48 thoughts on “O Império contra-ataca ⟶ assevera Putin, o Enorme”

  1. cabrão, filho da puta, azeiteiro, miserável, boi d’areia, bafo de bode. só sabe dizer: colhão do meu império gigante e sereis abençoados. cabrão, filho da puta, azeiteiro, miserável, boi d’areia, bafo de bode

  2. Mais uma fina análise por parte da Olinda.

    Como é que o Papa Francisco, o Kissinger, o Lula, o Mearsheimer, o Chomsky, o Scholz e o Macron não vêem que o Putin é um demónio na Terra é que surpreende.
    Mercedes, benzam-se!

  3. “Como é que o Papa Francisco, o Kissinger, o Lula, o Mearsheimer, o Chomsky, o Scholz e o Macron não vêem que o Putin é um demónio na Terra é que surpreende.”

    . a igreja está à espera do fim do conflito para tomar uma posição e o papa já condenou putin ao delevezinho para não ficar de fora nas negociações finais de crentes.

    . kissinger é um judeu repúblicano, portanto não seria de esperar outra coisa.

    . lula criticou o putin pela agressão e não hostiliza porque está em campanha para a presidência do brasil. precisa de manter boas relações futuras com a rússia e já forçou o bolsonaro ao beija-mão ao biden, neste momento a última coisa que deseja é os russos não interfiram na sua campanha.

    . chomsky é o fernando rosas lá do sítio, normalmente é do contra tudo com nuances que lhe permitem ser contra nada, ou nato se preferirem.

    . scholz é um aldrabão com pretensões a chanceler da federação europeia se a gazprom ganhar a guerra

    . macron gostava de ser zelensky mas faltam-lhe tomates e a gazprom não deixa.

  4. eu desejo, com toda a força do meu sangue, que o colonizador genocida putin seja erradicado. desfeito. e que nem as cinzas nem o pó restem. queria guardá-lo no saco do meu aspirador para sempre.

  5. “… queria guardá-lo no saco do meu aspirador para sempre.”

    se calhar querias dizer saco das tuas aspirações & inspirações.

  6. aspira-te daqui, queria dizer o que disse e ainda digo mais: há sempre um lugarzinho a mais no saco do meu aspirador para quem eu quero desfazer. dali não saem mais para espalharem ódio e maldade: eu fico guardiã da ameaça.

  7. “. a igreja está à espera do fim do conflito para tomar uma posição e o papa já condenou putin ao delevezinho para não ficar de fora nas negociações finais de crentes.”

    hahahhahahah deve precisar do gás russo pra encher os foguetões que levam as pessoas pro céu

    “. kissinger é um judeu repúblicano, portanto não seria de esperar outra coisa.”

    ora ora pois pois. kissinger saudosista da ex-união soviética em cama de antisemitismo primário. chef’s kiss

    “. lula criticou o putin pela agressão e não hostiliza porque está em campanha para a presidência do brasil. precisa de manter boas relações futuras com a rússia e já forçou o bolsonaro ao beija-mão ao biden, neste momento a última coisa que deseja é os russos não interfiram na sua campanha.”

    e não te esqueças que os miudos mortos no ataque à escola primária eram actores de crise. porque só assim conseguirás que alguém acredite nessa treta.

    “. chomsky é o fernando rosas lá do sítio, normalmente é do contra tudo com nuances que lhe permitem ser contra nada, ou nato se preferirem.”

    ya, man. logo a nato, essa organização benemérita e filantrópica. mas e tu, quem és?

    “. scholz é um aldrabão com pretensões a chanceler da federação europeia se a gazprom ganhar a guerra”

    ya! e tu? és quem?

    “. macron gostava de ser zelensky mas faltam-lhe tomates e a gazprom não deixa.”

    pá, acho que já toda a gente percebeu quem é que se acha um zelensky aqui

  8. ra·cis·mo |rà|
    (raça + -ismo)
    nome masculino
    1. Teoria que defende a superioridade de um grupo sobre outros, baseada num conceito de raça, preconizando, particularmente, a separação destes dentro de um país ou região (segregação racial) ou mesmo visando o extermínio de uma minoria.

    2. Atitude ou comportamento sistematicamente hostil, discriminatório ou opressivo em relação a uma pessoa ou a um grupo de pessoas com base na sua origem étnica ou racial, em particular quando pertencem a uma minoria ou a uma comunidade marginalizada.

