Ir a votos

Votos de um 2009 com saúde, alegria e o dinheiro suficiente para serem clientes regulares da FNAC e da AMAZON, são os meus desejos para todos os que aqui passam. Especial saudação para os nossos amigos Nik, Z, ramalho santos, Marco Alberto Alves, M, Aires, zazie, claudia e MFerrer. (se esqueci alguma mensagem, mereço o inferno)

Votos para 3 eleições: europeias, legislativas e autárquicas. Vai ser um ano muito rápido, animado, divertido. Os milhões de portugueses que odeiam Sócrates poderão tirar a barriga de misérias e cascar forte e feio nesse tirano, correr com ele sem piedade. O meu desejo é o de que essas pessoas não falhem nenhuma das eleições, que se envolvam nas campanhas, conheçam os programas dos partidos, interessem-se pelas biografias e ideias dos candidatos e tentem convencer aqueles à sua volta da importância de ir votar. Também alimento a fantasia de Sócrates não se recandidatar e deixar o lugar vago no próximo congresso. Adoraria ver o PS entregue ao Alegre e ao Seguro, rodeados pela Ferreira Leite, Jerónimo de Sousa, Francisco Louçã e Paulo Portas. Que despautério, que alucinação. Que circo.

Votos de que a democracia seja cada vez mais, e para mais, uma paixão e um destino. Está na altura de adaptar o celebérrimo dito de Churchill ao século XXI: A democracia é a melhor forma de governo, apesar de todas as outras que possam vir a ser testadas de tempos a tempos. Os elitistas servem-se da democracia, não a promovem nem protegem. Simulam desavenças entre si só para manterem secretos os mecanismos da repartição dos bens públicos, por isso não há renovação na classe política desde os anos 80. As mesmas caras rodam pelas mesmas cadeiras, é uma perfeita oligarquia que apenas altera os elencos pela morte, doença ou quezília pessoal insanável entre os artistas. Não há escândalos que tenham consequências, é um fartar vilanagem perante a monstruosa ineficácia da Justiça. Quem ama a democracia são os aristocratas. Estes podem ter estudos ou apenas instrução, mas comungam da mesma cultura e querem a mesma civilização. Eles sabem que a democracia é o mais difícil dos regimes porque é aquele onde a confiança tem maior valor. Os democratas confiam na inteligência alheia e seguem uma aritmética básica: aumentando o número de indivíduos inteligentes, aumenta a inteligência da comunidade. Essa inteligência que faz da ética a sua casa, e da coragem o seu caminho. É por isso que a democracia é o regime que depende dos aristocratas para poder nascer e crescer – porque um aristocrata é aquele cidadão que dá o melhor de si para ajudar qualquer outro a ser melhor.

Vamos a eles.

72 thoughts on “Ir a votos”

  1. O problema é que no nosso país a democracia é vista como uma questão de dinheiro para o rancho folclórico, os bombeiros, o clube de futebol ou pior ainda os electrodomésticos…

  2. amigo, e amigos aliás, eu também concordo que a democracia, mesmo bacoca e oligárqueica que temos, é bem melhor que qualquer ditadura de um iluminado sombrio. Eu quero é mais e melhor.

    Em Portugal há a mania que quem se bateu pela liberdade antes do 25 merece automaticamente um lugar no podium para sempre. Esses não são aristocratas, os aristocratas sabem retirar-se a tempo em democracia, Mandela é um aristocrata. O Sampaio também tem algo assim, embora eu doa-me logo o estômago com a coisa das touradas e de ter insistido na aprovação da lei de programação militar.

    Não odeio nada o Socras, aliás escrevi-lhe uma coisa logo a abrir o mandato que se mantém de pé. Terminava com uma pergunta e passava-se no limiar das palavras.

    Agora não vou em conversas, quero factos, o meu plano poético não dispensa uma análise glacial que o meu Saturno me impõe de tempos a tempos e aí sou uma máquina objectivante.

    O que eu não gosto na nossa democracia é a oligarquia que se instalou. É so caras velhas. Onde está a tua, e a de tantos outro@ pessoas informadas, reflectidas, e inteligentes? E diferentes porra, que eu ando enjoado!

    Tenho muita esperança entretanto: a Revolução Digital vai tornar tudo muito mais transparente. Ou seja: o que lixou isto tudo foi o chico-espertismo, deixa-me cá ser mais esperto que os outros e sacaneá-los se fôr o caso, etc. e tal, honestidade é coisa para gente parva, etc.

    Ora agora já estão a perceber que por muito espertos que se julguem há sempre alguém mais esperto que eles, e que a única garantia de transitar sobre a ponte do rio de fogo é ser honesto, só a verdade se segura,

    Do Socras ainda é o que eu enjôo menos porque está lá há relativamente pouco tempo.

