11 thoughts on “A nossa notícia do dia”

  1. …”incontinente de links, seu fraldas de ego”
    Muito bom.
    Eu sabia que gostava do primo só não sabia que tinhamos alergias em comum.

  2. Comprar o quê, o blogue ou saúde? E como?
    Por um lado, a saúde não tem preço, por outro, o blogue é impagável… :)

  3. gosto muito da saúde que se vende no aspirina , mas gostaria poder fornecê-la, talvez um complemento vitamînico: ……

    Lazos culturais e sociais entre Galiza e Portugal
    O BNG volve pedir no Congreso a recepción das canles de televisión portuguesas a través da TDT
    “Reforzaría a normalización da lingua galega” e “ampliaría a oferta informativa”, ademais de “abrir unha importante oportunidade de negocio”.
    Olaia Fernández Davila (BNG)
    A deputada do BNG Olaia Fernández Davila volveu solicitar no Congreso a recepción en Galiza das canles de televisión portuguesas a través da TDT. Recorda a nacionalista que este intercambio “reforzaría a normalización da lingua galega, ampliaría a oferta informativa, reforzaría os lazos culturais e sociais entre Galiza e Portugal, e, tanto para as televisións galegas como para as lusas, abriría unha importante oportunidade de negocio”.

    Fernández Davila lembra que a Carta Europea das Linguas Rexionais e Minoritarias estabelece que “as partes se comprometen a garantir a liberdade de recepción directa das emisións de radio e televisión dos países veciños nunha lingua usada nunha forma idéntica ou próxima dunha lingua rexional ou minoritaria, e a non se opor á retransmisión de emisións de radio e de televisión de países veciños nesta lingua”.

    Neste sentido, a deputada do BNG no Congreso sinala que xa hai varios países na Unión Europea que cumpren con esta norma, por exemplo, Finlandia, onde a poboación de fala sueca pode recibir as televisións da veciña Suecia.

    As televisións portuguesas chegarán en 2012
    Comunicación Audiovisual di que o atraso da TDT en Portugal adía a chegada. Lobeira lamenta que a TVG gaste “sete millóns en dobrar telenovelas sudamericanas”.
    As televisións portuguesas chegarán a Galiza no ano 2012. Así o anunciou este venres o director xeral de Comunicación Audiovisual, Manuel Xosé Fernández Iglesias, perante a Comisión 1ª do Parlamento. Segundo o representante do Goberno, o atraso débese ao serodio despregamento dixital no país veciño.

    Fernández Iglesias respostou a unha pregunta formulada por Bieito Lobeira, do BNG, que quería coñecer a evolución da proposición non de lei aprobada polo Parlamento. O secretario xeral dixo que “hai contactos” para efectuar o proceso e que se está traballando nesa liña, aídnda que o prazo é “orientativo”.

    Tamén dixo que a prioridade da Xunta é que a televisión pública galega se vexa no 98 por cento do territorio no momento do apagón, e completalo coas demais canles estatais, para o que está a facer un “esforzo”. Engadiu que Portugal ten as mesmas prioridades: estender primeiro as súas canles propias e despois a Televisión de Galicia.

    Fernández Iglesias asegurou que traer as canles portuguesas a Galiza custará uns 10 millóns de euros, incluíndo os dereitos de autor e de emisión, ao que Lobeira respondeu que lamentaba que a TVG gastase “sete millóns en dobrar telenovelas sudamericanas”.

