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Revolution through evolution

How You Interact with Your Kid Could Shape How They Play with Their Peers
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What standing on one leg can tell you: Biological age
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The transformative power of movies
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People hate stories they think were written by AI: Even if they were written by people
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Unnoticeable electric currents could reduce skin infections
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Live well, think well: Research shows healthy habits tied to brain health
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Recognizing the strengths of socio-economically disadvantaged students leads to better grades

Dominguice

Ventura, publicamente, já ameaçou prender quem defenda o 25 de Abril e uma parte indiscriminada de pessoas ligadas a Governos socialistas e ao PS. Ele põe como condição para esse aumento da população prisional estar a ocupar o cargo de primeiro-ministro. Trata-se, portanto, de uma promessa eleitoral. Não oficial, pois não consta dos programas que vão a votos, mas oficiosa, dado servir para captar os tais votos. Embora não explique como iria fazer a coisa, se por decreto-lei ou a berrar de uma janela em S. Bento, parece convicto de ser não só viável como até fácil: «se com Passos Coelho houve um primeiro-ministro socialista preso, talvez com André Ventura houvesse vários dirigentes de esquerda presos em Portugal pela simples razão que roubaram este país, e roubaram-no até ao tutano!»

Por que motivo estas declarações não causaram o mínimo escândalo, muito menos uma petição pública? Acaso não são, igualmente, instigações à prática de crimes? Sim, são demasiado estouvadas e não tão abjectas e desumanas como as que fez sobre Odair Moniz. Isso é parte da explicação. Mas a outra é esta: desde 2004, existe em Portugal uma prática continuada de apelos ao ódio e ao crime contra o PS e governantes socialistas. Prática generalizada na direita partidária, no editorialismo “de referência” e no comentariado (algum deste, supostamente socialista). Não, pá, o Ventura não é um caso de abiogénese.

Ventura pede mais mortos

Ontem, Ventura festejou a morte de um cidadão pela polícia. Fez a apologia da execução a tiro de pessoas que tenham comportamentos suspeitos ou reacções agressivas. Sem ser preciso saber mais nada a respeito delas do que os agentes policiais considerem suficiente, no momento, para disparar a matar — mesmo que a sua integridade física não esteja em perigo. Devem matar desde que os alvos em causa tenham aparência de “bandidos”, especialmente se forem escurinhos, é a tese do pulha.

Ele disse isto. Várias vezes. Embora não seja a primeira vez que lança apelos à violência contra adversários políticos e certos segmentos da população, a opção de ser explícito ao defender o crime de assassinato por polícias coloca uma questão interessante ao regime, ao sistema partidário e à comunidade.

Que é esta: do actual Presidente da República, passando por todos os governantes e líderes partidários, e acabando nos editores e jornalistas da imprensa dita “de referência”, haverá alguém que não aceite ser cúmplice, com o seu silêncio, deste sórdido ex-candidato autárquico do PSD? Ou estaremos, definitivamente, no reino da cobardia?

Revolution through evolution

Men and women process pain differently, study finds
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Super-agers: What are their secrets to long-lasting memory, stamina?
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Good physical fitness from childhood protects mental health
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Listening to Music May Speed Up Recovery from Surgery
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Stressed bees are much more likely to make pessimistic choices and lack a buzz in life
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Manliness concerns impede forgiveness of coworkers
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Democrats and Republicans agree on one thing: Censoring hate speech
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Dominguice

Não conseguimos dar sentido à nossa biografia, precisamente porque a conhecemos nos seus inúmeros e desvairados absurdos, e depois achamos que entendemos o que os outros andam, ou não andam, a fazer. Ainda por cima, outros tão completamente outros que ignoramos por completo o que seja estar na sua situação. Quanto mais ter, ser, a sua biografia.

Apesar disso, quantos Césares fui!

República dos procuradores

«Há, igualmente, linhas vermelhas que não aceito, nomeadamente, a alteração do Estatuto do Ministério Público em violação da Constituição e da sua autonomia e independência.»