    Eu mandei um feitiço para ver se voamos como andorinhas por cima da cúspide da crise,

  3. Gostei de ouvir o teu ponto de vista sobre o chico-espertismo, z, porque é o que pensava sem ter muita a certeza. Mesmo aquela do “podium”… Uma grande verdade.

  4. eu também gostava que o aqueduto das Águas Livres fosse uma das 7 maravilhas do Mundo e não percebo porque não é, desculpa lá claudia mas precisava de dizer isto algures para que não se perca,

    resistiu ao terramoto carago, além de ser elegante e imponente, feito com o dinheiro do povo e da cidade, na mais sólida tradição romana modernizada,

    é uma beleza

  5. Por que? Sim.

    Bem, começo o ano (este é o primeiríssimo blogue que espreito…) agradecendo a menção especial do Autor e retribuindo os mesmos votos a tod@s, estejam ou não connosco na luta por um Portugal mais desenvolvido, um Povo mais instruído (e, sobretudo, educado), uma Sociedade mais moderna e evoluída, um Estado mais competente e, se possível, uma “élite” social (os tais “aristocratas” do Artigo) mais responsável, madura e generosa (consequentemente, mais ÚTIL!).

    Como iremos conseguir tudo isto, tod@s e cada um de nós? Em primeiro ligar pelo EXEMPLO que dermos, que vale mil vezes mais do que as nossas palavras. Em Família, na Escola, no Trabalho, ao volante do nosso carro ou como transeunte na via pública ou privada (para a caixa do hiper-mercado, por exemplo), teremos todos os dias dezenas de oportunidades de ajudar estes nobres objectivos a concretizarem-se.

    E depois também com muita paciência e sapiência, que é mais do que conhecimento, cultura, ou informação, é sabedoria, para nos conformamos com a reduzida velocidade a que todas as mudanças verdadeiramente importantes se produzem.

    Sim, porque a evolução de uma Sociedade humana não é comparável ao movimento das marés, nem sequer ao crescimento de uma árvore, rege-se mais pelas velocidades e processos da Geologia, que forma montanhas e vales mas com muita, muita calma e serenidade…

  6. Z, a nossa democracia é menos democrática porque foi contaminada pela forma como se relaciona com a economia, esta última feita à americana, com as regras impostas a seguir à 2ª guerra. Essas regras estão feitas para conduzir inevitavelmante à concentração do capital, isto é à destruição dos patrões. Quem manda hoje na economia não tem rosto, como tinha há 40 anos, e as empresas são geridas por empregados, deixando de existir afectividade entre a gestão de topo e a unidade económica / social que é a empresa. Os responsáveis pela gestão estratégica das empresas, os accionistas, só olham para os balanços, não querem saber nada sobre o que lá se faz, nem sobre quen lá trabalha.
    Quem havia de dizer que os maus da fita, os patrões, ainda haviam de ser desejados pelos partidos de esquerda. Isso já acontece hoje…

  7. «Essas regras estão feitas para conduzir inevitavelmante à concentração do capital, isto é à destruição dos patrões»

    se puderes explicar isto Heredia eu gostava de perceber melhor. Não estou a contestar, só que isto para mim é difuso, não consigo ter um panorama nítido sobre os fenómenos de concentração/dispersão de capital,

    sabes ver como é que isso está a acontecer nesta crise?

    um patrão pode ser um gajo porreiro é claro que ai os empregados trabalham com mais gosto,

    o que eu estava adizer lá em cima é que vigorou durante um período demasiado longo a lógica de que esperto é o que se safa bem, mesmo sacaneando os que lhe estão próximos et pour cause,

    claro que isto é uma estupidez e paga-se bem caro lá mais para a frente, pagam todos e o esperto à cabeça

  8. (muitas vezes paga-se num plano diferente daquele onde se foi esperto, paga-se na saúde, ou paga-se na morte de alguém querido, ou na depressão associada à desconfiança de todos e aos custos dos seguranças, sei lá, coisas assim, mas em qualquer dos casos afecta a produtividade para usar o conceito que ainda anda dominante na boca dessa gente, desactualizado aliás)