  4. Li e concordo com o que escreve Reis. É preciso haver intercâmbio entre Portugal e Galiza ao nível de tudo e principalmente através de canais de televisão. Quem ganha é o consumidor porque fica mais esclarecido. Neste aspecto concordo. Vai criar mais unidade entre os dois povos.
    Mas, quando ouço pseudos dirigentes que, tudo fazem para colher dividendos futuros, não olhando a meios, tudo me leva a crer que não vamos a lado nenhum. Os valencianos querem um SAP a tempo inteiro quando sabem que das zero horas às oito o atendimento destes prestadores de serviço é mínimo, para não dizer que, nas maiorias das noites não atendem ninguém. Como é bom dormirem a noite toda e terem direito às folgas previstas na lei e ao outro dia irem para os seus consultórios darem consultas aos doentes – muitas vezes doentes do SNS. Os enfermeiros a mesma coisa, vão para consultórios prestar serviços. Se fossem obrigados ao descanso a que a lei lhe confere não havia desemprego na classe. Assim gostam e abusam no pluriemprego. Se durante a noite tivessem que estar a pé a desempenhar o serviço no outro dia não sentiam vontade de ir para outro serviço.
    Depois virem dizer que vão içar a bandeira Espanhola como agradecimento é de uma cobardia disfarçada. Mais-valia dizer que é como forma de luta. Se eu pudesse decidir propunha um referendo para nos pronunciar se queríamos ser Portugueses ou Espanhóis. Os que intercedessem por Espanha além de pagar os impostos que como os Portugueses pagam, ainda lhes criava um como turistas ou coisa que lhes valha. O que o País lucrava. Não havia tanto desemprego, os subsídios baixavam. Aí os que optavam por a portugalidade estavam num oásis.
    Que bom era todos os Portugueses terem um SAP e um hospital à beira da porta. Quem me dera um e se possível com um túnel para não apanhar frio ou chuva nas minhas deslocações e não gastar dinheiro com estas. Fazem-se auto-estradas, melhora-se as redes viárias mas mesmo assim queremos as mesmas regalias. Que bom mamar na mãe e na alheia. De há uns anos para cá infelizmente a minha vida tem sido entre clínicas e hospitais privados. Como gastava muito dinheiro à minha custa resolvi optar pelos públicos. Neste momento bendigo essa decisão. É se tratado com um carinho que não supunha haver. Pelo menos no IPO do Porto.
    Há dias depois de fazer uns exames esperava pela consulta pré-operatória e sabia que estava demorada. A médica quando nos consulta olha a todos pormenores. Era a segunda vez que tal me acontecia – rever algum exame que na consulta anterior a médica notou algumas anomalias. Na sala de espera quase todos reclamavam com a demora. Alguns já propunham o pedido do livro de reclamações. Eu que já não sou nenhum maçarico nestas andanças sei o que a maioria deseja, é união, porque isolados não sabem valer os seus direitos. Para mim os meus direitos são um bom atendimento e que quem me trata me trate bem. E é isso o que a médica faz a todos os seus doentes, seja novo, velho, bonito ou feio.
    Entre todos o que esperavam pela consulta estava um casal humilde do concelho de Mirandela que tinha saído de casa às seis e trinta horas. Todos se compadeciam com esse casal – o que acho normal – mas quando chegava a vez da consulta ninguém a oferecia – não o pude fazer era o último a ser atendido. Reclamar, opinar, todos nós somos bons mas, prescindir da nossa vez em solidariedade com o próximo isso esquecemos. Um sujeito que esperava a sua vez começou logo a culpabilizar José Sócrates, a ministra da saúde e direcção do hospital, além da médica. Perguntei ao casal se alguma vez tinha posto o seu caso ao presidente da junta ou da câmara ao que disse que sim mas de nada valeu. Se eu fosse presidente de junta ou da câmara não me sentia bem com a minha consciência, ou por outra, não admitia que conterrâneos meus, com dificuldades intelectuais e monetárias andassem de Anãs para Caifás sem ser com a protecção dos serviços sociais que existem nas câmaras municipais. Subsidia-se tudo: clubes de futebol, ranchos folclóricos, festas em honra de santos, grupos da terceira idade a passear por aqui e por ali – não digo que não se faça – mas, este merecia ser mais olhado.
    Quem não queria um SAP ou hospital na área da sua residência? Quem não queria um médico só para si? O que falta é condições ao País para nos oferecer tal benesse. Todos exigimos do País. O que é que oferecemos? Maledicência, hastear de bandeiras, provocações. Acho que o País nos dá mais do que merecemos. Por mim me penitencio e dou um exemplo: no dia cinco de Fevereiro do corrente ano tinha um exame à bexiga. Nesse exame foi-me detectado anomalias e proposto uma cirurgia o que tinha de ficar em lista de espera. Passados uns dias recebo um vale cirúrgico com várias ordens e hospitais onde podia ser operado. Fui falar com o meu médico ao IPO e foi-me aconselhado se eu preferisse o acompanhamento dos médicos desse hospital tinha de optar pela ordem do Terço no Porto. Assim optei e dia seis de Abril pelas dezasseis horas vou ser operado. Como vêem em dois meses é resolvido o meu problema. Sem contribuir com nenhum euro. Digam-me quantos países proporcionam às suas populações serviços assim? Só sabemos contradizer e se referirmos ou elogiamos somos uns lambe botas.
    Por isso volto a referir entre ter um SAP ou hospital só para inglês ver, prefiro andar mais uns quilómetros e ter um serviço digno. Continuem a pôr bandeiras Espanholas às janelas. É chique e talvez as janelas beneficiem com isso mas, só demonstra o nível das populações. Em lugar do SAP deviam pedir escolas.

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