Coisas infelizes numa revista chamada Happy

A revista chegou-me às mãos de modo gratuito, embora ostente na capa o seu preço, que é 1 euro e meio. Esse foi o primeiro aspecto insólito. O segundo foi o título em inglês, sendo a revista portuguesa.

O terceiro ponto insólito foi o editorial assinado por Carla Ramos, no qual recorda o dia 20 de Janeiro, dia em que o prédio onde esta revista é feita – o número 11 da Avenida António Augusto de Aguiar, em Lisboa – foi cercado. Escreve a directora que o prédio ficou «seteado» por ambulâncias, bombeiros e polícia. Sitiado é que é, mas passou. Está nos dicionários, mas pelos vistos a revista não tem revisor. Na página 160, surge uma reportagem com um título insólito, também ele: «Um farol no Oceano». Ora se o hotel aí descrito está em Cascais, não me parece que seja no Oceano. Quando muito vê-se do Oceano, que não é a mesma coisa. Mas, adiante.

Sobre o quarto que lhe foi destinado, a jornalista escreve: «Clean é a palavra que melhor define o quarto que me foi atribuído.» Clean, assim sem mais nem menos. Não aparece em itálico nem em negrito. Nem em comas. Segue-se uma frase curiosa: «O barulho do mar chama-me a atenção e ao espreitar vejo que estou a dormir mesmo em cima da rebentação das ondas.» Se está a dormir, não pode perceber o barulho que – deste modo – não pode chamar-lhe a atenção. Por fim aparece o nome e a morada da tal Estalagem do Farol, o telefone e o site na Internet, mas (ó inclemência…) sendo a morada de Cascais aparece a palavra Lisboa a seguir ao código 2750-461.

Não pode – como muito bem diz o Gato Fedorento imitando o professor Martelo. Não pode – tento dizer eu. Mas a minha voz é muito fraca e talvez não chegue lá. De qualquer modo, teimosamente, continuarei a dizer: Não pode. E a repetir: Não pode. Não pode.

José do Carmo Francisco

88 thoughts on “Coisas infelizes numa revista chamada Happy”

  1. Eu gosto mesmo é (não, não é do Verão) da gente que sabe bué d’inglês e gosta d’amostrar qué bué da fixe frequentar lugares com nomes ingleses, usar marcas com nome inglês e, já agora, que quando fala e escreve mete um inglesismo a cada três palavras.

  2. Vim aqui ter, porque estava a fazer uma pesquisa sobre a “famosa” revista, pois vi uma frase de publicidade da mesma num outdoor, que diz o seguinte, “ouça a cigarra e esqueça a formiga”. Ora para quem não tem muita capacidade para discernir sozinho e se deixa influenciar por estas mensagens subliminares, eu pergunto: “Será que a revista Happy tem alguma espécie de financiamento para as familias já muito endividadas, para quando chegar o Inverno?”

  3. Parece-me que sinto na critica um pouco de inveja da pessoa que escreveu o tal artigo. Dizer mal por dizer muita gente diz, porém penso que a revista está muito boa.

  4. Eu gosto da revista. Sou leitora assídua e o que me move é a variedade de artigos, as imagens sugestivas, que ás vezes valem por mil palavras, e a tentativa, frustrada ou não, de trazer alguma happiness a um pais que me deixa tristonha muitas vezes.Já li muito, pois sou licenciada em Línguas e continuo a achar que devemos criticar quando conseguimos fazer/escrever melhor mas no sentido construtivo.

  5. ès uma grande parva sem nada nessa cabeçinha…
    só sabes criticar, não é?!
    olha por ti abaixo e vê se ainda não é tarde…

  6. Muito bem dito “MT”!
    É mesmo isso que eu penso!
    Criticar, toda a gente sabe e é fácil…
    Fazer melhor, é que é mais dificil!
    Ou não é José Francisco?!..

  7. Que vergonha, isto sim é ser português, estar a deixar um post que se limita a desfazer o trabaho de outros,ZÉ Francisco já pensaste em nao pegar em revistas que nao são pensadas para ti , porque nao criticas uma visão ou o Expresso?

  8. bem, se és licenciada em línguas deves começar por distinguir que tipo de acentos usar. exemplo: “às vezes “, e nunca “ás vezes”

  9. Ora aí está, Ninfa
    É mesmo isso. Incoerente ou não, a verdade é que faço uma amssagem por mês ao preço da chuva:)

  10. muito sinceramente dou os meus parabens a toda a equipa pois acho que seja uma revista muito acessivel em todos os aspectos,(preço,moda e temas actuais etc).desde que comprei a 1ª nunca mais deixei de comprar,ah e sem falar do voucher que oferecem que me parece uma excelente ideia.

  11. meus senhores, deixem-se de dramas vivemos num país já com muitos problemas e preocupaçõe para resolver mas uma coisa é certa , concordo plenamente com a Rita, esse sr devia criticar uma “visão”ou um “Expresso”…. Talvez ele nem as leia ,mas adiante… Desde o inicio que leio a revista happy e gosto bastante dos temas abordados .Tenho um conselho para o José francisco. Porque não pega no vocher que a revista ofereçe todos os meses e o usa para numa boa massagem para relaxar e aliviar o stress. Vai ver que encara a vida de uma maneira melhor.

