Iliteracia e (ultra)montanismo

Um iluminado a encadear borboletas.

 

ACTUALIZAÇÃO

“Se eu estiver enganado, pelo menos terei o gozo de ter estado certo até lá.” 

Uma frase que resume todo o programa da extrema-esquerda pós-moderna…

Comentário por André Azevedo Alves — Setembro 10, 2008 @ 8:36 pm


 

Os leitores de André Azevedo Alves, aos milhares, correram para cá com as suas máquinas fotográficas à procura de recuerdos. Não resistiram ao apelo de ver de perto exemplares da extrema-esquerda pós-moderna, a mais perigosa das espécies políticas. Não espanta, nadinha, que tenham ficado muito desorientados com o que encontraram. Estão agora reunidos debaixo deste poste, esperando uma qualquer explicação. Pois bem, estimados leitores de André Azevedo Alves, a situação é a seguinte: ser adulto implica aceitar certos fenómenos que resistem à análise, sendo demasiado escorregadios para se deixarem apanhar nas malhas da racionalidade, são realidades que apenas se podem sofrer até deixarem de doer, mas eu, ainda assim, sempre generoso com as visitas, gostaria que levassem daqui uma funda preocupação quanto ao que têm andado a ler deste senhor, o qual conseguiu identificar todo o programa da extrema-esquerda pós-moderna numa frase que até no 9ª de escolaridade não levantará heróicas dificuldades de interpretação. Temam, o caso é sério.

8 thoughts on “Iliteracia e (ultra)montanismo”

  1. mas então, borboleteando pela manhã,

    aquilo foi bom porque é assim:

    o BCE subiu os juros para fortalecer o euro e baixar a inflacção,
    só que deu tudo ao contrário,
    mas ficou tudo perdido?
    não,
    a economia europeia desacelerou,
    as bolsas europeias caíram
    o dólar robusteceu e muito
    e deu para nacionalizar aqueles bancos lá

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