5 thoughts on “Sim, por favor, vamos a ele”

  1. não gastem dinheiro com referendos, cortem a corda, deixem-nos à deriva e rezem para a corrente os encalhe no pólo sul, onde poderão fazer animação tipo chão da lagoa & ponchadas todos os dias sem incomodar a vizinhança.

  2. É já!!! Mas é que é já!!!! E já vamos atrasados uma carrada de anos. Depois da “independância”, o Bokassa fazia daquilo uma Cuba ao tempo do Fulgêncio Batista: Putas, droga e, claro, a maior lavandaria de dinheiro sujo do planeta.
    Venha o referendo, venha ele, caraças!!!

  3. A Constituição actual não permite fazer o referendo sobre a independência, nem cá, nem lá, nem pelo caminho. Referendo sobre a autonomia era a solução de Jardim para obter algo de idêntico à independência sem esse nome, continuando a chular-nos e a insultar-nos. O projecto de revisão constitucional do mânfio, espécie de carta de intenções separatistas, está disponível online. Aconselho a leitura e uma mijadela em cima.

    Como os madeirenses já referendaram o jardinismo muitas vezes, só restava a Portugal deixar de pagar qualquer serviço público na Madeira e mandar regressar as forças armadas. Para as dívidas acumuladas do bananeiro, põe-se um anúncio no jornal, com a foto do Jardim, a declarar que Portugal não se responsabiliza pelas dívidas contraídas ou a contrair pelo fulano. Mas se calhar a Constituição não permite isto.

    Só vejo uma saída possível: incitar o bananeiro e os seus adeptos madeirenses a declararem unilateralmente a independênia. Irritá-los, chamar-lhes cabrões e tudo o que o bananeiro nos chama a nós, até eles declararem a independência. Depois fazia-se aqui uma festa de gáudio nacional pelo nascimento de mais um palop.

  4. Para os regionalistas a Madeira é o melhor antídoto.

    Dizia o Salazar que a Madeira é muito bonita, mas muito ingrata.

    Lá terão que voltar as “meninas aos bordados”

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