14 thoughts on “Aspirinas”

  1. A menina Guida MENTE DESCARADAMENTE e de educação não perecebe nadinha, mas de propaganda política percebe

  2. Olho, até me assustou! Agora, que já me recompus, vou pedir-lhe que olhe, com calma, para o meu comentário e me diga onde é que está a marosca.

    Para ver como sou amiga, vou dar-lhe uma pista: há uma importante personalidade da oposição, bem conhecida aqui no Aspirina, que, em princípio, conhece bem a zona onde vivo.

  3. Val, talvez valha a pena divulgar a mentira da única promessa do PSD esta campanha. Documentei as provas todas aqui concludente: http://tinyurl.com/qwleo7
    O famoso Erasmus 1º emprego é uma promessa mas do partido socialista europeu (tenho link ao programa e imagem da página) que foi vilipendiada pelo PSD já que nem sequer consta do programa do PPE e é contra os seus princípios consoante análise que também linko.
    A Política de Verdade é isto?

  4. que nomes tão chiques, eu desejo-lhes um mar de lágrimas para honrar o nome da quinta do patrono, equivalente a quantos milhões de contos de dinheiros públicos que receberam nos consulados do burroso e do flopes?

  5. É normal, porque as anteriores gerações de pais ou eram constituídas por analfabetos ou por pessoas com uma formação inferior à que têm actualmente. FALSO E DEMAGÓGICO

    Antes reclamavam do facto de mudarem de escola todos os anos e agora reclamam da ministra. FALSO E DEMAGÓGICO

    Os professores faltavam e os alunos aproveitavam os furos para irem até aos cafés mais próximos, se o ambiente estivesse bom nem iam às aulas seguintes, falava-se em venda de drogas à porta das escolas e tudo isso, senão acabou, pelo menos melhorou muito. FALSO E DEMAGÓGICO

    Que queira vestir a camisola do governo é um problema seu agora atirar com areia para os OLHOS dos outros é outra

  6. Aqui está a VERDADE NUA E CRUA; CUSTA LER NÃO É?

    Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.

    Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das “melhores posições no Mundo” para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média.

    Façamos de conta que o “Magalhães” é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que “quem se mete com o PS leva”. Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de “malhar na Direita” (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport.

    Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por “onde é que eu ia começar” a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a “falta de liberdade”. E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores.

    Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso.

    Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.

    http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=M

  7. Olho, atirar-lhe areia para os olhos era como chover no molhado.

    Não sou eu que digo, que eu nunca os contei, mas consta que a taxa de analfabetismo já foi maior (apesar de por vezes não parecer). Logo, por muito boa vontade que tivessem os pais, não podiam ajudar os filhos. Isto é demagógico?

    Quanto aos outros dois parágrafos, o próprio Crespo, de quem parece admirador, deve ter noticiado inúmeras vezes as situações que refiro. Está tudo escrito.

  8. o cavaquismo foi a versão tuga desta envolvente:

    “Quanto mais se analisam as origens do actual desastre, mais claro se torna que o passo em falso — o passo que tornou a crise inevitável — teve lugar no princípio da década de 1980, durante os anos Reagan.”
    Paul Krugman, economista, “i/The New York Times”, 5-6-2009

    in Publico online

  9. Olho, também se devia rir de vez em quando, só faz bem…
    Olhe uma piada que me contaram, acerca desta temática:
    Sabe qual é o desporto favorito dos professores e respectivos sindicatos?
    Correr com os ministros. :)

    PS: estou a brincar, por favor, não me responda com o falso e demagógico.

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