13 thoughts on “A luta dos professores”

  1. Muitos professores não trabalham por falta de matéria prima: Meninos

    Muitos já foram avisados que teem que ir para onde há muito desse material.

  2. Muitos professores não trabalham porque o estado quer cortar nessa “gordura”. Meninos educados a torto e a direito não é o sonho da direita , para quem a educação só deve ser dada a quem pode pagar ( sabe-se lá o que o proletariado pode fazer com a dita! ).
    O resto que faça a 4ª classe e vá trabalhar para as fábricas e campos.

  3. afinal foi fácil, bastou substituir avaliação por emigração para acabar com a chinfrineira. espero que usem o mesmo método na tap.

  4. Estou com o vega. Cabe ao governo importar ou produzir crianças que assegurem a manutenção do emprego a todos os professores portugueses. Ou então reduzir o numero de alunos por turma. No limite, se não existirem alunos, os professores podem prosseguir com a sua actividade em salas vazias.

    Mais: esses alunos importados ou produzidos localmente devem deslocar-se a área de residência dos professores de modo a ter aulas. No limite, o Estado devia construir uma escola ao lado da residência de cada professor de modo a que este não incorra naquele sacrifício tão comum e injusto de ter de se deslocar para a escola, tantas vezes longe de casa.

    Nao cabe aos professores emigrar, os alunos que imigrem se quiserem!

    se o vega quer ajudar que phoda! Quanto mais melhor… isto de andar a fazer cocegas em nada contribui para debelar o problema dos professores.

    PS: só ainda não percebi bem porque e que um professor é um professor. E condição vitalícia? E um estatuto ou e uma profissão? E que ha por ai um monte de pedreiros, sapateiros, cabeleireiros, calceteiros, sucateiros, engenheiros, pilotos, maquinistas, taxistas, trapezistas, futebolistas, operários, arquitectos, bancários, etc… em condição semelhante…

  5. Muito bem,

    E’ que é mesmo isso, caro Bento José, “só ainda não percebi bem porque e que um professor é um professor”. Nem eles ! A classe dos professores portugueses conseguiu demonstrar de maneira perfeita que não sabe o que ca anda a fazer e também que, se calhar (a menos que os Portugueses sejam a excepção que confirma a regra, vamos todos esperar que seja), a educação não serve para nada nem leva a lado nenhum !

    O que é um professor ? Duvido que mais de 1 % da classe seja capaz de dar uma resposta satisfatoria a essa pergunta…

    Em contrapartida, um pedreiro, um sapateiro, um calceteiro (e também um médico, um arquitecto, etc.) sabem definir a sua profissão.

    Pensando bem, eu acho que o programa Novas Oportunidades não pecou por dar diplomas a quem não se esperaria que os obtivesse, mas antes por não os ter retirado às centenas de milhar de pessoas que os têm e que não fazem a mais pequena ideia, nem alias procuram saber, o que eles são supostos significar.

    Peço desculpa às duas ou três almas penadas que não merecem ouvir isto (na realidade devem ser mais do que isso, eu tive professores extraordinarios, mas pelos vistos permanecem calados), pois constituem excepção, e estão provavelmente a sucumbir sob o peso da vergonha…

    Boas

  6. Foi mesmo essa a razão para o aeroporto ficar na Portela: o Mário Nogueira pode incluí-lo no percurso da próxima manif

  7. Apesar de estar de acordo com o que diz o Bento José, não deixo de achar interessante o mutismo e a acalmia que caiu sobre a classe.
    Tendo alguns na família, que há uns meses discutiam fortemente comigo as políticas de educação, agora vejo-os atarefados, sem tempo para conversas ou discussões ou então atiram-me com a estafada frase “eles são todos iguais”, como se a responsabilidade que tiveram na queda do anterior governo fosse assunto de somenos.

  8. Os professores:
    Não aceitavam a avaliação. Fizeram uma guerra danada a Maria de Lurdes Rodrigues e a Isabel Alçada, mais a Lurdes Rodrigues que a esta. Eram chiques as manifestações. Metia de tudo e tudo era dito, desde a honorabilidade das visadas, a sua vida privada e mais adjectivos que em manifestações aparecem. Mário Nogueira não se cansava de repetir que era preciso recebê-la mal em qualquer visita que a Ministra fosse. Se fosse preciso até atirar ovos era um bem necessário. Os professores caíram nesta esparrela. Fizeram tudo o que o capitão-mor mandou.
    Faz lembrar os ataques que os cowboys, nos filmes do Oeste Americano, usavam para atacar alguns Ranchos e levar tudo à sua frente. Mas à sua frente iam as bestas. As coitadas não sabiam o que lhes esperava. Depois da refrega, ganhassem ou perdessem, as bestas eram as menos beneficiadas, voltavam sempre à sua condição – peão de brega.
    Enquanto isso os vencedores glorificavam-se e distribuíam pelouros a seu belo prazer. As dificuldades aumentavam. Os que contribuíram para esse derrube continuavam na mesma ou pior. Custava-lhes admitir que foram usados como peão de brega. O seu mor foi á procura do seu quinhão e obteve como resposta que emigrasse.
    Que triste sina a dos professores. Colaborar em tudo para derrubar um Governo legitimamente eleito pelo povo. Queriam que as suas condições continuassem na mesma. Eram contra a avaliação, ali tinha o mesmo valor o bom e o medíocre, o que era preciso era cumprirem o mesmo horário, as classificações que fossem às ortigas.
    O que nunca esperavam era que se aliaram ao inimigo público e este a uma seita que não há memória. Agora ficam admirados ao ouvir que a única solução é a emigração. O que é pena é não emigrar o Governo e juntamente Mário Nogueira.
    Dizia-me o meu pai: quem boa cama faz nela se deita.

  9. oh contrafacção! isso é lá no canil do nogueira com os arraçados de fenprof que precisam de ser desparasitados e vacinados contra a raiva. tu deves ter contraído sarna com os gajos e é por isso que vens para aqui coçar-te.

  10. Foi não, é. Claro que está a correr lindamente. As avaliações estão a funcionar em pleno e os menos capazes já têm a guia de marcha. De preferência para bem longe.

    Ainda por cima e enfim os pais vão ser penalizados por os filhos serem indisciplinados na escola. Ai o teu filho foi chamado à atenção três vezes por ter falado com o colega do lado, limpamos-te o abono de família este mês que é por causa das tosses. Finalmente vamos ter uma juventude mimosa e florida neste país.

    É verdade que o que eles gostavam era de reavivar a mocidade portuguesa mas falta-lhes a coragem. Temos que viver com o que temos, é uma pena. Imagino o quanto ficariam bem a Cristas ou o Relvas de calçãozinho e chapéu a dirigir um grupo de vanguardistas ou de cadetes.

    Por falar em Cristas, sim senhor. Conseguiu o direito de pescarmos mais duas ou três postas de bacalhau para cada português. Em média, claro, considerando todas as incorrecções que as médias têm em si mesmo. Melhor ainda é cada um ter que plantar uma árvore. Para o ano vai estar em condições de anunciar o subsídio para a poda. Salvo seja, claro.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.