  12. nao percebi essa do oceano…é porque o hotel fica mesmo “em cima do Oceano”…Ou o Atlantico agora já não é Oceano????Ou Cascais nao fica na costa????reveja o seu mapa ou aproveite para dar um passeio pelo local!Muito agradável e recomendo um café tomado no Farol Design Hotel…à beira do Oceano!

  13. Será que o senhor José Francisco já leu uma revista “Máx!m@” ou uma “E!!E” é que as falhas também aparecem, a publicidade idem, a única diferença é realmente o insólito preço….

  14. Eu pergunto-me… será que não tem mais nada interessante para fazer da vida do que escrever isto?? que sinceramente nao tem assim tanto interesse? Acho que leva em demasia o verdadeiro sentido da palavra quando não é esse o intuito… enfim pessoas que muito pouco ou ate mesmo nada para fazer! Eu acho que a revista ” HAPPY” é uma óptima revista, claro que uma vez ou outra irei encontrar erros, mas não é primeira e muito menos será a última… faz parte! Somo humanos e os erros fazem parte de nós e a partir daí só nos cabe o poder de emendar, e não criticar pelos simples acto/prazer de o fazer! Já que se deu ao trabalho ao menos que fosse algo construtivo… Infelizmente é o nosso problema… passamos a vida a reparar no que os outros fazem de mal…e nem olhamos para nós!
    enfim um desabafo!

    Já agora, um aparte: Marcelo é com C e não com T: “(…) Gato Fedorento imitando o professor Martelo.(…)”

    Comece a reparar mais nos seus erros…! E não me interpretem mal… acho que é extremamente necessário alertar para o que se faz mal, porque é única maneira de evoluir, mas que se faça de forma construtiva!

  15. Caras amigas,

    este vosso confesso admirador queria deixar aqui uma mensagem de solidariedade e repulsa pelos termos em que são vilmente desconsideradas por esta depreciação que o Francisco faz da magnífica revista que é a Happy. De facto, li uma edição desta publicação e fiquei espantado com a qualidade e visão intrínseca de alguns dos artigos presentes. Nomeadamente, aqueles que dizem respeito libertação sexual da líbido da mulher, verdadeiramente importantes para a evolução da nossa oprimida sociedade. Estou a pensar em iniciar um movimento para o reconhecimento do estatuto público desta revista. Vamos fazer um novo 68’e ser HAPPY!

  16. e de “barcos REBELOS” já ouviu falar? vivo no Porto há 22 anos, mas só agora através da revista Happy pude finalmente conhecer os barcos REBELOS…
    só mais uma “pequeníssima” gralha a juntar a todas as outras!

  17. com tao elevado grau de exigência na escrita feita na happy, nao se apercebeu que também escreveu um erro: em bom e correcto português nao se diz “entre comas” mas sim “entre aspas”. Quando se critica tanto, tem de ter.se cuidado para nao dar erros destes… depois as pessoas reparam!

  18. O que eu acho mais curioso nisto tudo é a quantidade de pessoas que se dá ao trabalho de perder o seu tempo a dizer mal dos outros.
    Vim aqui parar neste forum, devido a um estudo de mercado que faço no momento, sobre as revistas em portugal. E infelizmente sites como estes a dizer mal de tudo e todos são uma constante. Sobre a revista Happy, já ouvi os mais barbaros comentarios. Assim como os seus fieis seguidores defenderem a qualidade da mesma. Aos segundos louvo a persistencia e luta pela incultura de mesquinhez de um pais.
    A unica coisa que poderei dizer é se querem escrever sobre algo, façam-no, mas façam-no de uma forma construtiva, pois como já foi mencionado em mensagens acima, dizer mal qualquer pessoa o faz, com cultura, sem cultura, com educação, sem educação, basicamente, qualquer um, principalmente os curtos de alma, e com horizontes limitados que apenas conseguem ver o seu umbigo, e muitos nem isso, a não ser que seja ao espelho.
    Aos puristas da nossa tão tradicional e linda lingua, festejem nas palavras acima, pois certamente irão encontrar imensos erros de ortografia e gramatical, num texto que foi propositadamente não revisto, apenas para que os srs/sras possam-se deliciar, neste habito tão nobre que é criticar os outros. e não se preocupem que apesar de a vida vos passar ao lado equanto olham para as palavras e não para o conteudo das mesmas, neste pais em que vivemos, coisas para criticar e dizer mal, não faltam, e certamente que nunca faltarão.

  19. Cara Rafaela, “arrancou-me” uma gargalhada daquelas que nos liberta do peso de estar mais 1 dia a trabalhar, numa altura em que quase todo país está de férias (risos)…. Adorei a 1ª revista que comprei e fiquei ainda mais contente, quando descobri o “famoso voucher”, passei a frequentar pelo menos uma vez por mês, o SPA do outro lado da minha rua, sim ainda por cima tenho essa sorte! Sou sincera, não estou á procura de erros ortográficos numa revista, mas sim interessada pelo seu conteúdo, artigos e dicas que posso aproveitar… Através do voucher, descobri o REIKI… fiquei rendida e vou continuar! Mas afinal que se espera de uma revista FEMENINA? Na minha humilde opinião, é que nos consiga transportar para outros locais, que nos ajude a esquecer um pouco as “dores de cabeça” do dia-a-dia e que nos faça sorrir ao ler um ou outro artigo… Não???

