É um chavão, e logo gaulês. Mas é também – pelo menos no caso da «Sininho» e do «Py» – uma grande verdade. Quando escrevi o post aí abaixo (esse com a foto do deserto em Marrocos), estava longe de imaginar que não estava sozinho, por aqui, e que estava até muito bem acompanhado.
Pois acontece isto: tanto a Sininho como o Py enviaram-nos fotos daquele país magnífico. E próximo. Segundo rezam os ditos, Rabat é a capital mais próxima de Lisboa. Não é, Madrid ganha-lhe por uns quilometrozecos. Mas quem repara nisso?… E faz muito bem.
Ora, o Py andou por Alcácer Quibir e foi ao local da batalha (que fica 16 km a nordeste da cidade de tão famoso e agoirento nome). Tirou lá esta foto, que comenta nos termos que seguem.

Quando vi este post do Fernando, lembrei-me de uma coisa. O ano passado voltei a Alcácer-Quibir, lá fui a cheirar, até que voltei ao sítio da batalha. Fui fazer uma mijinha e fotografar. Fiquei de descobrir mais tarde o que estava na placa com as três coroas. Já que na batalha morreram os três reis, na versão mais corrente, e estão lá três coroas, pensei que podiam ser os três reis, mas os dois de baixo têm a estrela do Islão e o de cima tem um tracinho vertical e não iam pôr D. Sebastião por cima dos deles, logo será Allah? Não faço ideia do que está escrito na placa e infelizmente não fotografei de mais perto.
Os meus meios técnicos permitem chegar a isto. Já haverá quem possa ler?

Entretanto a Sininho andou fotografando material culinário. Isto, por exemplo.
E informa que as suas melhores fotos – «as do deserto» – não estão digitalizadas. Esta está, e tanto que, no jornal de cima, em letras vermelhas, pode ler-se, bem grande, «Les pays arabes e[xigent?] paix et réformes».
A reprodução, aqui, é… degueulasse.