    “racismo”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/racismo [consultado em 15-06-2022].

    portanto só se pertenceres a uma minoria que se auto-marginalizou para beneficiar do estatuto e poder usar o argumento racista onde não consegues impor as tuas ideias.

  9. genial. esqueceste-te daquela definição de pintura ser um conjunto de tintas numa tela.
    ora vê lá se assim impõe tanto ou menos que o negócio:
    as minhas ideias são que se recebemos os refugiados ucranianos também devíamos ter recebido os da siria e da libia, e que se boicotamos energia russa também o deveríamos fazer à saudita, e que se apreendemos activos de oligarcas russos também o deveríamos fazer aos israelitas e americanos.
    mas quanto a isso tu dizes não.
    por causa do racismo.
    o estrutural.
    sul global, capisce?
    procura no google

  10. putin comparou o que está a fazer no donbass ao que o czar pedro fez na suécia. comparar actos não é comparar-se com as pessoas ….má fé é precisa porquê ? nem todos comemos gelados com a testa.

  11. «Mas desde tempos imemoriais, os eslavos viviam ali ao lado dos povos fino-húngaros. (…) Ele recuperava e desenvolvia”, prosseguiu.»

    Veja-se como este argumento é precisamente o argumento ladainha do putinista para justificar fazer a guerra. Para este nenhum acontecimento da história ou evolução civilizacional de milhares de anos prescreve alguma vez.
    Em tempos imemoriais os seus eslavos viviam lá e, portanto, o czar mantinha todos os direitos de os reconquistar; assim uma espécie dos espanhóis que viviam cá quererem voltar invadindo e ocupando Portugal. E se todas as nações do mundo, com as voltas e reviravoltas que o mapa das nações já deu desde tempos imemoriais, quiserem voltar a tais tempos passados desde há milhares de anos, então imaginem as invasões putínicas que estão por fazer.
    Também a mensagem é clara para a UE e, especialmente, para os territórios europeus da ex-URSS; o direito a esses territórios nunca prescreverão.
    Já é a 2ª vez que Putin faz este tipo de conferencia rodeado de um friso de de jarras para lhe dar um ar de pai santo no eden com os anjos. Contudo vê-se pela disposição e o ar das jarras decorativas ali plantadas tão alheadas do assunto que logo denota que tudo é encenação ao estilo norte-coreano ou chinês.
    O que nós queríamos saber era a opinião do povo russo acerca da guerra que ele iniciou por sua iniciativa e do seu grupo de homens de mão, um grupo oligárquico por si chefiado; gostávamos de saber por que não ouvimos nem sabemos nada acerca da opinião do povo ou oposição russa; porque as sanções aplicadas à Rússia são, para a própria e os putinistas tipo Goulão, uma benesse enquanto as mesmas são uma catástrofe para a decadência e descomposição total das democracias do ocidente.
    Ou será que tal, como na Coreia do Norte ou na China, só existe os desejos do czar!

  12. Ao menos o império do bem não precisa de desculpas putinistas para invadir, bombardear e apropriar-se do que a outros povos e países pertence. Vide Iraque, Líbia, Síria, Jugoslávia, Panamá, México, etc., etc., etc., usw., usw., usw.

    Já tás com mádezir, e não é de agora!

  13. Os extremos a que estes desclassificados são capazes de ir apenas para calar opiniões divergentes é absolutamente obsceno, pornográfico hardcore! Dignidade e vergonha são palavras que apagaram completamente dos dicionários que usam!

    Again: FODA-SE!

  14. proponho enviarmos já o neves pra resolver o conflito israelo-palestiniano com aquele take da prescrição, que tenho a certeza ir convencer os israelitas.

