Correio da CNN

Entrevista de José Sócrates à CNN Portugal – 22 de Janeiro de 2022

Júlio Magalhães apareceu frente a Sócrates sem fazer a mínima ideia do que está em causa nas questões que colocam Carlos Alexandre como um óbvio suspeito de ter organizado a mais grave conspiração alguma vez ocorrida na Justiça portuguesa. Como se isso não bastasse, a forma tão cretina – e até difamante e insultuosa – como responde às informações e argumentos de Sócrates parece imbecil de mais para ser verosímil. O mais provável é ter sido uma táctica para confundir o entrevistado e levá-lo à exasperação tamanha a grotesca estupidez do que ia contrapondo. O homem chegou ao ponto de defender o crime perpetrado por magistrados como prática adequada para “apanhar os poderosos”.

Onde o Júlio Magalhães se revelou brilhante foi a olhar para o relógio. Quando chegou aos 15 minutos saltou logo para as eleições e Costa, tendo conseguido gerar títulos para a imprensa que vive da baixa política. E chegados aos 30 minutos, tchau e um queijo.

Na Cofina não se conseguiria fazer pior.

40 thoughts on “Correio da CNN”

  1. a deliberação do conselho superior da magistratura sobre a atribuição dos processos do juiz carlos alexandre a ele próprio, sem sorteio, deveria ter levado à suspensão de funções do juiz, anulação da acusação (que em grande parte já foi feita por ivo rosa) e a processo criminal para averiguar os danos da actuação do juíz. espero que o ministério público detenha o juíz para averiguações, na próxima 2º. feira quando regressar ao trabalho, convoque as televisões para os directos de achincalhamento tradicional e o deposite em évora durante uns meses, não vá o gajo fugir para mação, até confessar quem lhe encomendou o trabalho e onde enterrou a massa.

  2. miserável nisto de ser redondante e coninhas, parece que decorou uma lição sem sequer a dominar. quando o vir a travessar a rua, atropelo-o, está certinho, dou-lhe um toque para ser obrigada a sair a dizer-lhe das boas: que está enganado, que Sócrates tem uma dignidade intocável, que foi publicamente abusado cujas consequências do abuso político transcederam a esfera política, que deveria ter vergonha na cara por encará-lo com tamanha tranquilidade de injustiça, que, sim e sim, o juíz dos podres tem de ser julgado e condenado e ir parar a uma prisão sustentável para egos megalómanos doentes e criminosos. depois deixo-o ir à vidinha dele, prostituir-se à vontade.

    e espero que Costa, conforme já referi, esteja mesmo arrependido e que lhe sirva isso para se tornar cada vez melhor.

    ao mesmo tempo hoje, e vejo como ironia, no blogue digital dos oficiais de justiça é apresentado o programa das festas do PSD.

    por fim, cada vez gosto mais do Sócrates – valeu a pena confiar no que sempre senti. pronto, já está.

  3. “O homem chegou ao ponto de defender o crime perpetrado por magistrados como prática útil para “apanhar os poderosos”.”

    Pior do que isso. Júlio Magalhães desferiu um pontapé no prestígio da justiça, insinuando que os juízes portugueses não são íntegros e competentes para julgar determinado grupo social, dedicam-se apenas à raia miúda. Era preciso escolher a dedo um juiz salvador da pátria, diferente de todos os outros.

  4. O Magalães como todos os demais entrevistadores de Sócrates fazem-se de parvos ou, como disse Sócrates, estão a ver tudo mas fingem que não veem.
    Aquela dos poderosos revela a ideia que tais pategos das TVs que, eles sim são os poderosos da vida actual que manipulam ingénuos aos milhares com imagens e interpretações falsas, não só se fingem de parvos como o são mesmo de facto.
    São-no quando, bacocamente, como o Júlio em modo de Ventura quer fazer crer que poderosos são os políticos quando já estão caídos no chão. Com este disfarce, fazem o jogo do juiz vaidoso, poderoso e vingativo político tal como verdadeiramente pretende.
    E assim põem a salvo, na sombra, os verdadeiros poderosos que são os donos da imprensa e seus lacaios de trela.
    Veja-se o caso Selminho com o rato Moreira da CMP. Imaginem que tinha sido um autarca do PS a, mal chegado à Câmara, resolve a seu favor um problema que nenhum outro autarca anterior ousara resolver em dez anos. Que imaginativas relações, cumplicidades teriam inventado para pedir a demissão imediata do autarca enquanto martelavam diariamente a insinuação de culpa no cartório?
    Reparem que todos os que acusam qualquer político do PS de responsabilidade política por qualquer acontecimento havido entre terceiros sob sua alçada política, neste caso Selminho, sob alçada directa do Moreira este não só passa incólume com ainda é elogiado por, embora o assunto seja do seu patrocínio, qual anjinho, jamais se atreveu a meter colher no assunto.
    Aos outros basta a pertença à instituição para ser responsável político mesmo que o assunto seja entre cantoneiros do lixo, aos “nossos” (deles) são heróis porque podendo estar superiormente implicados o evitaram como prova de honradez angelical.
    É precisamente, deste modo, que se preparam para, mais uma vez, ir ao pote e serem tratados como heróis nas bocas com trela.

