56 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. quando um homem, em sua casa, intimidade e partilha, aceita ser entrevistado no fundo de uma tranquila felicidade erótica e simbólica, dourada a geometria e cor que lhe dão força e tamanho, o beijo klimt, esse homem só poderá ser o que é: íntegro.

    i) porque a vida privada de um ex-primeiro ministro, porque é assim que foi e é julgado pela OP, não é para ser partilhada com estranhos;
    ii) porque o que não tem justificação legal é abuso e violação do direito – e dos direitos;
    iii) porque a opinião não significa facto;
    iv) porque as maluquices devem ficar para os malucos e, por isso, não constituem questão;
    v) porque não darem oportunidade de resposta não é leal;
    vi) porque os tribunais superiores não podem estar em inconformidade com a lei;
    vii) porque os jornalistas também têm o dever de fiscalizar a inconformidade, questionando-a e descobrindo-a, com a lei;
    viii) porque o sorteio de juízes, a não manipulação, é uma garantia para o cidadão;
    ix) porque a a lei tem de ser cumprida, não nos conformemos.

    !viva! Sócrates; !viva! o beijo de Klimt

  2. “ser entrevistado no fundo de uma tranquila felicidade erótica e simbólica, dourada a geometria e cor que lhe dão força e tamanho, o beijo klimt”

    vão me obrigar a ver esta merda, não é?

  3. A declaração mais importante, a reiterar o que (alguns) já sabíamos, é esta: “Não gosto de rastejar.” Claro que há os que não sabem e nunca saberão, porque borregos são, e os que teimam e se mordem todos a fingir que não sabem, na esperança burra de que deixe de ser branco o cavalo branco de Napoleão. E na postura do inquisidor (há quem lhe chame jornalista) temos mais uma prova de que continua bem vivo no jardim o espírito do Santo Ofício e da António Maria Cardoso.

  4. ó teste, obrigar é um verbo que não cabe nem na entrevista nem no civismo. já merda cabe-lhe inteiramente em si com fundo, poético e rebelde, de a cuspidela de Olinda. !ai! que riso

  5. ó linda, aguenta lá os cavalos.
    quem me vai obrigar serei sempre eu mesmo, por muito influenciado ou intrigado que seja ou fique pelas tuas descrições emanuélicas do acontecimento, por isso tem lá calma e risca essa da lista de pecados pra confissão.
    a luta pela liberdade e contra a tirania está-te a deixar paranoica, já vês putins em todo o lado, nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas. e tu a repetir a palavra merda até ao expoente da loucura!
    justiça poética, ouvi dizer.

  6. as declarações mais importantes são a justiça estar acima da lei e cometer as injustiças que lhe apetece sem que daí resultem consequências para os actores judiciais que os protagonizam.

  7. Só para informar que o gajo não é “teste” mas sim “peste”. E grande!

  8. Olá Olindo da última vez que tentei dizer aqui qualquer coisa arrasaste-me de tal maneira, quando não podes com elas metes as ordinarices que aprendeste nas tabernas do antigo Bolhao, foi o caso, que não mais aqui voltei. Tenho estado a tentar encontrar aqui ideias novas, as tuas não porque só as tens sedissas, mas outras, mas só tenho a Yo, Teste, Camacho e vira o disco e toca o mesmo. O Valupi bem quer elevar o nível não consegue estes vírus de serviço não se renovam são de uma estirpe fixada há muito. Olha Olindo não me mandes hoje para o padre , já que hoje e dia santo, como fizeste da última vez com o teu machismo rancoso e ordinário. Eu detesto-te Olindo mais na convicção que tens de que não há ninguém que atinja as tuas capacidades intelectuais. Tens razão mas e só porque ninguém está para levar contigo. Como pior do que já me disseste não e possível despeço-me recomendando menos álcool e mais água.

