Manipulação de títulos, modo de usar

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Suponho que o título Antigo administrador diz que Smith lhe disse que Sócrates recebeu dinheiro para passar licença não estaria de acordo com o livro de estilo da Renascença, ou da jornalista. Demasiados “disses”. Ou se calhar não cabia.

7 thoughts on “Manipulação de títulos, modo de usar”

  1. queriam entalar o relvas? enquanto esperam pela erc e pelo chumbo de nova ida ao parlamento entretenham-se com mais uma dose de couratos freeporcos.

  2. O bizarro da situação é que também o DN e o Público têm, nas suas edições digitais, o mesmo, ou semelhante “título”. Em ambos os casos, também curiosamente, a origem da “notícia” parece ser a Lusa e em ambos os casos, embora os títulos não o sugiram, os textos revelam que se trata de afirmação de testemunha feita em resultado de informação prestada por um dos rapazes acusados de extorsão (o disse-que-disse).
    Para além destas coincidências, a verdade é que esta “notícia” dá um jeitão na altura em que Passos e Relvas estão em apertos mediáticos. Mas são, naturalmente, coincidências…

  3. Eu ouvi de uma prima da vizinha da minha sogra que ouviu no metro contar que uma tia em 2º grau lhe tinha dito que uma jornalista fazia sexo oral dentro dos automóveis para completar a porca de vida que levava. Mais….?

  4. Com que então «pagamentos ilícitos» mas porquê? Querem dizer que há pagamentos lícitos? Ora bolas para a bandalheira, vá de retro!

  5. Muito mais importante do que o folclore merdiático associado à infindável tele-novela do «FRIPORCOS», para consumo maciço de todas as sopeiras e taxistas da nossa praça, é a INACREDITÁVEL SENTENÇA que condena um “bolgue” a esconder comentários por supostamente atentarem contra o “bom nome” de uma obscura entidade empresarial!

    SENTENÇA grave, muito grave e gravíssima, tendo em conta pelo menos três critérios de avaliação:

    1º – Grave, pelo DESPROPORCIONADO consumo de tempo de trabalho que uma sentença tão grotesca e simplória demonstra ter provocado ao ser produzida, dado o seu excessivo palavreado para tão pouca substância, isto para além de possuir inacreditáveis erros crassos de Português, a um nível mesmo de 1º Ciclo do Ensino Básico (e quem tiver conhecimentos linguísticos, ou jurídicos, superiores ao 6º Ano de escolaridade – para os mais idosos, o antigo Ciclo Preparatório dos Liceus – pode e deve ir LER A SENTENÇA DO PRINCÍPIO AO FIM para constatar, de boca aberta, como funciona e, sobretudo, COMO SE EXPRIME AINDA PÚBLICAMENTE a Justiça em Portugal);

    2º – Muito grave, por demonstrar como uma entidade privada pode invocar, a seu bel-prazer, o seu “bom nome” e “prejuízos” com base em simples desabafos de gente humilde e impotente, sem poder económico para contestar, com a merecida violência e nas instâncias próprias, um tal atrevimento, muito provávelmente até ANTI-CONSTITUCIONAL (e alerto daqui a Dr.ª Isabel Moreira para se interessar a sério por este caso, que começa a ganhar contornos de escândalo público e que, para além de estar em consonância com os seus apregoados princípios políticos e éticos, talvez esteja bem à medida das suas reconhecidas capacidade e dos seus méritos);

    3º – Gravíssimo, por antecipar aquilo que, com base numa eventual juris(im)prudência que esta sentença venha a lograr provocar, poderá vir a ser num Futuro muito próximo a prática corrente de todos os poderes que se começam a sentir enfadados desta coisa chata da “Liberdade de Expressão”, quando deixa de ser apenas um belo princípio vago e começa a ganhar existência concreta, muito em especial nesta coisada subversiva que é a “blogosfera” – cuidado blogueiros e CAROS TODOS, como agora se diz, que é assim que começam as coisas mesmo perigosas em Política. Não lhes cortem as vasas enquanto são tenrinhos, que depois terão de ir buscar a gadanha magna, que só se usa em casos de aflição. Quem vos avisa…

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