Iliteracia e (ultra)montanismo

Um iluminado a encadear borboletas.

 

ACTUALIZAÇÃO

“Se eu estiver enganado, pelo menos terei o gozo de ter estado certo até lá.” 

Uma frase que resume todo o programa da extrema-esquerda pós-moderna…

Comentário por André Azevedo Alves — Setembro 10, 2008 @ 8:36 pm


 

Os leitores de André Azevedo Alves, aos milhares, correram para cá com as suas máquinas fotográficas à procura de recuerdos. Não resistiram ao apelo de ver de perto exemplares da extrema-esquerda pós-moderna, a mais perigosa das espécies políticas. Não espanta, nadinha, que tenham ficado muito desorientados com o que encontraram. Estão agora reunidos debaixo deste poste, esperando uma qualquer explicação. Pois bem, estimados leitores de André Azevedo Alves, a situação é a seguinte: ser adulto implica aceitar certos fenómenos que resistem à análise, sendo demasiado escorregadios para se deixarem apanhar nas malhas da racionalidade, são realidades que apenas se podem sofrer até deixarem de doer, mas eu, ainda assim, sempre generoso com as visitas, gostaria que levassem daqui uma funda preocupação quanto ao que têm andado a ler deste senhor, o qual conseguiu identificar todo o programa da extrema-esquerda pós-moderna numa frase que até no 9ª de escolaridade não levantará heróicas dificuldades de interpretação. Temam, o caso é sério.

Top Ten das mulheres com quem gostava de beber duas garrafas de Deu-la-Deu e não ter de conduzir a seguir


Toca na imagem para conheceres uma mulher à antiga portuguesa

Filipa Brazona – Apresentadora TV
Marta Pereira da Costa – Guitarrista
Paula Teixeira da Cruz – Advogada/Mulher política
Fernanda Freitas – Jornalista
Marina Costa Lobo – Politóloga
Maria Filomena Mónica – Socióloga/Escritora
Ana Moura – Fadista
Paula Moura Pinheiro – Jornalista
Helena Ramos – Apresentadora TV
10º Odete Santos – Actriz cómica

Notas:

– A ordem é alfabética. Avisam-se as interessadas de que a cada mês haverá mudança de posição, passando a última para primeira, e assim sucessivamente. Desta forma será promovida a paciência, mãe de todas as virtudes, e instaurado um princípio democrático e pacificador.

– Algum eventual marido, namorado, amante, filho, neto, pai ou avô de alguma destas ilustres senhoras poderá sentir-se incomodado com esta listagem. Quero, pois, afastar esses possíveis receios e obstáculos, garantindo aos próprios estar absolutamente decidido a não conduzir no Apré-Deu-la-Deu.

– Aguardo da Adega de Monção o devido reconhecimento por esta magnífica acção publicitária, a qual fará esgotar o produto antes de Setembro se finar. Umas 5 caixas de Deu-la-Deu parece-me o mínimo, mas também aceitarei o acréscimo de duas caixas de Muralhas. Aliás, o melhor é marcarmos uma reunião e discutirmos um plano completo para 2009.

Vinte Linhas 280

O quarto de João Garcia 

O quarto de João Garcia fica aqui no primeiro andar do nº 204 da Rua da Rosa, a mesma rua onde nasceu Camilo Castelo Branco. Escrevo e digo fica porque embora João Garcia já não viva naqueles metros quadrados nem já espere cartas de Margarida ao domingo (naquele tempo havia correio ao domingo…) a verdade é que está tudo na mesma como quando Vitorino Nemésio por aqui passou entre 1919 e 1921, ente a vida militar nas Janelas Verdes e as reportagens no jornal A Pátria. A capelista da Rua da Rosa nº 200 que entra no romance «Mau tempo no canal» na página em que se recorda a criadita que deixou molhar o jornal quando veio da capelista, pois a capelista também continua. Hoje já não vende só jornais, figurinos, cadernos, agulhas e carrinhos de linha mas relógios, bonecos, perfumes, brinquedos, bilhetes-postais e CDs. Isto além de ter uma máquina de fotocópias. Mudou de dono por trespasse e hoje tem ao balcão um simpático senhor indiano que regista as lotarias, as raspadinhas e o euro milhões. Os gatos do tempo de João Garcia, quando o jovem militar açoriano subia do Rossio cheio de cafés onde os boatos escaldavam tanto como a bica, os gatos deram lugar aos cães. O peixe frito que João Garcia via sempre nas portas da Rua da Atalaia desapareceu para sempre.

