Todos os artigos de Valupi

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A democracia não é para meninos

«Our greatest primary task is to put people to work. This is no unsolvable problem if we face it wisely and courageously. It can be accomplished in part by direct recruiting by the Government itself, treating the task as we would treat the emergency of a war, but at the same time, through this employment, accomplishing greatly needed projects to stimulate and reorganize the use of our great natural resources.

[...]

If I read the temper of our people correctly, we now realize as we have never realized before our interdependence on each other; that we can not merely take but we must give as well; that if we are to go forward, we must move as a trained and loyal army willing to sacrifice for the good of a common discipline, because without such discipline no progress can be made, no leadership becomes effective. We are, I know, ready and willing to submit our lives and our property to such discipline, because it makes possible a leadership which aims at the larger good. This I propose to offer, pledging that the larger purposes will bind upon us, bind upon us all as a sacred obligation with a unity of duty hitherto evoked only in times of armed strife.

[...]

But in the event that the Congress shall fail to take one of these two courses, in the event that the national emergency is still critical, I shall not evade the clear course of duty that will then confront me. I shall ask the Congress for the one remaining instrument to meet the crisis - broad Executive power to wage a war against the emergency, as great as the power that would be given to me if we were in fact invaded by a foreign foe.

For the trust reposed in me, I will return the courage and the devotion that befit the time. I can do no less.

We face the arduous days that lie before us in the warm courage of national unity; with the clear consciousness of seeking old and precious moral values; with the clean satisfaction that comes from the stern performance of duty by old and young alike. We aim at the assurance of a rounded, a permanent national life.

We do not distrust the future of essential democracy. The people of the United States have not failed. In their need they have registered a mandate that they want direct, vigorous action. They have asked for discipline and direction under leadership. They have made me the present instrument of their wishes. In the spirit of the gift I take it.»

Franklin D. Roosevelt – 4 de Março de 1933

Ler é só para quem pode

No início do recolhimento geral, há um mês, de imediato apareceram sugestões de ocupação do acrescido tempo de lazer dentro da residência que a enorme maioria da população iria forçosamente gozar. Séries televisivas e jogos, ginástica e culinária, a ordem é opcional e idiossincrática, foram as propostas mais populares. Num segundo nível, mas inevitavelmente, a leitura desse objecto cada vez mais vanguardista chamado “livro”.

Ora, a leitura tem características que permitem um envolvimento e fruição de prazer análogos, e em certas condições leva a experiências de profundidade afectiva e intensidade emocional superiores, aos que se desfrutam nas propostas audiovisuais, lúdicas, corporais e gastronómicas. Acresce poder ser uma actividade gratuita, bastando ter acesso à Internet, ou vizinhos com livros nas estantes, para preencher o calendário literário de uma vida e ficar de fora quase tudo do que ainda restará para ler. Proposta ganhadora? Nada disso.

Só lê quem pode, não basta saber ler. A ubíqua disponibilidade exterior não encontra correspondência na periclitante e volúvel disponibilidade interior. Quem cresce sem exemplos de paixão pela leitura, paixão pela aventura nos reinos da imaginação, paixão pelas descobertas intelectuais, paixão pela magia da alteridade que vence os limites do espaço e do tempo, não vai trocar a influência do meio e dos meios tangíveis pela influência dos fins e princípios intangíveis. Mas basta estar-se ansioso, porque realmente se está a passar mal por razões de saúde e/ou financeiras, ou simplesmente pela obsessão com que se reage às alterações e retórica mediática da pandemia, para igualmente não haver capacidade para ir ao encontro daqueles que nos esperam nos livros. Tão iguais a nós no que mais importa.

A lista que segue não pretende convencer ninguém. Fica tão-somente como ilustração do que é possível encontrar à distância da curiosidade. Mantive a sequência pela qual tenho estado a ler, ou a reler, algumas obras. Criei o hábito de ler trechos em sequência desta lista, apreciando a juliana de temáticas e estilos, mas não recomendo o método como preferível a outro qualquer.

Cá vai alho:

Dom CasmurroMachado de Assis

Escrever para viver o que foi vivido, talvez não haja mais universal motivação para deixar à vista as “inquietas sombras”.

Leal conselheiro, o qual fez dom Duarte. Seguido do livro da ensinança de bem cavalgar toda sella.

Para além de ser uma primeira e transparente exposição de um estado patologicamente depressivo em língua portuguesa, e quiçá por causa disso, o texto deste rei português é um autêntico manual de “mindfulness” séculos antes de o termo entrar nos meandros da psicologia e da cultura pop. Ainda não cheguei ao “bem cavalgar”.