  9. Z, um exemplo de concentração do capital, o mais fácil de entender para o comum dos mortais (o homem-da-rua entendeu há muito esse embuste) é o aparecimento dos hiper-mercados, que destruíram todo o tecido do pequeno e médio comércio, com a desculpa de baixar a taxa de intermediação entre o produtor e o consumidor. As pessoas aderiram porque podiam comprar mais barato, mas isso foi chão que deu uvas. Uma vez os pequenos mortos, os preços são o que se vê.
    Mas há outros exemplos em quase todas as actividades económicas; cimento e outros materiais de construção, agricultura (Alqueva só teve OK para ser acabada quando os principais terrenos aráveis por ela servidos foram comprados por esta e aquela sociedades SA).
    Os homens e mulheres que são donos das acções das maiores empresas que operam na economia portuguesa deixaram de ver as pessoas que passam na rua como cidadãos. Para eles são empregados seus, são pessoas que têm o privilégio de obter um emprego nas empresas cujo capital é deles. É nesta óptica que põem e dispõem de quem vai para o Governo, e mantêm uma bolsa de políticos “acreditados” nos seus interesses, para tirar da cartola quando são necessários, como foi Paulo Portas e Sócrates. Também esses são sentidos, como seus empregados. O circo de que fala Valupi, assenta no triângulo Ciência Política, Marketing, Capital. O pior é que o que se faz por cá é somente uma cópia do que vai por esse Mundo Ocidental fora.
    È fácil verificar que as grandes manifestações contra a política do Ministério da Educação Português foram quase coincidentes no dia com outras tantas que ocorreram em França pelas mesmas razões.
    Por isso a frase de Valupi “Votos de que a democracia seja cada vez mais, e para mais, uma paixão e um destino.” Carece de explicação, qual democracia?
    A resposta dá-nos Sto. Agostinho, nas suas Confissões: “Por ventura a justiça é desigual e mutável? Não. Os tempos a que ela preside é que não correm a par, pois são tempos”.

  10. ainda há a plenitude dos tempos, mas gostei de ler. o kairos>/i>,
    ___

    Estes gajos são pagos caríssimos para serem mais ignorantes do que eu, ou fazerem-se,

    perder um grau de liberdade? não, meu, ainda há as taxas de juro nominais negativas, já foi falado aqui no Aspirina há quase um ano. Faz-te muita impressão, é? A mim não, olha o ponto de cúspide!

    voltarei à carga, está descansado, até lá imputo-vos o sofrimento de todos os que passam fome e frio

    fazer dinheiro hoje em dia dentro da paridade euro/dólar é só decidir que se faz, digital e mais nada,

  11. Sou um zero em economia. Talvez por isso acho que ninguém está preparado para uma situação de deflacção instalada. Do tipo: “compre hoje porque amanhã vale menos”… Dá até vontade de rir!

  12. mas o problema de fundo, o mais perverso e deletério disto tudo é a morosidade e a inficiência da Justiça, acoplado à definição ultrapositivista de prova jurídica que desvirtua a própria substância do assunto e do caso, e que os espertos e seus advogados já contam, associada aos expedientes dilatórios,

    é a leucemia do sistema,

    vá lá que agora há uns extractos de graínha de uva com resultados surpreendentes

  13. Z, na Justiça o problema é semelhante ao do Ensino e ao da Saúde. Toda a massificação implica perda de qualidade no serviço e perda de privilégios para que lá exercia antes da massificação. Com a agravante de a Justiça ser um orgão de soberania. Não havendo independência (do poder político / económico) entramos na barbárie. Por isso Portugal é um território perigoso para viver, conforme nos explicou há bastante tempo o Sr. Pulido Valente.

  14. Heredia, o-pulido-valente-que-não-se chama-assim vive bem em todas as ondas do regime, como se comprova pela plasticidade e pelo facto de que não lhe acontece nada excepto engordar a cara e a conta bancária, a menos do vôo das poupanças nalguns esquemas assim mais greedy. Em Portugal poderá ser perigoso viver sim, mas só para quem não tem realmente as costas quentes, e não trabalha com rede. O resto faz parte, os cães ladram para guardar a casa.

    Quanto ao resto: diagnósticos estou eu farto, conheço-os bem, bem como conheço bem o lóbi que gosta de fazer diagnósticos de perpetuação, a melhor garantia dos próximos negócios, sejam obras ou projectos de investigação. è melhor nunca dizer tudo sobretudo o mais importante, senão depois como é?

    banhas a derreter sob as cáusticas, já

  15. (ai Valupi, ontem obriguei-me a não comentar em lado algum para dar um tom de contenção estóica ao início do ano, mas hoje já me descarreguei todo que estou de orelhas caídas a pensar que não tenho cura; pedi à Teresa do Cabra que pusesse lá o Incal e já está, só meio que é o que eu tenho, espero que tu tenhas o outro meio ou saibas por onde ir, mas é porque tenho de lavar e secar roupa que está uma pouca-vergonha dum tempo com o ovo de sombra do papa a dar cabo do meu Amigo; vou ver se consigo conter-me mais e ler o Gore Vidal para ali)

  16. z, quanta irritação! o Aquiles tinha um calcanhar menos sensível! Sou daqueles que não vão em grupos desde há um bom par de anos. Acho que o Público, O expresso, O Sol, o Diário Económico, etc. são pasquins de dar recados, a tentar fazer opinião pública. por isso só leio o homem quando apanho um jornal abandonado. Isso não significa que ele não diga verdades, e essa foi uma. Aliás o seu comentário confirma-o ao dizer que “Em Portugal poderá ser perigoso viver sim, mas só para quem não tem realmente as costas quentes”. Eu não tenho. A maior parte do povo portugues também não!