  5. o pontapé na justiça vai ser quando a justiça julgar o alexandre e este botar a boca no trombone para se defender. vai ser a reforma do sistema judicial que ninguém teve a coragem de fazer e uma nova oportunidade de emprego para o excesso de formados em direito.
    o magalhães queria era que o gajo dissesse mal do costa para ajudar a eleger o rio, mas fodeu-se.

  6. Programa de governo para 2022:
    – voltar às 40 horas de trabalho semanal
    – rever a constitiuição da abrilada ou eliminá-la

  7. o problema é serem os políticos a legislar sobre como os apanhar…proponho aproveitarmos a globalização e um grupo de especialistas( informática , finanças , criminalidade em geral , e essas coisas mais necessárias e que eu não sei) a nível mundial , criar um esquema legal , uma legislação específica, que permita apanhar os tubarões , posto que as redes não podem ser as mesmas que para apanhar carapaus. não há nada que impeça semelhante cooperação , a não ser falta de vontade de apanhar os tubarões , se calhar fazem jeito a alguém.

  8. Os ranhosos da CNN Portugal estão em modo Fox News. Inscrição nas legendas, “José Sócrates vai fazer campanha pelo CDS.

  9. Júlio Magalhães: “[As maiorias absolutas] não dão bons resultados para o país, como sabe.”

    Sócrates: “Porquê?”

    Magalhães: “Porque depois fomos intervencionados.”

    A maioria absoluta de Sócrates foi em 2005, a partir de 2009 deixou de a ter. A intervenção foi em 2011, depois de dois anos sem maioria absoluta, e foi precisamente isso que permitiu à quadrilha de Massamá, de braço dado com os idiotas úteis do PCP e BE, chumbar o PEC4, agravar a crise, precipitar eleições e troikar-nos a todos com uma pintarola do caraças. E o adiantado mental da CNN Portugal acha que foi a maioria absoluta de 2005 que provocou aquilo que só foi possível porque deixou de haver maioria absoluta? Este também é dos que acreditam que, quando as galinhas têm dentes, saem os pintos carecas. Olha que não, parvalhão, olha que não!

  10. Foi um entrevistador dona de casa, enquanto a panela da sopa esquentava no fogão. Fico perplexo como esta gente constrói um “respeitável” nome no universo dos media em Portugal. Se Sócrates fosse entrevistado por alunos do secundário – dos broncos – a coisa saía mais ou menos assim.

  11. Eu também estou à venda.
    Quanto me dão para ir à televisão passar por parvo ?
    Não sou menos que o Júlio Magalhães e quero mais 5 % que ele !

  12. José Neves e Timóteo :
    Leio já, nas vossas intervenções acima, um tom fatalista que não me agrada mesmo nada !
    A mais de uma semana da decisão das urnas, já estendeis o pescoço ao cutelo que ainda nem se ergueu ?
    Pobre esquerda a vossa, que com tão pouco esmorece. A batalha a meio e já gritais : ter…ter… !!!
    Os que ficam no posto de sempre até à vitória ou à derrota , não podem ter complacência convosco. Em toda a luta há dois resultados possíveis, o empate é um milagre. E quem não sabe de tal não deveria andar por aqui.
    Na guerra, o comandante tem por obrigação matar os aterrorizados das suas fileiras, porque destroem a moral de todo o seu exército. Pensem nisso e chorem-se menos

  13. Ai amo, amo, garanhãozão pila dura. Até acho que a tua mulher é bué de injusta, quando anda para aí a dizer que tens o hidráulico avariado, e que já assim estava na noite de núpcias, e que só parecia arrebitar um pouco quando vias filmes do Arnold Schwartzenegger ou do Sylvester Stalone.

  14. É brutal a SEGURANÇA E A DIGNIDADE DE JOSÉ SÓCRATES… A provocação do entrevistador é obscena!… Nem vêem como o discurso de Sócrates é cada vez mais forte a desmascarar a promiscuidade entre o poder político e o judiciário e o mediático!… OUÇAM/ ESCUTEM BEM O QUE ELE DIZ!
    É espantosa a lucidez e a tal “alma feroz”, que o homem mantém face à premeditada estupidez do J. M.!… A CNN É UMA CM, com interferência directa do Tio Sam…
    Concordo com o comentário de “culpa sem consequências”….

