Prognósticos

Que irá mudar na Expresso com o ciclo de Ricardo Costa? E que terá originado a mudança? Só uma coisa é certa, vai ser a prova dos nove para o mano Costa, um dos mais sobranceiros jornalistas políticos na praça.

6 thoughts on “Prognósticos”

  1. eh, eh. o henrique monteiro, o das pressões telefónicas de 90 minutos, foi corrido do expresso. tal como o penim da sic, arranjaram-lhe uma prateleira e o monteiro é gajo para gostar disso. agora está livre e será mais um a pulular pelas televisões (ao lado do seu amigo de 30 anos, zé manel) até que o governo mude e lhe seja atribuído uma assessoriazita. entretanto o costa é pau para toda a obra na impresa e é o verdadeiro substituto do balsemão.

  2. Talvez uma quebra nas vendas tenha originado a mudança? Queixas dos leitores? No meu caso, deixei de comprar o Expresso há seis meses: o caderno principal deixou de distinguir-se do jornal do PSD, o tratamento das notícias é de duvidosa seriedade, os colaboradores do caderno de economia, com uma ou duas excepções, tocam a mesma partitura e a revista é totalmente oca e desinteressante (inclusive do ponto de vista gráfico). Há três semanas recomecei a ler, mas vou desistir outra vez.

  3. Os donos da nossa comunicação social vão pagar caro ter deixado transformar em pasquins o que antes fotam meios de comunicação respeitados (de referencia). E os jornalistas que se deixaram açaimar como cães, não tarda muito vão ter a credibilidade dos nossos juizes e procuradores. Todos copiaram bem os politicos, que nesse campeonato continuam à frente. Basta ouvir o Frasquilho que fala uma verdade em nome do seu patrão BES e outra em nome do PSD, quando relata o estado da nossa economia. O fulano nem tem o cuidado de disfarçar.

  4. O prognostico,suponho que é facil:i infelizmente o Expresso vai continuar a curva descendente que vem percorrendo e o coloca a uma enorme do jornal que foi durante muitos anos.
    Basta ler muita da “informação” e dos textos de opinião que nele se publicam para o perceber.
    Longe vai o tempo da isenção, da pluridade.e da qualidade que foram sinais distintivos daquele jornal.

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