9 thoughts on “They love you, Sócrates”

  1. de de política não percebo nada, de xadrez qualquercoisinha.
    oh Val, haverá uma esquerda ranhosa? Sou do tempo do Salazar. com o devido respeito por quem escreveu, não sou de esquerda porque “amo” a democracia, não significando isso que seja de direita.
    mais do que a democracia “amo” o vinho.

  2. Os lambe botas
    Conheci alguns lambe botas, também conheci alguns que passaram por o ser e comparados com esses, havia uma diferença abismal – é como diz o provérbio, antes que te chamem chamas-lhe tu.
    Como em tudo gosto de exemplificar, aproveito para o fazer, pois vi um indivíduo que comigo trabalhava no E. P. Funchal, ser achincalhado e desprezado por outro com a mesma patente e da mesma classe. O indivíduo de quem digo desprezado e achincalhado tinha boas relações comigo e como eu possuía viatura, à noite quando me deslocava para o Funchal, para passar um bocado da noite, convidava-o a se deslocar comigo, uma vez que os transportes públicos eram raros e a má horas até ao local onde residíamos. Pelo motivo de nessa altura estar a chefiar a cadeia o que achincalhava via nisso um motivo de lambe botas. Não se lembrava que comigo trabalhava um meu irmão e que no serviço não o diferenciava dos outros guardas. Ao indivíduo que me acompanhava disse-lhe para não ter a sua vida feita num tormento, que o melhor era deixar de me acompanhar – as malfeitorias feitas pelo outro já eram de mais, sabia que o único destinatário era eu, que essa pessoa não tinha a hombridade de me dizer ou fazer a mim o que fazia a ele. Nessa altura tanto eu como o que me acompanhava nessas saídas estávamos a viver sozinhos – cada qual no seu apartamento – e a companhia de um e de outro era um bom passatempo.
    O outro indivíduo neste momento está a chefiar uma cadeia no continente, tem a patente de chefe principal, o que em cada cadeia geralmente é só um, gostava de ver se anda sozinho, se não tem alguém para desabafar ou quem com ele anda se é um lambe botas.
    Como disse lambe botas conheci muitos e que esse se lhe desse oportunidade era o maior de todos.

  3. Nik, até a Manela ficou aliviada com o seu fiasco.
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    Faxinada, Nicolae.
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    Chessplayer, há, claro que há. Mas dessa eu não me ocupo. Gosto é de malhar na esquerda imbecil.
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    Manuel, tens uma vida cheia de histórias. Invejo-te.

  4. Val
    Tudo o que tenho relatado é fruto de uma vivência de muitos anos, muita atribulada e verdadeira, parecendo um saltimbanco, mas de que muito me orgulho. Se tiver oportunidade e os textos o permitir vou exemplificar. Quem me dera ter o dom de relatar factos como você, aí é que ia dizer, já me doem os dedos.

  5. Sócrates, zapatero, Obama, Lula …. um mundo novo, as formas são importantes.
    Bush, Berlusconi, Aznar… um mundo velho, outra coisa,
    os governos por vezes não são moi didferentes, mas precisaos de vêr líderes diferentes que semelhan escoitar, falar novos linguagens, e mostrar esperança de mudar algumas coisas.

  6. Não vejo que mal há em se achar que alguem tem feito um bom trabalho.É uma questão de opinião,de fé, sei lá.Mas acho que o Engº até tem feito um bom trabalho, e se não fosse a crise mundial estariamos agora muitissimo melhor.E não pertenso à direita ranhosa, quando muito à esquerda bichenta.

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