CaçaEduardo Montufar Barreiros

Deliciosos retratos do Portugal oitocentista pelas memórias de fim de vida de um queque cujos melhores momentos da sua existência foram passados a caçar. A sério, o homem era mesmo maluquinho pelo tiro à passarada e deixou este livro para o provar e nos dar a provar.

Novelas do MinhoCamilo Castelo Branco

Apetece ir buscar a sequência inicial do Blue Velvet, o filme de David Lynch. Para lá do espectáculo de um quotidiano plastificado, logo ao lado no jardim e na rega, só um bocado mais abaixo na selva do relvado, há bebés e cães a brincar com mortos e monstros horripilantes num frenesim de voragem insana.

As pupilas do Senhor ReitorJúlio Dinis

Joaquim Guilherme Gomes Coelho foi médico. Neste romance, põe uma personagem também com essa profissão, “Daniel”, a ter um ataque de tesão apontado à noiva do seu irmão enquanto os dois cuidam de um velhinho prestes a bater a bota nos meandros diegéticos onde toda esta gente habita e fala. Tesão bem recebida pela sua destinatária, ou assim pareceu aos olhos dos dois médicos, personagem e autor. Não sei mas algo me diz que se devia começar a promover no ensino secundário a leitura desta prosa tão luminosa precisamente chamando a atenção dos interessados para o citado episódio prenhe de sugestões e interpretações.

Photographias de LisboaAlberto Pimentel

Do autor já tinha lido, devorado por razões bairristas, “A Estremadura Portuguesa – Primeira Parte – O Ribatejo”, que recomendo aos amantes da paisagem e da oligarquia portuguesas. Estas “photographias” nunca ultrapassam o nível de um olhar social que nem sequer chega a ser sociológico. São como uma viagem de charrete do Chiado a Belém e volta.

A cidade e as serrasEça de Queiroz

Entre outras tantas coisas fascinantes à disposição do afortunado leitor, esta é a obra em que Eça se confessa um putanheiro. Honi soit qui mal y pense.

Viagens na minha terraAlmeida Garrett

É possível encontrar camonianos. É possível encontrar pessoanos. É possível encontrar queirosianos. É possível encontrar saramaguianos. Raios, é até possível encontrar alçada-baptistianos. Há disso ao pontapé na imprensa, na academia, nos Cus de Judas. Só não encontro garrettianos. Cadê? Talvez seja uma raça extinta. Talvez apenas tenha de contar comigo, e com este monumento à arte de viver que grita “Amo a charneca”.

A correspondência de Fradique MendesEça de Queiroz

Entrar neste livro é o equivalente a entrar num templo da antiguidade, quando a antiguidade estava novinha a estrear. Ficar em silêncio durante e depois da sua leitura poderá ser a atitude mais apropriada. Porque sabemos que estamos, parágrafo atrás de parágrafo, aos pés de um deus. O deus do cinismo mais sofisticado e exaltante que a língua portuguesa conheceu até hoje.

Lisboa modernaZacharias d’Aça

Um português de lei, este Zacharias. Dá vontade de abraçá-lo e ir almoçar com ele. E depois ainda passar o tempo até ao jantar a ouvi-lo contar as suas memórias.

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Abril

Sou fã do Pedro Marques Lopes (provavelmente, o maior fã a seguir à família e amigos, reclamo esse título com orgulho leonino). Daí usufruir do seu frequente contributo para a salubridade do espaço público, para a decência na vida política e para uma comunitária (e aristocrática, num sentido cultural) bonomia cidadã. E ainda daí, a cereja, ter especial gozo intelectual em acompanhar o seu devir ideológico em resultado de se expor nesse famigerado mester de comentador político. Tal como outras figuras merecedoras da minha admiração, de Freitas do Amaral a Vital Moreira para dar apenas dois exemplos ilustrativos e grados, também o Pedro foi percorrendo uma estrada de Damasco onde, se não se pode dizer que tenha caído do cavalo, a sua montada tem dado valentes cangochas. Apanágio e destino de quem ama a liberdade, olá.