À noite, quando regresso a casa pelo Elevador da Glória e entro no Bairro Alto por aquele lado, olho sempre para o primeiro andar do nº 204 da Rua da Rosa. Então se está nevoeiro e choveu de mansinho ou se ouvi nesse dia um CD de Hélio Beirão com músicas da viola da terra, fico com a quase certeza que João Garcia continua ali no seu quarto à espera de uma carta de Margarida.

Onde está a direita?

Dos vários fenómenos sociais extraordinários que resultaram das reformas levadas a cabo pelo actual Governo, e também do modo simbólica e politicamente viril como o Primeiro-Ministro assumiu a chefia, não há nada que se compare ao que aconteceu à direita: desapareceu. No PSD os loucos tomaram conta do hospício, a custo lá foram metidos nas celas, porém não se calam e ameaçam voltar para acabar de vez com o partido. Entretanto, os enfermeiros de serviço não encontram sequer as ligaduras, quanto mais os comprimidos. No CDS, há muito que todos se demitiram, mas só agora começaram a contar uns aos outros. Para além destes partidos, temos a direita dos negócios, onde o dinheiro não tem ideologia. Segue-se a direita das ideias, que convive tranquila e galharda com um monaquismo de veludo, ganhando o pão na universidade e variegados institutos públicos e privados. Digna de nota é também a direita publicista, mas os magnos exemplos de Rebelo de Sousa, Pulido Valente e Pacheco Pereira apenas confirmam o evangélico preceito que avisa contra o serviço a dois senhores. Entre escolher a solitária reflexão ou o apoteótico espectáculo, estes pantomimeiros correm para o palco, onde fingem não envelhecer. Resta a direita da cultura popular, as famílias abastadas ou remediadas, mais as geográfica ou historicamente porque sim, onde a política é um assunto sujo e difícil, e, por isso, o que dava jeito era ter um senhor com ar sério a tomar conta disto e a manter a corja na ordem.

Falta uma direita inteligente e corajosa, capaz de pensar a politica como prova de carácter. Uma direita que não se limite a ser de direita.

Um livro por semana 81

 

«A ressurreição da água» de Maria Antonieta Preto

Quatro anos depois de «Chovem cabelos na fotografia» Antonieta Preto regressa com «A ressurreição da água». Num espaço e num tempo plenos pelas novidades uniformizadoras (automóvel, TV, Internet, telemóvel, hipermercado) a autora constrói narrativas nas quais os protagonistas se defrontam com problemas essenciais e antigos. A falta de água por exemplo: «Era uma tristeza já a gente olhar para o campo. Lembro-me quando houve as últimas novenas. Pedimos água a cantar, enxurradas de força. Perdemos todas as criações: o nosso campo inteiro. Perdemos também as mulas e as cabras a pastarem. Perdemos as romãs nas romãzeiras. Perdemos as batatas, as favas, os alhos, as cebolas.» A água é a fonte da vida; a terra é o lugar da morte. A autora explica que «Antigamente os mortos não morriam» porque eles «iam vivos para dentro da terra.» Surge aqui uma dualidade: a narrativa e o Mundo: «Tenho os olhos cheios de estórias como os meus olhos estão cheios de mundo. Aquilo que se conta sonha-nos e transforma-nos e dá-nos um mundo dentro de outro mundo. O mundo nunca é verdadeiro sem todos os mundos dentro dele». Entre o Mundo e a Escrita a autora não pára de inventar («Invento todos os dias a vida que existe») criando novas realidades em si («criei um céu no meu quintal») e nos outros: «Às mulheres desta aldeia oiço dizer coisas esquisitas: que os seus homens não querem amá-las.» Contra a secura da terra e a aridez do Mundo só a alegria da água pode salvar e fazer a ressurreição das vidas perdidas: «A vida lá fora é insalubre. A vida lá fora é pantanosa. A vida lá fora é desperdiçada.»

