Healthy adults under age of 75 urged to take recommended daily allowance of vitamin D
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New Study Finds Regular Exercise Program Impacts Cancer Risk
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Simply looking at the natural world in urban areas can reap benefits
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Basic income can double global GDP while reducing carbon emissions
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Attending local events strengthens neighbourhood bonds
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We spend more with cashless payments
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Sunshine spurs spending: Investors bet big on sunny days
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Arquivo da Categoria: Valupi
Dominguice
Se um dia votar for algo que se faz no telemóvel, isso corresponderá a um acrescento de qualidade na democracia? Teríamos uma redução drástica na abstenção, inevitavelmente. E, só por isso, parece justificar-se essa evolução eleitoral. Aparentemente, o protocolo de segurança necessário não difere daqueles usados para entrar em contas bancárias ou gerir o cartão de cidadão. Porém, parece haver algo de radicalmente fundamental no acto de entregar o poder político a terceiros que exige a prova do corpo vivo e consciente, volitivo.
A democracia nasceu do convívio dos melhores para garantir o convívio de todos.
Donde…
Perguntas simples
Qual é o mais giro?
Vamos lá a saber
A ser fiel à realidade, quais as causas mais prováveis desta sondagem?
O retrato de um escombro
Começa a semana com isto
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Men with ‘toxic masculinity’ are more likely to make sexual advances without consent
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Pharmacists prove effective, less costly care option for minor illnesses
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Intermittent fasting shows promise in improving gut health, weight management
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Psychedelic drug-induced hyperconnectivity in the brain helps clarify altered subjective experiences
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How does ‘not’ affect what we understand? Scientists find negation mitigates our interpretation of phrases
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War magnifies politicians’ gendered behavior, public biases, research finds
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Political elites take advantage of anti-partisan protests to disrupt politics
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Dominguice
Nas muralhas da cidade
Vamos lá a saber
Extraordinária coragem: jornalista sem medo da Cofina
A calúnia compensa
a propósito de difamações, calúnias e outras cenas muito debatidas nos últimos tempos, tenho o prazer de anunciar q recebi hoje a primeira indemnização da cofina pelas mentiras e pela perseguição q me moveu durante anos. aguardo o resultado de um segundo processo.
— fcancio (@fcancio) May 28, 2024
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Trafulha atrai trafulha
Vozes na direita que agitavam a bandeira do fim da democracia por Costa parecer imbatível e ter estado em vias de superar todos os recordes de longevidade como primeiro-ministro, e que acrescentavam a cassete de o PS ter sido Governo mais vezes e mais tempo do que o PSD após Cavaco como sintoma de manipulação do Estado ao serviço de clientelas eleitorais, são as mesmas que usam a Madeira como propalado exemplo do triunfo da competência laranja: só o PSD consegue ganhar, desde sempre.
Um político que despreze a coerência, pilar da honestidade intelectual por salvaguardar o primado da lógica, talvez conheça muito bem o povo que pretende representar. E o povo que se deixa representar por políticos mendazes não devia queixar-se nunca desse político e de outros que tais. Porque tem o que merece.
Começa a semana com isto
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Does it matter if your kids listen to you? When adolescents reject mom’s advice, it still helps them cope
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Stress bragging may make you seem less competent, less likable at work
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Food for Thought: Study Links Key Nutrients to Slower Brain Aging
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Imperceptible sensors made from ‘electronic spider silk’ can be printed directly on human skin
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Mental disorders may spread in young people’s social networks
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Not sure about vaccines? How public health messaging is framed makes a difference, new research reveals
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People who hold populist beliefs are more likely to believe misinformation about COVID – new report
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Dominguice
Podemos fazer da força da gravidade a origem da vida. Sem ela, não haveria estrelas. Sem estrelas, não teríamos os elementos químicos que permitem a biologia. Parece um nexo evidente. Então, será a gravidade também a fonte da consciência? A consciência consciente de si própria gera um núcleo, que na humanidade se identifica como “eu”. E esse ego apresenta como característica mais notável, e mais inexplicável, a sua continuidade no tempo. Uma continuidade que não é apenas o resultado da soma dos instantes, é também a simultaneidade da percepção do seu passado e da antecipação e expectativa do seu futuro.
Assim, a consciência consciente de si própria está, de certa forma, fora do espaço e do tempo. Exactamente o que se supõe acontecer no âmago de um buraco negro. O triunfo supremo da gravidade, o eu infinito donde nem a luz consegue escapar.
Lutemos contra o Estado de direito com Poiares Maduro
Sou fã do Poiares Maduro desde 2013, quando apareceu em cena com estatuto de intelectual estrangeirado ao serviço do laranjal. O senhor não perdeu tempo a mostrar que aqui à parvónia ainda não tinham chegado as últimas novidades da filosofia:
«Aqueles que nos levaram ao tapete procuram de novo fazer política — uma forma diferente, mas é fazer política — e criam de novo uma realidade alternativa. Agora, como estudaram filosofia, chamam-lhe narrativa. Passa-se por Paris e, subitamente, fica-se mais sofisticado. A narrativa, o que é um paradoxo para quem conhece filosofia, é a construção de uma realidade que não existe. A narrativa é uma realidade falsa que, constantemente repetida, procura passar pela verdade. O País não pode viver mais de narrativas.»
Portanto, ele conhece filosofia, vai sem discussão. Ora, dá-se o caso de também conhecer direito, e com o mesmo grau de competência teórica. Aqui está uma recentíssima prova do que afirmo:
«O Manifesto alerta para riscos reais de violação do Estado de direito. Mas teria muito mais autoridade se também se revoltasse contra o abuso do Estado de direito que contribui para a ineficácia do combate à corrupção. Um abuso que também põe em risco o Estado de direito. Este, convém recordar, parte da exigência que a lei deve ser igual para todos.»
Trata-se do último parágrafo de um texto onde trata como “elite” os subscritores do manifesto que reuniu 50 figuras públicas na denúncia das gravíssimas disfunções no Ministério Público. Uma “elite“, explica na sua narrativa, que é parte do problema. E qual é o problema? Poiares sabe qual é, e tem a mercê de nos agraciar com essa informação: a tal “elite” não quer combater a corrupção. Se quisesse, detalha, estaria a pedir coisas como delação premiada e a diminuição dos direitos dos arguidos e dos acusados, em ordem a aumentarmos o número de corruptos efectivamente engaiolados. Com esses recursos à disposição, escreve para a História, os pobres coitados lá no Ministério Púbico já não precisariam de “ficarem anos à escuta” de uma qualquer conversa mais manhosa oferecida pelos alvos que abnegadamente seleccionam para a devassa completa.
Ou seja, fixando aqui a doutrina poiaresmadura, a melhor solução para combatermos as “reais violações do Estado de direito” consiste em diminuirmos, reduzirmos, atrofiarmos esse mesmo Estado de direito. Parece estranho? Não deve, é que esta conclusão nasce de uma lógica cristalina e imbatível. Quão mais pequeno e invisível o Estado de direito, mais difícil será dar-lhe uma cachaporrada. Só não entende o argumento quem estiver feito com os corruptos, como a referida “elite” que não se quer revoltar contra a Constituição e contra as garantias que dá aos cidadãos caso sejam envolvidos num processo judicial. Portanto, ajudemos os corruptos da Justiça a legalizarem as suas práticas persecutórias e golpistas, apela este Maduro, através da revolta contra o “abuso do Estado de direito” que anda a defender os direitos e garantias de quem ainda não foi condenado por nada.
É um tipo genial, sou fã.