  15. O 25 de Abril pariu e foi parido por militares de escol, mas não teria sido assim se muitos deles não fossem, simultaneamente, seres pensantes e seres humanos de escol. O coronel Matos Gomes é mais um a fazer prova disso, e fá-lo frequentemente, para desconforto de borregos e raivinha castrada de mastins. Que continuem pastando, uns, ladrando e rosnando, os outros. Correr atrás da cauda é serventia da casa, eles que se mordam (com ‘f’, claro).

    https://aviagemdosargonautas.net/2022/06/16/a-guerra-na-ucrania-aristoteles-a-la-minute-resume-a-guerra-da-ucrania-por-carlos-matos-gomes/

  16. o “abril que os pariu” é título do aristides teixeira, aquele empregado das limpezas da rtp, chulo nas horas nas horas vagas e organizador de buzinões e o chatos gomes é mais um fenómeno religioso da facção política (comunas) que se acha a única e legítima proprietária da revolução de abril, cuja contribuição, à data, poderá rondar os 5%. abreviando e andando: o gomes aderiu à coisa por motivos sindicais, reformou-se cedo e reescreve histórias ao maneirismo comuna, nunca ninguém ouviu falar dos feitos heróico-revolucionários do homem, senão nos seus próprios livros, onde diz que era vizinho do salgueiro maia e mais umas balelas de valor facial zero. maizum com pretensões a estátua numa rotunda de câmara comunista, cheira-me que não vai a tempo.

    se fosse o varela gomes, era gajo para concordar e aplaudir o avó do 25 de abril.

  17. os militantes do partido “negócio impõe” a largarem farpas cheias de inveja pela integridade demonstrada à saciedade pelos que corajosamente organizaram e levaram a cabo a revolução que nos libertou da ditadura.
    para eles feitos corajosos não foram os do zé povinho, foram os do zé lensky

  18. As coisas que o putinista arrependido e pide recauchutado porcalhatz descobre na retrete pública do instituto público onde publicamente lhe privatizam a pública peida! A mei zingue!

  19. “As coisas que o putinista arrependido e pide recauchutado porcalhatz descobre na retrete pública do instituto público onde publicamente lhe privatizam a pública peida!”

    não há mais nada a dizer?
    já ouviste falar do varela gomes ou é proibido no pudim de pires coxo?

  20. “Julian Assange can be extradited, says UK home secretary”

    muita sorte, se fosse na russia ia beber chá ao polónio ou caía do décimoitavo.

    põe mazé linques das galas dos pequenos cantores russos a cantar a kalinka.

  21. 175 anos de cadeia para um jornalista por ter dito a verdade.
    defensores da liberdade contra a tirania:

    “muita sorte”

    no hace falta decir nada más

  22. Estou farto de o dizer, mas lá vai mais uma: o que é que há de errado nas inúmeras liberdades com que o “Ocidente democrático” atroa permanentemente os ares, nomeadamente as liberdades de opinião e de expressão? NADA, NIENTE, NICLES PRÒS PICKLES, PONTA DE CORNO! Nada há nelas de errado, antes pelo contrário. A única coisa de errado é o dito “Ocidente democrático”, que com elas enche a boca e com elas nos massacra os ouvidos a toda a hora, lhes cagar em cima e as deitar para o lixo sempre que o seu exercício lhe incomoda minimamente a digestão.

    Welcome to this fuckin’ Brave New World!

    Blogger alemã Alina Lipp investigada por MP alemão por mostrar lado dos separatistas em Donetsk, onde vive há seis meses (friso: SEIS MESES)

    https://stanislavs.org/alina-lipp-the-new-white-rose-of-germany-independent-journalist-may-face-3-years-behind-cars-for-speaking-the-truth/

    https://then24.com/2022/06/16/condoning-crimes-investigations-against-alina-lipp-for-her-blog-news-from-russia/ (“)

    https://youtu.be/J8Dsd1HiuE0 (“)

    https://eng.belta.by/society/view/german-journalist-on-her-first-impressions-in-donbass-i-was-horrified-150655-2022/ (“)

  23. “En 2017, interrogé par un journaliste italien sur l’angle mort russe de WikiLeaks, Assange répondait sans sourciller que l’environnement médiatique russe laissait toute la place à la critique du pouvoir et aux enquêtes compromettantes, et que WikiLeaks n’y était donc pas nécessaire.”

  24. Pikeno-almoço:

    《Sanções à Rússia? Vejamos as conclusões de The Economist: «A venda de petróleo e gás para a maior parte do mundo continua ininterruptamente. O superavit comercial deve bater recordes nos próximos meses; em 2022 o superavit em conta corrente, que inclui comércio e alguns fluxos financeiros, pode chegar a 250 mil milhões de dólares (15% do PIB de 2021), mais do dobro dos 120 mil milhões» do ano passado.

