Revolution through evolution

Can we unlearn pain? Helping make sense of chronic pain
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Wise old elephants keep the young calm
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Crows keep special tools extra safe
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Consciousness in humans, animals and artificial intelligence
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Face detection in untrained deep neural networks?
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If You Need Help at Work, Ditch Email, Text and Ask in Person
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School uniforms don’t improve child behavior, study finds
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Brain mechanisms involved in learning also drive social conformity
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Ostrich eggshell beads reveal 50,000-year-old social network across Africa
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One algorithm to rule decision-making
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Are black holes and dark matter the same?
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Could acid-neutralizing life-forms make habitable pockets in Venus’ clouds?
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These fish work together by the hundreds of thousands to make waves
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Ancient DNA reveals the world’s oldest family tree
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How do our organs know when to stop growing?
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Baking Soda before Exercise May Protect against Effects of Overheating

17 thoughts on “Revolution through evolution”

  1. precisava de entrar na investigação para perceber isso da influência pelo comportamento dos outros. é-me muito estranho, confesso.

  2. fico mesmo contente que a inteligência artificial não passe disso: artificial e sem consciência. !viva!

  3. agora Aristóteles dá saltinhos de alegria: já sabe, pela biologia com o princípio da química, o que do ovo e da galinha não sabia.

  4. as pessoas que irão desenvolver demência nota-se muitíssimo bem na expressão facial carradas de anos antes , suponho que será de nascença : são tipo mona lisa , olhar fixo e expressão parada .
    olha que é mesmo assim , gente que me intrigava porque pareciam que tinham “pensamentos elevados ” de tão absorta expressão , afinal não tinham era nenhuns , agora que sei que estão doentes . incluindo uma amiga com apenas 49 anos.

  5. Olindinha, as sociedades de elefantes não são patriarcais, nem naturalmente nem artificialmente, não é isso que o artigo linkado pelo Valupi diz e nem é disso que trata. As sociedades de elefantes são matriarcais, como podes ver aqui:

    https://www.washingtonpost.com/national/health-science/what-elephants-can-teach-us-about-the-importance-of-female-leadership/2014/01/27/32db3f5e-7eeb-11e3-95c6-0a7aa80874bc_story.html

    Artigo baseado noutro, mais desenvolvido, da ‘New Scientist’, aqui:

    https://www.newscientist.com/article/mg22129500-900-pachyderm-politics-and-the-powerful-female/

  6. Não me parece que fale em patriarcado, mas sim na influência que machos mais velhos e experientes possam ter no comportamento de machos mais jovens, nomeadamente acalmando-os e diminuindo-lhes a agressividade. Mas quem orienta e dirige a manada é sempre uma fêmea sénior.

  7. isso mesmo, Joaquim Camacho :-)

    pa·tri·ar·ca
    (latim patriarcha, -ae, do grego patriárkhes, -ou)
    nome masculino
    1. Prelado de certas arquidioceses.

    2. Chefe da Igreja grega.

    3. [Figurado] Ancião respeitável.

    4. [Antigo] Indivíduo tronco de família importante.

    “patriarca”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/patriarca [consultado em 27-12-2021].

  8. É engraçado como o patriarcado e o matriarcado “vareiam” nos outros bichos que não o bicho homem, Olindinha. Nas hienas são elas, nos leões são eles, nos lobos são geralmente eles, mas por vezes são elas, nos mabecos julgo que é um casal. Nas aves há apenas casais, tanto quanto sei, em muitas espécies para a vida. Nos insectos, tens a aranha viúva-negra, por exemplo, com a fêmea 10 ou 20 vezes maior do que o galã, que muitas vezes, depois da “função”, serve a sua Dulcineia como sobremesa. E a paixão mortal da louva-a-deus, que corta a cabeça ao macho enquanto este despeja a sementinha (uma variante em ré menor da asfixia erótica, que parece até aumentar a produção) e depois o usa também como refeição completa. Sorte macaca… mas morre feliz, o caramelo!

  9. Now , “something completely different!!

    atão , vocês sabem que em hong kong estão a substituir todos os trabalhadores estrangeiros por indígenas? para evitar aculturação e informações para o Ocidente ? 2 arquitectos , inglês e portuguesa chegam dia 13 de janeiro recambiados para casa após quase 10 anos a trabalhar lá. será que iremos ouvir chamar xenófobos aos chinas?

  10. Mas elas házi-as, Olindinha, elas házi-as! E a gente maravilhifica-se quando encalha numa delas à esquina, ou ouve uma cantar, ou outra poetar, ou prosar, ou pintar, ou cinematicar, ou mesmo só sorrir, ou gargalhar, ou apenas esbugalhar os olhos de espanto perante a maravilhificação do que é, e do que não é, ou ainda não é, mas pode ou poderá um dia ser. Házi-as poucas e podia haver mais, mas se não escasseassem não eram raras, e a banalização do nosso maravilhamento torná-lo-ia menos maravilhamentoso.
    Odescurpa, gripou-se-me a cambota!

  11. e também já percebi tudo o que antes não tinha percebido: existe a possibilidade de o neurónio primitivo, sem vícios de conhecimento sensorial, ter tanta ou mais validade do que outro supostamente mais evoluído. isto é muito, muito, interessante e explica-me, lançando-me perguntas, muitas coisas.

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