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6 thoughts on “Revolution through evolution”

  1. Já que o que está a dar é “vir para aqui despejar links”, toma lá mais estes, sobre jornalismo ciático. Em verdade te digo que “antes isso do que pancada pior”.

    http://rt.com/news/196984-german-journlaist-cia-pressure/

    https://www.youtube.com/watch?v=sGqi-k213eE

    https://ersjdamoo.wordpress.com/2014/09/27/bought-journalism-in-germany/

    Não é nada que quem tenha os olhos minimamente abertos não saiba, mas é novidade ouvir um jornalista comprado (link do meio) explicar de viva voz, tintim por tintim, como a coisa é feita.

    Bueno, mas o que estou eu pràqui a pregar, tu se calhar é mais bolos…

  2. oh escalrracho! descobristes a pólvora, mas não tentes registar a patente que isso faz parte da deontologia do jornalismo nacional. o caso que relevas é uma clara violação da lei de protecção de fontes de informação, jornalista que faça isto em portugal fica sem emprego.

  3. Valupi, não podias estar mais errado, pá, mas enfim, isso em ti está a tornar-se, mais do que um hábito, numa autêntica imagem de marca. Como é óbvio, não sou eu que te vou convencer do contrário.

    Mas já agora chuta aí mais quatro dúzias de links para a malta levar para o lanche, pá. É desporto em que me bates aos pontos e tenho poucas dúvidas de que no cu-sentadismo idem. Enfim, para certezas teríamos de medir as respectivas espessuras do calo das excelsas pêdas e nenhum de nós está certamente para aí virado. Puta de dúvida perturbante, hoje nem vou conseguir dormir.

    Beijinhos, meu querido.

  4. ó faxavor, é só para avisar que a caixa de comentários do post da Isabel está a ser censurada pelo MEC, com o seguinte aviso e mais uns trocos:

    ACESSO NÃO AUTORIZADO
    Caso considere que a página em questão tem interesse pedagógico por favor solicite o desbloqueio, através da direção da sua escola, para a caixa de correio eletrónico: acessos@dge.mec.pt

  5. perante a dúvida vale a pena tentar sem certeza. isto quererá dizer a mesma coisa que amanhã é outro dia ou que o melhor pode estar sempre por vir. gosto muito quando a ciência se encontra com o folclore. mas quando não se encontra gosto igualmente. o que interessa é a curiosidade, aquela madeixa da inteligência onde as coisas sérias fazem rir ou chorar. :-)

    já agora, (joa)quim (ca)macho, deixa-me dizer-te, ou se não deixares o azar é todo teu, que a tua falta de curiosidade – bem como a dos outros todos – intriga-me. mas não me deixa, obviamente, com dúvidas.

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