 

(Editora: QuidNovi, Foto: Daniel Mordzinski, Notas: Paulo Barriga, Urbano Tavares Rodrigues, Manuel Silva Ramos, Jorge Listopad e Miguel Real) 

A ferrugem da Ferreira

O discurso da Ferreira é um falhanço que compromete os envolvidos na estratégia do PSD, desde a Comissão Política ao Pacheco Pereira, passando pela Presidente e demais conselheiros. Tudo figuras com vasta experiência de quem se esperava muitíssimo mais. Este acontecimento com que se inicia o ano político dos Sociais-Democratas — antecedido pelo sofrível trabalho de afrontamento aos incompetentes incrustados no partido, ocorrido durante o período de silêncio, fenómeno que acalentou a esperança de ver surgir uma verdadeira novidade política em Setembro — poderia ter sido a 2ª oportunidade para uma 1ª impressão. Mas para surpreender e relevar numa sociedade cada vez mais matura na descodificação da retórica usual, o discurso necessitava de ser corajoso e inteligente. Não o foi. Antes, foi uma prestação ao nível de um comentarista. Há algo de inacreditável no facto de ser possível ao PSD, e em Setembro de 2008, desperdiçar tanta credibilidade. Mas quem é esta gente que nem sequer sabe como fazer oposição a um Governo reformista?…

Enquanto o PSD não acertar contas com a sua própria responsabilidade nas disfunções políticas dos últimos 30 anos, não conseguirá pensar Portugal. Por exemplo, enquanto os dirigentes do partido fundado por Sá Carneiro se limitarem a reclamar o seu nome sem lhe quererem imitar o carácter, não chegarão a sair da Madeira. E enquanto o PSD não renovar os talentos intelectuais, afastando os que persistem em continuar a lógica simplista e tribal do nós contra eles, maleita ainda do século XX, não conseguirá criar um projecto político que una os portugueses.

O PSD, não tendo razões para ser o partido da Ferreira, é agora o partido da ferrugem.

Que fazemos?

No começo desta quinta-feira, estava à conversa no Largo de São Domingos. Noite amena, permanente corrupio de gentes, a cidade misturando decadência e palpitações. De repente, a conversa é atravessada por gritos de alarme. Dez segundos a olhar para os lados da Rua Dom Antão de Almada e a explicação aparece em passo de corrida, levando uma sacola na mão. São dois hobbits com capuzes a cobrirem-lhes a cabeça. Passam a Ginginha, viram a esquina para o Rossio e param a vasculhar o roubo, encostados na primeira montra. A poucos metros estão uns poucos de taxistas que se ficam pela observação calada. A pessoa com quem converso pergunta Que fazemos? Os gritos de aflição continuam e estão mais próximos. Eu nada respondo. Não me apetece correr, muito menos tocar naqueles dois seres. Sim, não me apetece fingir uma preocupação que não tenho, e muito menos arriscar fosse o que fosse por causa daquele prejuízo. Um opiáceo torpor cívico reconforta-me, iliba-me, expondo a completa inutilidade da minha eventual intervenção. Entretanto, numa concatenada sucessão de movimentos, a situação conhece o seu desfecho. Aparece a vítima, uma mulher de 50 ou 60 anos. Tem a obesidade da miséria, as banhas da cintura a saltarem para cima das calças de fato-de-treino, aspecto deplorável, despenteada. Move-se a custo e continua a gritar, sem saber para onde se dirigir. Os taxistas avançam para o local onde estão os pertences deitados ao chão, sinal de que a parelha de artistas tinha seguido viagem. Eu vou ter com a senhora e indico-lhe para onde ir. Um homem jovem, que estava num banco próximo a expelir com grande animação aquilo que me parecia ser um discurso em árabe, levantou-se e veio a correr acompanhar a senhora até aos taxistas, onde ficou a falar igualmente animado. A minha conversa continuou. Muito mais tarde, vejo a senhora a rir e a ser abraçada com carinho por um taxista sorridente, folgazão, como se fossem velhos conhecidos.