  17. (Heredia tenho que lhe dar razão, estava mesmo a sentir-me irritado e por certo que não é bom sinal, nem para mim nem para as idéias que posso defender, e não se preocupe que não é nada consigo – acho que bebi café demais por causa da falta do Sol; ainda bem que também não tem as costas quentes sinto-me mais acompanhado e desculpe-me a fra(n)queza mas sabe-me bem, sinto-me mais quentinho; vou ali ler para o edredon, se eu não vier cá mais hoje é para compensar o excesso dali)

  18. Creio que anda muita confusão de datas por aqui. Então o Dia de Ano Novo já não é a 13 de Setembro? Ai os meninos fingidões e as meninas fingidonas…

  19. Não nos iludamos muito com a democracia, mesmo sendo o melhor dos sistemas governativos , isto é inquestionável.
    Na realidade somos governados por três ditaduras.
    A do capital que é quem gere mais de 90% da economia mundial, não tem rosto por isso actua melhor( agora sofreu um rombo enorme, mas vai recompor-se em breve, as ajudas ja estão a chegar de todo o lado.)
    A dos media que é quem controla a opinião pública, fazem e desfazem governos conforme os interesse dos grupos económicos que são os seus patrões.
    E a da mediocridade dos governantes que actuam de acordo com a vontade das duas anteriores e dos seus interesses.
    O maior defeito das democracias é serem um sistema fraco, muito vulnerável, onde a corrupção impera e onde está mesmo instuticionalizada. Os governantes usam os governos como um trampolim para as suas actividades posteriores. É incrivel e público, o número e as grandes benesses por eles recebidos quer nas empresas públicas quer mesmo privadas onde enquanto governantes assumiram medidas que as favoreceram.
    Juristas, economistas,engenheiros, arquitectos enfim todo o quadro superior do funcionalimo público é ignorado ou menorizado para se recorrer a todos estes serviços no privado à custa de grandes fortunas.
    Apesar disto tudo a democracia é o melhor dos piores sistemas de governação, ou algo assim parecido, como diria alguém, penso que Churchil.

  20. Seguro , Seguro !!! Já tarda. Impossível grandes homens sem grandes mulheres por detrás. O Seguro tem. Não vejo a hora de votar no Zapa português. Esse coiso do sampaio lixou a ordem natural das coisas ,mas o rio volta sempre ao seu leito.

  21. Manolo Heredia, estou de acordo com o que escreves, demonstras que de quando em vez também por aqui passam ideias! Pena é que as ideias desempoeiradas como as tuas sejam tão raras por estes lados!

  22. Valupi: olha que não me admiro nada que o Menezes ataque, o PSD come presidentes como se fossem caracóis, quando não sobe nas sondagens. Nessa hipótese, e porque ele é populista e demagogo sem qualquer pejo, as coisas ficam mais duras para o Socras. De qualquer maneira o teu post é excelente para mostrar como os políticos se arrogam lugares cativos na cena nacional e respectivos tachos, em nome de não-sei-quê, circo manco.

    Como faremos para arrebitar, rejuvenescer isto? Devia haver votação online em candidatos dos partidos ou parecido, a única maneira de minorar o peso articulado dos aparelhos dos partidos nas escolhas é abri-las o mais possível aos cidadãos.

    Bem na prática já estás fazendo por arejar isto tudo.

  23. acho que isto não anda bem dito.

    aquele valor, o capital bolsista, é virtual, não é o valor material mas sim uma das componentes do valor, a outra é o valor real, o valor tem pelo menos duas componentes,

  24. não sei, mas é ir caminhando nesse sentido, aliás acho que não disse nada de original, isso vai-se fazendo porque ou vem ditadura ou alarga-se a democracia que é a melhor maneira de obstar à ditadura,

    não controlo tecnicamente o conceito de plataforma digital fiável

  25. Z, isso não é assim. O valor contabilistico de uma empresa vem todos os anos escarrapachado no balanço e é, grosso modo, a diferença entre o valor das coisas que a empresa tem menos o valor da dívidas que a empresa tem. O valor bolsista é igual ao produto da cotação das acções pelo total das acções emitidas.
    O segundo costuma ser muito maior que o primeiro por causa da especulação.
    É por isso que nem sempre os “crach” da bolsa têm alguma cosa a ver com a economia real (teoricamente há problema só quando o segundo valor baixa abaixo do primeiro). Por isso esta história da crise em 2009 pode ser uma balela. O nosso Presidente raramente se engana, esta pode ser uma dessas vezes! LoL.

  26. oh Heredia releia o que eu escrevi homem, é exactamente isso que estou a dizer: o valor bolsista é virtual e o valor real é outra coisa e se quer falar de valor tem que usar essas duas componentes porque elas intervêm no valor total.