  9. No fundo, todas as declarações de Sócrates ao jornalista são importantes em termos de justiça e sob qualquer que seja o plano de observação e sobretudo o cívico; elas desmascaram e desmontam em todos os planos as torções e manipulações da nossa justiça.
    No caso Sócrates a “justiça” não se interessa pela aplicação da Lei estrita ou espírito dela a que está obrigada mas sim pelas interpretações ad hoc que cada juiz faz em conivência ideológica consigo próprio ou grupo.
    Mas a filha-de-putice maior foi a posterior análise da gorda monte de caca a falar das “posturas”, “arrogâncias”, “ares de superioridade”, “julgar-se acima da lei” e repetidas difamações de tipo moral ou psicológico sem deduzir um único argumento jurídico sobre o caso, isto é, fazer-se de «cm» justicialista ao ponto de terminar com um apelo à justiça para o condenarem severamente e calarem-no definitivamente.
    Esta gaja é mesmo aquela, parece mentira mas é mesmo a mesma que, foi condenada em julgamento por, precisamente, ter tentado, de facto, enganar a justiça no caso Carlos Cruz onde o pai era o advogado de defesa e o monte de caca era directora do «independente».
    Ao Sócrates, que nem julgado ainda foi porque “provas” não valem as de gente como esta gorda horrível e completamente desclassificada para falar de justiça, não lhe querem permitir que se defenda mas, a gente assim sem escrúpulos ao ponte de tentar enganar deliberadamente a justiça e ser condenada em tribunal por tal, digo eu, a tal gente sem ponta de credibilidade para emitir opinião sobre justiça, são dados continuamente o direito a emitir opinião pública do mesmo estilo e carácter com que mentiram em tribunal.
    Assim vão, de braço dado, a justiça e o jornalismo por cá.

  10. !ai! que risota pegada. ora vamos lá a saber, Mjp, prefere comentar-me a comentar os conteúdos do dia? coloque, por favor, uma cruz na resposta mais aproximada:
    sim
    não
    talvez
    vou pensar
    não sei que lhe diga
    afinal sou ligeiramente invejosa
    afinal sou tremendamente maldosa
    odeio-a porque me odeio
    odeio-a e isso faz-me odiar o aspirina
    eu queria mesmo era comer uma sande de atum fresco do bolhão consigo
    eu queria mesmo era comer uma sande de atum fresco do bolhão consigo com uma água das pérolas
    outros

  11. da entrevista , não faço ideia , fretes só faço se forem pagos ; dos comentários , no plano erótico , percebi que a olinda é sadomasoc.

  12. ó yo, o estado de direito a falar não tem de ser pago – só a calúnia o é. quanto ao meu erotismo, !ai! que riso, fica a saber que a minha fantaria sexual mais ousada é o Valupi.

  13. obrigada olinda , lembrei-me do mon amour benjamin e fui relembrar o autor dele , d. pennac , um anjo et voilá , encontrei logo declarações cívicas e humanas trés trés importantes :

    “Os jovens, hoje em dia, as crianças pequenas em seus berços, são consideradas pela sociedade de consumo como clientes. Produzem publicidade para empurrá-los a consumir. Consumir tablets, celulares, roupas. Consumir, consumir, consumir. Essa é a cultura cotidiana.

    Quando essas crianças vão para a escola, comportam-se na frente do professor como pequenos consumidores. Mas eu, professor, não me dirijo aos desejos delas. Me dirijo às suas necessidades fundamentais. Necessidade de aprender a ler, a contar, a pensar, refletir. A maior parte dessas necessidades se opõe diretamente aos seus desejos. É por isso que é muito mais difícil ser professor hoje em dia do que nos anos 1950, quando as crianças ainda não eram os clientes da sociedade de consumo.”

    encontrei uma regularidade estatística….todas as almas boas dizem o mesmo : há que fazer marcha atrás.

  14. pois, yo, não existe criação sem o homem criador. é preciso nunca desvirtuar o criador engrandecendo, e no contexto desejando, a mera criação – essa extensão.

  15. A entrevista foi preparada para “entalar” José Sócrates só que, o aprendiz de jornalista designado
    ainda está muito verde e, terá que estudar muito para poder “morder” no ex. P. Ministro cuja, visão
    para o nosso país foi combatida pelo laranjal que, preferiu chamar a troika … ainda hoje se fala no
    novo aeroporto que tanta falta dizem fazer!
    Como não resultou, chamaram à pressa uns avençados que foram uma vergonha, chamam arrogância
    à legítima indignação de quem esteve preso (11 meses) sem que houvessem quaisquer provas para as gra-
    ves acusações que os “justiceiros” apregoavam e, foram sopradas para os pasquins do costume !
    Como a certa altura, disse um dos expertos, os critérios para escolha dos juízes diferem entre o Porto
    e Lisboa, só isto, demonstra quanto mal anda a “roda” da Justiça!

  16. O problema do Sócrates e amigos é que falaram sempre demasiado de dinheiro. A mim, se um juiz me fizesse perguntas sobre dinheiro emprestado ou sobre um empreendimento dum primo, etc, e se não me apresentassem provas concretas de que o dinheiro era roubado ou eu estava metido nalguma coisa, eu não abria a boca para comentar especulação e nem sequer me dava ao trabalho de me irritar com perguntas idiotas. Eu recusava dar uma entrevista destas sobre um problema que não existe.

