Qual será o melhor desfecho do confronto entre PSD e PS para o Orçamento de 2025?
Do impostor que não descansou até derrubar a maioria socialista
Il a raison

“Notre culture est judéo-chrétienne. Le creuset français se fait à Jérusalem, il se fait à Athènes, il se fait à Rome. C’est une civilisation unique, qui est aussi européenne et le pire pour moi, c’est de voir cette mauvaise conscience européenne alors que l’Europe est le symbole de la liberté. Comment voulez-vous intégrer des jeunes qui doutent, en leur disant que la France n’est pas aimable, qu’elle est coupable de tous les crimes ?”
Bruno Retailleau, ministro da Administração Interna de França
Tudo indica que a discussão sobre os valores europeus versus outros valores entra finalmente na ordem do dia catapultada (em força nas redes sociais) pelo problema da imigração, sobretudo muçulmana, um problema bem detectado e aproveitado pelas forças nazis e de extrema-direita, até há pouco adormecidas e, convém lembrar, pelos russos do regime de Putin, apostados em apoiá-las, sempre na mira da desestabilização dos seus rivais “ocidentais” e da NATO.
Com o Próximo Oriente em ebulição, com os vários atentados à faca na Alemanha e com as manifestações da “rua euro-árabe” um pouco por todo o lado na Europa a pretexto do que se passa no Médio Oriente, chegou finalmente a altura de a Europa deixar de se consumir pela culpa do colonialismo – até porque russos e chineses “colonializam” e “imperializam” à vontade hoje em dia, embora por outros processos – e deixar de se envergonhar da sua história, da sua filosofia, das suas descobertas, da sua literatura, da sua liberdade, da sua laicidade, enfim, dos seus valores. Valores esses, diga-se, altamente apreciados por muitos dos que, vivendo sob os regimes opressores do Médio Oriente e não só, gostariam de se libertar deles, e dos quais tiram proveito os que decidem emigrar para o Ocidente.
Por isso, tem razão, sim, o ministro francês, se não em tudo o que diz sobre o Estado de direito nesta entrevista, sobretudo neste particular da integração dos imigrantes provenientes de partes do mundo onde imperam regras e valores bem diferentes dos nossos. Como querer que os filhos dessas pessoas se integrem nas nossas sociedades se uma parte estridente de nós, normalmente a extrema-esquerda, grita os mais irados vitupérios contra a nossa história, o nosso sistema económico, a nossa política e tudo o que é ocidental em geral? Assim é complicado.
Idiotas úteis ao serviço das autocracias (também simplesmente “agentes”) é mesmo o termo mais adequado para os designar.
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Um conflito sobre o qual se fala demais, sem distanciamento e sem objectividade
Os festejos que se seguiram, em alguns países do Médio Oriente, entre os quais a Síria e o Irão, à morte pelas IDF de Hassan Nasrallah são de molde a deixarem desorientada a brigada anti-Israel e anti-Ocidente que vive refastelada no Ocidente a defender, na prática, regimes totalitários, teocráticos e obscurantistas, não?
O Guerra continua
A direita decadente cuspiu-se de excitação com a escolha de Amadeu Guerra para suceder a Lucília Gago. Porquê? Porque Sócrates — portanto, PS. Amadeu reuniu amiúde com Joana Marques Vidal e Rosário Teixeira para o planeamento de todas as grandes opções estratégicas e tácticas da Operação Marquês. Uma operação que começou bem antes de começar oficialmente (não confundir com tornar-se pública, algo que só ocorreu em Julho de 2014, ainda sem se lhe dar nome, quando alguém no Ministério Público cometeu crimes para usar a investigação em curso como factor de influência nas eleições para secretário-geral do PS, entre Seguro e Costa).
Este Amadeu, portanto, é um dos principais responsáveis pela montanha de violações à lei e à decência em que a Operação Marquês se transformou a partir do Verão de 2014, provocando na sociedade portuguesa inaudito choque e violência política ao se montar com jornalistas a detenção de Socrates no aeroporto de Lisboa quando regressava a Portugal precisamente para se colocar ao dispor das autoridades. Nessa mesma noite, e no dia seguinte, a primeira versão da acusação que os procuradores andaram anos a alterar foi publicada com todas as letras. O objectivo de Vidal, Guerra e Teixeira era o de destituir Sócrates de qualquer presunção de inocência no espaço público. Desse modo, as violências que se seguiriam — ficar preso para ser investigado, devassado e linchado — não só não gerariam qualquer contestação como contariam com o apoio delirante e sanguinário da indústria da calúnia e do editorialismo.
Aqui temos um dos mais notáveis e profícuos caçadores de socráticos a dar conta do seu entusiasmo com o regresso aos tempos da outra senhora: Parecido com Joana Marques Vidal
Nada disso, pá, a culpa foi da Constança
Adorava participar neste projecto
Que tal resolver isto?
«Mas há uma dinâmica particularmente perversa nesta lógica. É que, exemplifica Sara Correia, “se Espanha tiver níveis de precipitação muito altos, vai libertar muito mais água. Se estiverem numa situação de seca, libertam o mínimo possível”. Os países podem, portanto, jogar com as metas dos caudais para libertar menos água em períodos de seca e libertar mais quando têm mais água, mesmo que isso prejudique os ecossistemas ou níveis de águas de barragens do país vizinho. E esse jogo tem impactos na agricultura.»
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Dominguice
Num artigo que já está esquecido e enterrado há 3 meses, até para o seu autor, o caluniador profissional pago pelo Público (e não só, a calúnia pode gerar belíssimos rendimentos) desenvolveu esta tese: A corrupção não é questão de carácter, mas de oportunidade. Olhando para o seu percurso profissional, onde começou por relatar o que via nos cinemas lisboetas e depois almejou chegar à condição de engraçadista de terceira categoria, é impossível discordar.
É que ele apresenta-se como jornalista, inclusive nos textos de opinião. Um jornalista especializado em corromper o código deontológico da sua alegada profissão, porque, lá está, a oportunidade para tal era, é e será imperdível.
Exactissimamente
Montenegro e o populismo incendiário. pic.twitter.com/V8C7KE19CG
— Pedro Marques Lopes (@pedroml) September 20, 2024
Parabéns, bebé!
Perguntas simples
Lapidar
Alegorias do trumpismo
«A Polícia Judiciária (PJ) deteve, fora de flagrante delito, um homem, de 55 anos, suspeito de ter ateado um incêndio florestal na madrugada de domingo em Cacia, Aveiro, informou esta terça-feira aquele órgão de polícia criminal. Em comunicado, a PJ esclareceu que o detido "revela uma propensão para a repetição do comportamento incendiário, tendo inclusive cumprido já pena de prisão pelo mesmo tipo de crime". A PJ refere ainda que o agora detido "é também suspeito de, num passado recente, ter ateado, nas proximidades, pelo menos outros dois fogos, designadamente no Monte do Paço e em Mataduços".
A mesma nota refere que não foi possível determinar qualquer motivação racional ou explicação plausível para a prática dos factos em investigação.»
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