  20. Olá, eu queria dizer à Cristina que “Femenina”,não existe, mas sim Feminina, parece que erros ortográficos existem não só na revista aqui na berlinda, mas também nas leitoras da mesma…coitada da lingua Portuguesa, além de hoje em dia se utilizarem palavras inglesas para tudo”carjacking”, “alimentos light”, etc etc, ainda se dão erros ortográficos de palmatória…quer nas revistas, ou jornais e até na Televisão…a lingua Portuguesa é tão rica que não havia necessidade de importarmos palavras inglesas, porque temos palavras para todas as situações…mas o que é dos outros é sempre melhor…uma pena!

  21. Upsssss……SORRY! Parece que estamos aqui a falar com “Professores” de Português!!! Pena que pessoas stressadas (ups, outra palavra que parece não ter origem nacional….) que têm como passatempo criticar tudo e mais alguma coisa…
    Se a Sra. D. Mariana usa-se o CUPÂO que a revista oferece e disfrutasse de uma daquelas fabulosas massagens, talvez melhora-se o seu HUMOR…….

  22. Curioso. Andava à procura do site da revista e vim dar aqui.
    Não sou leitora assídua, mas de ocasião. Quando me vem parar à mão, leio e gosto. Mas o que me leva a deixar este comentário, nem é o post em si (que não merece comentário), são alguns dos comentários deixados por algumas pessoas que se dão ao trabalho de insultar os outros pelos erros ortográficos e pelo suposto pouco amor à pátria simplesmente por utilizarem termos mais do que correntes no nosso dia a dia…
    O que mais me delicia em pessoas que tão patrioticamente defendem que os “erros ortográficos existem não só na revista aqui na berlinda, mas também nas leitoras da mesma” é o facto de não fazerem uma revisão cuidada do que acabaram de escrever. Como dizia alguém mais acima: o pessoal depois repara nestas coisas…
    Quando refere repetidamente “lingua Portuguesa” deve estar a referir-se à “língua portuguesa”.
    Por outro lado, “etc etc” é tão feio. um bom “etc.” é mais do que suficiente, ou não?
    Já agora a barra de espaços do computador está lá para ser usada. Use-a sempre após a pontuação.
    Como também já foi dito la em cima, não critiquem por criticar.

    [Nota: texto não revisto pela autora propositadamente]

  23. Não vim aqui criticar a forma dos outros escreverem, ou mesmo mostrar que sou um ser sem erros.
    Apenas acho interessante esta “batalha”. Todos parecem ter optimos argumentos, mas a maioria dos que criticam (nomeadamente os erros ortograficos- que na minha opiniao nao percebo o porque de tanto alarido) fazem a mesma coisa. Vamos acalmar, por favor… de todas as situações que passamos no dia-a-dia, muitas delas são desgastantes, e é exactamente disto que as pessoas no final do dia precisam, de ser criticadas, apenas porque sim. Sou portuguesa, e orgulho-me disso, mas por favor… peace and love

  24. Será que não existem coisas mais interessantes para fazer? Mais depressa deveria fazer uma revisão a um jornal tipo o Expresso do que a uma revista intitulada “Happy” que custa 1,50 e que tem como público-alvo as mulheres!
    Além disso, não pode haver puritanismo na língua portuguesa uma vez que ninguém (ninguém mesmo) consegue falar plenamente de acordo com a norma padrão! E a escrita apenas representa aquilo que é transmitido oralmente.

  25. Gosto da revista HAPPY mas também gosto muito da lingua portuguesa.
    Acho uma vergonha que qualquer revista, nem que seja gratuita, tenha erros ortográficos.
    Quanto às leitoras da HAPPY, que acham que as pessoas que se interessam e se preocupam com a correcta utilização da sua lingua são stressadas, parecem ser realmente muito fúteis.
    Acho que o José Francisco exagerou um pouco e eu realmente quando leio a HAPPY não ando à procura de erros ortográficos, mas incomóda-me que eles apareçam e acho que isso denota uma falta de preocupação e desleixo por parte da revista.

  26. Passei por aqui e deparei-me com uma serie de discussões absurdas, sobre a Revista Happy. Parece-me que existem pessoas, que à parte de criticar erros ortográficos, não dão o valor devido à revista em si nem às pessoas que nela trabalham arduamente, para obter um lugar entre tantas, que retratam sempre os mesmos temas e as mesmas pessoas. Para mim, a Happy tem uma marca diferente, uma leve leitura de temas actuais e bom grafismo. Com erros ou não, com lacunas ou não, não critico, pois também posso vir a ser criticada. É normal, faz parte da natureza humana.
    Acima de tudo respeito o trabalho dos outros.
    Por acaso já tiveram oportunidade de olharem à volta e de verem erros noutras revistas?
    Vou dar um conselho: “Vão mas é trabalhar!”
    Á revista, apenas tenho de apresentar as minhas felicitações e que continuem a “dar que falar”! :) E tenham um dia Happy!! :)

  27. Sofia… incomoda-me não leva acentuação…
    Quem dá assim tanto valor à lingua portuguesa tem por obrigação reler o que escreveu antes de enviar !
    :-)

  28. Sinceramente, o público alvo da happy não me parece ser “as mulheres” mas “um bando de atrasadas mentais” (que convém não confundir com as primeiras).

    Já folheei várias e confesso que nunca vi uma revista tão desligada da realidade, tão sem conteúdo e sobretudo tão parva.

  29. Exmo. Sr. Pedro,

    Então acha que o público alvo da revista são “atrasadas mentais”?????
    Porque???
    Porque não refere as “maminhas” novas da não-sei-quantos? A relação tórrida do actor X ou do jogador de futebol Y com esta ou com aquela? A nova plástica da tia do jet7? Ou ainda porque não tem páginas interminaveis com anúncios publicitários?