  27. pronto! desculpe! chama valor virtual ao valor bolsista, tudo bem… na certeza que o valor virtual é independente do valor contabilístico “impropriamente aqui chamado de Real, porque também esse valor pode ser manipulado pelos contabilistas e ignorado pelos auditores”, isto é, não influencia nem é influenciado pelo valor real.
    Se, por exemplo, hoje a cotação do BCP fosse 0,70 euros/acção e esse valor coincidisse com o valor contabilístico, quem comprasse acções hoje não tinha nada a temer, teoricamente, se amanhã a cotação fosse 0,50.
    Tudo isto são “bocas” que podem arrepiar a pele de qualquer versado em economia que aqui venha ler o que escrevo…

  28. Z, devia esclarecer o que quer dizer com “Devia haver votação online em candidatos dos partidos ou parecido”

    Pois, no comentário seguinte já fala em “não controlo tecnicamente o conceito de plataforma digital fiável”

    É que podem estar em jogo dois conceitos distintos e que nada têm a ver um com o outro.

  29. ibn: mas quem é você para dizer que eu devo ou não devo?

    esclareça você, se quiser, ou fique a pensar nisso,

    Heredia: certo, mas tem medo de quê, da quantidade de imbecis que nem vieram avisar que isso aí vinha e com isso paparam uma data de gaj@s? A mim não me paparam na bolsa não, porque eu sabia que isso vinha aí, aliás deixei escrito em 2000 e repeti em 2003. Mas não é isso que interessa nem quero louros o que eu quero é que os cidadãos neão tenham medo, a palavra continua a ser essa, de intervir na esfera real com as suas opiniões, e aqui mergulho o virtual no real pleno, pode-se fazer uma bijecção entre R e R^2 ou qualquer R^n, n finito, como se sabe da matemática, têm a mesma potência, no entanto não têm o mesmo valor porque essa bijecção não é um difeomorfismo.

  30. estamos a dizer a mesma coisa Heredia, quando eu digo que o valor no mínimo tem duas dimensões estas são por natureza independentes,

    quanto aos imbecis concedo, na esmagadora maioria dos casos não seriam imbecis mas apenas desonestos, sabiam o que ia acontecer e não contaram a ninguém, foram educados em que o segredo é a alma do negócio e o resto que se lixe.

    Bem, tenho de ir esticar as patas, faz parte do meu dia.

  31. (falo em difeo e não em homeomorfismo porque estou a supôr que os valores variam no tempo, e assim precisamos da derivada, no entanto para quem considerar que os valores são absolutos, não variam no tempo, uma acepção platónica de que ainda gostaria mais, basta homeomorfismo, creio. Seja como fôr não precisamos desta seda intelectual para discutir o problema dos valores pode-se ir mais terra a terra. Estamos a sair da última ditadira intelectual de que me apercebi, a da Física que serviu para construir, mutatis mutandis, aqueles pacotes financeiros bolha de sabão, tudo certificado por MSc e PhD, e não vamos admitir mais nenhuma ditadura intelectual espero eu, a matemática é bonita porque me faz lembrar música, a ária que temos de aprender dizia Glaucon a Socrates a propósito da definição de dialéctica. Os físicos dominantes se pudessem tinham queimado vivo, e fizeram-no metaforicamente, e enterrado, o Sokal e outros teóricos, nomeadamente os franceses, agora é tempo dos ditadores físicos arderem no seu próprio lume de ignorantes.)

  32. No entanto, se se der ao trabalho de atribuir um peso a cada ponto de R^n, um peso que seja criterioso em relação à sua percepção da realidade, pode em seguida fazer uma análise de co-variação e calcular os eixos principais centrais de inércia e depois projectar as massas atrás consideradas em R^2, usando a métrica de Euclides generalizada (teorema de Pitágoras). É ou – assim que os técnicos de marketing dos partidos fazem para tirar conclusões sobre a forma como devem conduzir as campanhas eleitorais. Mas esses técnicos têm desertado dos partidos portugueses para ir oferecer os seus préstimos ao Obama, ao BIC, e a outros mais poderosos! LOL (isto são só bocas!, não me comprometa!).

  33. Ups, Zezito Faz assim, conta até 100 e toma um valium vais ver como acalmas!

    Oh rapaz tentava unicamente dizer-te quais são os perigos da votação electrónica (usada em alguns países) e da votação on-line (por exemplo via internet). Pelos vistos não estás interessado! A ignorância é geradora de felicidade, continua assim!

    Ah, relativamente a ti não sou nem pretendo ser ninguém, portanto, julgo que estamos bem um para o outro ;-)

  34. Manolo,

    Deixa-me dirigir-te uma palavra, antes que o Valupi volte da Sinagoga, à porta da cuja qual, segundo os meus informadores democratas, permanece em pé desde as 10 da manhã, disfarçado de empregado da Carris, a contar os gajos que lá foram hoje para orarem pela salvação de Israel que faz frente a última ofensiva bárbara dos palestinianos.