  15. “Um magnífico momento gay da mula russa.”

    dass… já enjoa, pela obsessão e falta de imaginação. o gajo quer é troco para fazer disto um local de engate maricas e não perde pitada para declamar bichice de género.

  16. Ai ui, querido príncipe! Ui ai, príncipe querido! Deves ter cá um marsápio, como diria, ou dizeria, a nossa querida Aiquerrizolinda! Deve ser uma coisa assim a modos que assim e assado e cozido e grelhado absolutamente maravilhósica, fantarástica! E se for tão sofisticado e enrolado como a língua, eh pá, mal posso esperar, tenho o grelinho aos saltos, imagino os infindáveis prazeres(*) que daí advirão! Só mesmo tu, magnífico garanhãozão, conseguirias fazer-me sair do armário. Mas que excitação, que maravilhosa tesão! Uma vida inteira de supressão, frustração, privação, à tua espera, meu príncipe querido! Mas encontrei-te, pôcera, posso finalmente abrir as comportas, libertar a libido e entregar-me totalmente! Vem a mim, marsápio lindo, rei dos falos, king of the pilas, príncipe dos pirilaus! Mas primeiro tens de te libertar da burka, lindinho, tens de mostrar o focinho ou nada feito.

    (*) Quando o hidráulico estiver arranjado, claro, o que, segundo a tua mulher, acontecerá no Dia de São Nunca à Tarde.

  17. Ai, querido! És um prodígio de criatividade e originalidade! A imaginação que tu tens, pôcera! Vou já ali atrás de um arbol esgalhar uma segóvia a pensar em ti! Uma ou duas! Adoro, adoro, adoro!

  18. Foi confrangedor ver um jornalista com tão pouco nível. De pouco lhe valeu a pedagogia do seu interlocutor. Um jeitoso, portanto.

  19. A CNN Portugal está para a autêntica CNN como o whisky de Sacavém para o escocês. A única diferença é que o whisky marado dava dor de cabeça na manhã seguinte, a CNN Sacavém é de efeito imediato.

  20. Esta caixa de comentários tem subido de nível… já é de monte para cima !!!
    Quem não gostar de se emporcalhar tem de mudar de paragens !
    Agora a direita nazi ataca com montes de estrume ? Estamos perdidos, é o que eles mais tem, na cabeça, nas montras e nos armazéns…

  21. Eu não sei quem és, pide, porque tens a enorme coragem de te manteres escondido, mas tu sabes quem sou. Porque não me procuras para me dares no focinho?

  22. “Porque não me procuras para me dares no focinho?”

    porque o interesse é teu, se queres levar no focinho mete um anúncio nas centrais do manhólas, pode ser que apareça um tarado qualquer que queira enrabar um porco masoquista. mão te esqueças de mencionar quanto pagas, torna o anúncio mais atractivo. outra hipótese é tentares o clementinas, resolviam ambos problemas.

  23. Amérdica:

    《University explains why words like ‘lame’ and ‘man’ are ‘problematic’
    Published: 23 Jan 2022 | 17:16 GMT

    The guide suggests employees recommend to others that they stop using offensive words

    The University of Washington’s information technology department has released a new language guide highlighting “problematic words” that are commonly used but are supposedly racist, sexist, ageist, or homophobic.

    On this list of words to be avoided are “grandfather,” “housekeeping,” “minority,” “ninja,” and even “lame.” “Lame,” for example, is offensive because it’s slang for “uncool” and “it’s using a disability in a negative way to imply the opposite, which would be not lame, to be superior,” according to the guide.

    Other words are deemed offensive because of their history or relationship to race or gender. The word “housekeeping” can “feel gendered,” the university suggests, while any word or phrase including “man” within it, such as “manpower,” “man hours,” or “middle man,” is sexist because it’s not inclusive.

    Meanwhile, “Grandfather clause” is problematic because the term was “used as a way to exempt some people from a change because of conditions that existed before the change.” It “originated in the American South in the 1890s as a way to defy the 15th Amendment and prevent black Americans from voting,” the guide explains.

    It suggests that employees within the department not only apply this new awareness to their own language use, but also educate others about the everyday terms they should be avoiding. The guide even provides an email template to send to vendors to query the efforts they are making to move away from offensive and non-inclusive language.

    “Unfortunately, in working with your product/service, we have identified language that can be considered offensive due to its racist, ableist, and/or sexist origins,” the potential email says. “Can you let us know what efforts you are undertaking to move away from this language so as to create a more inclusive product/service?”》

    Aqui:
    University explains why words like ‘lame’ and ‘man’ are ‘problematic’
    https://www.rt.com/news/546893-inclusive-language-guide-university/

  24. Porcalhatz, bully mariconço. É tocante a mãozinha que dás ao teu namorado parvalhov, mas ele escondido e tu escondidinho cheira a ajuda de amigo de Peniche. O anúncio é boa ideia. Que tal ajudares-me, presencialmente, a redigi-lo?

