está contente, evidentemente.»
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«O que António Costa ainda não percebeu é que há uma parte do eleitorado socialista que está cansada, e eu assisto com muita gente que conheço que sempre votou PS, e que diz "Estou farto do Costa", "O Costa foi um desapontamento". As coisas que António Costa fez mal, os episódios Cabrita, a má gestão da pandemia, Tancos, Pedrógão, essas coisas foram acumulando, aquilo que os budistas chamam o carma.»
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«E, portanto, há muita gente que diz "Bom, tudo se resume a uma coisa: devemos ou não dar (e é isso que vai no pensamento dos portugueses) uma oportunidade a Rui Rio de demonstrar que pode e é capaz de ser primeiro-ministro?"»
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«É evidente que tendo António Costa queimado a ponte ao dizer "Não preciso do PSD para nada" cometeu o erro político da vida dele. Se ele ainda não percebeu isto...»
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«António Costa devia ter vergonha, porque aquilo que ele devia ter feito - e provavelmente isso tinha-lhe trazido votos! - era ter dito "Eu negociarei e viabilizarei".»
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"A mim interessa-me particularmente o terceiro lugar. Será que a CDU mantém o terceiro lugar?!"
Vamos lá a saber
As sondagens funcionam?
A uma semana das eleições, num jantar onde estavam 5 eleitores, ouvi a 2 deles que tinham por hábito responder erradamente nas sondagens. Estamos, portanto, a falar de 40% de trapaceiros na minha amostra. A única divergência era que um se recusava a dizer que votaria no Chega mesmo que fosse para tourear os crânios que elaboram e interpretam sondagens. Realço que a ausência de informação em relação aos 3 restantes (grupo onde me incluo) não permite aferir qual o seu comportamento em situações análogas.
Donde, constata-se existir um relevante prazer perverso em ocultar as preferências políticas, e outras, e mandar para o ar quando somos interrogados profissionalmente o inverso da escolha real ou o que a aleatoriedade do momento gerar. Diferente será a sondagem à boca da urna pois aí tem-se o conhecimento de essa sondagem já não ir influenciar o resultado.
Moral da história: há uma complexa literacia acerca das sondagens entre o eleitorado, com efeitos dinâmicos em todos os jogadores durante a pré-campanha e campanha – tanto podendo ganhar entusiasmo nas hostes por aparecerem à frente e isso causar desânimo e abandono no campo dos adversários; como essa vantagem ou crescimento nas sondagens levar a perdas nos resultados, por igualmente causarem absentismo por excesso de confiança ou indiferença na sua base ou, talvez também o caso nestas legislativas, provocarem alarmismo nas bases dos adversários.
Quer isto dizer que as sondagens não funcionam? Pelo contrário, elas funcionam bem demais.
Começa a semana com isto
«Acho que o doutor António Costa está efectivamente na iminência de perder as eleições. E acho que ele, por aquilo que fez na política ao longo de toda a sua vida, que tem uma carreira política muito longa, podia perdê-las com dignidade. Espero que ele aproveite os últimos dias para, no caso de as perder, que é bem provável, que perca com dignidade.»
«Muita gente me conta que determinada pessoa votava no PS e vai votar no PSD, determinada pessoa não costumava votar e agora vai votar no PSD, determinada pessoa estava a pensar votar no Chega e afinal vai votar no PSD para tirar o doutor António Costa. Isto é que é, entre aspas, uma sondagem.»
«Eu procurei até dar um certo tom de humor, aqui, acolá. Aquilo que eu pretendo é brincar. Não têm sentido de humor? Têm de ter sentido de humor.»
«Ich habe auf Portugiesisch gesagt!»
Excertos do pensamento político de Rui Rio
Revolution through evolution
Late-life exercise shows rejuvenating effects on cellular level
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Players needed to solve puzzles and help advance cancer research
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How to ruin the taste of a cookie with just two words
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Look who’s talking now: The fishes!
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Song sparrows shuffle and repeat to keep their audience listening
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Trump’s Tweets: Telling Truth From Fiction From the Words He Used
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The Word On Wordle
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Marcelo Rebelo de Sousa, outro grande vencedor da noite eleitoral
Noite eleitoral abre com grande vitória de Rui Rio
Aspirina marada
A partir da meia-noite de sexta-feira, os utilizadores deste blogue passaram a ter um aviso à porta, alertando para perigos vários. Tal resultou de não se ter renovado em tempo útil o certificado de segurança anual, operação que consiste em enviar 10 euros para os camones. Apesar de logo no começo da madrugada a situação ter sido financeiramente regularizada, os avisos continuaram ao longo de quase todo o sábado por razões que ignoro ou talvez por terem um computador a vapor a tratar dos refractários.
Aproveito para esclarecer que o alarmismo do aviso, relativo ao roubo de informações, não se aplica a este blogue pois nele não se fazem transacções que envolvam pilim (o e-commerce). O único roubo a que se sujeitam os incautos que passam por cá é relativo ao seu rico tempo. Porém, o aviso é genérico e bondoso no seu sensacionalismo. Quanto ao certificado de segurança em causa, a única garantia que dá é a de se estar no único, oficial, verdadeiro Aspirina B. Não que este pardieiro suscite imitações mas por 10 euros ao ano dá para fantasiar que esse registo tem importância.
Quanto a comentários que vão parar ao “spam”, algo que acontece de quando em quando, essa é uma selecção automática do sistema de defesa contra o lixo (excluindo uma eventual lista de critérios para exclusão de utilizadores específicos). Escapa-me a lógica que leva utilizadores frequentes a terem os seus comentários retidos, especialmente quando estes não incluem nenhuma ligação (os “links”, típicos do “spam”). Mas pode acontecer a qualquer um. Se for o caso, deixem um aviso pois ninguém me/nos paga para estar 24 horas por dia com a cabeça enfiada na lixeira.