Amadeu Guerra

Eis o incensado epígono de Joana Marques Vidal a anunciar que não aceita beliscões à “independência” do Ministério Público. Problemazito? O MP goza de autonomia mas não de independência. Independentes são os juízes, porque compete à sua função serem absolutamente imparciais (não são, claro, outra conversa). Os procuradores têm diferente função, a de serem parciais posto que procuram formular acusações. Isso dá-lhes o exclusivo poder de usar os instrumentos policiais mais invasivos e coercivos que o Estado possui. Permitir a independência deste corpo equivaleria a permitir os mais graves abusos de poder que se podem conceber em democracia (que, entretanto, vão acontecendo, outra conversa).

O valente Amadeu, na cara dos mais altos representantes do poder político, declarou que se está a marimbar para a Assembleia da República, para a Constituição, para as leis. Ele quer a autonomia e a independência. A faca e o queijo na mão. Quer tudo, o seu projecto é totalitário (mas, faça-se-lhe justiça, não está a ser original).

Secar as receitas da RTP devia ser motivo suficiente para derrubar este governo

Não é só o orçamento que está em causa na próxima votação. Está em causa a permanência deste governo por mais dois anos e meio, a bem dizer três. Seis meses antes e seis meses depois da eleição do Presidente da República o Parlamento não pode ser dissolvido e, a partir do meio do ano de 2026, entra-se na preparação do orçamento. Eis o que diz a lei:

“4. Nos termos do n.º 1 do artigo 172.º da CRP, o Presidente não pode dissolver o Parlamento: i) Nos seis meses posteriores à sua eleição e no último semestre do mandato presidencial;[…]

 

Aprovado este orçamento, não haverá motivo credível para o Presidente dissolver a Assembleia nos primeiros seis meses de 2025. Ora, as eleições presidenciais são em Janeiro de 2026. Assim sendo, não admira a hesitação dos partidos, sobretudo do PS, em tomar uma decisão. É que não se trata apenas do orçamento nem das duas medidas nele previstas que foram objecto de uma suposta negociação com o PS – a redução do IRC e o IRS jovem. Está em causa muito mais.

Já foi dito por muitos, e é verdade: devia ter-se esperado pela apresentação do orçamento e depois decidir o sentido de voto. Mas enfim, está feito, foi mal pensado, e daí o actual compasso de espera. Porém, o Governo tem estado a abrir o seu jogo e a dar involuntariamente argumentos e material precioso à oposição. Agora há mais elementos a ponderar para a decisão de deixar ou não cair o Governo (e este já disse que se recusa a governar por duodécimos em caso de chumbo do orçamento). Por exemplo: é inadmissível que se dê rédea solta ao alojamento local, quando a falta de casas para os portugueses e para quem cá vive é gritante e quando, por essa Europa fora, a política de habitação vai no sentido da imposição de restrições ao AL, quando não da sua proibição. Ainda no campo da habitação, a isenção de IMT para os jovens na compra de casa não está a fazer baixar os preços, pelo contrário, está a fazê-los subir. Um erro, portanto, e  uma benesse para alguns privilegiados apenas.

O IRS jovem é também outra medida errada, pois pode contribuir para reduzir os salários de entrada, o que deita por terra a intenção da medida, que era segurar os jovens no país, é discriminatória (com 35 é-se jovem, com 36 já não) e injusta – os jovens futebolistas milionários acabam abrangidos por este bolo, e não deviam.

Por fim, a RTP. Por que carga de água uma empresa que dá lucro e que cumpre bem a missão de serviço público (excepto nos telejornais, muito pouco imparciais e com pivôs escandalosamente de direita) tem de ser privada das receitas da publicidade e obrigada a reduzir o serviço em benefício dos canais privados? Esta medida é de um despudor sem limites. A SIC está numa situação financeira catastrófica, mas, como contribuiu, e muito, para levar o PSD ao poder, daí… o Governo ajuda, ou seja, paga os favores da campanha infernal contra António Costa. Inadmissível sob qualquer ponto de vista. Até o Morais Sarmento já se insurgiu contra este escândalo.

Acrescem ainda as conversações secretas com o André Ventura, apesar do “não é não” para inglês ver, e a fuga cobarde a explicações a que assistimos nos últimos dias. Como é, Montenegro?

