Arquivo da Categoria: Valupi
Impressionar no desemprego, brilhar na falência, seduzir na miséria
Extreme Antisocial Personality Predicts Gang Membership, Finds Study Based On Survey of Male Prisoners
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Volunteering, Helping Others Decreases Substance Use in Rural Teens, Study Finds´
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Body Posture Can Influence Decision-Making
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Children’s Spatial Skills Improved By Learning Spatial Terms
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“If I’m Scared, So Are You.” Study Reveals How Fear Impacts Stock Market Decisions
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Physical Functioning Declines More Rapidly Among the Poor
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Breakthrough Scientific Discoveries No Longer Dominated by the Very Young
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OMEGA-3 Reduces Anxiety And Inflammation In Healthy Students
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More Facebook Friends, Fewer Real Ones, Says Cornell Study
Vamos lá a saber
O que é que, exactamente, se deve dizer a um marmanjo, este marmanjo, que diz isto:
“Os militares têm a tendência para estabelecer um determinado limite à actuação da classe política”. Esse limite, considerou, foi ultrapassado em 1974 e culminou com a “revolução dos cravos”.
Hoje, Portugal está “a atingir o limite”, disse, corroborando o que há seis meses dissera à Lusa: “Se soubesse o que sei hoje não teria possivelmente feito o 25 de Abril”.
O coronel na reserva acredita que há condições para os militares tomarem o poder e vai mais longe: “bastam 800 homens”.
Em comparação com o golpe de 1974 – do qual afirma ser um “orgulhoso protagonista” –, Otelo considera que um próximo seria até mais fácil, pois “há menos quartéis, logo menos hipóteses de existirem inimigos” da revolução.
Perguntas complicadas
Chamem o Freud e tragam o Adler
Tenho para mim que os ódios de estimação ao Sócrates seguiram de facto um trajecto muito mais simples do que geralmente se supõe, passando sobretudo pela constatação da sua capacidade de debate — bem visível na AR e nas entrevistas televisivas — e sua resiliência no poder. Daí as campanhas dos humilhados e ofendidos (pela superioridade e boas maneiras alheias) que pela sua intensidade invulgar acabaram por recrutar muitos patetas.
Uma citação realmente de gargalhada, sobretudo para quem se lembrar das passagens da ministra pelas entrevistas do Crespo, nos tempos mais intensos da caça ao homem. Mas o mais interessante de tudo são os transes de alucinação histérica que a sugestão de presença — mesmo fantasmática — do Grande Satã continua a despoletar nalguns comentadores, agora, ao que parece, como uma espécie de catarse frente ao coelhismo castigador que lhes vai ao bolso. Chamem o Freud, depressa!
Parelhas
Gargalhada da semana
“Devo dizer a Vossa Excelência que a mentira e a ofensa não são o caminho para a resolução dos graves problemas que temos de enfrentar. A desconsideração, o ataque sustentado em factos pessoais, que aliás nem sequer são verdadeiros, não são toleráveis na luta política e institucional. Essa forma de agir é censurável e ofende os princípios éticos da nossa democracia”, prosseguiu Paula Teixeira da Cruz.
Enigmas de arrebimbomalho
Bem sabemos que Sócrates tinha um plano a seis anos para levar Islândia, Grécia, Irlanda e Portugal à bancarrota. Pelo meio, faria do afastamento de Moura Guedes da TVI a sua missão na Terra, nem que para tal tivesse de meter cunhas ao Rei de Espanha, diria mal do Crespo em voz alta nos buffets finórios da gente séria e lançaria uma mega-operação de controlo da comunicação social através desses paus-mandados aparvalhados e corruptos que dão pelos nomes de Zeinal Bava e Henrique Granadeiro. Podia não ser o melhor plano do mundo, mas também não era mau de todo e, como os jornalistas honestos não se cansaram de repetir, foi concretizado com estrondoso sucesso na sua maior parte.
O enigma é este: como é que depois desta trabalheira insana Sócrates ainda teve pachorra para afundar a Itália?
João Duque (o chefão), António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco
Relvas entregou o destino da RTP a este grupo de individualidades:
João Duque (o chefão), Felisbela Lopes, António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, Francisco Sarsfield Cabral, João do Amaral, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco.
Do grupo original, saltaram fora Felisbela Lopes, Francisco Sarsfield Cabral e João do Amaral. Pelo que o seguinte grupo de individualidades vai amanhã apresentar a sua visão do que deve ser o serviço público de televisão:
João Duque (o chefão), António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco.
Ora, façamos aqui uma pausa introspectiva para nos interrogarmos: que será previsível sair de um grupo chefiado por João Duque e onde botam faladura António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco?
Eu, que falhei a admissão num curso rápido de bruxaria, apostava que estas individualidades vão dar mais uma prova de serem iguais a si próprias, apresentando propostas coerentes com o seu percurso, defendendo ideias em sintonia com os seus valores, harmonizando a responsabilidade neles delegada com as convicções mais estimadas naquelas cabeças. Assim, se se confirmar que estas individualidades querem acabar com a informação da RTP, alegando que ela é manipulada ou manipulável, e também varrer para fora do ecrã a ideologicamente perigosa RTP Memória, teremos de congratular Passos Coelho e Miguel Relvas.
