Governoterapia

Ir para o Governo é uma fonte de saúde mental e moral:

É certo que muitas escolhas estão abertas ao debate democrático, e devem ser discutidas por todos. Mas esperamos genuinamente que a oposição contribua para a solução dos grandes problemas nacionais. Também aqui tem de vigorar a regra da responsabilidade, o sentido da realidade e o compromisso nacional.

Passos, o fulano que chumbou o PEC4 porque não admitia mais austeridade

11 thoughts on “Governoterapia”

  1. Este gajo deve estar a brincar! Pedir compromisso e responsabilidade? Ele? O cavaco?
    Então onde estiveram a responsabiliadde e o sentido de estado quando derrubaram o Socrates?
    O PS é oposição e como tal se deve assumir. Contra um projecto ultraliberal do PPD. Apenas deve votar as medidas do memorandum que subscreveu. Sem ceder mais! Sem revisões constitucionais.

  2. Quem é que ainda há bem pouco tempo afirmou que não era possível pedir mais sacrifícios aos portugueses?
    o manequim PPC ainda não conhece o impacto do imposto extraordinário na economia portuguesa, que nos vai sacar 1/2 do subsídio de Natal, e já o está a anunciar como se fosse uma receita milagrosa, uma originalidade, um coelho saído da cartola para salvar o país dos homens do fraque.

  3. de repente, imaginei o governo uma figura personificada e com um pénis gigante a pedir uma boca em Ó em público. depois, sorrateira, a oposição em vez de chupar – trinca e arranca metade do pénis ao Governo que, desgovernado, só pede o que tinha antes de ser governo. como será impossível uma reconstituíção perfeita, deficiente, o Governo começa a fazer umas suaves fricções, também em público, para impressionar e emocionar – o que funcionaria como terapia, não só para si como para o povo. no final, ai o final, o esperma não sai. e não sai porque simplesmente o pénis gigante não tem força, é murcho: a impotência instala-se. :-)

  4. Primeiro quiseram decidir quem era o líder do PS, depois mentiram com os dentes todos quanto ao PEC IV, contactos havidos antes deste e motivos para a rejeição do mesmo malfadado PEC IV. Agora fazem tábua rasa dos argumentos invocados para levar à queda do governo anterior, provocando instabilidade nos mercados, subida acentuada das taxas de juro e decidem quem é oposição e quem não é. Mais alguma coisinha, srs presidente e primeiro-ministro?

  5. Deplorável esta política de “o pote tem que ser meu”, num de ou vai ou racha.
    Deplorável que, na beatifica palavra de verdade, se manipule as intenções subjacentes á ideia de que “o pote tem quer ser meu”.
    Deplorável que se tente manipular o conhecimento prévio de situações para que “o pote seja mesmo deles”…

    Enquanto for livre, pensarei por mim própria. O que equivale a dizer que acho que estou perante governantes com uma verdade muito conveniente… e só em relação ao cobiçado “pote”!

    C´os diabos!

    Leonor Costa Pinto

  6. a coluna vertebral destes gajinhus
    anda muito rasteira de facto…
    o que disseram e fizeram com anterior governo legitimo do pais
    e o modo como hoje argumentaram
    para fazer o mesmo e pior
    que tava sendo feito com menores custos
    é de uma baixeza inaudita…
    foi a politica de terra queimada
    q alias os irmanou com esquerdas ultrapassadas
    e que hoje escoceiam
    e sonham trazer exemplo grego para cá…
    é rasteiro, misero, irresponsavel
    antipatria…
    abraço

  7. A crise ainda mal começou. Se tudo ficasse assim e começasse a surgir emprego, a economia a crescer, os salários a aumentar, etc., etc., não seria mau. Mas os “socialistas” de Portugal, Espanha e Grécia levaram o seu “socialismo” longe demais. E o socialismo deles acabou-se, porque se acabou o dinheiro dos outros. O pinóquio mentiroso disse há tempos, com pompa e circunstância, que não se mexeria nos subsídios de Natal e Férias, mas o que esse mentiroso disse não se escreve. Eu já estou por tudo, porque os “socialistas” já me roubaram em 1983 e agora devo ser outra vez roubado por causa deles. Está tudo falido e não há dinheiro para nada. Eles queriam continuar a esbanjar o dinheiro dos prestamistas com o aval da oposição. Sabim muito bem que a crise estava à porta, mas nada fizeram para a minimizar, antes pelo contrário. Uma corja!!!

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