8 thoughts on “A nossa notícia do dia”

  1. Sabes que a incontinência, tal como o Alzheimer vem com a idade. Que começa a não perdoar. Já não tennho 20 anos. Nem 30, agora que penso nisso. Acho que vou deprimir:( Deixa-me pôr um linkzinho importante para animar – pensando bem não é que o assunto anime lá muito…É que ainda para aí uma malta, o PSD não sei se estás ver a dizer que as Europeias são e juro que cito “eleições de 2ª ordem” onde o importante é punir o governo.) QUer dizer, eu quando penso nisso acho que não era mau haver maior democracia na europa. E punir antes esta UE que está deixar 1 em cada 4 crianças polacas (por acaso também UE) na pobreza. Não, não anima nada, mas olha se me deixares, em conta da assumida incontinência e da seriedade do assunto: http://tinyurl.com/c4r9gt
    ABRaço,

    Carlos

  2. Valupi,

    Tu e as tuas partidinhas do primeiro de Abril. Inicialmente julguei que te estavas a referir ao teu recente épico pro-papa que deve ter deixado os teus inimigos com os papos cheios por um tempo.

    Já agora,

    Sr. Carlos Santos,

    Você é inteligentíssimo mas, mesmo em “ciências” económicas, fala, desculpe que lhe diga, de tudo menos aquilo que me interessa, que são os “dinheiros” invisíveis movidos por mãos invisíveis.

    Olhe, aproveite para deitar um olho à ferida que tantas dores anda a dar por aí, só pelo esforço que fazemos para tentar compreender de onde vem. A opinião que se segue é dum senhor americano chamado Tarpley. Escreva sobre isso e deixe aqui o link. Irei lá prontamente apreciar a demão de pintura que der sobre isso. Está preparado para espremer o carnicão a esse frunco, ou não?

    “FREEZE DERIVATIVES FOR THE DURATION OF THE CRISIS

    The G-20 must remove the crushing mass of derivatives which is now dragging down the world economy. Derivatives must be banned going forward, but this by itself will not be sufficient. The ultimate goal must be to wipe out and neutralize the existing mass of $1.5 quadrillion in notional values of toxic derivative instruments. Some governments may be able simply to decree that derivatives be shredded, deleted, and otherwise liquidated, and they should do so at once. Virtually all governments should be able to use their emergency economic powers to freeze derivatives and set them aside for at least five years or for the duration of the crisis, whichever lasts longer. Legal issues can be settled over the coming decades in the courts. Humanity is in agony, and we must act against derivatives now. Going forward, we must ban the paper pyramids of derivatives in the same way that the Public Utility Holding Company Act of 1935 banned the pyramiding of holding companies.

    Derivatives were illegal in the United States between 1936 and 1983. In 1933, an attempt was made to corner the wheat futures market using options, and the resulting outcry led to a 1936 federal law banning such options on farm commodity markets. This ban was repealed by the Futures Trading Act of 1982, signed by President Reagan in January 1983. During the G.H.W. Bush administration, Wendy Gramm of the Commodity Future Trading Commission went further, promising a “safe harbor” for derivatives. Despite the key role of derivatives in the Orange County disaster during the Clinton years, a valiant attempt by Brooksley Born of the CFTC to make derivatives reportable and subject to regulation was defeated by a united front of Robert Rubin, Larry Summers (today running US economic policy), and Greenspan. Despite the central role of $1 trillion of derivatives in the Long Term Capital Management debacle of 1998, Phil Gramm’s Commodity Futures Modernization Act of 2000 guaranteed that derivatives, notably credit default swaps, would remain totally unregulated. These pro-derivatives forces must bear responsibility for the current depression, and those still in power must be ousted.”

  3. Caro Estaca,

    Eu percebo a ironia, mas de todo, não acha que seja inteligentíssimo. Compreendo contudo o que me diz sobre os derivados. E, a meu ver, posso desde já adiantar-lhe que a cimeira do G20 não vai tocar muito nisso. Os franceses queriam acabar com os credit default swaps, e a meu ver bem, porque permitem especular contra (literalmente) países ou instituições. A AIG só é mantida viva por causa da falta de regulação total dos inúmeros CDS que vendeu ao balcão. Se Sarkozy vai ganhar essa? Duvido. Os EUA incluiram hedge funds no documento final já me surpreendeu.
    E numa segunda nota devo dizer-lhe que planeio escrever sobre isso. Entre hoje e amanhã à noite. Porque é, como diz, e partilho totalmente da sua opinião, na especulação com derivados que reside grande parte da origem da crise.
    Deixarei cá o link.
    E como tomei a sua ironia a brincar,
    Um abraço
    Carlos

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