11 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. Para darmos força ao partido que representará melhor as nossas convicções sobre a Europa. Nos tempos de hoje, são eleições importantíssimas não tanto pelas reformas estruturais mas pela geopolítica. No meu caso, alguém que acredita na Europa e nos seus princípios base, vou votar no partido socialista mas isto nada revela sobre o meu voto noutro tipo de eleições internas. Simplesmente porque o grupo socialista europeu está a passar uma crise, e voto para dar força a esse bloco que julgo importante para determinar o futuro da UE.

  2. Porque não votar nessas eleições so pode ser uma atitude inconsequente e irresponsavel. Quando vivemos ha décadas numa sociedade que escolheu a integração europeia, não votar nessas eleições e deixar o terreno aos populistas demagogos e ao capricho do voto de birra, equivale a ser objectivamente cumplice daquilo que passamos a vida a criticar, ou seja da demagogia irresponsavel. A democracia são direitos, mas os direitos têm de ser execidos, nomeadamente os de representação politica. Sobretudo para quem passa a vida a queixar-se de déficit democratico.

    A verdade é que, neste momento, o projecto europeu esta em risco. Porquê ? Por falta de comparência da esquerda democratica que o apoiou e que parece hoje querer desertar, agora que seria preciso contribuir para impor mais democracia, mais redistribuição, mais unificação, logo mais equidade, a nivel fiscal e a nivel social.

    A Europa economica e social esta ai, cada vez mais presente. Hoje, existem mais diferenças (economicas, sociais, culturais, de poder de compra, de acesso a prestações publicas, etc.) entre quem vive em Lisboa e quem vive em Portalegre, ou entre quem vive em Milão e quem vive na Sicilia, do que entre quem vive em Lisboa e quem vive em Roma (ou Paris, ou Bruxelas). Hoje, em Portugal, a realidade é que os investimentos em propriedades, não apenas em Lisboa, mas também nas zonas interiores, vêm numa medida cada vez maior de cidadãos europeus que não são oriundos da emigração (alguns deles beneficiam de medidas fiscais que ainda não vi ninguém conseguir explicar como é que se conciliam com o principio de igualdade perante a lei, o que é no minimo estranho).

    Portanto a Europa esta em todo o lado.

    Em todo o lado, menos na areia em que muitos irresponsaveis teimam em enterrar a cabeça, incitados por reles demagogos da pior espécie.

    Votem. Ou então, não se queixem…

    Boas

  3. Voto sim!
    Porque quero e, por enquanto, posso.
    Além disso, os fogos já começaram. Entrámos na Primavera, está tudo verde, nem sequer esteve muito calor.
    Parece que, agora, só precisamos que haja vento para que começarem as ignições “espontâneas”.
    Não dá para esperar pelo verão, estão aí as europeias.
    Acreditem no que vos digo: Os verdadeiros DDT e sus muchachos da direita, precisam dos incêndios (com o spin dos mérdia) para dar a volta até outubro.
    Vou ser mesmo chato e não me calarei com esta.
    Inté

  4. Chevrolet, tal como tu, parece-me, gostava que o Francisco Assis integrasse a lista. Mas antesdisso, desloco energia para assinalar a subordinação do poder parlamentar, executivo e (sobretudo?) constitucional aos órgãos europeus. Isto ainda é mais grave do que essa ironia que utilizas. não está na lapela, está entranhado na garganta,

  5. Para não deixar que outros decidam por mim, porque acredito na Europa mesmo com as tristes figuras que tem feito.

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