    Bom, a verdade é que tenho gostado de ler algumas das tuas ideias, quase todas, de facto – excepto aquela grande inocência que mandaste às cambalhotas, segundo a qual conhecidos pasquins andam a tentar “fazer opinião pública”. O caralho, e facto, é que fazem mesmo opinião ainda pior que aquela produzida pelo o vinho que o Valupi nos aconselha a largar.. Basta ler blogonas como esta, que andam por aí aos montes, e vais ver.

    Mas aguenta-te nessa toda. Sobretudo não subscrevas aquilo que o Ibn – a maior lesma racionalista que aqui pôs os pés desde que o povo português perdeu a completamente a confiança no caracol como solução – mesmo que ele subscreva o teu material, para te agradar. Amigos, amigos, negócios à parte.

    E não vás nas três democracias do Jota Vê. Da última vez que me dei ao trabalho de contá-las, eram dezassete, sem contar com as barbelas ou velas de candelabros.

  35. Heredia: comprometo-o sim, primeiro comprometo-me a mim, e à cabeça comprometeu-se o Valupi, o maior de nós, porque se compromete por extenso em forma articulada.

    não me comprometer, é outra das traves mestras do chico-espertismo, claro, os parvos é que se comprometem, os espertos estão à coca e vão lá sacar gratuito, para depois vender, claro, assim é que é maravilha, mesmo experto,

    só percebem depois que estão a roubar, e só não o estariam se se comprometessem por igual, gratuitos. Quando é o depois? ah, isso não digo deixo para a sua imaginação mas olhe que não deve ser agradável…

    Sim, PCA no elipsóide de inércia, conheço a técnica. Por mim podem usar todas as técnicas desde que as saibam traduzir por palavras para que qualquer pessoa entenda senão não passa. Outra das traves do embuste: aquilo é tão complicado feito por pessoas tão inteligentes com tantos títulos, que não lhe consigo dizer, temos de confiar…

    Ibn, eu não sei sinceramente o suficiente dessas coisas para poder enunciar, sei que se pode porque os nossos irmãos brasucas, que são muito mais honestos do que nós, o fazem e exportam em larga escala, acho que até são os melhores do mundo, claro que não é na internet, é na cabina electrónica mas já é o primeiro passo. Deixo portanto para tu avançares, mas só coisas negativas não, é demasiado fácil. Sei que queria votar no Valupi para deputado – bem, ainda tinha que ler primeiro o programa dele, mas em princípio sim apesar de algumas discordâncias, e não me deixam.

    Valupi: lamento se isto é uma idéia de merda, como noutros tempos foi sugerido, mas é assim.

    Chico: vou para o resto de Sol pá, já deixei a roupa pendurada sem saber se é boa idéia mas que se lixe.

  36. Z,

    De facto o Brasil tem desenvolvido tecnologia de votação electrónica, aliás, houve uma decisão judicial a mandar trocar o software dos equipamentos para software livre (para aqueles que ainda não eram).

    Mas se julgas que a “auditabilidade” dos equipamentos, software incluído estás ligeiramente enganado. Mas se tens alguma duvida lê este documento já bem antigo (1984) mas que está mais actual do que nunca. Não te preocupes com as questões demasiado técnicas e fastidiosas
    http://www.ece.cmu.edu/~ganger/712.fall02/papers/p761-thompson.pdf

    Imagina que agências como por exemplo a NSA poderiam fazer.

    O problema da votação electrónica é bastante mais complexo do que parece e têm tido variados problemas que põem em causa a sua veracidade. Mesmo deixando de lado a toeria da conspiração, não é fácil ter dados íntegros,auditáveis e mais importante não ser possível liga-los ao eleitor e mesmo assim garantir “confiabilidade”.

    Confundir o apontar dos riscos com dizer coisas negativas parece-me pouco útil para a discussão.
    Assim, compreendes que fazer uma fraude em larga escala e de forma silenciosa é muito mais fácil quando se desmaterializam processos. O problema aqui é que estamos a falar duma das coisa mais sagradas da vida em sociedade, a qualidade da democracia, ou mesmo democracia efectiva.

    Imagina a vantagem que seria as pessoas poderem votar em qualquer parte do país, se tal não acontece há-de ter as suas razões.

    A desmaterialização de qualquer processo tem grandes vantagens e alguns custos. A coisa baseia-se no binómio custo/benefício. Por exemplo, o sistema MB é bastante vulnerável, contudo o sistema bancário assume os riscos e suporta-os, facilmente se compreende porquê. O mesmo se aplica para a banca via Internet, aqui com riscos de fraude ainda muitíssimo maiores. Mas repara que estes sistemas “são auto regulados” há “sempre” um crédito associado a um débito ;-)

    Agora achas que podíamos aceitar um resultado eleitorar sobre o qual houvesse a menor suspeita?

