10 thoughts on “Perguntas complicadas”

  1. Talvez por não se sentir bem com isso, decidiu dar liberdade de voto aos seus deputados (embora com excepções), certamente por desejar ser “punido” em cada votação. Já li pessoas do PS louvarem esta decisão. Para mim, porém, (e sem prejuízo de me demonstrarem o contrário) trata-se de um experimentalismo inconsequente apenas aplicável a este grupo parlamentar, que só pode acontecer nesta conjuntura de maioria absoluta da direita, em que o PS, unido ou fragmentado no momento do voto, não pode influenciar qualquer votação (salvo as que exijam 2/3). Não tenho, em princípio, nada contra, se os deputados tiverem sido eleitos por círculos uninominais. Não foi o caso nas últimas eleições. Por isso, estes deputados (assim como os das restantes bancadas) não representam propriamente nem inteiramente os interesses dos seus eleitores directos.

  2. essa treta da liberdade de voto vai dar muito jeito à direita para rever a constituição e à opacidade democrática, acordos secretos, venda de votos e outros expedientes de expedintes.

  3. pode. há quem só aplauda para ser aplaudido. e até há quem mereça aplausos e não os tenha; e também há tem tenha vontade de aplaudir e não aplauda. é assim.:-)

  4. Poder, pode. Contra um sonso, sonso e meio. Quem perde é a frontalidade e a transparência. Até pode ser que resulte, mas nunca fará o meu género. Será sempre uma vitória de Pirro. Se o for, claro.

  5. Olá Val. Continuo de alma tão amarfanhada que o silêncio é o meu melhor amigo. Mas realmente não resisto a comentar este seu texto. De facto, como é que este “socialista” tem a maioria dos socialistas do seu lado…?!?
    A vida é mesmo muito enigmática…

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