    Enfim… Talvez se o senhor descolar o voucher que a revista oferece, (poderá encontrá-lo nas últimas páginas da revista) e, desfrutar de uma bela massagem… reconsidere o comentário infeliz….

  30. Mas será que anda tudo louco por aqui ou não haverá de facto mais nada para fazer?!
    Fiquei de certa forma admirada quando ao colocar no google a pesquisa sobre a palavra “Happy”, à procura de alguma coisa que me ligasse à revista, me deparei com tanta conversa desnecessária e completamente inútil.
    Língua Portuguesa aprende-se na escola e certo e sabido é que muitos são os que tão bem aprendem a falar e a escrever. No entanto a interpretação revela-se mais complicada. É que para isso não basta saber escrever, (na minha opinião).
    Era óptimo se todos os Portugueses conseguissem compreender e escrever correctamente a língua que lhes pertençe e tanto melhor seria que todas e quaisquer revistas que por aí se vendem conseguissem concretizar o mesmo. No entanto há que saber tirar o melhor partido de cada uma delas, pelo menos das que nos possam suscitar algum interesse. Eu folheio mensalmente a Happy, desde que a comprei a 1ª vez que nunca mais deixei de comprar mas não para me entregar na leitura de alguns artigos mais aprofundados e sim para descobrir sítios novos para jantar fora, para relaxar, para descansar e claro também para fazer uso do voucher de desconto nas mais diversas areas de lazer…
    Já os jornais como o Expresso ou mesmo a Visão trazem-me outro tipo de prazeres, o da leitura e da actualização. Enquanto uma Maxmen nada me diz. Porque será?
    Deixemo-nos de pobreza de espírito e de intelectualismos que muitas vezes inexiste e serve só para Inglês ver.

  31. eu gosto imenso da revista, e quem e critica, principalmente o sexo masculino é porque tem uma certa inveja de não haver uma revista tão boa para homens… A revista mete-nos a par de imensa coisa, de moda de ocasioes especiais entre muitas outras coisas.. Sou leitora acidua desta revista, portanto acho que se não gostam da revista não tem que criticar, apenas não a tem que ler..

  32. Queria desde já deixar os melhores cumprimentos a direcção desta revista e de toda a produção, desde que vi esta revista em casa de uma amiga que a compro, sendo o meu vicio mensal, na qual adoro todos os artigos, continuem, par alem dos assuntos que abordam serem espectaculares e interessantes principalmente sendo a nossa vida Tao agitada e esta ainda se preocupa em ver locais fantásticos par podermos ter um momento relaxante par nao falar nos imensos descontos que nos oferecem .
    Parabéns continuem.
    Adora

  33. Bem, vim aqui parar porque estava á procura do nome de um hotel que vem publicado na revista HAPPY deste mês. Não sou leitora assídua desta revista mas por vezes dou uma espreitadela quando alguma colega minha a traz na mala. A questão é, erros todos nós cometemos, estrangeirismos todos nós utilizamos – tal como já aqui foi referido, o próprio José, utilizou a expressão “comas”, quando em bom português se utiliza a expressão “aspas”, sendo que a primeira provém da palavra “coma” que é de origem inglesa.
    Portanto, a questão que aqui coloco é, eu não sei o que o José faz da vida, mas, escrever e publicar uma revista não é propriamente algo que se faça “com uma perna às costas”, isso é algo que dá muito trabalho. Agora experimente o José estar horas, talvez dias, a trabalhar sempre no mesmo artigo. Chega a um momento em que os mais pequenos – e por vezes óbvios – erros acabam por passar ao lado. O que também acontece muitas vezes é, como o Sr. deve saber o cérebro funciona por identificação das palavras sendo que quando se lê não se o faz letra a letra, ou seja, mesmo quando alguém revê um artigo, por vezes há erros que passam ao lado e que quando se repara neles, muitas vezes já o material tem saído da gráfica.
    Agora diga-me, acha que numa sociedade em que as pessoas usam constantemente expressões ou palavras inglesas, o uso de estrangeirismos ou o próprio nome da revista é algo relevante para ser discutido em fórum?
    PS: Os títulos dos artigos não têm necessariamente que explicitar o conteúdo do artigo, este é sim uma forma de atracção para este.

  34. Sim senhor,
    Surpreendida fiquei eu com tamanha discussão.
    Eu confesso que que compro a Happy todos os meses só para olhar para os “trapos” e para as modas, salto imediatamente qualquer artigo revolucionário sobre a sexualidade feminina, sobre o “life coaching”, que concordo, na sua maioria estão completamente desenquadrados com a realidade, pelo menos com a minha. Mas vá, não fosse isso para encher páginas, a revista não seria mais que um catálogo publicitário às variadas “griffes” do momento.
    Confesso também, que tal como a Happy, não sou perfeita, farto-me de cometer erros e de usar estrangeirismos, e não vejo mal nenhum nisso. Gosto de ir às compras, de ter muitos mais sapatos do que preciso, e tenho a certeza que não faço parte de nenhum “bando de anormais”. Gosto de trapos como os homens gostam de carros, faz parte…
    Não querendo ir na onda do “criticar só por criticar”, confesso ainda que soltei uma enorme gargalhada com o entre comas, que nem ENTRE ASPAS estava!