  17. as personalidades narcisicas adoram exposição pública do seu enorme ego , de aí a necessidade de estar sempre na ribalta e dar entrevistas sobre nada , Luís.

  18. Sócrates não é, yo, nunca foi, inimigo do povo porque o que ele mostra que tem pendurado como fundo não é o que fixa as pessoas incessantemente, dia e noite, com o seu olhar gelado: o que ele tem pendurado é o beijo que tantos querem eclipsar. dar entrevistas sobre isso, que é o tudo, é necessário e feliz. !viva! Sócrates.

  19. olhe, yo, essa empatia que sente, enquanto particula da multidão preta, um dia pode levá-la a ver o pôr do sol na mata com o rego de fora. !ai! que riso

  20. Ao menos para ti, bimba, a coisa é muito mais simples: na falta de argumentos (e de neurónios), usas a diferença de opinião e o direito de expressão como crimes. O castigo também é fácil de decidir e decretas sempre o mesmo: pena de morte. Por mais que te ponhas em bicos dos pés, de bimba e anã nunca passarás. Mete os aplausos na peida, aqui ninguém precisa deles.

  21. “Mete os aplausos na peida, aqui ninguém precisa deles.”

    ainda gostava de saber o que é que andas aqui a fazer com o nome joaquim camacho?
    no mínimo uma placa toponímica no concelho de setúbal, antes que esgote.

  22. a pena é ,Joaquim ….quando mais te olham mais defeitos te veem , ou seja , quanto mais se expõe mais as pessoas o abominam. ninguém gosta de arrogância e vaidade.
    e as penas sociais podem ser mais brutais que as penais.

  23. por exemplo , perdeu a subvenção por estar a trabalhar , depreendo que a subvenção é incompatível com trabalho , agora voltou a pedi-la , já não trabalha. 3 mil euros é muito pouco para vida de milionário , 3 mil euros mês para quem gastava 45 mil euros mês é nada.
    pela boca morre o peixe.

  24. “Quanto às despesas de todas as viagens, que segundo a revista Visão, acontecem desde abril do ano passado, José Sócrates garante que está a suportar os encargos sozinho. “Claro que sou eu que custeio todas estas viagens. Eu tenho trabalho, nos últimos tempos, para algumas empresas. E retomei a minha subvenção vitalícia, que me tem permitido custear todas estas despesas”, responde.”

    muita gente ficará atenta a estas declarações e irá comparar com extravagâncias futuras.

  25. Cara ou coroa para decidir o que é mais deprimente: a bimba a abanar a peida 25 horas por dia ou a tua obsessão persecutória com o “zezinho”.

  26. Camacho, Joaquim, licença para azeiteirar, putinista convicto, eu não estava a aplaudi-lo – estava a reconhecer um bom comentário por tão justa que sou. mas já que se está a armar aos cagados comigo, isso mesmo não quis dizer cágados, então vou-lhe passar as suas ceroulas na fronha como merece (não o costumo fazer senão teria de estar sempre a aviar a fila dos pissudos): o Joaquim Camacho só passou a chamar-me bimba depois que lhe cortei as bases do engate. ora diverte-me imenso perceber que um machão como o JC, sir mangalho, tenha querido engatar uma bimba anã e acéfala. mais, por favor, dê-me mais. !ai! que riso

  27. Bimba acéfala, atão o cabrão do Joaquim Camacho quis engatar-te? Fascinante! Não queres descrever aqui às massas ignaras do pardieiro essa magnífica e heróica epopeia em que cortaste ao cabrão do Joaquim Camacho as bases do engate? E, já agora, não queres também explicar de que modo a tentativa de engate por parte do cabrão do Joaquim Camacho te confere um certificado de qualidade que te liberta do carimbo de bimba acéfala que aqui exibes 24 horas por dia?

  28. Joaquim Camacho, por favor, feche a portinhola ao mangalho. ouvi dizer que se não tiver cuidado, trilha-se e depois demora a sarar. entretanto, e sem querer fragilizá-lo, não deve continuar a engolir o pus da boca porque cheira mal, tem de se tratar, cheira muito mal da boca. cuide-se e se precisar de mais algumas dicas, por favor, não seja tímido e deixe-me saber. obrigada e bom domingo, Olinda.

  29. Pelo à-vontade que exibes no uso do léxico machão, bimba acéfala, faz tempo que desconfio que não serás bimba mas sim bimbo, ou bimba/o, bimbo recauchutado, transbimba ou coisa que o valha. Já aprendeste a mijar de cócoras ou continuas a mijar de pé?