Concluindo, este Governo tem seis meses mas é mau demais e o PS não deve ter receio de o expor: mentiu no seu programa, entrou em campanha eleitoral desde a primeira hora, distribuindo dinheiro por toda a gente e pondo em causa o equilíbrio das finanças públicas, sendo obrigado a baixar as previsões de crescimento, toma medidas totalmente erradas e, com a garantia de mais três anos de poder, estragará ainda muito mais. Travá-lo enquanto é tempo será um acto patriótico. Não o travar implica mais três anos de descalabro e incompetência. O Pedro Nuno é ou não capaz de ter coragem e de ser afirmativo e contundente, como parecia ser, sem cair no estilo Mariana Mortágua? Esta é a grande questão que gostava de ver esclarecida. (ver pergunta do Valupi, muito oportuna)

Ora, foda-se

«Pode haver quem tenha pena que, num almoço de hoje, num discreto lugar de Lisboa, não tivesse havido um gravador para recolher os testemunhos ali prestados pelos embaixadores portugueses que, nos meses que antecederam e que sucederam ao pedido de ajuda externa, estavam então colocados em três importantes capitais: Berlim, Paris e Londres. Por quase três horas, cruzámos episódios, conferimos versões e olhámos retrospetivamente o que Lisboa significou então para nós, como centro de instruções e de informação. E também o que não significou, as nossas angústias e a nossa solidão. Nessa conversa, solta e sem peias nem baias, falámos livremente da parte que a cada um competiu naquela história. E tudo por ali ficou.»


Fonte

Cheira a guerra e, por ironia do destino, só os israelitas podem ajudar a resolver

Em Israel, chegou a hora do tudo ou nada. Cercados, ou morrem ou vivem para sempre e em paz com os seus vizinhos. Deve ser isto que pensam neste momento.

Depois há a Rússia, a China, o Irão e a Coreia do Norte. Este quarteto tenebroso está de repente unido contra o “Ocidente”, que inclui também o Japão, a Coreia do Sul, a Austrália e claro… Israel. Tudo democracias liberais livres, por oposição à autocracia da Rússia, à ditadura da China, à espécie de monarquia infanto-comunista da Coreia do Norte e à teocracia do Irão. Fantasmas que sabíamos estarem lá, mas para atemorizar outros.

Neste momento, no entanto, todos eles ameaçam com uma guerra: a China ameaça directamente (e provoca) os Estados Unidos no sudeste asiático por causa de Taiwan e indirectamente todo o Ocidente ao apoiar – embora dissimuladamente – a Rússia contra a NATO, após a invasão da Ucrânia; a Coreia do Norte ameaça constantemente a Coreia do Sul e apoia com homens e armamento a Rússia no ataque à Ucrânia; a Rússia ameaça quase diariamente a Europa caso esta “ponha as botas” na Ucrânia e mesmo que não ponha, porque entende que pode invadir os vizinhos que quiser, sobretudo se ganhar à Ucrânia e se os Estados Unidos (com Trump, o amigo de Putin) nos retirar o apoio; o Irão dos ayatollahs, na impossibilidade de ameaçar directamente os Estados Unidos, ameaça islamizar a Europa, a potência (melhor, “os infiéis”) mais à mão e neste momento “inundada” de muçulmanos tão retrógrados como os mais obscurantistas islamistas, não integrados, e receptivos à adopção de aberrações como a Sharia nos países para onde emigraram, começando, o Irão, por cercar e bombardear Israel, um aliado americano e uma democracia livre de tipo ocidental (não digam, eu já sei: tem os seus próprios fundamentalistas alucinados e arrogantes. Para esses, o meu repúdio. Por mim, iriam para um centro de reabilitação cerebral multiconfessional).

De modos que, apesar de, na Europa, reinar a descontração e ninguém ter pensado na possibilidade de uma guerra real, a quente, a doer, e isto há muitas décadas, cada vez mais me parece inevitável um conflito sério, uma convulsão monumental, com epicentros na Ucrânia e em Israel. A tensão aumenta a cada dia. Dizem os líderes do eixo da morte que querem uma nova ordem mundial… Pois querem, mas nós não, cruzes! Uma ordem mundial ditada por eles? Por muitos defeitos que os Estados Unidos tenham, mil vezes a liberdade que lá existe e as regras que impõem (bom, pelo menos até hoje) do que a total opressão desses regimes.

O eixo da morte está, de facto, extremamente agressivo. Bombardeiam, ameaçam.

