
Príncipe Real – a CML esqueceu-se da capela mortuária
Hoje soube através de uma pessoa da CML em visita de supervisão ao espaço que a inauguração das obras de destruição do Jardim do Príncipe Real (intituladas como uma requalificação pela CML) está prevista para as 10 horas de amanhã, dia 22-5-2010.
Mas há um problema, aliás há vários problemas. Falta a capela mortuária pois todo o cemitério que se preze tem que ter uma. Ora aquele que foi o Jardim do Príncipe Real não vai voltar a ser jardim mas apenas um cemitério de árvores mortas.
Depois há o saibro que foi colocado no pavimento substituindo o empedrado e o asfalto. Todo esse saibro que já está a sujar os vidros dos automóveis e a entrar na garganta das pessoas, origina o pedido de um gelado. Mas o quiosque local deixa de poder vender gelados porque alguém na CML considera «inestética» a caixa dos ditos mas esquece-se (finge esquecer-se) propositadamente que foi a CML a criar a situação ao substituir o empedrado por saibro – tal como fez no antigo Jardim de São Pedro de Alcântara, hoje miradouro. Já sabemos que o saibro vai produzir pó no Verão e lama no Inverno. Já sabemos que o pintor Nagashima perdeu as que julgava suas árvores e agora anda a pintar nas Escadinhas do Duque. Ele que era privativo do Jardim e que já estava integrado desde 1998. Azar dele. Azar nosso. Azar de todos menos dos fulanos da CML que decidem mas não conhecem nada disto. O poder é mesmo assim. Leva tudo à frente. Actua como uma «quadrilha selvagem». Cria armadilhas às pessoas. Neste caso mata árvores em nome de uma falsa requalificação e proíbe os gelados quando sabe que o pó vai fazer nascer mais vontade de comer gelados às pessoas.


