  30. tanto ódio e tanto preconceito, Joaquim Camacho. sabe, eu uso a linguagem certa e adequada ao ódio e ao preconceito. olhe que ser homem não é isso, muito pelo contrário. pode partilhar a sua vontade secreta de sentir um mangalho a entrar-lhe por baixo e a sair-lhe por cima que não porei em causa o seu carácter. o seu carácter fica pornográfico é quando se assume, de forma indelével, putinista e preconceituoso – o que o faz querer sentir por baixo até cima. tudo por fora, portanto. espero tê-lo ajudado. tenha uma excelente reflexão dominical, Olinda.

  31. És estúpida que nem uma porta, bimba descabeçada, e fazes prova disso de cada vez que pões as patas a martelar impropérios, maldições cretinóides, pragas infantilóides, desejos de morte macaca e torturas medievais aos objectos dos teus ódios criptonazis. E agora o “tanto ódio” é meu, que andei meses a tentar ignorar as tuas provocações constantes?! Foda-se que não te enxergas mesmo! Está por inventar a terapia que consiga fazer-te alguma vez entender que a imagem de merda que vês no espelho é realmente tua e de mais ninguém.

  32. Joaquim Camacho, acalme-se, estou com receio que lhe dê um ataque por tanto que carreguei na sua fantasia de enrabar e ser enrabado – de chupar e ser chupado por um homem ou, pelo menos, por alguém que tenha um mangalho. talvez uma tisana de camomila com hortelã o acalme, acha que consegue beber nos próximos minutos? quero ainda dizer-lhe que tem razão, que a imagem que vejo nos meus espelhos é a minha: adoro, adoro, adoro-me, sou apaixonadíssima por mim. queria muito que sentisse o mesmo – que, ao olhar-se nos seus espelhos, se amasse ainda que desejante de não desejar o que deseja: possuir e ser possuído por um mangalho gelado e cru e ausente. vou ficar a torcer por si. da sempre sua conselheira amistosa, Olinda.

  33. “nunca vi gaja tão necessitada”

    ela e tu, mas desta vez enrabou-te com o grelo.
    só não bato palmas porque não é o meu género literário.

  34. nunca vi gaja tão necessitada, tem razão: nunca viu nem vê nem verá. silencie-se e faça parelha com o Joaquim Camacho, por favor. não precisam de falar. a homilia é minha, podem seguir, eu vos bem-fado (façam atenção de não trocar as vogais). amistosa e caridosamente, Olinda.

  35. já ultrapassaste a tua invejinha or não bloquearem o teus nicks e só os dela? muito bem.
    podes bater palmas dentro da olinda, porque esse é o grande momento do proximo filme erótico

  36. o teu genero literário são os folhetos da worten, a Olinda não usa nicks nem entra em filmes. só usa e cabe em sapatinhos de princesa. !ai! que riso

  37. olinda , se for gaja , nunca me foi dado a conhecer uma tão ordinária e é horrível de se ver. e tenho duas amigas prostitutas , não lhe chegam aos calcanhares . você tem de ser homem bicha , só eles são assim , ordinários. mete dó.

  38. é que dá-me mesmo vontade de rir. eu sou ordinária por reproduzir o que vos vai a quase todos na alma, yo?

  39. é isso, sim, yo, eu sou o cúmulo da sublimação por natureza. e, por essa razão, posso reinar com o que me apetece com a maior seriedade do mundo. estude, e pratique, a yo para nunca mais associar ordinarice a homem bicha e a prostitutas.

  40. Ponto da situação:

    Em verdade vos digo (ainda que não seja preciso dizer) que uma coisa é a Margot Fonteyn a esvoaçar graciosamente (e silenciosamente) no “Lago dos Cisnes” e outra, bem diferente, Miss Piggy aos gritinhos, a chapinhar e refocilar, incansavelmente, no “Charco dos Patos”. É cada vez mais deprimente o espectáculo da segunda, convencida, sem convencer ninguém, de que parece a primeira. Pobre bimba, ela num s’enxerga memo, né?

  41. !ah! tive uma epifania: a yo e o Camacho são o verdadeiro sessenta e nove, posição invertida que se completa, do aspirina
    vêem doença e fealdade
    em mim
    mas não no putin

    !ai! que riso

  42. é tão boa como tu em bimbalhadas e idiotices, mas em chafurdice não te “chega” aos calcanhares.
    isso é truque para ver se sais incólume das pocilgas que armas.

  43. um porco a dar lições de higiene, não misture, eu sou boa como o trigo. vá, repita. !ai! que riso

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