De facto, se a ideia é a de transformar a imprensa portuguesa num imenso Correio da Manhã, não me ocorre nada melhor do que deixar a RTP nas mãos de João Duque (o chefão), António Ribeiro Cristóvão, Eduardo Cintra Torres, José Manuel Fernandes, Manuel José Damásio, Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco.
Good food for good thought
We all have personal stories about who we are and what the world is like. These stories aren’t necessarily conscious, but they are the narratives by which we live our lives. Many of us have healthy, optimistic stories that serve us well. But sometimes, people develop pessimistic stories and get caught in self-defeating thinking cycles, whereby they assume the worst and, as a result, cope poorly. The question then becomes how to help people revise their negative stories.
One approach is psychotherapy. Cognitive behavioral therapy (CBT), for example, which is designed to identify and change people’s negative thinking patterns about themselves and the social world. CBT is an effective way of helping people, especially those with serious problems such as depression or anxiety disorders.
But social psychologists have discovered another approach that is simpler and can help people with less serious problems. I call this “story editing,” because people are encouraged to edit their personal stories in beneficial ways. There are a variety of ways of doing this. In one, called “story prompting,” people are given information that suggests a new way of interpreting their situation. This is particularly effective when people haven’t settled on the narrative they will tell about what is happening to them.
For example, I did a study with first-year college students who were not doing well academically. They were at risk of adopting a negative, self-defeating thinking pattern in which they blamed themselves and concluded that they weren’t “college material.” We randomly divided the students into two groups. One group got information indicating that many people do poorly their first year but do better after they learn the ropes, and watched videotaped interviews of upperclass students who reinforced this message. The idea was to encourage students to change how they interpreted their own academic difficulties, redirecting them away from the negative, self-defeating idea that they weren’t cut out for college, to a more positive interpretation that they needed to learn how to do better. It worked: This group of students, compared to the control group (who got no information), achieved better grades the next semester and were less likely to drop out of college.
Olha para esta beleza
Como é que foi mesmo que chegámos aqui?
“Mais do que nunca, nós precisamos de manter um espírito de unidade e de abertura ao compromisso. É fundamental que haja um consenso na área política e um consenso na área social para que Portugal consiga vencer os problemas que tem à sua frente com custos que não sejam demasiado elevados”, defendeu o Presidente da República, que falava aos jornalistas à margem de uma deslocação ao concelho de Sintra.
“Eu espero bem que os países nossos parceiros na União Europeia, mas também o Fundo Monetário Internacional, o Banco Central Europeu, a Comissão, entendam que é da maior importância ajudar um país que está a fazer um esforço imenso para cumprir os compromissos que assumiu, honrar a sua palavra, que não quer a redução da sua dívida externa, porque isso seria de facto dramático para Portugal, e quer honrar os compromissos que assumiu no passado para com os credores”, afirmou.
«Considero da maior importância que a propósito do Orçamento do Estado ocorra na Assembleia da República um diálogo frutuoso, construtivo, que permita alcançar entendimentos de modo a melhorar a proposta apresentada pelo Governo», considerou.
Cavaco Silva adiantou ainda que esta premissa é importante para «criar um ambiente social menos negativo e para que possamos ultrapassar todos os problemas que temos, em particular o desiquilíbrio nas contas públicas, mas também o excesso de endividamento externo sem custos insuportáveis para alguma parte da nossa população».
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Cavaco está nas suas sete quintas. Domina agora a cena sem qualquer rival, até pode aparecer como o líder da oposição que junta os aflitos da direita e da esquerda, o grande pastor do Povo agitando o cajado contra os lobos. E das ovelhas que vão sendo devoradas em quantidades crescentes acena que muita culpa terão, que são ovelhas tresmalhadas. Como é que chegámos aqui? Portugal foi obrigado a pedir um empréstimo de emergência sob condições economicamente radicais e altamente penalizadoras da qualidade de vida da população porque toda a oposição e o Presidente da República consideraram que um Governo com apenas 3 meses de execução do seu Orçamento não devia continuar a executá-lo nem a adaptá-lo aos acontecimentos externos. Esse Orçamento tinha sido acordado com o PSD, que o tornou ainda mais austero, e obteve a promulgação de Belém. Estávamos nas vésperas das eleições presidenciais aquando da sua negociação e o plano era só um: garantida a reeleição de Cavaco, Sócrates seria derrubado na primeira oportunidade. Política da terra queimada, o frágil País perdido na tempestade económica e financeira internacional que se fodesse.
