Perguntas simples

Portugal não seria um país muito mais seguro, próspero e avançado com Rui Rio a primeiro-ministro e as pastas da Segurança Social, da Agricultura, da Administração Interna, da Justiça e da Defesa entregues aos portugueses de bem comandados pelo Ventura?

12 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Era a asfixia da democracia. O ar ficava irrespirável pela pestilencia emanada de figuras tão putrefatas.

  2. Isso será um cenário de pura ficção, mas, a fazer fé nas sondagens, o país arrisca-se a ter uma dúzia ou mais de chegunços na AR a partir de 2023. É o suficiente para, em caso de nova derrota do conjunto da direita, criarem incidentes diários, tentarem sabotar os trabalhos e abandalharem a imagem do parlamento.

    O Ruizinho não pode querer que o partido neo-salazarista se fortaleça, porque quem perde com isso é ele próprio, o PSD e o aliado CDS. Isto é o que diz a lógica dos números, se olharmos todas as sondagens de 2019 até hoje. Só se o Ruizinho fosse muito maquiavélico e fascistóide é que não se importaria com a chegada dos chegunços à casa da democracia, apostando nisso como um modo de desacreditar e desestabilizar o regime democrático, com o fim de derrubar o governo socialista e se apresentar como o seu legítimo sucessor. Enquanto os números forem o que são, a hipótese que resta ao Ruizinho não é o partido neo-salazarista, é o Bloco. A votação do último Orçamento já deu um sinalzinho disso.

  3. teríamos de experimentar para saber a resposta , mas não me parece que isso vá acontecer , mas tal e como todos os outros , duvido que nos tirasse da cauda da Europa.

  4. Longe vá o agouro dum governo de Rio e Ventura, promoção ao mais alto nível político da mediocridade e da boçalidade de mãos dadas.
    Duas qualidades, aliás, sobejas no bom camacho, criatura desmascarada com pouco esforço. Trata-se de mula-russa que vomita a narrativa do antisionismo radical e declara Israel culpado absoluto, encarnação do diabo e Estado nazificado,
    Uma ou outra vez, camacho verte a sua lagrimita de crocodilo pelas vítimas judaicas do passado. Mas não se deixem enganar com tal pieguice: na cachimónia do camacho o que vigora como dogma é o princípio de que os mortos da Shoah são assimiláveis aos palestinianos de hoje, assim incriminando o Estado judaico, convertido em herdeiro sionista da Alemanha nazi.
    No subtexto do palavreado camachense fermentam os ingredientes nauseabundos que compõem a velha receita da diabolização dos judeus, da sua transformação em inimigos do género humano, da sua qualificação como encarnação do racismo e lacaios dum país criminoso. O que equivale à insinuação mais ou menos assumida da negação do direito de Israel à existência. Julgando o aldrabão camacho que passa despercebido o facto de que essa negação comunga da lógica perversa do negacionismo.
    O antisionismo radical na versão camachense extravasa o questionamento legítimo das fronteiras do Estado de Israel e a discussão das construções políticas que atendam aos direitos de judeus e palestinianos. Não. O que camacho propõe como doutrina é a recusa exclusiva do direito do povo judeu a ter um Estado na terra dos seus antepassados.
    Por isso, antes que camacho vá procurar refúgio debaixo das saias do dono, é justo que tornem útil a sua vocação. A vocação e utilidade de ficar à porta do cemitério de Carpentras, para que os visitantes lhe cuspam na cara.

  5. Isto não pode continuar assim, coisinha fofa! Voltaste a falhar o clister e a pôr em perigo a tua segurança e de outros. A prisão de ventre crónica é perigosa, meu querido. Ainda rebentas e deixas as paredes do pardieiro cobertas de cocó, Santa Creolina dos Aflitos nos valha! Queres que meta uma cunha ao Valupi para organizar um crowdfunding que te proporcione um “bocal” de clister XXXXXXXXXXL? Tás a ver, juntavas o útil ao agradável, amorzinho!

  6. Criado no caldo de cultura do esquerdismo pós-soviético e pós-marxista, o nosso camacho incorpora na sua visão crítica da globalização capitalista o legado ideológico do terceiro-mundismo e dos movimentos sindicais e cívicos anti-sistémicos.
    Integrando uma rede de movimentos sociais muito diferenciados, o camachismo tem como bússola principal a luta contra a globalização neoliberal, na qual vê a origem de todos os males do Mundo. A que acrescenta a ideia da obsolescência da política tradicional dos partidos, reduzidos à condição de serventuários da mundialização económica. Em suma: crise de legitimidade do sistema político demo-liberal.
    Mas não nos iluda camacho: o altermundialismo é variante ideológica do liberalismo, com este partilhando um programa político de libertação do indivíduo, adotado através do conceito de “cidadania” e do slogan político “agir local, pensar global”. Ambos partilhando, afinal, a centralidade do conceito político da liberdade individual.
    Além disso, o altermundialismo é incapaz de adotar medidas radicais de luta contra o poder estabelecido, acabando por comungar com o neoliberalismo o mito da globalização enquanto desígnio virtuoso e necessidade histórica. Para o liberalismo o mito da globalização concretiza-se no mercado, com a livre circulação de pessoas e bens; para o altermundialsmo, esse mesmo mito é a imaginada utopia da fraternidade universal .
    O altermundialismo camachense não sabe apresentar uma visão do mundo em que a economia real deixe de ser organizada de acordo com os princípios do livre mercado e da livre concorrência.
    Dito de outro modo, camacho não consegue imaginar a sociedade pós-capitalista. Por isso, limita-se, na sua intervenção, a rejeitar o que existe, sem propor alternativas sustentáveis e coerentes.
    camacho é um simples megafone, obsessivo na repetição ad nauseam das verdades de empréstimo que constrói, com recurso a uma esforçada mistura de dados factuais, dados parcialmente factuais e outros integralmente falsos.
    Não lhe sendo conhecido pensamento credível sobre a realidade política internacional, camacho esgota-se no débito dos slogans do seu anti-imperialismo restritivo e da sua crítica política enviesada, dando, concomitantemente, nota do quanto equívoco é o apego que têm aos direitos e liberdades fundamentais e à democraticidade dos regimes.
    Embora o Aspirina B não seja a sede própria para o tratamento de problemas do foro intestinal, não deixamos de ser sensíveis às queixas do nosso camacho.
    Deste modo, após criteriosa análise das opções disponíveis no mercado farmacêutico, tomamos a liberdade de aconselhar a camacho o Verolax de 6750 mgs, solução rectal glicerina para adulto.
    Trata-se de laxante de contacto para o tratamento da obstipação constituído por 6750mg de glicerina.
    A glicerina explica a sua ação evacuante estimulando localmente, por contacto, a mucosa rectal ,sem interessar as porções distais do intestino. A contração da musculatura provoca, a curto prazo, a expulsão das fezes e, simultâneamente, elimina os resíduos do liquido estimulante.
    Deve camacho ficar ciente de que a glicerina, devido às suas propriedades higroscópicas e osmóticas, faz uma chamada de água ao lume intestinal, o qual induz um amolecimento das suas fezes e a contração da sua musculatura rectal. Além disso, a glicerina possui propriedades lubrificantes das fezes, o que certamente agradará ao nosso bom camacho.
    Prestados esta ajuda, resta-nos desejar-lhe as mais rápidas melhoras.

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