13 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. A prioridade do novo Governo para esta Legislatura deverá ser continuar a manter o rumo da governação anterior.

    A secundidade (e seguintes) deverão ser domar a Banca, desentortar a Justiça, purgar a Educação e, sem a ajuda de nenhuma aspirina, Melhoral a Saúde.

  2. Rever a legislação laboral, aumentar o salário mínimo, alocar mais recursos ao SNS, ao SNE e à S.S., baixar os impostos aos pobres e aumentar os mesmos aos ricos. Democratizar a justiça e repor o estado de direito no espaco publico de discussão e debate.

  3. Os dois comentadora já deram a receita do sucesso. Nunca funcionou, mas em Portugal vai ser o milagre do socialismo.

    Não mexer para não estragar muito mais, vai ser a estratégia do governo e tentar passar pelos pingos da chuva.

    Mediocridade não tem planos nem visão.

  4. A única receita de sucesso, com muita elevação e qualidade e que possuía bastantes planos e uma enorme visão, foi a do Senhor Doutor António de Oliveira Salazar, continuada depois da tormenta de Abril, com o brilhantismo que todos sabeis, pelo Senhor Professor Aníbal Cavaco Silva, primeiro como Chefe do Governo de Portugal e a seguir como Chefe de Estado. Que se esgueirou com eficácia não só das gotas da chuva, como das pedras do granizo e dos flocos de neve!

    Comparem o País que ele nos legou em 2015 com esta miséria em que se arrastam hoje todos os Ratos. Vede bem que não há comparação possível.

    A Bem da Nachão.

  5. Acabar com a independência do Ministério Público, colocando a perseguição criminal na dependência e sob a alçada do Ministério da Justiça.

  6. Acabar com a crescente privatização encapotada das competências das Autarquias Locais por via da criação de “empresas” municipais, as quais escapam olimpicamente ao quadro do escrutínio legal previsto para as Autarquias, em particular ao crivo do Tribunal de Contas.

    Uma escandaleira gritante (vidé a EMEL e a SRU em Lisboa, por exemplo!), com incontáveis sementes de corrupção futura.

  7. Oh Rato Sem Tino, olha, fazemos assim: quando eu fizer a Revolução, tu podes deixar de pagar impostos mas também não tens direito a nenhum serviço ou infraestrutura pública. Pode ser? Entretanto se quiseres viver num país sem estado podes ir indo para a Líbia. Ainda te dou uma moeda para a viagem. Idiota

  8. DS, já pediste autorização à EU para fazeres a tua revolução? Enquanto não ta dão, volta lá de mão estendida por mais uma esmola para os teus serviços públicos.

  9. Não se desviar do trajecto percorrido nos últimos quatro anos já não seria nada mau, o que eu duvido. Se o Costa tivesse um bocadinho de tomates para resistir aos apelos das aves de rapina que campeiam, não só na sociedade como também, e principalmente, dentro do seu partido, pode ser que conseguisse chegar ao fim sem se chamuscar muito, o que não é nada provável. Se assim não for, iremos ter um governo PS como sempre foi costume, a governar à direita, satisfazendo as suas múltiplas clientelas, afastando-se dos interesses da grande maioria do seu eleitorado (mundo do trabalho) e, no final, ser de novo arredado do poder pelos eleitores, mais uma vez, desiludidos e frustrados com os “chuchialistas”.

  10. Qual obviamente, testinho?!
    Acordos de fachada com o PSD, para manter o rei-solo na mão e ir toureando suavemente a Direita, isso sim.
    Mas geringonça firme e permanente com o eleitorado da Esquerda, senão daqui por três anos está a falar sozinho, como um belo dia ficaram o ingénuo Guterres e o furibundo Sócrates.
    Só que António Costa já mostrou que está noutro patamar e que, nesse, é muito mais Soares, do que Sampaio.
    E toda a gente sabe que o verdadeiro inspirador do compromisso histórico à portuguesa (que um patetóide falhado um dia quis apoucar, apelidadando-o de “geringonça”) foi, obviamente, Mário Soares…

  11. Não privatize a água, deixe-a pública!!! Continue com o trabalho já feito e sobretudo a reverter todos os projectos lei neoliberais aprovados no tempo dos PAFiosos do PSD e PP que só destroem o país. Substituía-os por outros mais humanistas, democráticos, que favoreçam a população e não os lobbys.

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