Não pensaste nesta, Darwin

Sempre haverá quem se sinta vingado com o terrorismo, justificando com a assimetria, os mortos das guerras causadas pelas potências ocidentais e a longa tradição do ataque a civis para fins políticos e militares. No fundo, dizem que o terrorismo pode ser uma justa reacção, uma legítima defesa, uma questão de sobrevivência de causas, povos, soberanias.

E essa é uma das mais fortes provas de que descendemos dos macacos.

10 thoughts on “Não pensaste nesta, Darwin”

  1. Darwin não pensou em montes de merdas. não pensou na democracia representativa , não pensou na ciência e numa data de merdas humanas mais que veiram atrasar a evolução da Terra.
    tu sabes que ele há uns organismos bué de fracos e inferiores que cooperam numas cenitas chamadas partidos e ganham vantagem sobre os superiores sem ponta de pica para a cooperação ( afinal , eles são os melhores , dispensam ajudas e clubes … claro , a democracia e o poder dos fracos ainda não existia no tempo da Guerra ) , nem os velhos se recusavam a morrer ( olha aí , a esperança de vida nos 500 anos com a ajudinha da ciência . faz-me impressão que o supra sumo da ciência seja acabar com a morte , graças a não sei quem que na pré história morriam , senão ainda agora me levavam de rastos pelo rabo de cavalo ) para que o novo surgisse.

  2. Valíssimo,

    Um caldinho de 9-11 para consumo de candidatos a “humanistas” ? O terrorismo é a arma dos poderosos, não dos fracos, daí a tua acertada conclusão de os equiparares a macacos.

    Z,

    A baralhada no teu texto comentário leva-me a crer que andas falho dum clister de café para rejuvenescimento dos cílios intestinais. Desembaralha as cartas.

    Cláudia,

    Bom exemplo, pelo menos dessa forma não enganas ninguém nem pareces enganada.

  3. Em cheio , Valupi! Qual pecado, qual maldade intrínseca! Raizes de macacoides, é o que é! Quanto mais demonstração de violencia, mais prova de atraso evolutivo. Legítima defesa do macaco: é isso.

  4. olha que eu só uso um símbolo que não tenho pachorra para mais. Ando de espaço amostra grego, mas qualquer dia mudo.

    Ontem reli que a definição cabalística do mal é o bem que se afastou do seu justo lugar (Zimler). Continuo a achar poderosa.

    (sopa de tomate com feijão e cebolinho é boa mas desastrosa nos andares inferiores do cordilhame.)

  5. Há macacos mais e menos sofisticados. Os primeiros armam os segundos. Depois, quando a história vira, é o cabo dos trabalhos.
    Ao mesmo tempo, o fanatismo religioso “à la” Idade Média é um fenómeno mental sem igual no reino macacóide. Onde se prova que a religião tem múltiplas e variadas aplicações. Já aqui os bascos, não são movidos a fé. São ainda mais difíceis de compreender.

  6. Há muitas formas de terrorismo: Deir Yassin é uma delas. Logo na primeria manhã, a sangue frio e utilizando facas, que não fazem barulho. No dia 23-7-2006 nasceu o meu neto em Londres no Hospital da Universidade com todas as condições e a sobrinha-neta de uma senhora arménia que eu conheci há tempos abortou porque os de Israel puseram bombas no Hospital de Beirute onde ela iria dar à luz uma criança que não chegou a nascer. Isso é terrorismo.

  7. Estás a aprender umas coisas, Zé, mais vais ofender o Valupi, neste momento a tomar um copo de uísque, com gelo, depois de almoço, num restaurante de Amsterdam. “Há macacos mais ou menos sofisticados”, reza o adágio.

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