5 thoughts on “Nas muralhas da cidade”

  1. No outro dia questionavas o perfil dos nossos estadistas. Há atitudes que os definem pela negativa. E esta é uma delas.

  2. sim sim porque isto tudo aqui é de moral , não de direito criminal…

    Circunstâncias agravantes.
    — Circunstâncias agravantes: A) relativas aos sujeitos do crime, suas qualidades e relações com o ofendido.
    Circunstâncias agravantes: B) relativas ao objecto do crime e efeitos da acção criminosa.
    — Circunstâncias agravantes: C) relativas ao modo, lugar e outras modalidades da conduta. — Circunstâncias agravantes: D) relativas às formas de aparecimento do crime.
    — Circunstâncias agravantes: E) relativas à culpa (motivação) e personalidade do agente.

  3. Finalmente, já era tempo de a parte democrática da classe tentasse pôr alguma ordem nas sucessivas tentativas de intervenção política do sindicato dos procuradores.
    Que, mais uma vez, utilizaram alguma ambiguidade jurídica no perdão aos presos para, também mais uma vez, fazer prova de que o que os movimenta é um descarado pretenso oculto projecto político.
    A Magistratura é um dos três poderes do Estado como Executivo e o Legislativo em condições de igualdade sem que entre eles haja qualquer hierarquia de poderes. Penso que é isto, não sou jurista ou advogado.
    Bem, se é assim, porque razão é que procuradores do sindicato se intrometem constantemente nas
    decisões dos outros poderes mesmo quando tal decisão nada ou muito subjectivamente tem a ver com eles? E interferem, normalmente, com críticas de senso político acerca de acções que são da ordem política e da exclusiva responsabilidade do poder Executivo?
    Como se entende que a corporação de procuradores alinhados no sindicado requeira intransigentemente a liberdade de livre-arbítrio para decidir e não aceita a mínima crítica ou interferência na sua liberdade de acção e, por sua vez, se atribuam a si próprios o poder de crítica sobre a acção política do Executivo e do Legislativo, como neste caso?
    O que fica claro e à vista mais uma vez, se tal ainda era preciso, é um processo não escrito mas pensado e maduro (lembro a frase inscrita no programa do seu Congresso em Vilamoura, à custa do BES, de que o Séc. XXI seria o do poder judicial).
    Fizeram muito bem os procuradores democráticos denunciarem a atitude de política sectária encapotada do sindicado dos moros que, a continuar na sua campanha contra a democracia, só cria a ideia generalizada de que os procuradores são todos iguais.

  4. E este, tem agravantes ou atenuantes ?

    Alerta (os dois primeiros links são do CM, um é texto, o outro é o vídeo real do crime )

    https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/engenheiro-mata-com-neta-ao-colo

    https://youtu.be/WtYGjQ5vZpo

    Redução de pena ( * )

    https://sicnoticias.pt/pais/2013-10-31-Tribunal-tira-quatro-anos-a-pena-de-prisao-do-homem-que-matou-ex-genro-em-Mamarrosa

    ( * ) no vídeo da SIC é visível à direita, o advogado Celso Cruzeiro .

  5. esse caso terá mais a ver com as prisões não estarem preparadas para serem lares da 3ª idade , reclusos com 80 e tais anos dão uma trabalheira e montes de despesa. e não sei que dirá a ficha clínica do recluso , mas Parkinson demência são doenças vulgares nos idosos e que requerem pessoal que não há nas prisões. não estou a ver os guardas a mudarem fraldas e a dar banhos.

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