Continuar a lerQue fazemos?

Vinte Linhas 82

Dissertação sobre um nome

O teu primeiro nome tem, dentro de si, a força da Terra e a graça de Deus.

Ele é, sem dúvida, o nome feminino mais divulgado em todo o Ocidente. Tem a sua origem nas profundezas da língua hebraica mas não se ficou pela Bíblia e pelos Quatro Evangelhos. Está presente na Eneida de Virgílio, no teatro de Luigi Pirandello, nos romances de Tolstoi, nos contos de Pushkin e nas óperas de Mozart. Está junto à Terra e o seu som pronunciado resolve as hesitações nas encruzilhadas sombrias dos caminhos quotidianos. Digo o teu nome e tenho, no momento de o dizer, uma direcção e um sentido. Porque sinto, dentro do seu som, a força da Terra e a graça de Deus.

O teu segundo nome tem, dentro de si, a força da Água e da Natureza. Vem de uma origem duvidosa, envolta na neblina da lenda. Terá sido a primeira mulher, a que saiu do mar e deixou os homens da praia, entre atónitos e cheios de júbilo, aquela a quem chamaram mar yam – gota do mar. Como se essa mulher quisesse mostrar que só há vida na água porque vivemos com a água e morremos quando estamos dezassete dias longe da água. O mistério da vida e os milagres da existência têm uma raiz nessa mulher que saiu do mar e a quem os homens chamaram mar yam – gota do mar.

O teu nome, feito de dois nomes, é uma bandeira feliz, um estandarte de alegria, uma luz que não se apaga. O teu nome, feito de dois nomes, é o lugar ideal para ouvir o som da voz da terra e o murmúrio do mar, o apelo a ficar e o convite a todas as viagens.

O teu nome, feito de dois nomes, tem a dimensão sem medida dos sonhos e a música sem fim de todas as orquestras. O teu nome, feito de dois nomes, Ana Maria.

Isto é o que não pode ser escondido sobre Sarah Palin, façam lá os Republicanos o que fizerem, e aquilo que vai enterrar definitivamente McCain a partir desta noite, sem falta

A voz da senhora, o timbre, o fraseado, os meneios. Não dá para entregar a vice-presidência da maior força militar do Universo a quem fala como se estivesse a passar a mão pelo cachaço a dois eleitores do Alasca meio trôpegos de frio, ensopado de rena e Duck Farts.

(atenção, falo do Universo conhecido, mas importa realçar que já conhecemos bastante do Universo todo, incluindo zonas muito mal frequentadas como a Quinta da Fonte, e ainda não apareceu exército com maior orçamento do que aquele à disposição do Americano)

wikiHow

Já o enalteci, mas merece novo destaque: wikiHow. Esta biblioteca de saberes práticos contém, actualmente, mais de 40 mil artigos, duplicou num ano. Será muito? Será nada se não tiver o que procuramos, e nada será se o conteúdo não servir. É escusado dar exemplos avulsos, em especial de ninharias, pelo que salto para um caso que me interessa sobremaneira: How to End a Controlling or Manipulative Relationship.