Branco de merda
Dedicado ao maradona
Texto encontrado na caixa de comentários disto:
mk741 said: Before I critique the review, good on GT for reviewing the PC version. Anyways, my thoughts on the review itself; 1. I guarantee GT won’t take such a condescending attitude towards MW3’s campaign/ story (you especially won’t hear the its a story we’ve all heard before line). They’ll probably call MW3’s campaign a fun ride, or some shit. Let’s be honest with ourselves here: While it’s clear Battlefield lacks anything of real narrative interest to their campaigns, MW3’s story will be nothing more than a mindless Michael Baysplosion fest with all powerful America taking down insert foreign nation here with a mindblowingly stupid twist at the end. There will also be vain attempts to be edgy with over the top violence in the cutscenes (insert silly torture scene here) that only impress little boys and dialogue that even Michael Bay would scoff at. It happened in MW2. It happened in World at War. It happened in Black Ops. The pattern ain’t changing for MW3. Can you enjoy COD’s storytelling? By all means. But is it realistically any better than what Battlefield churns out? Nope. 2. I hate when reviewers do this. They die while playing the game, and think it’s the game’s fault/ a design flaw. Simply sucking at a game is your own fault. To whoever reviewed BF3, you died. Sorry, but it’s simply because you did something wrong. Not the game’s faults. YOURS. Games are designed to be a trial and error process, and if you fault a game for not approaching it correctly (i.e. running into open fire and expecting to kill everyone), you should evaluate how you review games, or just stop reviewing games all together. Through the act of dieing, you learn from your mistakes and subsequently improve as a player. Common fucking sense here. Sorry I sound mad, but really can’t stand when reviewing do this (especially considering they’re grown ass men, and not a 10 year old whose never played a video game before). Also I was confused at the complaining over the more open levels. In a world where most modern FPS campaigns are designed like a straight line with no exploration, more open levels in the campaign sounds like a welcome change. 3. If GT themselves label it one of the greatest looking games of all time, I would think they’d have given it a 10 in the visual department. It deserves it anyhow when it’s handed that kind of compliment. I mean if BF3 doesn’t deserve a 10 in the visual department… then what does? We are dealing with a game that’s literally has next-gen visuals. 4. Highlighting the learning curve and teamwork elements in a negative light. Look, will some people be put off my dieing constantly when they first get online? Probably. I got annoyed when I got my ass handed to me constantly in BC2 when I first got on. And when I pick up my copy of BF3, I expect to be completely owned on my first couple MP playthroughs (actually probably more than just a couple…). But in my eyes, a game that delivers instant gratification to it’s player is infinitely worse than a game with a steep learning curve. We should appreciate the fact that succeeding at BF3 requires actual skill and dedication (not just being a lone wolf, finding a place to camp, and racking up a kill streak) and asks the player to use some basic form of strategy/ teamwork. Case in point, do you expect to get on SFIV (without ever playing it) and expect to own everyone? Nope. You’ll probably rack up 10 straight losses. But losing is a part of any real competition, and losing is a key part in becoming a winner. You have to start at the bottom, and work your way up to the top. This is a fact of life, applicable to a lot of things beyond gaming. And remember, you’re only a real loser if you quit. All that being said, a 5 hr campaign is disappointing, but it’s clear that the SP has never been the focus of big FPS’s this gen, and I’m pretty sure some will immediately jump online, and maybe not even touch the BF3’s SP. The co-op missions look alright (people will probably give em a couple playthroughs), but again seem simply overshadowed by the monstrously awesome looking multiplayer. It’s frankly all about the multiplayer and visuals, and in that regard, BF3 looks to deliver.
Que te vais oferecer no Natal? Esta preciosidade, por exemplo
Impressionar no desemprego, brilhar na falência, seduzir na miséria
Physicians Who Play Mozart While Performing Colonoscopy May Improve Adenoma Detection Rate
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Religious Arguments Both Damage, Strengthen the Political Process
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Chimpanzee Studies Suggest Human Speech Perception Ability is Linked to Experience; Not a Uniquely Human Trait
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Study Suggests Women Score Low on Tech Aptitude Tests for Lack of Interest
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It Takes Two: Brains Come Wired for Cooperation, Neuroscientist Asserts
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Americans’ Circle of Confidantes Has Shrunk to Two People
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Don’t Worry, Be Happy: Understanding Mindfulness Meditation
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Mathematically Detecting Stock Market Bubbles Before They Burst
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Babies Understand Thought Process of Others at 10 Months Old, Research Suggests
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People Rationalize Situations They’re Stuck With, but Rebel When They Think There’s an out
This is bullshit
Alta política: aquela que chega às nossas raízes
Uma hora cheia de fértil inteligência, abundante de ideias.
Compinchas
Ter por compincha, correligionário e alto quadro de confiança o Dias Loureiro é uma coisa;
ter por compincha, correligionário e alto quadro de confiança o Oliveira e Costa é outra;
ter por compincha, correligionário e alto quadro de confiança o Duarte Lima é outra;
ter por compincha, correligionário e alto quadro de confiança o Isaltino Morais, outra ainda.
Ter os quatro em simultâneo por compinchas, correligionários e altos quadros de confiança é arte, é gosto refinado, é exigência; uma selecção gourmet, jamais um acaso.

