18 thoughts on “Para o caso de sentir uma verdadeira urgência”

  1. Esta está lá há 2 dias e já conseguiu dar nas vistas. Agora está na hora de voltar para casa e fazer alguma coisa pela vida. Demita-se sff.

  2. olha, então não é a menina que me atendeu, um dia destes, num cartório notarial? irra! ia jurar que é ela, mas não faço juras. é que se assim foi, faz sentido uma certa ética da urgência

  3. Não sei se a admire mais por achar que uma chamada telefónica vale como estudo estatístico, se por não saber que estas chamadas são ilegais, ou sabendo, achar que a imunidade impera, ela até é do PSD, se por não distinguir o 112 do INEM, se por ter estado a ocupar um recurso que poderia estar ao serviço de quem efectivamente dele precisasse… Em todo o caso, acho que lhe pagamos um salário excessivo – 100% superior ao que devia auferir.

  4. Põe-se mesmo a jeito para levar com um título destes e respectiva pergunta!

    Uma tonta! A edie já fez a lista da ignorância. Balhamedeus!

  5. esta está fantástica:

    “Muita sorte têm tido os cidadãos deste país. Joana Barata Lopes, a deputada do PSD que ligou para o 112 para “testar” o tempo de atendimento das chamadas, poderia ter optado por um deporto mais radical: atropelar transeuntes para testar o tempo de reacção do INEM. Estejam atentos, à cautela. ” by camara corporativa

  6. Uma besta quadrada com a cobertura justificativa do partido.
    Pela a amostra , estamos entregues a isto e este tipo de pessoas, o que na verdade já nada admira.
    Parafraseando: “isto ainda vai acabar mal”

  7. Estes comentadores são mesmo maldosos.
    Prontes, não agiu correctamente, mas fê-lo com a melhor das intenções.
    Desculpem lá a miuda, ela até que tem bom aspecto.

  8. Vá lá, não digam mal da Joaninha BATATA Lopes. Ela pensava que o 112 era o número das informações.

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