6 thoughts on “Toma lá que é democrático”

  1. Resumo do artigo : “Não me vou chatear a tentar perceber as regras de urbanismo, mas apenas dizer que acho inconcebivel que magistrados se pronunciem sobre a legalidade de um projecto de construção, pois afinal de contas eles não são arquitectos nem nada. E quanto ao argumento de que a comunidade judaica deve ser respeitada tanto quanto as outras comunidades religiosas, como assim se é notorio que os judeus nunca respeitaram ninguém”.

    Bonito.

    Boas

  2. Viegas,
    Também na Arquitetura, nem tudo o que é “bonito” é bom.
    Mas bonito, bonito, é ver a rapaziada do MP a botar faladura sobre estética (e ética!).

  3. Disparate. As regras de urbanismo, as tais que a autora confessa não querer dar-se ao trabalho de tentar compreender, definem o que cabe ao juiz apreciar, se necessario com a ajuda de peritagem quando isto se justifique por haver considerações técnicas ou especificas que lhe possam escapar.

    Não digo que não existam boas razões para criticar a decisão. Afinal ha litigio e é de presumir que cada uma das partes tenha encontrado boas razões para acudir a sua posição. Agora uma coisa é certa, estas razões não se encontram com certeza na miseravel peça da jornalista que aparenta ser, ou estupida, ou preguiçosa, ou estar a fazer um reles frete…

    Boas

  4. Na avaliação de um projetos de arquitetura, a regra da qualidade visual e estética permite a afirmação da subjetividade dos técnicos do urbanismo e dos executivos de cada município. Uma regra que pode servir todos os gostos e interesses. A aprovação final do projeto cabe sempre ao presidente da câmara municipal.
    Neste caso, parece que há demasiadas personagens a pretender ocupar os serviços de urbanismo da CML e o lugar do seu presidente.
    Nos anos 80, com os edifícios das ” Amoreiras”, aconteceu algo de semelhante na opinião pública. Porém, nessa altura, os rapazes do MP ainda não eram conhecidos pela sua cultura no mundo das Artes.

  5. Cara Silvia,

    Ja disse que o meu comentario não visa a decisão e que admito perfeitamente que ela seja criticavel. No entanto as suas observações não são muito convincentes. Ninguém contesta que a decisão cabe ao presidente da Câmara mas, a não ser que este tenha um poder ilimitado, e repare que ele também não é arquitecto, ha que enquadrar a sua acção por regras de urbanismo, normalmente fixadas democraticamente apos o parecer de técnicos varios, entre os quais arquitectos, e cabe ao juiz apreciar se estas regras foram ou não cumpridas, se necessario apos recolher um ou varios pareceres técnicos, que podem muito bem ser pareceres de arquitectos.

    Se conhecer um pais onde as coisas não acontecem desta forma, por favor instrua-nos.

    Boas

  6. “Ja disse que o meu comentario não visa a decisão e que admito perfeitamente que ela seja criticavel.”

    dass… se não visa a decisão e é criticável porque é que enches o caixote dos comentários com broches à magistratura? deves estar a coleccionar pontos de estupidez e imbecilidade para a caderneta duma ditadura judicial presidida pela santinha dos ovos moles. caralho… nunca mais sais do armário e assim não chegas lá, quando chegar o dia os caceteiros assumidos da frente nacional ocupam os lugares todos e limpam o cu aos viegas da cobardia nacionalista. e agora podes ir para donde nunca deverias ter saído. xau.

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