    Don’t worry be Happy pessoal!

  35. Esperem ai!!!
    Ainda não tinha lido bem isto!!! A final tenho mesmo uma crítica a fazer!
    Empregar palavras estrangeiras não tem mal nenhum, nem quer dizer que não se saiba falar o belo do PORTUGUÊS!! Rídiculo é não saber nem uma nem outra, “carjacking” existe, já “homejacking” não!!
    Mas eu cá orgulho-me de ser portuguesa, e falar português, viver num país em que estamos abertos às outras línguas, e não dobramos filmes a torto e a direito, apesar de lá haver uns srs que vão inventando o “homejackings” etc.
    Lembro que a nossa língua, tal como tantas outras, é já uma bela manta de retalhos de inúmeras influências.
    Convido todos os srs e sras que responderam a este blog, a visitarem “http://letratura.blogspot.com/”, se como eu, não forem perfeitos, e quiserem aprender!

  36. Tanta coisa neste país que deveria ser criticada e gera-se discussão por causa de uma revista . Quem não gosta , tem simples remédio , não investe dinheiro nela .
    Pessoalmente , é uma revista que me agrada bastante , é uma lufada de ar fresco no meu quotidiano . E não entendo qual é o mal do titulo inglês para a revista. Enfiim.

  37. A “Happy” é uma revista para o público feminino…e vocês homens não tentem percebê-la pq há “coisas” nas Mulheres que NUNCA vão perceber…e isso torna-nos únicas!
    E, muito sinceramente, qual é o homem que se dá ao trabalho de criticar uma revista feminina…no seu caso criticar a “Bola” seria bem mais adequado!…Por certo queria um desconto num resort maravilhoso por esse Portugal fora…algo que nem lhe passava pela cabeça que existisse, mas que a “Happy” fez o favor de lhe mostrar ;)

  38. E esfrangalha-se pacificamente quem certamente quis contribuir para a riqueza melódica da língua e conserva em vinha d’alhos a mioleira encefálica, instrumento necessário para tocar rabecão? Sejamos caridosamente happyreceptivos e happypacientes. Temos um rectângulo de comprida costa e as nossas, mesmo as nossas, são largas que baste; só vos digo, em inglês se estende melhor no concorrido bairro alto das nossas páginas impressas. Que se lixe a revisão, mesmo em contra-mão. Viva o happyking, a mais recente e frutuosa invenção da escrita lusa, preferível ao desnorte biodesagradável do acordo ortográfico. Não me lixem com correcções de pastilha elástica com sabor a naftalina, perdoem-me a reacção epidermica nesta epifanea de abril. Viva a Happy e quem a subsidia – o José deveria rezar uma teca de padres-nossos/vossos, assunto arrumado. O céu também se ganha aos saltinhos. Ou aos happysinhos…

  39. Sinceramente, o que me choca nesta revista não é o titulo em ingles mas as imagens de capa. Como é que corpinhos tao magrinhos, esquelecticos mesmo, podem fazer capa de uma revista chamada HAPPY. Ou de qualquer outra revista cujo tema nao seja anorexia ou problemas do foro alimentar.
    A revista agrada a quem tem que agradar, daí existirem tantas revistas no mercado. Agora será que não existem miudas com corpos normais para capa? …

  40. «O barulho do mar chama-me a atenção e ao espreitar vejo que estou a dormir mesmo em cima da rebentação das ondas.» há coisas que de facto são só para mulheres… Quem não entende é limitado ou pouco sensível, só lhe fica mal fazer uma crítica destas, na minha opinião!

    Eu so li uma HAPPY e gostei bastante (apesar de não puder desfrutar do voucher) e vou continuar a ler cada vez que vir que tem um artigo do meu interesse, quando não tem não compro, pura e simplesmente. Mas não ter algo que me interesse não significa que seja uma má revista. Não se agrada a gregos e a troianos. Mas parece-me que é uma revista bastante flexível que chega a todas as mulheres!

    E de facto os erros não os deviam dar mas acontecem e sinceramente a mim o que me interessa é o que transmite e não a forma como está escrito.

    A quem se preocupa muito com o que está errado (mas qua não faz mal a ninguém – como os erros ortográficos) eu dou um conselho: viva a vida, sinta o que ela tem e seja feliz!

  41. Desconfio vagamente que algumas das mensagens aqui deixadas são-no por pessoal da revista… isso ou as pessoas que a compram são realmente destituidas de inteligencia.

  42. ODEIO “intelectualóides”… Sempre armados em sérios infalíveis, sem a tolerância e descontração saudável que lhes permita conviver, de forma igualmente saudável, com um Mundo naturalmente cheio de imperfeições, “gaffs” e derivados.
    Vivam e desfrutem da realidade!!! E assumam que até gostam de “descer do pedestal”. Caso contrário ninguém tem paciência para vos aturar…

    Leitora assídua do Expresso e da Happy Woman :))

  43. Já comprei e li dois números da revista Happy e é evidente que é uma revista ORDINÁRIA e quando uso este adjectivo é no seu sentido mais pejorativo. Sobre isso não há dúvidas. Compra quem quer, lê quem quer.

  44. Li o texto e não deixei de reparar que para criticar é preciso ler o que se escreve…Não é um erro tão grave assim mas é erro…o senhor escreveu o seguinte:

    “…Sobre o quarto que lhe foi destinado, a jornalista escreve: «Clean é a palavra que melhor define o quarto que me foi atribuído.» Clean, assim sem mais nem menos. Não aparece em itálico nem em negrito. Nem em COMAS.”

