Is parents’ cellphone use harming their kids?
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Communication with doctor during first visit affects pain patients’ outcomes
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Brighter nights and darker days could lead to an early grave
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Alcohol consumption among non-human animals may not be as rare as previously thought, say ecologists
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Expert Unravels Truth on Spiders as Friend, Foe
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Everything you always wanted to know about large language models for science (but were afraid to ask)
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It’s not to be. Universe too short for Shakespeare typing monkeys
Dominguice
Quando Erik ten Hag foi contratado pelo Manchester United, em 2022, tomou a decisão de afrontar o Cristiano desde o início. Havia racionalidade nessa opção, pois era uma forma de se ver livre de um jogador em notória e irrecuperável perda de capacidades físicas, o qual se impunha no balneário e na indústria do futebol como uma marca maior até do que a do clube, este um dos mais populares mundialmente. Aparecendo como aquele que não tinha qualquer receio de humilhar e vergar a vedeta poderosíssima, parecia que só havia vantagens para a sua carreira de treinador na actualidade e no futuro. De facto, Cristiano não aguentou a pressão e fugiu para os milhões das arábias. Porém, na época anterior, apesar de estar rodeado de coxos, fez algumas coisas absolutamente maravilhosas, tendo acabado como o jogador preferido dos adeptos.
O fulano foi agora despedido e para o seu lugar vai Rúben Amorim. Obviamente, ninguém, nem Deus, poderá saber o que teria acontecido se a sua opção tivesse sido a de construir uma equipa para servir as capacidades de Cristiano. Ou, pelo menos, que o usasse o melhor possível, espremendo o fruto até à última gota. Assim, o que fica é tão-só um trajecto completamente inglório. A oportunidade foi desperdiçada por causa da sua gula. É mais um holandês voador.
Lapidar
A falta de reação da direção do PS às miseráveis afirmações do presidente da câmara de Loures é uma vergonha e um atentado à história do partido (aquela coisa tíbia da Alexandra Leitao nem qualifica para comentário). Será o menos, mas o PS fica com pouco espaço no futuro para…
— Pedro Marques Lopes (@pedroml) November 2, 2024
Obrigado, Bulhão!
«Um dia, n'um jantar lauto [em navio da marinha inglesa atracado em Lisboa] quando já se haviam tocado bem os copos, levantou-se o Sá de taça em punho. Não sabia uma palavra de inglez, mas tinha decorado uma phrase do exordio de um brinde, e disse-a em purissimo londrino. O resto portuguez classico, porém com tal arte imitava a pronuncia ingleza que os officiais, attentissimos, punham a mão na orelha, como tubo acustico, dando-se a perros por não entenderem uma palavra. Logo que souberam do logro, ficaram encantados e agarraram-se n'elle com estrepitosa alegria, que, em rompendo, nos inglezes, é de atordoar.
Sá Bexiga cortejou a filha de um homem abastado, não sei se titular. O pae não queria o casamento e ficou de mal com a filha e com o genro. Uns seis mezes depois, Sá defronta com o sogro ao virar a esquina de uma rua da baixa. Pára diante d'elle e diz-lhe:
— Que V. Ex.ª ficasse de mal com sua filha, porque fez um pessimo casamento, percebe-se e é justo; mas comigo, que o fiz optimo, é que não ha razão nenhuma. O sogro, a rir e a chorar, deitou-se-lhe nos braços e ficaram excellentes amigos.»
Memorias_Bulhão Pato_Vol. 3_pág. 375
Exactissimamente
Lucidez exemplar de Biden
Vamos lá a saber
O que poderá explicar esta sondagem?
Começa a semana com isto
Todos os domingos, num televisor perto de si pic.twitter.com/esvjtEiOKM
— volksvargas (@volksvargas) October 28, 2024
Revolution through evolution
How You Interact with Your Kid Could Shape How They Play with Their Peers
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What standing on one leg can tell you: Biological age
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The transformative power of movies
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People hate stories they think were written by AI: Even if they were written by people
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Unnoticeable electric currents could reduce skin infections
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Live well, think well: Research shows healthy habits tied to brain health
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Recognizing the strengths of socio-economically disadvantaged students leads to better grades
Dominguice
Ventura, publicamente, já ameaçou prender quem defenda o 25 de Abril e uma parte indiscriminada de pessoas ligadas a Governos socialistas e ao PS. Ele põe como condição para esse aumento da população prisional estar a ocupar o cargo de primeiro-ministro. Trata-se, portanto, de uma promessa eleitoral. Não oficial, pois não consta dos programas que vão a votos, mas oficiosa, dado servir para captar os tais votos. Embora não explique como iria fazer a coisa, se por decreto-lei ou a berrar de uma janela em S. Bento, parece convicto de ser não só viável como até fácil: «se com Passos Coelho houve um primeiro-ministro socialista preso, talvez com André Ventura houvesse vários dirigentes de esquerda presos em Portugal pela simples razão que roubaram este país, e roubaram-no até ao tutano!»
Por que motivo estas declarações não causaram o mínimo escândalo, muito menos uma petição pública? Acaso não são, igualmente, instigações à prática de crimes? Sim, são demasiado estouvadas e não tão abjectas e desumanas como as que fez sobre Odair Moniz. Isso é parte da explicação. Mas a outra é esta: desde 2004, existe em Portugal uma prática continuada de apelos ao ódio e ao crime contra o PS e governantes socialistas. Prática generalizada na direita partidária, no editorialismo “de referência” e no comentariado (algum deste, supostamente socialista). Não, pá, o Ventura não é um caso de abiogénese.
Mutatis mutandis
Pôr o Ventura, e seus cães de fila, na ordem
Um cobardolas, reles e perigoso
Vamos lá a saber
Ventura pede mais mortos
Ontem, Ventura festejou a morte de um cidadão pela polícia. Fez a apologia da execução a tiro de pessoas que tenham comportamentos suspeitos ou reacções agressivas. Sem ser preciso saber mais nada a respeito delas do que os agentes policiais considerem suficiente, no momento, para disparar a matar — mesmo que a sua integridade física não esteja em perigo. Devem matar desde que os alvos em causa tenham aparência de “bandidos”, especialmente se forem escurinhos, é a tese do pulha.
Ele disse isto. Várias vezes. Embora não seja a primeira vez que lança apelos à violência contra adversários políticos e certos segmentos da população, a opção de ser explícito ao defender o crime de assassinato por polícias coloca uma questão interessante ao regime, ao sistema partidário e à comunidade.
Que é esta: do actual Presidente da República, passando por todos os governantes e líderes partidários, e acabando nos editores e jornalistas da imprensa dita “de referência”, haverá alguém que não aceite ser cúmplice, com o seu silêncio, deste sórdido ex-candidato autárquico do PSD? Ou estaremos, definitivamente, no reino da cobardia?
Lapidar
Começa a semana com isto
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Men and women process pain differently, study finds
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Super-agers: What are their secrets to long-lasting memory, stamina?
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Dominguice
Não conseguimos dar sentido à nossa biografia, precisamente porque a conhecemos nos seus inúmeros e desvairados absurdos, e depois achamos que entendemos o que os outros andam, ou não andam, a fazer. Ainda por cima, outros tão completamente outros que ignoramos por completo o que seja estar na sua situação. Quanto mais ter, ser, a sua biografia.
Apesar disso, quantos Césares fui!