6 thoughts on “Ensaios sobre a demência”

  1. Um retrocesso civilizacional é possivel no chamado “mundo ocidental”? Neste bocadinho, o luso, desse mundo ocidental, é bem possivel. Na presidêcia da república temos o protótipo dessa decadência. Para chefiar o governo, a “massa crítica” fez com que a “massa acrítica”, amorfa, inculta e incauta elegesse a estupidez personificada, revelada em toda a sua extensão na recente tirada sobre a Constituição não ter impedido os 900 mil desempregados (não disse, mas subentende-se: os milhões de doentes, a iliteracia, a corrupção, os atropelos da in-justiça…E por aí fora). Num país onde o retrocesso civilizacional não estivesse já em marcha acelerada, esta “tirada” medona exigia a remoção imediata da estupidez, apeando o PM Passos Coelho. Como podemos verificar, não acontece nada. Talvez um dia deste tenhamos, até, a consagração presidencial desta demência do seu companheiro PSD.

  2. Não é preciso a boca guedes e as suas anedotas sobre o “alumínio na água da hemodiálise”, pois os eborenses têm memória de elefante e ainda não esqueceram a tragédia.
    Para sermos mais precisos. Será que o abutre do João Távora do Corta-Fitas, na sua contabilidade macabra, também contou com a morte de dois técnicos chilenos, especialistas em fogos florestais, que estavam cá a dar formação e morreram em Santarém a 4 de Agosto de 2003?
    Esta direita está a ficar cada vez mais perigosa e louca com o seu fanatismo ideológico.
    Já não respeita nada nem ninguém. Não é de admirar, sendo dirigida por quem é…

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