    “Coma” está em desuso e é sinónimo de vírgula. Esta palavra é usada noutras línguas, como no inglês “comma”. o senhor usou um estrangeirismo sem colocar em itálico ou negrito (tal como a revista que criticou). Para além disto a palavra não é a mais indicada para designar o sinal de pontuação – não é uma vírgula, são aspas, o que é muito diferente.

  45. Gostei do comentário que escreveu, espero tê-lo feito chegar à respectiva revista, para que sejam mais cuidadosos da próxima vez e continuem a melhorar. Seria bom colaborarmos de vez em quando com os nossos meios de comunicação social, com reparos positivos, mesmo que chamando à atenção para alguns erros. Ser cidadão pro-activo passa por aqui também. E, já agora, achei graça ao subtitulo do seu blog, mas fica o reparo… já não se usa (há muito…) o termo “plantão” para os turnos dos enfermeiros, mas é sempre engraçado recordar…

  46. Leio a revista todos os meses , o preço é de 1.95 não de 1.50 como dizia no post . E Martelo ? não, é marcelo.

    Antes de criticar há que superar e a revista é muito boa!

  47. Se está a gerar tanta confusão é porque esta revista tem qualquer coisa que não deixa passar desapercebida a qualquer um. Ainda bem que estão a falar tão energeticamente dela e não da Vogue ou da Máxima!

    Boa HAPPY! continuas a dar que falar!

    PS.adoro a revista e se os que não gostam canalizassem as suas energias a tentar procurar uma revista que gostassem talvez fossem menos frustrados.

  48. Ao fazer uma procura num motor de busca com a Palavra VOGUE, aparece-me este blog, ao encontrar a palavra que procuro…leio o último comentário…e deixo aqui o meu post:

    Por favor não comparem a VOGUE à Happy…estamos a falar de produtos diferentes, para públicos e segmentos de mercado completamente diferentes.

  49. Sou leitora assidua da revista Happy e adoro!! pois é totalmente diferente das revistas a que estamos habituadas. Esta fala de todos os temas e tem sempre artigos inovadores e divertidos. É uma revista atrevida e moderna, feita a pensar na mulher do seculo XXI, independente, sensual e moderna.
    Em relação às críticas que algumas pessoas fazem à revista, penso que são bastante infelizes e é evidente que são pessoas que não sabem do que falam. É evidente que não tem mal nenhum criticar, mas muitas das criticas que li aqui não têm pés nem cabeça e só revelam o pessimo caractér das pessoas. Como por exemplo quando uma tal Maria que afirma que a revista é “ordinária”, mas não explica porquê… será por ter bastantes artigos sobre sexo e esta “senhora” é pudica? Fica a dica, caso alguém queira comentar.

  50. Ridiculo ridiculo shor Jose do Carmo Francisco é o senhor que nao tem mais nada que fazer se nao criticar uma das revistas mais conceituadas em portugal, adoro os temas e acredite entao que ja agradei muitos homens com tais conselhos.
    ca pra mim esta todo indignado porque a revista o induziu em erro, ou teve um grande desgosto amoroso. e nao que eu tenha nada contra, mas é paneleiro entao
    caguei mesmo para o assunto, o shor é mase maluco
    ponha.se na alheta e veja se tem assuntos mais interessantes.
    e para as gajinhas que dizem que a capa sao so esqueleticas, devem ser um bando de gordas vocemces que so comem merdas ou tem um problema qql, ao menos na revista ficam-.se a babar

    xauzinho ai

  51. Olá
    Só quero dizer que já fui leitora regular da revista, mas actualmente já não tenho qualquer interesse ou curiosidade pelas publicações.
    Vivemos em democracia e claro que só compra quem quer. Se todos gostássemos de amarelo seria uma chatice!
    Pessoalmente considero a revista muitíssimo repetitiva.
    Os temas são sempre os mesmos, que se vão repetindo mês após mês, e talvez por isso nunca mais tenha voltado a comprar.
    Mas quanto a erros… por favor… é mesmo de quem não tem mais nada em que pensar!!!

  52. Bom existem por aqui pessoas muito confusas, outras nem tanto :)
    Eu não leio a revista, quem lê é a minha mulher, acho que é uma revista vocacionada para mulheres, moda feminina lingerie , coisas do género e fiquei muito surpreendido que alguns homens a lêem com tal interesse que sabem inclusive dos erros ortográficos , já agora peço desculpa pelos meus, mas como dizia … Senhores eu tb espreito a revista, claro tb sou curioso, mas ao ponto de encontrar erros e imprecisões , bom a revista é para quem é … mas isto são opiniões…
    Depois tb acho que a educação católica da maioria influi demasiado nas opiniões… vamos lá ser mais condescendestes e se estiverem interessados em fazer correcções ortográficas deviam espreitar outras publicações que para ai andam e não faziam mais nada.
    Já agora e para terminar não tenham medo de ler e até deixar ler as vossa queridas esposas, pode até se elas vos façam uma surpresa… Bom isto é se gostarem…
    sejam felizes

  53. Parece que todo o mal do Mundo se deve ao facto de haver no mercado português uma revista de seu nome “Happy”… e que catástrofe!!… não é que, de vez em quando, alguém na dita revista dá um “pontapé” no português?!?!?!?