  37. O poder, no Brasil, sempre esteve na mão de uma oligarquia riquíssima, ancorada no Amigo Americano. Nada do que vem do Brasil que tenha a ver com a gestão da coisa pública, deve ser tomado como exemplo. EM PRINCÍPIO!

  38. não creio que as maiúsculas ajudem alguma coisa Heredia. Tenho estado no Brasil nos últimos três anos vai que não vai e falo muito com o povão, e mantenho a afirmação, claro que vêm de um passado corruptíssimo mas são muito mais frontais do que nós e muito mais versáteis no manuseamento da língua que é a primeira condição para uma atitude mais inteligente e exigente.

    Portanto o princípio, em maiúsculas, é seu, não é meu, e não o subscrevo.

    Perguntei lá isso mesmo, várias vezes, se eles confiavam nas votações electrónicas, e eles disseram que sim, ainda não tinha havido casos evidentes de distorção e fraude.

    Ibn: pois haverá isso tudo e mais alguma coisa, não tenho competência para falar tecnicamente desse assunto, mas o caminho é esse. Não estou a propôr que substituamos a votação em papel pela electrónica tout court , então nós desconfiados como somos e os piores inimigos de nós próprios – lógica implacável do dividir para reinar que permite a perpetuação dos algozes que se ficam a rir, pois claro.

    Mas obrigado pelas informações, penso que é assunto interessante para se ir debatendo.

  39. z, há 30 anos quem queria comprar uma casa a crédito tinha que ter um bom sinal para dar, o Banco só emprestava o resto. Com os fundos comunitários é o mesmo, os agricultores têm que arriscar algum do seu para verem os seus projectos aprovados. E isso eles não querem, ou não podem por estarem descapitalizados. E um investimento 100% a fundo perdido não é um investimento, é um subsídio!
    O filme “A verdade da Mentira” ajudou-me a consolidar aquilo que eu já pensava sobre as guerras no Médio-Oriente, Iraque, etc.; qualquer dos lados está mais interessado em fazer a guerra do que em promover a paz. O povo que se lixe. Quando o Hamas faz cócegas atirando mísseis a brincar para Israel está simplesmente a dar um pretexto para o contra-ataque. De certa forma é cúmplice do inimigo.
    A guerra actual da faixa de Gaza tem muito a ver com a mudança de Administração nos EUA.

  40. Z, se esse é o caminho não sei, não tenho dons de Nostradamus! Já vi tanta coisa que era para ser e não foi!

  41. Amigos, folgo em ver a animação que reina nesta caixa. Estamos quase a formar um governo sombra (ou assombrado).
    __

    Z, a tua confiança dá-me a força que faltava para começar a preparar o meu programa político. Mas achas que com dois votos (e estou a ser optimista) conseguirei ser eleito para alguma coisa?
    __

    zazie, muito obrigado e desejo que chegues ao fim de 2009 cada vez mais lgual a ti própria.
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    Manolo Heredia, a democracia a que aludo é a do cidadão, a dos direitos e deveres, a da Constituição. Para além dos poderes fácticos, cada adulto na posse das suas faculdades e volição pode influenciar a política da comunidade só pela sua participação cívica.

    O teu discurso apela a uma demissão, ao ficcionares o poder político vendido ao económico. Essa é uma explicação preguiçosa, e tóxica, enquanto a realidade é muito mais complexa, rica e salutar.
    __

    CHICO, a ti não te escapa nada. Tens um dedinho que adivinha, só pode.

  42. bem Valupi, por um lado fico contente porque isto de atirar um amigo às onças é do pior, só estando lá perto para esgatanhar aquilo tudo se fôr preciso, ora é muito melhor espreguiçar numa praia algures e ouvir sinais dos deuses,

    e entretanto isto mexe por aqui,

    heredia, sim, já sei

    Inb, pois vamos vendo

  43. ah, mas sobre o MO já nem me pronuncio, a não ser javallah ou aljave, está fora das minhas forças, empenho-as mais por aqui,

    você é primo da duquesa? Dantes ela era uma pirosa que até deixou coradas as minhas costelas ancestrais, mas vá lá com a idade foi melhorando, o duque não,

  44. mas constato que na extensão da guerra preventiva bushiana, vêm agora as ofensivas defensivas sancionadas pelo vocabulário da UE,

    ou seja para evitar guerra faz-se guerra e ainda a procissão vai no adro. Deus abençoe aquela gente toda.

  45. “…enquanto a realidade é muito mais complexa, rica e salutar.”

    Valupi, não necessitavas de dizer explicitamente qual é a tua opinião já dava para desconfiar.

    Rica e Salutar? É pá, o Loureiro (e não só) está agora muito mais descansado, rica e salutar, bem visto. Só mesmo tu! Ah não esquecer os amigos Santos e Vara………..

