Sócrates, o nosso Kennedy

Rui Verde lança livro
Ex-dirigente da Independente revela dossier original da licenciatura de Sócrates
30.11.2011 – 07:18 Por José António Cerejo, com Andreia Sanches

Sócrates é um filão inesgotável para o jornalismo idealista, objectivo, independente, exemplar que se faz no Correio da Manhã, no Sol, no Público, na SIC. E se fazia na saudosa TVI do casal Moniz. Daqui por 30 anos, um maduro da gente séria realizará um filme a provar que sim, sim senhor, o cabrão falsificou mesmo um documento qualquer. Pelo menos um, prontos. E mentia. Ou que alguém disse ter a impressão que ouviu a alguém num baptizado que Sócrates, um dia, já mesmo no final do dia, quase hora do chichi cama, teria mentido a fulano e beltrano, quiçá aos dois em simultâneo. Será um filme com a duração de três horas e fará um agradecimento especial a esse David do jornalismo português chamado José António Cerejo. Só temos a lamentar a sua especialização nos tão ansiados escândalos e crimes de Sócrates, pois poderia ter derrubado muitos outros gigantes horrendos com esta fulminante e incansável facilidade em que se exibe desde que o sonho imperial do clã Azevedo morreu na praia.

13 thoughts on “Sócrates, o nosso Kennedy”

  1. e lembras-te que o público na altura da opa à pt tinha o cerejo na prateleira. e que, logo que a opa foi reprovada, o zé manel sacou do cerejo para fazer fogo cerrado pois tinha havido o despertar vilolento de ódios fidagais na independente e umas das partes da contenda fornecia material para insinuações. e como vês o pavio ainda dura. e só parará quando o público acabar (está quase, pelo que dizem) ou quando as medidas de austeridade acabarem.

  2. A boçalidade da opinião pública nacional é incomensurável: andam loucos à solta a atropelar crianças e idosos nas passadeiras, mas a matilha de hienas está apenas preocupada com um carro estacionado nas traseiras e que tem uma puta de uma roda em cima do passeio!

    Quando forem passados a ferro por um trator e um semi-reboque com três contentores cheios em cima, venham depois para aqui chorar baba e ranho, seus pintelhosos…

  3. Bastou-me ouvir um naco de prosa em que se dizia que o Rui Verde tinha um original não assinado em seu poder e o que estaria no processo seria um documento assinado, porventura original também.
    Depois de ouvir a PGR dizer ao jornalista para ir consultar o processo e tirar dúvidas, o que ele se apressou a NÃO fazer, fiquei esclarecido.

  4. bem , aí há uns tempos era o obama , agora é o kennedy . suponho que daqui a uns tempos será o nosso cesár augusto e depois o nosso cristo. sempre em crescendo , muito bem.
    confesso que é um bocadinho chato ver o filho da rose associado ao da maria adelaide , mas enfim.

  5. desde que seja para dizer mal de Sócrates, para estes tipos que nos quererem fazer querer que são paladinos da verdade… qualquer vigarista tem credibilidade

  6. *Curso rápido de gramática – funções sintáticas:

    1- *”Conheci um político filho da puta”- aqui *”filho da puta” é um predicativo do CD

    2- Se a frase for: “O político é um filho da puta”,* aí, é predicativo do sujeito.

    3- Agora, se a frase for: *”Esse filho da puta é um político”,* é sujeito.

    4- Porém, se o gajo aponta uma arma para a testa do político e diz:
    “Agora nega o roubo, filho da puta!”* – aí é um vocativo.

    5- Finalmente, se a frase for: *”O ex-ministro, aquele filho da puta,
    arruinou o país e não só”* – “filho da puta” é um aposto.

    Agora vem o mais importante para o aluno. Se tiver escrito:

    6- “Saiu de primeiro ministro e foi viver para França e ainda se acha o
    salvador da Nação”

    O “filho da puta”, não aparece, mas subentende-se, portanto aqui é um sujeito subentendido

  7. Madre mia, que tesón a deste Valupi por um ícone bacoco da política da série s portuguesa.

    Sempre de pau em riste para defender a sua dama e pronto para a refrega com os hereges, que tingem de pecado o relicário afrodisíaco da sua vida. Que devoção, quase pornográfica e, madre mia, sem estigmas. Sem hesitações. Que fervor.

    Madre mia, que téson, que amor tão platónico pela parisiense musa que o Valupi idolatra tão amorosamente.Que coisa linda de se ler, que acto tão sublime.

  8. espantoso

    o medo que Socrates calado e longe
    ainda faz a estes pobres batráqueos…

    Não sei se ouviram ou viram a intervenção de hoje de Joe Berardo…

    e ele só falou do BPN, do Dloureiro, do OCosta…

    Ai, se Socrates decide um dia abrir a boca
    sobre factos que calou
    desde a criticas sucessivas e intentonas provindas ali de Algés ou Dafundo…

    ate à rejeição do PEC IV,
    com os custos adicionais desta crise criada por sinistros personagens

    todos da entourage e criação do regime do ainda venerando…

    A consciencia pesa-lhes muito…

    abraço

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.