    Ainda bem que tal não acontece em jornais de renome tais como “A Bola” – neste caso pontapés também os há: na língua e na bola – ou o “Record” (ou muito me engano ou este nome também não é português!)…

    Sejamos francos, se a revista se chamasse “Feliz”, se não houvesse um único erro ortográfico, não haveria algo por onde criticar?! Claro que sim! O simples facto de existir seria alvo de crítica.

    Trata-se de uma revista feminina, e vai ser sempre vista como tal. Resta saber se na nossa sociedade machista (e não falo só de Homens, infelizmente, machismo no feminino também não falta!) há lugar para viver com o tratamento de certos assuntos com a leveza e toque feminino que a “Happy” lhes dá…

    A mim, não me ofende, nem me surpreende, a forma como a revista aborda os temas. Simplesmente faz a sua abordagem… e viva a liberdade de expressão e de opinião! Sem esquecer o livre arbitrío… quem gosta compra, quem não gosta que não compre ou então que compre para poder criticar de forma fundamentada.

    Fica o esclarecimento de que não trabalho na “Happy”, mas caso trabalhasse seria com todo o orgulho e de cabeça bem erguida!

  54. Foi o comentário mais ridículo que já vi em toda a minha vida! Não faz qualquer sentido, e não me parece que esses problemas que alguém se lembrou de encontrar na revista vá impedir tanta gente de a comprar! Mas enfim…

  55. Meus amigos, como podem perder tempo com criticas tão imbecis! Olhem primeiro para os vossos erros antes de criticarem os dos outros!
    Se houvesse mais amor, compaixão, paz e serenidade todos nos ajudariamos uns aos outros ao invés só sabemos andar a procurar os erros dos outros.
    A isto chamo o Espelho, é que ao criticar os outros estamos a reflectir os nossos defeitos e erros, porque somos fracos, atacamos os outros e assim sentimo-nos seres superiores mas no fundo no fundo estamos a ser “muito pequeninos” e pobres de espirito.
    É muito feio criticar quando todos nós damos erros e não somos perfeitos.
    Por isso é que este país não evolui! Façam massagens, aproveitem os vouchers para relaxar, façam meditação, reiki, massagem ayurvédica para libertar esse mau humor e essa negatividade.
    Há tantas coisas boas na vida, respirem, olhem para as arvores, passaros, mar, tanto coisa boa que temos à nossa volta e o que fazemos? Ignoramos, não damos qualquer valor, preferimos viver neste fernezim de dizer mal e criticar.

  56. -É tão podre quanto a interesseira que se intitula a cabecilha.
    -Carla Ramos é nome escrito a tinta barata na praça.
    -Prendeu com barriga o dono da Baleska e agora: chuto no traseiro depois de sacar o guito e o pasquim.
    -Ou não desse o golpe do baú ou essa atrasada de 5a já que não tem capacidade nem para por uma vírgula no lugar.
    -Exploração de jornalistas, recibos verdes, processos em tribunal de antigos explorados.
    -Arrogantezinha do alto da porcaria que tem na cabeça e conhecida em todo o meio pelo seu grauzinho de ridicularidade extremo.
    -Enfim, marafona de má cepa de prostíbulo da idade média. (mas com umas roupinhas emprestadas da moda).

    A revista? um Must! ahahha

  57. A revista Happy não é portuguesa..esta tem uma filial em portugal, tal como a cosmopolitan e a fhm… Ela deve-te ter chegado às maos de graça devido a certas promoções.
    Não sabes do que falas, simples, não fales!

  58. Não quero atacar ninguém, só deixar a minha opinião pessoal que não tem que ver com o português da revista mas com os seus conteúdos.

    Numa das várias viagens de 3 horas e meia que faço no autocarro expresso tive a oportunidade de ler gratuitamente um dos números da revista “Happy”.
    O que tenho a dizer é que a revista é uma bosta! Só de ler a capa fico meio deprimido.

    Como é que estão a ressurgir todos os estereótipos da sexualidade feminina que o movimento feminista, há cerca de 30 anos, se esforçou por erradicar para bem das mulheres??

    A revista passa uma imagem fútil e mesquinha das mulheres, como se em cada mulher vivesse essencialmente uma “loira burra de olhos azuis”. Parece que só importa o sexo, a moda, o sexo, as férias, o sexo, o corpo, o sexo, o look, o sexo, a saúde, o sexo, o namoro e a família. Ah, e também o sexo, que já me estava a esquecer!!!

    Portanto para mim a “Happy” não passa de mais uma dessas revistas que podiam ser enfiadas no mesmo saco com a FHM, Playboy, Maria, MensHealth e por aí fora. Mas pronto, há sempre quem goste de alimentar a mente com estas leituras, só tenho pena que seja sempre mais gente do que eu estava à espera.

  59. Tenho a dizer que, Sr. José do Carmo Francisco, que deveria guardar as suas tão conceituadas críticas para situações menos fúteis que o nome inglês dado a uma revista destinada a portugueses. Vivemos num mundo em que se derrubaram as barreiras linguísticas e a globalização, embora não seja de todo benéfica, está a verificar-se, portanto, esta situação é perfeitamente comum e não discordo dela.
    Na minha opinião, a essência da língua portuguesa, de que derivavam os míticos “Os Lusíadas” e os extraordinários escritos de Eça, foi perdida no dia em que foi assinado o acordo ortográfico, e aí deveriam focar-se os seus míseros comentários.

    Margarida.