    Agora a palavra à CBS norte-americana: apesar do roubo das reservas cambiais russas no estrangeiro, «o rublo é a moeda com melhor desempenho do ano – ganhou mais de 40% ao dólar desde Janeiro», principalmente a partir do momento em que foi indexado ao ouro e não à divisa norte-americana. Além disso, ainda segundo a mesma fonte norte-americana, «o comércio de recursos naturais (russo) está em alta, embora haja quebra no volume de exportações – mas o aumento dos preços mais que compensa as quedas».

    Quando ao gás natural, diz o francês Les Echos citando o Citibank, que a Rússia pode ganhar mais 100 mil milhões de dólares do que no ano passado, por causa das subidas de preços decorrentes das sanções, apesar das quais «os 27 da União Europeia continuam a enviar 200 milhões de dólares por dia para a Gazprom».》

  25. Almoço:

    《 É muito duvidoso que a União Europeia consiga encontrar as quantidades de petróleo necessárias no mercado internacional e num período tão apertado de tempo. Por outro lado, a economia europeia funciona há décadas com base no petróleo russo barato e abundante, com características físicas e químicas há muito conhecidas e imutáveis, fluindo regularmente nas quantidades necessárias e sem interrupções. As refinarias, o aparelho industrial, a petroquímica, os transportes, os sistemas de aquecimento e a produção de derivados – gasolina, gasóleo, combustíveis para motores de avião, benzeno e outros – dos países da União Europeia estão há décadas afinados para trabalhar com as características do petróleo russo importado.

    Tipos de petróleo oriundos de várias outras fontes e regiões, as misturas que venham a ser feitas entre eles, a inconstância e a variabilidade dessas próprias misturas e o desconhecimento que ainda existe quanto às suas características – isto no pressuposto de que seja encontrada no mercado a quantidade suficiente para abastecimento regular e constante – implicam uma reconversão dos aparelhos petrolífero e industrial europeus, a que devem adicionar-se as adaptações de transporte, de portos, do armazenamento e de toda a logística exigida para a transformação. E quando se fala de preços, esqueçamos o petróleo russo barato: as sanções impostas pelo Ocidente já colocaram o petróleo bruto bem acima dos 100 dólares por barril e elevaram os preços da energia nos Estados Unidos e na Europa para os níveis mais altos em 40 anos. Trata-se, relembra-se, apenas de um ponto de partida para preços que poderão ser estratosféricos em relação aos valores habituais, principalmente quando o petróleo russo for abolido, consequência a somar às decorrentes da perturbação dos mercados de gás natural devido, mais uma vez, à obsessão sancionadora dos dirigentes norte-americanos e europeus. Tendo em consideração o elevado número de variantes desconhecidas para tentar substituir o petróleo russo é impossível calcular até onde chegará a espiral dos preços da energia.

    Dizem os especialistas que a mudança radical do tipo de petróleo consumido na União Europeia implica gastos de milhões de milhões de euros e trabalhos para muitos anos, não para seis meses; e que as transições prometidas para as energias renováveis não passam ainda de piadas postas a circular pelos novos/velhos oligarcas convertidos à «economia verde» como novo ramo da selvajaria neoliberal. E não esqueçamos também que os veículos eléctricos são carregados com energia gerada essencialmente por combustíveis fósseis, em busca dos quais continua acesa a corrida em todo o mundo – e certamente por muitos anos. As promessas de substituição dos produtos petrolíferos são, por ora, historinhas para ninar ingénuos. 》

  26. Jantar:

    《 O mundo produz anualmente 800 milhões de toneladas de trigo e diz-se que a Ucrânia, considerada apenas o oitavo maior produtor, está pronta para exportar 20 milhões de toneladas, ou seja, 2,5%.

    O trigo representa 20% dos produtos alimentares comercializados, segundo a FAO, pelo que a quota real ucraniana é de 0,5%, isto é, pouco mais do que nada. Entretanto, segundo órgãos oficiais dos Estados Unidos, os 20 milhões de trigo ucraniano representam somente exportações potenciais: na realidade, a quantidade comercializável para o estrangeiro não ultrapassa os seis a sete milhões de toneladas. Irrelevante, portanto: a falta do trigo ucraniano tem uma contribuição nula para o aumento da fome.

