«O líder do PSD, que foi anunciado como "o próximo primeiro-ministro", e que ao chegar à Herdade do Chão da Lagoa disse estar "na maior festa partidária que se realiza em Portugal", traçou um retrato síntese do "socialismo": com António Guterres foi "um pântano", com José Sócrates veio a "bancarrota" e com Costa, que "esteve em todas", Portugal é "um dos [países] mais pobres da Europa".
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E há 44 anos, Miguel Albuquerque sublinhou, que está tudo "muito bem clarificado (...) de um lado os autonomistas e, do outro, os socialistas ao serviço do centralismo de Lisboa".
E por fim, como "não há almoços grátis em política", Albuquerque dirigindo-se ao líder do PSD disse que a Madeira quer ser "determinante" nas próximas legislativas (...) vencer os socialistas, colonialistas na Madeira e dar a primeira vitória a Luís Montenegro para governar com maioria absoluta (...) connosco não há meias tintas. Não há conversa fiada".
A intervenção terminou com Miguel Albuquerque ao piano a tocar e a entoar o hino da "independência": "Madeira és livre e livre serás..."»
O “socialismo colonialista” dos “cavalheiros de Lisboa” será “destruído”