  60. Honestamente… já deixei de comprar!!!
    Os temas são sempre os mesmos, não há novidades de um mês para outro, vai mudando a capa…
    Se a vir em cima de uma mesa, vou esfolheando apenas para ver as tendências de moda, porque em relação aos artigos, quem leu um, leu todos…

    Já parece um dico riscado… toca a inovar people!!!

  61. Vamos la ver… primeiro nao comecem com criticas ao meu comentario, porque o meu teclado é estranjeiro, e nao tem os mesmos acentos. Depois, mesmo que me engane ou nao saiba escrever, ninguem tem nada a ver com isso, simplesmente porque ninguem esta a pagar para ler o que eu escrevo!… Isto é um comentario a um artigo de um “blog”… nao uma revista lida sabe-se la por quantas adolescentes em pleno desenvolvimento linguistico, e sabe-se la por quantas mulheres maduras sem nenhum desenvolvimento linguistico, que absorvem inconscientemente o que estao a ler como se fosse correcto. Entao o famoso lema “ler é bom”, vai por agua abaixo… ou entao deveria ser corrigido para “ler é bom, mas so quando nao nos referimos a revistas femininas futeis e ortograficamente pouco rigorosas”. Eu tambem comprei o ultimo numero desta revista. Foi a primeira vez que a comprei, e nao sei se o voltarei a fazer, nao é para me justificar, mas estava aborrecida e esta revista tras muitas fotos de tendencias de moda, o que me interessava. Alguns artigos “deixam-se ler”, mas por favor… é uma revista inteiramente futil e com o unico objectivo de gerar lucro com publicidade!… pelo menos que se deem ao trabalho de escrever, ainda que as ideias sejam questionaveis, os temas abordados repetidos, e os conteudos futeis, com correccao, com rigor, que por esse desleixo andamos como andamos, ninguem sabe ler um livro interessante, ninguem sabe escrever um texto claro, conciso e correcto.
    Criticar qualquer um pode criticar… por isso nao entendo o porque de tantas criticas a quem critica. Estou de acordo com o post.

  62. Estou plenamente de acordo com o último comentário. A partir de agora vou pensar mais na frase “ler é bom”. De facto nem sempre é. E esta revista é mesmo má, não só na sua vertente linguística, como também nos temas que publica. Em primeiro lugar vive de publicidade (roupa, cosméticos, hotéis, restaurantes). Em segundo, considero que não há aqui nenhuma “libertação” do feminino. Pelo contrário! É nos apresentado um ideal de mulher rica, sozinha e independente que passa a vida a comprar vestidos e a fazer sexo com desconhecidos, a três ou com outras mulheres, sem ter que prestar contas a ninguém. Ora a mim isto não só me parece redutor, como desligado da vida da maioria de nós. Nesse sentido a revista não rasga horizontes, apenas cria sensações de frustração por não se conseguir chegar a esse grau de segurança (que aliás me parece que não existe).
    Imagino muitas vezes quem possa ser o público-alvo destas revistas e o tipo de vida opressora que levam, ao ponto de se deixarem evadir com as fantasias publicadas. Além disso, se os supostos conto de fadas, relatados pela revista, alguma vez fossem transformados em realidade, estou em crer que não trariam felicidade de ninguém.
    Para essas companheiras que sentem as dificuldades de ser mulher (como eu vos entendo!), leiam Simone de Bouvoir, Tolstoi ou até o nosso Eça, e tenho quase certeza de que encontrarão instrumentos de reflexão verdadeiramente transformadores. Claro que pelo meio se podem aproveitar os vaucheres das massagens… mas que a revista não valha muito mais do isso, não se deixem iludir! Boas leituras

  63. Acho que o único ponto em que estou de acordo com o autor do post é os erros ortográficos presentes na revista. Acho que demostra desleixo e falta de profissionalismo, não querendo dizer que não se pode errar, claro.
    Acerca das expressões utilizadas nos artigos da revista, existem variadíssimos recursos estilísticos na nossa língua e nós usamos e abusamos dos mesmo sem nos apercebermos, querendo assim dizer que o que foi escrito está correto.
    Quanto aos conteúdos da mesma, não entendo o porquê de se ter achado necessário recorrer ao uso da expressão “ordinária” para descrição da revista, mas, no entanto respeito a opinião, mesmo achando que falar sobre sexo e sexualidade saudável e necessário, pois em pleno séc. XXI ainda existem imensos tabus e pudores em roda do tema, mesmo que alguns achem quem se trata de algo fútil.
    Não sou leitora assídua da revista, compro quando me apetece. Gosto especialmente das sessões fotográficas e também já li entrevistas interessantes. É uma revista feminina com um público alvo entre os vinte e os quarenta anos, que, na minha modesta opinião, apenas pretende mostrar a essas mulheres algumas formas de ” escapar à rotina” e de as fazer sentir bem com elas próprias.
    Se a revista é ou não repetitiva, não me posso pronunciar, pois não compro sempre. O que posso dizer é que até agora tem correspondido às minhas expectativas. Quem gosta, compra, quem não gosta, não o faz. Vivemos num país onde temos liberdade para o fazer. Mas, meus senhores, por mais livres que sejamos, não temos direito de rebaixar e de insultar trabalho dos outros, como aqui foi feito. A nossa opinião deve ser exprimida com respeito pelo outro. O nosso sentido crítico deve ser construtivo para que os outros evoluam com as nossas críticas.

    Até mais ver,
    Joana

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