    Acresce que o governo de Kiev tem elevadas responsabilidades nas dificuldades para a exportação do trigo produzido no país. As suas tropas minaram os portos que controlam no Mar Negro, principalmente o de Odessa e os mais próximos, e afundaram embarcações para barrar o acesso de navios às instalações. A Rússia e a Turquia dispuseram-se a desminar as águas e Moscovo comprometeu-se a criar e respeitar corredores humanitários para exportação de cereais. O presidente Zelensky e a sua corte nazi nem querem ouvir falar do assunto. Entretanto a Rússia desminou os portos de Mariupol e Berdiansk, que conquistou aos terroristas do Azov, e disponibilizou-os para a navegação internacional, incluindo embarcações ucranianas, através de corredores humanitários. Kiev continua a rejeitar.

    O governo ucraniano pode também exportar trigo – e consta que está a fazê-lo – através do Danúbio e da Roménia; através da Hungria; igualmente através da Polónia, desde que se façam acertos nas bitolas ferroviárias. E também poderia fazê-lo pelo território da Bielorrússia com acesso aos portos do Báltico. Mas essa via está barrada pelas sanções impostas contra Minsk.

    Seja como for, a questão do «congelamento» do trigo ucraniano é um falso problema e sem qualquer interferência na situação alimentar mundial. É fruto de uma propaganda doentia. 》

  27. Ceia:

    《 Já a questão do trigo, dos fertilizantes e dos compostos para fertilizantes russos tem realmente impacto na alimentação europeia e mundial; porém, o governo russo não tem qualquer responsabilidade na situação. Os produtos apenas não são comercializados devido às sanções impostas pelo Ocidente a Moscovo, nada mais do que isso. A Rússia, o maior exportador mundial, teria capacidade para comercializar 37 milhões de toneladas de trigo este ano e 50 milhões em 1922/23. Contudo, é natural que nem todo esse volume fique retido em território russo porque a maior parte do mundo não aderiu às sanções e está disponível para encontrar maneiras de as contornar – tanto mais que não têm qualquer legalidade e não foram assumidas através da ONU. Trata-se apenas de «regras» arbitrárias impostas pelo Ocidente colonial. Subvertê-las é um acto de inteligência, resistência – e de sobrevivência.

    Mas as sanções impostas à Rússia perturbam, de facto, o panorama alimentar mundial e em África sente-se já, por exemplo, a falta de fertilizantes e de potássio para fertilizantes. É natural que assim seja: Moscovo representa um quarto do comércio mundial de fertilizantes; e a Rússia e a Bielorrússia, igualmente submetida a sanções, são responsáveis por 45% dos fertilizantes potássicos. Mais uma vez, sejamos claros e objectivos: as dificuldades agravadas sentidas na situação alimentar mundial não decorrem da «guerra na Ucrânia» mas das sanções impostas à Rússia pelo Ocidente geopolítico – menos de 15% da população mundial. 》

  28. (In)digestivo:

    《 Apesar de a União Europeia ser conhecida como uma entidade antidemocrática – gerida por executivos não eleitos – autoritária, austeritária, ao serviço de uma percentagem ínfima da sociedade e desprezando os povos com uma arrogância cada vez mais ditatorial, será difícil encontrar na sua história uma clique dirigente tão incompetente e incapaz como a actual – onde ninguém se salva. Esta coincidência que não surpreende, uma vez que a chamada «classe política» é cada vez mais um palanque para medíocres convencidos, gera resultados muito mais trágicos do que em circunstâncias comuns porque se manifesta num momento crucial para a Europa e o mundo; uma época em que não será aconselhável proceder sem estratégia, à deriva, cumprindo ordens ditadas por interesses alheios e contraditórios, com a agravante de essa casta apodrecida o fazer com uma agressividade raivosa e irracional num cenário quase exclusivamente de faz-de-conta. E, contudo, é o futuro de todos e do planeta que está em causa.

    Num momento em que sobretudo algumas publicações norte-americanas e britânicas ditas de «referência» começam a reconhecer que a guerra na Ucrânia parece não estar a decorrer segundo os planos e a propaganda ocidental, os dirigentes da União Europeia mantêm-se em negação dessa provável realidade e insistem no reforço das sanções à Rússia e no envio de armas para o regime falido de Kiev e o aparelho nazi que o sustenta. Ouvem-se, é certo, alguns apelos à realização de negociações de paz, designadamente da Itália, mas não passam ainda de vozes a pregar no deserto. A insistência na guerra continua a ser a perigosa aposta da casta dirigente europeia, sempre subserviente ao gang belicista que controla o teleponto do presidente Biden, ignorando até a voz avisada e experiente do dinossauro Henry Kissinger apelando à realização de negociações no prazo máximo de dois meses.

    Kissinger sabe, como o sabem também os militares ucranianos que, à revelia de Zelensky e dos corpos nazis, tentam chegar a negociações com Moscovo, que o prolongamento da guerra torna cada vez mais sombrio o futuro da Ucrânia e dos interesses europeus e norte-americanos apostados em «enfraquecer a Rússia». Pode chegar-se ao limite de as necessárias e fundamentais iniciativas diplomáticas chegarem tarde de mais para a dinâmica militar russa, situação que será um triunfo caído dos céus para os círculos mais nacionalistas, reaccionários, expansionistas e neoczaristas de Moscovo capazes de superar o próprio Putin nessas tendências. O maior aliado desses extremistas continua a ser o socialista que faz de chefe da «diplomacia» da União Europeia, Josep Borrell, para quem a guerra em curso só tem solução militar. Uma sentença que continua a prevalecer em Bruxelas.

    A obsessão de impor sucessivos pacotes de sanções contra a Rússia é outro sinal da vocação suicida dos dirigentes da União Europeia e que afectará duramente os povos dos Estados membros e de todo o continente, que não as oligarquias e respectivos serventes.

    A incompetente mas arrogante presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Layen, disse há poucos dias que a União Europeia não iria cortar a importação de petróleo da Rússia para não desestabilizar o mercado e provocar aumentos de preços que iriam «financiar a máquina de guerra de Moscovo», um argumento que, em teoria, faria algum sentido.

    Porém, nos dias a seguir e ao cabo de uma acesa discussão, o Conselho Europeu decidiu, numa notável atitude coerência, aprovar o corte da maior parte das importações de petróleo russo. A decisão foi tão acalorada e difícil que logo surgiram os federalistas do costume, mais federalistas ainda que os federalistas, a defenderem a abolição do sistema de consenso para tomada de decisões no Conselho Europeu para que não aconteçam hesitações em situações tão transcendentes. 》

  29. lendo em zig-zag e resumindo: o suposto sucesso económico dum país parasita, que vive da exploração de petróleo e inertes, contribuindo para a degradação do planeta e do seu (russo) poderio militar, justifica a guerra para anexar, saquear, destruir e matar a população dum país vizinho.
    é isto a nova ordem social do pudim que a mula russa propagandeia e que os comunistas aplaudem.

  30. nova ordem mundial do pudim: matar, roubar e anexar.

    e ainda volta ao palco pedir aplausos.

  31. os nazis quando começam a levar nas trombas choram-se logo todos pelos direitos humanos que negam aos outros. é hilariante!

  32. eisssch,

    agora portugal também não é legitimo!
    como é que vamos fazer? juntamo-nos a espanha ou aos legitimos herdeiros do império romano??? olha, são a monarquia espanhola na mesma!
    ufa, assim fica resolvido!

  33. os nazis quando começam a levar nas trombas choram-se logo todos pelo direito de poderem bombardear sem serem bombardeados.

  34. Não sei quem é este gajo, mas parece ter bué de neurónios funcionais, pelo que aqui fica, pela raridade.

    Extracto:
    “Em resultado da invasão e das sanções que se seguiram, o fornecimento de gás russo à Europa diminuiu substancialmente através do Nord Stream 1. Em primeiro lugar porque vários governos europeus decidiram nesse sentido, em obediência às sanções de Washington/Bruxelas. Em segundo lugar porque, simultaneamente, os russos decidiram, em resposta, baixar o seu nível de fornecimento, alegando ‘dificuldades técnicas’.
    Como reagiram os alemães? Indignados, acusam os russos de chantagem no negócio do gás. Ou seja por um lado, propõem-se confessadamente afundar na miséria a economia russa, deixando de lhes comprar o gás. Mas quando os russos lhes respondem que vão fornecer ainda menos gás à Europa e à Alemanha em especial, alemães e europeus acusam os russos de chantagem.
    Está tudo de cabeça perdida? Só pode…”

    https://estatuadesal.com/2022/06/23/europa-e-eua-vitimas-das-sancoes-a-russia/

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