Vamos deixar morrer os ucranianos, entregar a Ucrânia à Rússia, encorajar o Putin e pandilha a recapturar de seguida os países do Pacto de Varsóvia ou acabará a NATO por intervir? Ou os ucranianos por desistir. Quereremos a Ucrânia, depois de arrasada, de novo governada pela oligarquia russa e seus fantoches, aqui mesmo à nossa porta? Queremos isso para nós, para a Lituânia, para a Polónia? Morreremos para que isso não aconteça? Sim, não haverá outra hipótese.

Vamos deixar que o Irão e a Rússia aniquilem Israel? Não vamos, e o assunto é sério. Por muitos Pedros Sanchez e universitários imbecis e ignorantes que vociferem contra a malvadez da IDF e enalteçam a bondade e a pureza dos palestinianos, as alternativas islamistas são mil vezes piores. O Hamas, o Hezbollah, o ISIS, a Irmandade Muçulmana, que dominam agora a Palestina, são duas mil vezes piores. Por alguma razão nenhum vizinho que queira ter sossego os quer lá. Deixar que Israel sucumba às mãos desses bárbaros será uma tragédia. Queremos voltar às cruzadas? Estamos à beira de entrar para uma espécie de filme de terror apocalíptico: existe a ameaça de virmos a ser aniquilados por monstros vindos de outra era, de outra idade. Monstros que usam os seus como escudos, matam, degolam, violam e torturam em nome de uma divindade, como há milénios. Acontece que com armas do século XXI, compradas aos infiéis, que as inventaram. E, para somar desgraça ao terror, há quem, entre nós, defenda os monstros e os considere umas vítimas.

E cá dentro? Vamos permitir que a rua muçulmana na Europa tome conta das políticas internas e sobretudo da nossa política internacional? Será bom que não aconteça. Vai haver luta, violência urbana. Aliás, já começa a haver. É olhar para Inglaterra, onde uns cantam o Rule Britannia enquanto outros gritam Jihad! nas ruas de Birmingham.

Como saímos da ameaça tenebrosa da Rússia e da ameaça de guerra com o islão, ao mesmo tempo que gerimos as nossas ruas?

Não sabemos, alguma coisa terá que ser feita, mas, como alguém já disse, seria mesmo um bem para a humanidade se os israelitas conseguissem dar cabo dos ayatollahs. Aposto neles. Torço por eles. Não resolveria tudo, pois haveria provavelmente uma retaliação russa e uma intervenção americana, mas que daria uma preciosa ajuda, daria. Por exemplo, para a pacificação de todo o Médio Oriente (a Arábia Saudita não quer guerras). E sobretudo se a população saísse à rua a festejar. Quero muito que isso aconteça.

Revolution through evolution

Should men and women eat different breakfasts to lose weight?
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To make children better fact-checkers, expose them to more misinformation — with oversight
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Commonly used arm positions can substantially overestimate blood pressure readings
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Positive expectations facilitate reward processing and negative expectations prime pain processing
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Manipulating dreams to improve mental health
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Do fungi recognize shapes?
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Why people think they’re right, even when they are wrong
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Dominguice

Dizer que a democracia é, logo etimologicamente, o sistema político que dá o poder soberano ao “povo” gera equívocos onde os néscios e os imbecis tropeçam. Para estes, o povo é o conjunto dos indivíduos que gostariam de estar a mandar nos outros, mas que, por funesto destino, limitam-se a ir votar, se é que votam. Assim se concebendo, os néscios e os imbecis têm excelentes razões para se queixarem da democracia. É que ela não lhes faz as vontades, é madrasta. São outros que mandam, os malandros dos “políticos”, gente malvada. Daí proclamarem que a “democracia” não existe. Se existisse, os néscios e os imbecis estariam a mandar nesta merda toda, ’tá bem de ver.

Solução? Começar a ensinar às crianças que “democracia” não é conceito que se traduza como “o poder do povo”. Porque o povo é bronco e voraz. A ideia dos gregos, os inventores da coisa, foi outra: a democracia consiste em ter comunidades que aceitam ser governadas por uma parte dessas comunidades. Percebido? O povo apenas se sabe governar a si próprio, e mal. Para cuidar dos interesses de todos, isso só em comunidade se resolve.

Este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório