in-tempestivos_Junho

Conversas que continuam, indiferentes às datas de publicação, e nalguns casos com derivas estrambólicas face ao texto:

Será que os pedintes lêem blogues?, 30 de Novembro de 2005, 5 comentáriosJosé Mário Silva

Polícia solícito e corajoso, 21 de Março de 2006, 19 comentáriosNuno Ramos de Almeida

Portugal: queremos ‘isto’?, 19 de Abril de 2006, 149 comentáriosFernando Venâncio

Campo Pequeno, 18 de Maio de 2006, 35 comentáriosFernando Venâncio

Not Obstante, 21 de Fevereiro de 2007, 6 comentáriosValupi

O ganda O’Neill, 28 de Fevereiro de 2007, 11 comentáriosFernando Venâncio

Coisas infelizes numa revista chamada Happy, 10 de Março de 2007, 26 comentáriosJosé do Carmo Francisco

O verso mais erótico em toda a língua portuguesa, 17 de Abril de 2007, 31 comentáriosValupi

UM JORNALISTA DESASTRADO, 12 de Maio de 2007, 28 comentáriosSoledade Martinho Costa

Cantar as velhas, 15 de Janeiro de 2008, 26 comentáriosDaniel de Sá

joaninha voadora, 13 de Março de 2008, 28 comentáriosSusana

9 thoughts on “in-tempestivos_Junho”

  1. é muito engraçado. e há o «abrir o livro», que continua a ser ponto de encontro mais ou menos regular para o hoquei de paço d’arcos…
    volta e meia aparecem comentários fora do baralho e penso «post novo», mas afinal é antigo e alguns deles nunca tinha lido.

  2. A mim calhou-me uma «pobre» que não percebe que quando escrevo «professor Martelo» em vez de Marcelo é de propósito como nos bonecos e não por lapso. Safa!

  3. Um amigo informou-me que no Aspirina B tinham voltado a falar no meu nome. Vim ler. Como não vi a minha resposta dada na altura ao Hernâni Carvalho, achei por bem publicá-la inserida nos comentários ao post. Já lá vai tempo, mas o assunto continua em aberto. Reconheço que em certos pontos poderia ter-me enganado. Noutros não. Já o mesmo parece não acontecer com o senhor Hernâni Carvalho. Negar o que todos ouviram quando foi entrevistado pela primeira vez na TVI pela Júlia Pinheiro, não me parece medida acertada.

    Soledade Martinho Costa

  4. Por serem tão preciosos é que saí do aspirina!
    Abraço Valupi. (Parece-me que sempre restaste tu…)

  5. Valupi:
    Sempre achei que tinhas habilidade para dar a volta ao texto. Sabe sempre bem lidar com gente inteligente. Perante o meu comentário, insinuas, com sagaz ironia, que saí por amizade aos aspirínicos, de modo a poupá-los à minha pessoa. És tramadinho! E que tal a tua consciência? Faço votos para que fique em paz. Mas tiveste piada e eu fui anjinho. Os parabéns aceito-os. Dizem respeito aos preciosos amigos cá de fora.
    E vai mais outro (embora não mereças, tá visto…)!

  6. Soledade, sobrestimas-me quando vislumbras sagaz ironia onde apenas há cândido reconhecimento. Foste tu que relacionaste a amizade com a saída do Aspirina, eu limitei-me a celebrar os teus amigos; que adivinho variados e bastantes, felizes destinatários do teu precioso cuidado. Toma lá o segundo.

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