  25. este pseudo-comunas rebarbados são todos iguais. também tive um encontro imediato de primeiro grau com um na faculdade de letras do porto que ladrava que se fartava. depois veio a policia e ele de rabinho entre as pernas, fugiu a ganir. eras tu, camacho?
    parecias mesmo

  26. Esse que fugia com o rabinho entre as pernas, devia ser, de facto, a mula russa. Hoje em dia não falha: sempre que precisa de recarregar as pilhas da fanfarronice, a mula liga-se ao colo do putinhas ex-kgb. Mas chegará o dia em que também será no colo do ventura. Os homens providenciais aquecem-no.

  27. ó pá , dediquem -se a cenas interessantes , recordem o que é ser homem , pás.

    Se és capaz de manter tua calma, quando,
    todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
    De crer em ti quando estão todos duvidando,
    e para esses no entanto achar uma desculpa.
    Se és capaz de esperar sem te desesperares,
    ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
    Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
    e não parecer bom demais, nem pretensioso.
    Se és capaz de pensar – sem que a isso só te atires,
    de sonhar – sem fazer dos sonhos teus senhores.
    Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires,
    tratar da mesma forma a esses dois impostores.
    Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,
    em armadilhas as verdades que disseste
    E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas,
    e refazê-las com o bem pouco que te reste.
    Se és capaz de arriscar numa única parada,
    tudo quanto ganhaste em toda a tua vida.
    E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
    resignado, tornar ao ponto de partida.
    De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
    a dar seja o que for que neles ainda existe.
    E a persistir assim quando, exausto, contudo,
    resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!
    Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
    e, entre Reis, não perder a naturalidade.
    E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
    se a todos podes ser de alguma utilidade.
    Se és capaz de dar, segundo por segundo,
    ao minuto fatal todo valor e brilho.
    Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,
    e – o que ainda é muito mais – és um Homem, meu filho!”
    Rudyard Kipling

  28. Pois é, valentão das 9:26, o “comuna” fugiu e tu ficaste sozinho, heroicamente, a enfrentar a bófia. Foi dessa altura que te ficou o corajoso hábito de te esconderes… atrás do “teste”, que continua até hoje:

    “Senhores agentes, Excelências, eu não fiz nada e nem quero saber de política, só estou aqui porque tinha um ‘teste’. Foram aqueles meninos, que fugiram ali para baixo, mas se derem a volta por aquela rua ainda os apanham a todos, um deles até é comuna.”

    20 mil índios à sua esquerda, e o Gary Cooper sozinho! 20 mil índios à sua direita, e o Gary Cooper sozinho! 20 mil índios à sua frente, e o Gary Cooper sozinho! 20 mil índios atrás de si, e o Gary Cooper sozinho! Sozinho e borradinho, tadinho, como o valentão do testinho!

    Está descansado, bufo, nunca fui “comuna”, no teu linguajar direitolo, nunca fui preso nem torturado e, embora tenha corrido muitas vezes à frente da polícia, a única vez em que levei porrada foi precisamente a única vez em que não consegui fugir a tempo, no 1° de Maio de 1973, perto do Martim Moniz. Mas se calhar achas que a malta devia ficar “corajosamente” à espera, para facilitar a vida à bófia. Ou então apanhar o eléctrico directamente para a António Maria Cardoso. Foda-se, lá ganhei mais um admirador, ainda mais estúpido do que os outros dois! Puta de sina a minha!

  29. Muito provavelmente, a mula russa não teria sofrido bastonadas no lombo nos idos de 1973, se certo polícia tivesse tido a presciência de antecipar a evolução intelectual da sua vítima. De tal modo, que viveríamos a grata surpresa de ver aquele frenesim repressivo dar lugar à mais complacente das empatias. Não haja dúvida: mesmo o espírito obtuso dum cão de fila do Estado Novo pode sensibilizar-se com a afinidade política que aproxima os salazaristas dos serventuários do regime nacionalista autoritário dum ex-polícia. Quantas vezes os opostos se atraem e são preciosas as suas semelhanças…

  30. “… a única vez em que levei porrada foi precisamente a única vez em que não consegui fugir a tempo, no 1° de Maio de 1973, perto do Martim Moniz.”

    lembro-me dessas comemorações do 1º. de maio, mas isso foi em 1147. ficaste conhecido pelo cognome “o entalado” e a imprensa da época descrevia o facto heróico de teres perdido o colhão que te falta no aperto do zip da braguilha armani que ainda dás à estampa.

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