15 thoughts on “Uma oposição doente”

  1. não percebo porque os outros produtos têm todos de ter preço marcado ,na embalagem ou prateleira ou no colarinho , também representa perda de produtividade e tal para as empresas que os comercializam…os medicamentos estariam livres de essa obrigação legal devido à sua natureza esotérica?

  2. Eles precisam é de uma boa anedota, vai ver que eles comprendem loguinho. Abraço

    Anedota premiada pelo Círculo Bocage de Lisboa, na categoria «Desclasse Política», como a melhor da 1.ª legislatura.

    O BORDEL DE LISBOA

    Um jornalista do Correio da Manhã descobre que existe um bordel em Lisboa ao qual têm ido todos os políticos e decide investigar.

    Fala com a Patroa e pergunta:

    – O Soares vinha aqui?

    – Sim, claro! Dava gosto, um cavalheiro. As melhores meninas, o melhor champanhe, as melhores gorjetas. Cada vez que vinha, era uma festa.

    – O Santana vem?

    – Sim! Mas não é a mesma coisa. Pede sempre desconto, nunca pede champanhe, nunca está de acordo com a conta, queixa-se sempre

    e ainda por cima ameaça-nos com o SEF.

    – O Paulo Portas, também vem?
    – Sim, mas esse… não procura meninas e, sim… meninos.

    – E o Sócrates?…
    – Também vem, mas esse fica só um pouquinho… Entra discretamente, dá um beijo na mãe e sai.

  3. Quando o berço é de lata ‘rasquíssima’, as ‘historinhas’ da carochinha, que começam por “era uma vez”, têm um proporcional nível reles.

  4. Infelizmente é o facto de haver nesta terra tanta gentinha do calibre deste miserável que dá pelo nome de Era uma vez, que dá razão a Batista Bastos quando escreveu citando A.Garrett: “O PAÍS NÃO É GRANDE E A GENTE QUE O HABITA NÃO É MAIOR”!

  5. Era uma vez, já sabíamos que no PSD há gente muito rasca. Escusavas era de nos lembrar com tanta frequência!

  6. bordel em lisboa, rua de s. caetano, lapa, muito cachet, vende-se com ou sem recheio, motivo concorrência desleal do palácio de belém, favor contactar a madame milkoisa ou com o merdomo zeca na sua auência

  7. eu li . os tipos da zara também devem achar um frete que lhes custa muito pilim por os preços naquelas pecinhas de roupa todas , e gaita , quando chegam os saldos ? colar lá nas etiquetas os novos preços com o desconto feito também deve dar muito trabalho e despesa. digo eu , que por mais que pense não percebo porque a farmácia há-de ser negócio com regime de excepção . lobbie fortezinho ?

  8. valupi, desculpa lá, eu li as explicações e percebi porque é estúpido voltar a pôr os preços, e oneroso, e não sei quê, mas fiquei sem perceber por que raio de razão os tiraram, em primeiro lugar. nunca cheguei a saber, foi coisa que só verifiquei com surpresa e, ao perguntar na farmácia, fiquei sem resposta. em quê o utente e a economia ficam favorecidos com a omissão do preço? preço ‘sob consulta’, em medicamentos?

  9. susana, dá ideia que não leste com atenção. Os preços finais dos medicamentos não são algo estático, pois dependem de diferentes critérios mutáveis relativos à participação do Estado no seu custo, e não são algo com que o consumidor lide directamente, pois os medicamentos não estão expostos – isto é, não são manipulados pelo comprador antes de os adquirir, só depois. É preciso indicar ao farmacêutico que se quer tal medicamento para ele aparecer no balcão. E os preços estão tabelados, as farmácias não têm liberdade para inventar o seu preço. Também te lembro as palavras do secretário de Estado, ao dizer que se pode encontrar uma solução para etiquetar o preço na embalagem, usar um qualquer autocolante, mas que estar a imprimir as embalagens com um preço que ao ser alterado por qualquer razão obriga a nova impressão, novas embalagens e consequentes perturbações no fornecimento, é que é sumamente estúpido – neste caso, obscenamente eleitoralista.

    Finalmente, já que leste, também te pergunto: em quantos países europeus é que se imprime o preço na embalagem?

  10. não sendo estáticos, a modalidade anterior, com o preço final (com ou sem as variantes), permitia ao comprador fazer as contas, se quisesse. concordo que é absurdo corrigir a situação, pelo menos nas embalagens já impressas, podendo a medida ser aplicada apenas nas novas embalagens. quanto mais não seja por razões ambientais. ao perguntar foi por genuína curiosidade, e não faço ideia de quantos países têm os preços nas embalagens (nem creio que esteja nos textos, como sugeres – escapou-me?), mas a dita menção parece-me apropriada.

  11. O secretário de Estado referiu que a enorme maioria dos países europeu não imprime o preço nas embalagens. Quanto à suposta dificuldade do comprador fazer as contas por causa da ausência nas ditas, isso pode ser resolvido com autocolantes. E parece inverosímil que deixasse de existir um duplo sistema de controlo, estatal e público, sobre as farmácias por causa da ausência de preço nas embalagens. Não se imagina que uma farmácia arriscasse a sua reputação – fora as penalizações legais, quiçá perca da licença – para ganhar alguns euros, ou cêntimos, com um punhado de compradores antes de ser denunciada.

    Absurdo é querer voltar a imprimir as embalagens. Já agora, também achas que a APIFARMA quer enganar os consumidores através desta manobra? E nada dizes da oposição, estão a pensar no interesse geral, é isso?

  12. o assunto resolve-se bem. em vez de embalagem com preço , colem lá etiqueta. queremos saber o preço . se é colado ou impresso ? tanto faz. e os preços das matérias primas dos medicamentos , ou o que o estado comparticipa , devem estar sujeitos às mesmas variações do tijolo e do cimento , não é? que a gente nunca sabe quanto vale uma casa…um renault 5 ainda vá lá. se calhar é do petroil. não me digam que aspirina tem petroil?
    ai , a natureza esotérica das hóstias sagradas , feitas com maná que depende da vontade de deus , escapa-me , que é que se há-de fazer?

  13. a oposição é a palhaçada-mor, mas de facto foram-lhe sendo abertas muitas oportunidades de circo. digo à direita, claro, do outro lado é mais o homem estátua.

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