Revolution through evolution

People tune out facts and trust their guts in medical emergencies
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Lessons from the Spanish flu: Early restrictions lowered disease, mortality rates
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Female directors are quicker to recall dangerous medical products, study shows
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Coronavirus causing conflict between parents, children
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The facial expressions of mice
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Regular exercise benefits immunity – even in isolation
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What Leaders Need Now More Than Ever: A ‘Team of Rivals’
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Republican Governors Delayed Key COVID-19 Social Distancing Measures
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How animals understand numbers influences their chance of survival
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Air pollution linked to dementia and cardiovascular disease
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Neanderthals ate mussels, fish, and seals too
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How social media makes it difficult to identify real news
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Loners help society survive
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Where in the brain does creativity come from? Evidence from jazz musicians
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The placebo effect and psychedelic drugs: Tripping on nothing?
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On Mars or Earth, biohybrid can turn carbon dioxide into new products
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Going online gets real as we inch towards full isolation
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Leading Mindfully: COVID-19 and the Big Human Pivot, Part I
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Shining a Spotlight on the History of Gender Imbalance in Hollywood
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New treatment for childhood anxiety works by changing parent behavior

4 thoughts on “Revolution through evolution”

  1. Vou acrescentar mais duas notícias de cá do burgo, se me for permitido (ambas do mesmo jornal):

    Os Estados Unidos vão negar a entrada no país a todos os cidadãos estrangeiros que tenham estado na China nos últimos 14 dias, anunciou esta sexta-feira a administração de Donald Trump, ao mesmo tempo que declarava emergência de saúde pública (…) Azar disse também que os cidadãos norte-americanos que tenham estado na província de Hubei serão sujeitos a uma quarentena de 14 dias no regresso aos Estados Unidos. Os regressados de outras partes da China serão avaliados à chegada e terão de manter contacto durante 14 dias. (31 01-2020)
    https://www.publico.pt/2020/01/31/mundo/noticia/eua-vao-negar-entrada-estrangeiros-estado-china-ultimas-duas-semanas-1902515

    Durante uma visita ao Centro Europeu de Coordenação e Resposta a Emergências, esta manhã em Bruxelas, a presidente da Comissão insistiu na mensagem de prudência e vigilância que tem sido repetida pelos dirigentes comunitários desde o início do surto de coronavírus, mas afastou a possibilidade de virem a ser adoptadas medidas radicais e gravosas, como a introdução de controlos fronteiriços, a interdição de viagens para determinados destinos ou o cancelamento de eventos — que, de acordo com os epidemiologistas, não têm qualquer eficácia em termos de contenção das infecções e segurança das populações. (02-03-2020)
    https://www.publico.pt/2020/03/02/mundo/noticia/risco-contagio-ue-sobe-elevado-comissao-rejeita-medidas-gravosas-1906110

  2. Um assunto que agora me ocorreu não sei bem porque: como está esta discussão que se inicou a 14 de fevereiro?

    “Experimentação Animal: “falta de meios” dificulta a regulação ética
    Apesar de terem sido chumbadas, as propostas do PAN, BE e PCP vieram acender novamente a discussão sobre o uso de animais na ciência. Rui Nunes, da Associação Portuguesa de Bioética, e Teresa Summavielle do i3S, ajudam-nos a perceber os desafios que se colocam na área da experimentação animal.”

    https://jpn.up.pt/2020/02/14/experimentacao-animal-falta-de-meios-dificulta-a-regulacao-etica

  3. O meu comentário com dois recortes do Jornal Público não foram aprovados? Que é que se passou com eles? Desmonta a propaganda de forma muito explícita?

  4. Quando leio isto: “Lessons from the Spanish flu: Early restrictions lowered disease, mortality rates”

    E depois isto: “Durante uma visita ao Centro Europeu de Coordenação e Resposta a Emergências, esta manhã em Bruxelas, a presidente da Comissão (…) afastou a possibilidade de virem a ser adoptadas medidas radicais e gravosas, como a introdução de controlos fronteiriços, a interdição de viagens para determinados destinos ou o cancelamento de eventos — que, de acordo com os epidemiologistas, não têm qualquer eficácia em termos de contenção das infecções e segurança das populações (…)”

    Pergunto-me: será que os epidemiologistas do Centro Europeu de Coordenação e Resposta a Emergências não tiveram tempo de estudar a gripe espanhola? É que me parece incrível como esta catadupla de notícias vem demosntrar aquilo que escreveu João Marques de Almeida no Observador: “não sabemos quase nada”

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