5 thoughts on “Serviço público”

  1. O J.C.Neves tirando a interpretação de algumas enciclícas papais, nada de valor
    acrescenta em termos de comentário político ou económico! É mais um, na linha
    dos comentadeiros prof.Martelo, Ganda Nóia e outros mais que, já estão no terre-
    no fazendo campanha pelo PSD nas autárquicas, com intuito de limitar possíveis
    maus resultados … tarefa que não tem grande dificuldade, dada a modesta posi-
    ção do principal partido da oposição enrredado no seu lider!!!

  2. Só por curiosidade; quem é que comprou este produto , Swaps, que tanto prejuízo têm trazido a todos nós??? não deviam ser esses a ser chamados à praça pública?

  3. “Só por curiosidade; quem é que comprou este produto , Swaps, que tanto prejuízo têm trazido a todos nós??? não deviam ser esses a ser chamados à praça pública?”

    fónix! este parece ter emulado a jújú do seará com perguntas estúpidas. chamados à praça pública, julgados no mercado da ribeira e com recurso ao marl judicial.

  4. lat,quem comprou swaps,foram empresas publicas de transportes, (metro,refer)para pagar as reivindicaçoes à comunada! quando for entregue aos privados já não há mais greves nem swaps!

  5. a propósito de serviço público – neste caso, de saúde: ninguém comentou na tv, outros jornais que não o Expresso, ou blogues que tenha visto. Nem sequer no café. Não deve ter importância, mas a mim faz-me espécie: porque é que o Estado providencia medicamentos de tratamento do cancro, de artrites reumatóides graves e outras a 100% ao funcionário público, via ADSE, e nega a distribuição dos mesmos medicamentos ao cidadão que tem o azar de (não) usufruir do Serviço Nacional de Saúde?

    Não há aqui uma violação da contituição no que respeita à equidade no direito à saúde (neste caso à vida) ?
    Não? E os senhores parlamentares sempre tão zelosos das equidades, não solicitam nada ao TC? E o PR? Pois, só quando bate na classe que representam. E eu a pensar que eles represetavam mais do que a corporação (mentira, não pensava).
    Pronto, siga o baile, mas ter em atenção que não convém deixar morrer demasiados contribuintes, por causa do financiamento do pagode.

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