É o caso a que estamos a assistir com a sua vocalização e escrita contra quem na crise internacional de 2008 usou a retórica da culpa para enganar o eleitorado, explorada raivosamente em 2011 para abrir uma crise política doméstica que afundou o País apenas para meter no poder aqueles que iriam aumentar a desgraça:

«O cinismo e a mentira do "viver acima das possibilidades" levaram, na crise de 2008, os países mais pobres da UE à humilhação e à condenação a uma austeridade moralista que deixou ainda mais frágeis os países que já o eram, e dificilmente deixarão de o ser, nomeadamente os seus serviços públicos - conduziu, também, ao estado em que o nosso Serviço Nacional de Saúde teve de enfrentar esta pandemia.

Nesta não há qualquer desculpa desse género. Se a UE não reagir de uma forma unida, se o Tribunal Constitucional alemão continuar a condicionar os mecanismos de apoio global, se não apoiar os seus membros consoante as suas especificidades e circunstâncias, se todos não se responsabilizarem pelas dívidas de cada um, saberemos que os nacionalismos venceram e o projeto europeu não passa de uma gigantesca farsa. Daí até enormes crises políticas dentro de fronteiras e conflitos graves entre países será um passo de anão. Há quem esteja esquecido do que eram as guerras na Europa.

O que estamos a passar e o que aí vem será sempre muito difícil, mas se ficarmos sozinhos levaremos décadas para sequer regressar ao ponto onde estamos hoje. Não só nós. Os custos serão diferentes para cada um, é certo, mas enormes para todos.»

PML -28 MARÇO 2020

É um discurso forte, corajoso, de arrebimbomalho. Desmonta as bandeiras dos pulhas, traz a evidência de não ter sido o pedido de resgate o resultado dos males socráticos antes uma especial conjuntura a carecer de resposta europeia e estabelece um nexo entre as opções de Passos e Portas em 2011-15 e o actual estado do Serviço Nacional de Saúde. Porém, contudo, todavia, por onde andava esta mesma mui recomendável cabeça nos idos de 2011? Basta citar, ao correr da pena, o que ficou para a amnésia publicista:

«As contas de merceeiro são uma coisa desprezível. Têm princípios absolutamente ultrapassados e são próprios de gente pouco sofisticada. Dizem, por exemplo, que temos de assentar num livro o que gastamos e o que recebemos. Se no final dum dado período o dinheiro que entra for mais do que o que sai, o negócio corre bem; se assim não for, temos problema.

[...]

Os pobres dos merceeiros é que não percebem isto. Na sua maneira tacanha de ver, quem não tiver dinheiro para pagar as contas tem de tratar rapidamente do assunto, ou fechando o negócio ou tentando corrigir o que está mal.

[...]

Até é de espantar que se apresentem défices. Fossem bons engenheiros e o Estado tinha sempre superavit. A culpa é dos malandros da Europa, os tais culpados da nossa crise que não contentes em fazer-nos sofrer vêm agora obrigar-nos a ter uma contabilidade parecida com a dos merceeiros.

Uns milhões para o BPN? Mais uns tantos milhões para o BPP? Ainda mais milhões para a Refer e o Metro? Mas temos mesmo de pagar isso? Querem ver que também vamos ter de tapar os buracos da TAP, da RTP e doutras que tais? Será que temos todos de pagar as dívidas das fundações do Estado que nem o Governo sabe quantas são?»

PML – 3 ABRIL 2011

*_*

«Depois de termos ouvido o ministro Teixeira dos Santos apregoar a impossibilidade de o Governo pedir ajuda externa e o primeiro-ministro há meia dúzia de dias afirmar peremptoriamente que Portugal ia conseguir sobreviver à crise sem ajudas externas, o inevitável aconteceu. Mais uma vez, num relativamente pequeno espaço de tempo (trinta anos), temos de admitir que não somos capazes de resolver os nossos próprios problemas e somos forçados a pedir a alguém para nos vir dizer o que temos de fazer.

Como todas as atitudes do Governo desde que a crise internacional eclodiu, a decisão vem tarde e a más horas. Já os graves problemas causados pelos desmandos dos bancos americanos com a inestimável colaboração das agências de rating (as tais que garantiam solenemente a solidez do Lehman Brothers e quejandos apenas um dia antes de eles implodirem, e que agora dizem que o Egipto ou o Paquistão estão em melhor situação que Portugal) estavam a deixar a economia mundial em estado de choque, e o Executivo insistia que tudo não passava duma nuvem passageira. Depois, o mundo ia mudando de dia para dia e as medidas eram tomadas não em função da realidade mas à luz dum mundo virtual que Sócrates e o Governo teimavam em viver.