  46. vêm agora as ofensivas defensivas sancionadas pelo vocabulário da UE

    Já começam a arrepiar caminho, o próprio checo emendou para qualquer coisa mais penitente. E o Brown e mais não sei quem vão assobiando e enrolando umas palavras. Dantes enrolavam tabaco, ficou o hábito.

    O Sarko é que aconselhado pela Bruni spoke out his mind. É um esteta.

    Então, continuação deste excelente 2009 para todos.

  47. Isto é o no que dá “dar a voz da Europa” a países com o Rep. Checa. Os checos são também daqueles que têm uma péssima consciência relativamente aos sionismo. Enfim, acham que espiam os seu problemas morais desta forma, pobre gente, não perceberam que já passaram “60” anos!

  48. Estaca,
    a questão das cócegas é uma questão de bom senso. Se o segurança da discoteca não me deixa entrar injustamente eu não começo a atirar-lhe tomates, porque sei que a resposta dele vai ser desproporcionada; ele é muito maior que eu.

    O Hamas ao lançar mísseis (seja de que tamanho forem) sobre Israel, fá-lo para se auto promover como líder dos palestinianos. Não se importa do preço que o povo vai pagar por essa promoção, pelo contrário, até parece interessado em criar mártires. A política de “Quanto Pior Melhor” é usada por muito boa gente em todo o lado do mundo. A sopa estragada que alguém deu a comer a Yasser Arafat poderá ter sido um truque para conseguirem abrir mais depressa caminho para estas políticas.

  49. Caramba Valupi, finalmente consigo não concordar contigo, apesar de ser num simples pormenor. Essa associação entre o Manuel Alegre e o António José Seguro não me pareceu feliz. As intervenções de Seguro têm sido consequentes com uma forma de estar na política que não se resume ao ser do contra. Acho AJ Seguro um grande valor do PS e a forma como tem discordado sem se disponibilizar para ser usado por outros como arma de arremesso contra o próprio partido só o dignifica.
    Dito isto, concordo com tudo o resto, as always.
    Feliz 2009

  50. Portanto vem aí o Seguro? Eu cá por mim tudo bem, como esse conheço mal ao menos não enjoei. O apelido é engraçado.

  51. Bem, se esse tal Aguiar Branco vier para ter tantos votos quantos é costume haver brancos, em todas as Eleições – e isto mesmo após a feroz apologia que ao mesmo foi feita pelo nosso Nobel literário -, acho que 2009, ao contrário do que opina C. Medina Ribeiro, não será lá um grande ano para ele. Talvez se aparecer só lá para… 20 009?…

  52. Manolo Heredia,

    E como é que tu sabes que o “segurança” da discoteca te vai tratar mal depois de lhe amandares com os tomates? Se tiveres sorte, o latagão, em vez de usar o físico até é capaz de ter pena de ti e pegar num desses frutos e enfiá-lo na tua boca para te impedir de dizeres mais asneiras à laia de despedida. O que não seria nada mau, se matutares bem nisso, pois só ficarias a precisar doutro para ganhares coragem. Não achas?

    O Hamas, penso eu, não precisa de se “promover” a lider dos palestinianos, meu senhor. Nem esse partido, nem o PS aqui na nossa casa, pois ambos assumiram o poder temporáriamente conforme mandatos das Fátimas e Franciscos respectivos.

    E já que falas de sofrimento, deixa-me dizer-te que o maior Mártir, no meio disto tudo, és tu, que pareces não topar de quem é a culpa na carnificina que comentas com um encolher de ombros e meia dúzia de frases pindéricas e muito fraco das canetas perante o cabedal do inimigo discotéquico.

    Para te ajudar, fica aqui esta vitamina dum judeu honesto, Naeim Giladi, que sabe melhor que eu, e do que tu, pelos vistos, nem se fala:

    “After the Israeli attack on the Jordanian village of Qibya in October, 1953, Ben Gurion went into voluntary exile at the Sedeh Boker kibbutz in the Negev. The Labor party then used to organize many buses for people to go visit him there, where they would see the former prime minister working with sheep. But that was only for show. Really he was writing his diary and continuing to be active behind the scenes. I went on such a tour.

    We were told not to try to speak to Ben Gurion, but when I saw him, I asked why, since Israel is a democracy with a parliament, does it not have a constitution? Ben Gurion said, “Look, boy”-I was 24 at the time-“if we have a constitution, we have to write in it the border of our country. And this is not our border, my dear.” I asked, “Then where is the border?” He said, “Wherever the Sahal will come, this is the border.” Sahal is the Israeli army”.

  53. Ibn, larga o vinho.
    __

    M, combinado.
    __

    Nicolae, também concordo: Seguro é alguém que se imagina um novo Sócrates, mas sem os seus supostos defeitos. Nesse sentido, é um valor do PS, e pode vir a surpreender positivamente. Mas, por agora, nada acrescenta ao debate a não ser a sua já iniciada campanha eleitoral para quando Sócrates sair.

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