Em Portugal não se fala da violência doméstica, a qual tem como mais usuais alvos as mulheres, mas que também se estende a idosos, crianças e vizinhos. Em Portugal não se fala nisto porque Portugal é um país de cobardes, temos de começar por o reconhecer. E não se alivia esta vergonha com a constatação de não estarmos sós na cobardia, de noutras partes do mundão a situação ser igual; e nalgumas vastas zonas ser até bem pior. A cobardia consiste nisso de se abusar dos fracos, chegando anualmente à morte em dezenas de casos, provocando incontáveis agressões físicas e psicológicas, e mantendo milhares de pessoas diminuídas, fragilizadas, em constante sofrimento, perda de saúde e alienação de direitos. Ora, grande número destes casos entram na categoria das relações de manipulação, ainda consideradas normais pela enorme maioria da sociedade. Junta-se os ignorantes aos abrutalhados, polvilha-se com os cínicos, e temos uma cultura cobarde, que varre as histórias de violência doméstica para debaixo do tapete do esquecimento. Casos como os de Albarran, Tallon e Pinto da Costa são apenas 3 átomos da molécula que está na parte final do fim da extremidade da ponta do icebergue. Interessa destacá-los por o seu perfil revelar figuras que não carecem de informação nem instrução formal, indivíduos em quem se delegam responsabilidades públicas e cívicas. No entanto, os seus comportamentos de violência doméstica não se diferenciam dos de um alcoólico sem a 4ª classe. Tal é a desvairada magnitude do problema que ele chega a encontrar cúmplices e coniventes em todos os eixos da sociedade, do pobre ao rico, do iletrado ao intelectual, do crente ao ateu, da direita à esquerda. A propósito, veja-se o que diz um passarão.

Pois bem, este wikiHow sobre o fim de uma relação de manipulação está cheio de bons conselhos. É uma síntese da literatura usual em formatos deste género jornalístico, com a vantagem de estar focado na decisiva mensagem:

Controlling and manipulative people are often produced by external factors such as abusive parents or clinical mental disorders. You cannot hope to change or rescue such a person, as much as you may care for them; the best help you can give them is to (A), refuse to be their victim, and (B), direct them to professional help.

No fundo do fundo, é isto: querer bem a alguém jamais passa por se aceitar ser sua vítima. É precisamente ao contrário.

in-tempestivos_Agosto

Desde os que continuam em diálogo aos que nunca sairão do monólogo, passando pelos que não têm nada para dizer e afirmam-no, há de tudo como nos blogues:

O dia de reflexão de Francisco Louçã21 de Janeiro de 2006, 2 comentáriosLuis Rainha

Toupeiras e outros animais furiosos30 de Janeiro de 2006, 16 comentáriosLuis Rainha

Uma excelente ideia6 de Fevereiro de 2006, 51 comentáriosRui Tavares

Portugal tem as centrais nucleares mais seguras do mundo…20 de Março de 2006, 59 comentáriosNuno Ramos de Almeida

Portugal: queremos ‘isto’?19 de Abril de 2006, 152 comentáriosFernando Venâncio
-> Actualização: o nosso amigo Ant.º das Neves Castanho acaba de deixar um repto ibérico neste conflito fronteiriço, o qual veio introduzir elevação numa conversa onde portugueses e espanhóis têm andado em bulhas infantis como bons e bíblicos irmãos.

Um new look para o empresário português9 de Agosto de 2006, 50 comentáriosLuis Rainha

Coisas infelizes numa revista chamada Happy10 de Março de 2007, 33 comentáriosJosé do Carmo Francisco

abrir o livro23 de Agosto de 2007, 36 comentáriosValupi

Eight bad reasons to have sex

Uma delícia, esta diatribe oferecida pela CNN. O original está em The Frisky, revista digital que é um exemplo a seguir pelos que andam à procura das elusivas audiências femininas.

Mas o que me encantou particularmente no texto foi esta expressão proverbial, Misery loves company, seguida de aplicação concreta, good luck getting him out of your apartment. É que também pode haver más razões para proteger alguém, e essa lição ser das mais difíceis de aceitar, sequer entender, por uma mulher.