As responsabilidades da equipa governativa pelo actual estado de coisas são óbvias e indesmentíveis. É uma perda de tempo reflectir sobre o discurso de que tudo se iria resolver se a oposição tivesse viabilizado o enésimo PEC. Digamos, tentando encontrar toda a boa vontade possível, que se estaria a dar uma aspirina a quem sofre da doença do legionário. Não seria, com certeza, com meia dúzia de medidas que se ia inverter uma descida vertiginosa para o abismo para onde não começamos a deslizar só agora.»

PML – 10 ABRIL 2011

É um paleio eleitoralista básico, sectário, imbecil, hipócrita, mentiroso, comicieiro. Uma cassete onde se repetem os bordões da direita decadente, explorando-se a percepção da culpa portuguesa geral, e socialista em especial, que teria de ser redimida e purificada pelos senhores merceeiros do Norte da Europa, os tais que nos iriam ensinar com suor e lágrimas a ter “contas certas”. Nem sequer falta no relambório a palhaçada das “fundações que nem o Governo sabe quantas são”.

Verdade seja dita que, logo após a tomada de posse do XIX Governo Constitucional de Portugal, dias apenas, o Pedro se transmutou num dos seus mais notáveis e acutilantes críticos. E daí o gozo intelectual na contemplação dos contrastes, das contradições e até das antinomias que nascem das filiações tribais e das distorções e condicionalismos de origem emocional quando se está na arena da luta selvagem do poder pelo poder. Esta viagem ao passado do comentariado nacional, irrelevante a não ser para curiosos e biógrafos, oferece tesouros de reflexão política. Como por exemplo neste Bloco Central (21-05-2011) O debate entre José Sócrates e Pedro Passos Coelho onde tudo o que lá se diz, cruzado com tudo o que sabemos que veio a acontecer até hoje, provoca sucessivos e deliciosos momentos de iluminação sobre os limites mentais que nos moldam como animais sociais dotados de linguagem verbal.

E se depois de chegarmos ao fim desses 37 minutos de conversa de café quisermos continuar o passeio, então a visita ao debate entre Sócrates e Passos é paragem obrigatória. Imperdível, por todas as razões e mais algumas. Imperdível pela sua actualidade presente e actualidade futura. Imperdível para quem tiver visto no apoio do PCP e do BE a um Governo do PS uma das mais importantes conquistas de Abril.

Portuguesa de lei

"Era uma profissional de excelência, nas múltiplas e ricas funções que desempenhou, serviu o País com inteligência, lealdade, e profundo sentido do dever de bem servir", começa por dizer a nota assinada pela Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, e publicada no site da DGS:

"A Catarina era a ação e a energia, a resistência e a luta, qualidades, aliás, que se viam na passada larga, na impaciência criativa, no pensamento, nos cálculos, na escrita, nos projetos, nos planos e nos empreendimentos. Era uma força na nossa casa", refere ainda o comunicado, que dá conta de como era ainda "uma profissional brilhante e incansável, mesmo doente, foi sempre brilhante e incansável".

"Levou a vida a dizer mal dos gatos e no fim foi adotada por um, de quem se tornou cúmplice. Ofereceu-me uma oliveira, chorou comigo e por mim, trabalhou comigo, ajudou-me muito, mas muito, uma companheira perfeita. Fazes-me uma falta incalculável. Espero ter estado à tua altura", escreve Graça Freitas numa nota mais pessoal, manifestando a toda a família de Catarina Sena o pesar de toda a equipa da DGS.

Morreu Catarina Sena, Subdiretora-Geral da Saúde

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Alguém explique, faxavor

Depois de três semanas de prisão domiciliária para a enorme maioria da população e restrições em vigor para ajuntamentos de todos os tipos, donde estão a vir as centenas de novas infecções diárias?

Sabemos que o vírus tem entre 4 a 6 dias de média para a incubação e que uma quarentena de 14 dias é considerada suficiente para provar a sua inexistência no organismo (ou assim a ciência pensa até esta altura). Também sabemos que há milhares de indivíduos a trabalhar fora de casa, alguns em locais de risco imediato de infecção permanente (nos serviços de saúde que directamente lidam com doentes de covid-19), outros em contacto com o público (cuidados, farmácias, transportes, alimentação, supermercados, segurança, obras, etc.), outros em serviços estatais. E, fatal e infelizmente, sabemos que há um número indeterminado de pessoas que não respeita nem o isolamento social nem sequer a distância física.

Donde, demográfica e sociologicamente, quem é que está a ficar infectado e onde?