10 thoughts on “A propósito de finlandeses”

  1. Eu quero acreditar que foi a pressão das finlandesas a fazer a diferença.
    (Os gajos delas passam a vida nas corridas de automóveis e assim, enquanto de Portugal ouvem dizem que até tem um Primeiro-Ministro com uns grandes tomates…)

  2. Bom dia, a história do gay nao pegou, só a da bancarrota devido a incompetencia (e pior)…por cá a historia tb n pegou, mas eu olho pela janela e a fome tb nao dá muito tempo para pensar nisso…parabens pela bancarrota, parabens pela proxima vitoria do Ps, parabens pela fome…e parabens a si, que, pelas palavras de apoio firmes, nao a deverá passar…

  3. Bom dia, para já nao me trate por tu, já avisei o seu companheiro de blog, nao sou da vossa laia…e tenho uma educaçao superior (pelo menos à vossa)…depois a fome é uma expressao subjectiva, nao conheço nenhum país mais esfomeado que o meu, na europa…é sintomático o vosso desprezo pela pobreza, especialmente porque tem culpas enormes no cartório…esperemos entao por uma maioria abosluta do Sócrates, apra nos tirar da bancarrota, o problema é que me cheira que o senhor ia ter mais sopa na mesa e muitos mais, menos…

  4. Mas afinal onde é que Vossa Excelência quer chegar com a sua distinta e superiormente educada intervenção?
    De onde vem essa conclusão do desprezo pela pobreza? Ou o brilhantismo do raciocínio passa pela conclusão de que saindo Sócrates acaba a pobreza? E quem é que deve substituir Sócrates para acabar com a fome e a pobreza? É que as pessoas superiormente educadas têm a noção de que para contestarmos à bruta as opções dos outros devemos ter tomates para definir com clareza as nossas. Chama-se debate e é uma das ferramentas que a Democracia nos fornece para trocarmos umas larachas e chegarmos a algum lado em matéria de ideias. Outra ferramenta importante é a da liberdade de expressão que te permite chegares aqui e meteres rótulos nos outros e me permite a mim tratar-te por tu sem com isso exibir falta de educação mas apenas a do respeito que só merecemos todos quando temos tino nas nossas intervenções.

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