«Não compete ao jornalista esconder factos, suavizar informações ou publicar boatos que ouviu mas não consegue confirmar, só porque ajudam a favorecer a causa que crê ser justa.»
Arquivo da Categoria: Valupi
Que saudades do Rangel aos berros em Bruxelas
Na sequência das declarações do primeiro-ministro sobre jornalistas, a que horas vem Paulo Rangel falar acerca de claustrofobia democrática?
— Pedro Marques Lopes (@pedroml) October 9, 2024
Que cagada é esta?
«Depois de Luís Montenegro ter lançado Luís Marques Mendes para a sucessão de Marcelo Rebelo de Sousa, também Pedro Nuno Santos foi questionado sobre o assunto, com o antigo ministro das Finanças e atual governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, à cabeça. O socialista entende que Centeno “seria um bom nome”, até pela relação de proximidade que criou com os portugueses.
Atirou para cima da mesa, ainda assim, outros nomes da “área socialista”. Primeiro, o de Augusto Santos Silva, que já esteve na rota de Belém, mas também o de António Vitorino ou Ana Gomes. A surpresa foi, no entanto, António José Seguro. O antigo secretário-geral do PS, há muito afastado da política, desde a cisão com António Costa, é visto por Pedro Nuno Santos como um bom candidato para o lugar de Marcelo Rebelo de Sousa.»
Lapidar
«Apesar da complacência dos partidos políticos, com algumas exceções, e do aplauso do comentariado nacional (et pour cause...), MRS arrisca-se a ficar na nossa história política como um modelo do que não deve ser o mandato presidencial.»
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Serviço público
Só verdades
Um erro incompreensível de Guterres
"Como deveria ter sido óbvio, condeno veementemente o ataque do Irão"
Vamos lá a saber
Do impostor que não descansou até derrubar a maioria socialista
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O Guerra continua
A direita decadente cuspiu-se de excitação com a escolha de Amadeu Guerra para suceder a Lucília Gago. Porquê? Porque Sócrates — portanto, PS. Amadeu reuniu amiúde com Joana Marques Vidal e Rosário Teixeira para o planeamento de todas as grandes opções estratégicas e tácticas da Operação Marquês. Uma operação que começou bem antes de começar oficialmente (não confundir com tornar-se pública, algo que só ocorreu em Julho de 2014, ainda sem se lhe dar nome, quando alguém no Ministério Público cometeu crimes para usar a investigação em curso como factor de influência nas eleições para secretário-geral do PS, entre Seguro e Costa).
Este Amadeu, portanto, é um dos principais responsáveis pela montanha de violações à lei e à decência em que a Operação Marquês se transformou a partir do Verão de 2014, provocando na sociedade portuguesa inaudito choque e violência política ao se montar com jornalistas a detenção de Socrates no aeroporto de Lisboa quando regressava a Portugal precisamente para se colocar ao dispor das autoridades. Nessa mesma noite, e no dia seguinte, a primeira versão da acusação que os procuradores andaram anos a alterar foi publicada com todas as letras. O objectivo de Vidal, Guerra e Teixeira era o de destituir Sócrates de qualquer presunção de inocência no espaço público. Desse modo, as violências que se seguiriam — ficar preso para ser investigado, devassado e linchado — não só não gerariam qualquer contestação como contariam com o apoio delirante e sanguinário da indústria da calúnia e do editorialismo.
Aqui temos um dos mais notáveis e profícuos caçadores de socráticos a dar conta do seu entusiasmo com o regresso aos tempos da outra senhora: Parecido com Joana Marques Vidal
Nada disso, pá, a culpa foi da Constança
Adorava participar neste projecto
Que tal resolver isto?
«Mas há uma dinâmica particularmente perversa nesta lógica. É que, exemplifica Sara Correia, “se Espanha tiver níveis de precipitação muito altos, vai libertar muito mais água. Se estiverem numa situação de seca, libertam o mínimo possível”. Os países podem, portanto, jogar com as metas dos caudais para libertar menos água em períodos de seca e libertar mais quando têm mais água, mesmo que isso prejudique os ecossistemas ou níveis de águas de barragens do país vizinho. E esse jogo tem impactos na agricultura.»
Exploração partilhada: como a competição luso-espanhola fomentou a seca
No país das corporações
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Dominguice
Num artigo que já está esquecido e enterrado há 3 meses, até para o seu autor, o caluniador profissional pago pelo Público (e não só, a calúnia pode gerar belíssimos rendimentos) desenvolveu esta tese: A corrupção não é questão de carácter, mas de oportunidade. Olhando para o seu percurso profissional, onde começou por relatar o que via nos cinemas lisboetas e depois almejou chegar à condição de engraçadista de terceira categoria, é impossível discordar.
É que ele apresenta-se como jornalista, inclusive nos textos de opinião. Um jornalista especializado em corromper o código deontológico da sua alegada profissão, porque, lá está, a oportunidade para tal era, é e será imperdível.
Exactissimamente
Montenegro e o populismo incendiário. pic.twitter.com/V8C7KE19CG
— Pedro Marques Lopes (@pedroml) September 20, 2024